domingo, 31 de agosto de 2008

Vamos botar fogo no sul (novamente)



Pessoal, a rodada ainda não terminou, portanto, não faço idéia da atual posição do Botafogo no campeonato, se saímos do G4, etc...

Isso não importa agora.

Deixamos quatro pontos preciosos para trás e precisamos recuperá-los nas casas dos adversários. A começar pelo próximo: O Coritiba, na capital do Paraná.

Difícil? Muito difícil! Até porque eles ainda entrarão em campo (daqui a pouco diante do Cruzeiro, em Belo Horizonte) e estão na briga direta pela Libertadores. Ou seja, uma final para o GLORIOSO, contra um adversário direto. Será um daqueles jogos de seis pontos.

Não podemos temer. Temos que chegar no Couto Pereira e mostrar que a camisa do Botafogo fala mais alto. Os jogadores alvinegros têm que se impor!

E não custa nada lembrar: A nossa última passagem pelo estádio do Coxa foi vitoriosa. Copa do Brasil do ano passado, quando vencemos por 1 a 0, gol do Luciano Almeida.

Aliás, acho que o rapaz já poderia ganhar uma oportunidade com o Ney Franco.

Concordam?

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Só faltou a assinatura



Todos nós sabemos que futebol e justiça não andam de mãos dadas. Se pensarmos rapidamente, vários e vários jogos serão lembrados. E nem precisamos ir longe, afinal, o "empate-derrota" de ontem é mais um a figurar na imensa lista.

Tudo bem. Se era para terminar empatado, que fosse. Mas os Deuses do Futebol poderiam deixar o placar em 2 a 2, pois aquele lance antológico do Lúcio Flávio merecia um final feliz.

A jogada do capitão botafoguense foi daquelas que raramente vemos no futebol atual. Seria certamente o gol mais bonito do campeonato, ou quem sabe, da temporada brasileira.

E até a conclusão da jogada foi consciente. O Lúcio Flávio levantou a cabeça, calculou certinho o melhor ângulo e bateu na bola...

Os Deuses cismaram que o dia 30 de agosto não era o mais apropriado.

Uma pena para o futebol...

Apesar de não ter resultado em gol, este foi um lance daqueles que não cansamos de rever. Por isso, se você também quer saborear (e lamentar) novamente, é só clicar em: http://www.youtube.com/watch?v=qJelhiJUN4E

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

E agora, jurídico alvinegro? E agora, STJD?



O Antônio lembrou muito bem: Termos aguentado o "showzinho" do Ruy foi tão ruim quanto o empate com sabor de derrota.

O bandido cabeçudo bateu nos jogadores alvinegros durante toda a partida, simulou inúmeras faltas (lembrando que o André só foi expulso no primeiro turno por uma simulação do Ruy) e saiu do campo xingando os dirigentes botafoguenses.

Até aí, por mais que fiquemos nervosos, tudo bem. E no caso do Bebeto, Montenegro e demais colaboradores, se eles se sentiram ofendidos, que comprem a briga contra o lateral do Náutico.

Mas o problema maior foi que o Ruy não aguentou as provocações da torcida alvinegra e antes de descer para o vestiário, fez o famoso gesto indecente para a massa na arquibancada. O mesmo sinal que a PM pernambucana alegou ser ofensivo e que desencadeou toda a confusão no Aflitos e consequente prisão (e suspensão) do André Luis.

Não quero saber se a PM carioca deveria fazer o mesmo (até acho que não), mas pergunto: O departamento jurídico do Botafogo vai esperar uma luz divina para colocar o Ruy no STJD e pegar - no mínimo - a mesma pena do André? Ou seremos bonzinhos como o pessoal dos "direitos humanos"?

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Um gol contra do Ney Franco



O saldo do Ney Franco ainda é altamente positivo, mas não se pode brincar no futebol, que é o único esporte capaz de levar o profissional do fundo do poço ao lugar mais nobre do pódio em pouco tempo. Da mesma forma, o caminho contrário...

De bestial à besta: Foi a tônica que o treinador alvinegro "escolheu" neste sábado de terror para os botafoguenses.

Quando o time ganha, o mérito é de todos. Quando perde, a culpa também é do elenco. Estas são máximas fundamentais do futebol. Aliás, é justo, afinal, o futebol é um esporte coletivo.

Agora, sempre existem as peças que colaboraram mais para os resultados positivos e negativos. Desta vez os torcedores botafoguenses não têm dúvidas do nome da vez: Ney Franco.

Eu quero não acreditar, mas no fundo eu sinto que o técnico quis aparecer mais do que o grupo, inventando na hora mais indevida.

Sim, amigos. O Ney Franco já tinha nos mostrado que é um comandante que gosta do básico e sem invenções (como fazia, por exemplo, o Cuca). Por quê ele cismou em fazê-las ontem, quando a vitória era praticamente certa e o time sairia ovacionado pela galera?

Menos, Ney! Menos...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

sábado, 30 de agosto de 2008

Empate? Que nada, foi uma derrota (a segunda seguida)



O Botafogo empatou em 1 a 1 com o Náutico, agora a pouco, no Engenhão e dependendo dos resultados do final da rodada, poderá sair do G4, além de ver os principais adversários se distanciarem.

Aliás, o jogo foi praticamente a repetição do domingo passado, diante do Vasco: Ataque contra defesa, vários gols perdidos, soberba alvinegra ao não querer liquidar a fatura e um gol sofrido de cabeça, no final da partida.

Pensando bem, houve duas diferenças nesta noite:

1- O Náutico ainda teve um atleta expulso, só facilitando o trabalho do GLORIOSO;

2- Se o Ney Franco não teve culpa no clássico, hoje ele foi determinante para o resultado do jogo, afinal, suas duas primeiras mudanças mataram o lado direito do Botafogo.

Não questiono a entrada do Zárate. Pelo contrário, era público que o argentino finalmente jogaria pelo Botafogo. Mas tirar o Túlio, que era um dos melhores jogadores em campo, foi um erro gritante. O Thiaguinho, ídem. Ney Franco que me perdoe, mas a perda destes dois pontos (que nos farão muita falta) deve ser dividida igualmente entre os atletas e treinador.

Já que toquei no nome do Zárate, não serei oportunista e crítico dos maus momentos. A estréia não foi a esperada, mas vários fatores devem ser analisados e eu ainda acho que o Botafogo terá alegrias com o atacante.

Sei que é difícil, mas nesta hora precisamos esquecer o empate (da forma como foi) e lembrar que desde o seu anúncio, todo mundo disse que o Zárate não é habilidoso. Realmente ele comprovou e o seu primeiro toque na bola foi uma chance de gol. Pena que caiu na perna errada e eu quero acreditar que ele estava frio e nervoso (normal) pela estréia.

Nada de tacar pedras no hermano, pois o grupo todo teve culpa neste empate com sabor de derrota.

O mesmo time que goleou o Atlético MG entrou no campo, diante do Náutico extremamente defensivo e na zona do rebaixamento.

Todos nós comprovamos o que falávamos durante a semana: Os caras irão ao Rio para se defender. E não foi diferente...

O Botafogo jogava do meio de campo para frente, sem ter trabalhos na defesa. Os dois volantes e laterais atacavam praticamente ao mesmo tempo, com o Jorge Henrique aberto na direita e o Gil pela esquerda. A dificuldade era a falta de um homem fixo na área, que permitisse troca de passes. Exatamente como o Wellington Paulista tem costume de fazer...

Carlos Alberto e Lúcio Flávio até que distribuiam bem as jogadas, que eram levantadas na área para os pequenos atacantes alvinegros. Algumas levavam perigo, mas a maioria terminava nos pés e cabeças pernambucanos.

Na primeira vez que o Jorge Henrique foi pro meio, achou o Thiaguinho livre. Cara a cara com o goleiro Eduardo, o lateral botafoguense chutou para fora. Ele perderia uma outra oportunidade minutos depois, para desespero dos 23 mil torcedores que fizeram uma linda festa no Engenhão.

Faltava calma no último toque, pois chegávamos tranquilos na entrada da área do Náutico. Depois de uma cobrança de escanteio, Túlio mostrou porque o Botafogo tem a melhor dupla de volantes do Brasil: Enfiou uma bola maravilhosa para o Lúcio Flávio, que levantou a cabeça e serviu - de primeira - o Carlos Alberto.

Bola na rede! Botafogo - no G2 - 1 a 0.

Ontem eu encontrei com o Toninho aqiu na rua e falei: "Cara, 1 a 0 será goleada".

E se estava de bom tamanho, por pouco não fica melhor. Aliás, melhor não. Muitíssimo melhor! O capitão Lúcio Flávio realizou a jogada mais linda do Brasileirão e por um castigo do destino, não colocou a primeira placa do Engenhão. Uma pena! Acho que nunca senti tanto a perda de um gol. Ainda mais do Lúcio Flávio, que eu vivo pegando no pé pela falta - justamente - de lances desse tipo. Ele só provou que é capaz! Mesmo assim, uma pena!

Era final de primeiro tempo e o Botafogo quase foi castigado pelo relaxamento quando o atacante pernambucano ficou sozinho contra o Castillo. Por sorte o Túlio surgiu do nada e enfiou o pé salvador.

Vocês repararam? O Túlio participou ativamente do gol alvinegro e salvou o empate do Náutico...

Apesar do placar magro, o time estava bem em campo e ninguém acreditaria que o panorama da partida mudasse no segundo tempo. Nem mesmo com a entrada de outro atacante no adversário.

Ney Franco voltou - corretamente - com a mesma formação.

Realmente o desenho do jogo não alterou: Era o Botafogo no ataque e o Náutico na defesa, apesar de tentando sair um pouco mais no ataque. Eles aproveitavam os avanços alvinegros e chegaram a criar duas bolas perigosas que foram afastadas pelo Diguinho e Castillo.

Aí que começou o festival de erros generalizado por parte do Ney Franco...

Quando o Náutico teve um atleta expulso, o técnico botafoguense deveria fazer uma escolha: Aumentar o placar ou administrar os minutos restantes?

Eu acho que daria para atacar e administrar ao mesmo tempo, mas o Ney Franco pecou ao jogar o time todo para frente, acreditando que o adversário estava morto. Ele tirou os dois jogadores que criavam todas as nossas jogadas (junto com o Carlos Alberto e Jorge Henrique) pelo lado direito: Túlio e Thiaguinho estavam bem na defesa e no ataque.

Com a saída do Túlio (principalmente), o Diguinho sentiu a falta do companheiro de proteção, já que o Botafogo atuava com quase seis na frente, além do Alessandro retornar de um longo período de inatividade.

O time caiu de rendimento. As bolas eram tocadas de lado, esperando o apito do péssimo (para não dizer coisas piores) árbitro. Tudo bem, não recrimino isso, afinal, eu mesmo disse que 1 a 0 seria goleada. Mas acontece que a marcação afroxou (a essa altura o Zé Carlos tinha entrado, para variar, cansado) no meio e depois de uma furada bisonha do André Luis, o atacante pernambucano entrou na área alvinegra, driblou o Castillo e tocou...

...Diguinho apareceu de carrinho, salvando o empate do Náutico! O jogador vibrou muito e o torcedor respirou aliviado, temendo o repeteco do jogo contra o Vasco. Até porque o relógico marcava quase 40 minutos do segundo tempo. Como no domingo passado, só cinco minutinhos separavam o GLORIOSO da posição G2.

Na cobrança de escanteio, gol do Náutico!

Só para lembrar, tivemos inúmeras oportunidades de escanteios, faltas e afins (todas cobradas pelo Lúcio Flávio). Nenhuma ofereceu perigo ao goleiro adversário. Em uma rara bola parada no ataque o Náutico fez o que não fizemos em muitas.

Vocês também lembraram do Vasco? Pois é...

Aí virou desespero! Torcida impaciente, jogadores nervosos e os pernambucanos (capitaneados pelo bandido do Ruy) ganhando o tempo que queriam.

O juiz apitou e o Botafogo perdeu dois pontos preciosos para um time na zona do rebaixamento, jogando em casa e com um jogador a mais. Como classificar o resultado com qualquer outra palavra que não seja "imperdoável"?

Dos nove pontos jogados no Rio, apenas cinco conquistados. Sendo que perdemos quatro diante de dois adversários fracos e que não fizeram nada além de se defender. Aliás, fizeram sim: Fizeram gols e lances isolados, enquanto nós enfeitávamos na frente sem chutar as bolas. Quem não faz, leva! O castigo foi repetido e de novo, repito: Justo!

Agora, para quem saiu do Maracanã dizendo que o time aprenderia com o erro contra o Vasco, como o atleta botafoguense explicará a partida de hoje? E o Ney Franco? O que falar depois de "matar" o setor direito do time, substituindo errado?

O próximo jogo? Só o Coritiba no Couto Pereira. Dificíl e contra um candidato direto à Libertadores.

Sim, amigos. Depois destes dois últimos empates (considero derrotas), eu sinto informar que não acredito mais na conquista do título. A menos que todos os resultados de amanhã nos ajudem. Mas mesmo assim, a parte mais tranquila da tabela passou e agora será bem mais complicado.

Não podemos deixar a imprensa encher nossas cabeças de "merdas" nesta semana. Vamos nos manter distantes, pois demos oportunidades e motivos para eles tentarem derrubar - de vez - o GLORIOSO.

O problema é que a torcida volta (com razão) a desconfiar de até onde este grupo pode chegar.

Claro que ainda estamos invictos e no páreo, mas estes são momentos importantes e que não estamos sabendo tirar proveito. Pela segunda vez seguida deixamos o G2 escapar das nossas mãos. Como é possível que saiamos do G4 amanhã, pode ser que o time entre com mais gana no próximo sábado no Paraná.

É o que esperamos, o Botafogo está entregando outro campeonato de graça para os adversários.

Por culpa e incompetência do próprio Botafogo!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

NOTAS: BOTAFOGO 1 X 1 NÁUTICO

1- Castillo: Sem culpa no gol. No mais, sem maiores trabalhos - 7,0

2- Thiaguinho: Fazia boa partida quando foi substituído. Perdemos velocidade e ataque - 7,0

3- Renato Silva: Não comprometeu - 6,5

4- André Luis: A única falha permitiu o ataque que resultou o gol de empate. Infelizmente, falha decisiva (contra o Botafogo) - 6,0

5- Túlio: Era um dos melhores em campo, auxiliando o Diguinho e apoiando pelos dois lados. O Ney Franco precisa explicar a sua saída. Pelo menos para mim... - 7,5

6- Triguinho: Hoje atuou ofensivamente, mas é impressionante como erra cruzamentos - 6,5

7- Jorge Henrique: A camisa comemorativa não inspirou o jogador - 6,5

8- Diguinho: Uma pena que o carrinho que nos livrou do empate não tenha sido a bola do jogo. Correu o tempo todo. Sentiu a ausência do Túlio - 7,5

9- Gil: Ainda não foi uma super-partida. De qualquer forma, a melhor desde que chegou no GLORIOSO. Está com azar, pois duas bolas tinham o caminho certo - 7,0

10- Lúcio Flávio: Outra boa partida, se apresentando para as jogadas. Quase marcou o gol mais bonito do campeonato (e do Engenhão) - 7,5

11- Carlos Alberto: Para variar, quem mais briga e chama a responsabilidade do time. Premiado com o gol, porém, sente falta do Wellington Paulista, que geralmente não o deixa tão isolado - 7,5

12- Zé Carlos: Já entrou cansado - 5,5

13- Alessandro: Não era para ter entrado hoje. Apesar disso, não comprometeu - 6,0

14- Zárate: Mostrou que realmente não tem intimidade com a bola. De qualquer forma, senti que tem presença de área (apesar dos quilinhos a mais) e ao menos pede bola, não se escondendo. O gol perdido tem que ser analisado, conforme comentei no texto - 5,5

Ney Franco: Em minha opinião, o culpado maior pelo resultado. Péssimas substituições que pioraram sensivelmente o time - 5,0

Manequinho, pode esperar! A sua hora vai chegar...



Para cima deles, Fogão!

O Botafogo enfrenta o Náutico daqui a seis horas, mas a ansiedade certamente fará com que estas pareçam doze, afinal, o adversário é "especial".

A torcida precisará empurrar o GLORIOSO do início ao fim, sabendo que apesar da péssima campanha dos pernambucanos, será complicado fazermos gols, pois o treinador adversário já disse que virá com um forte esquema defensivo.

O empate para eles é ótimo resultado. Assim como o simples 1 a 0 é mais do que suficiente para os alvinegros.

Todos ao Engenhão!

Aproveitando, copio o post do "Nilton Severiano" no seu blog do Lancenet, ontem a noite:

"Paz para o Náutico! Respostas, só dentro de campo!

Caros Alvinegros,

Neste sábado temos o jogo de volta contra o Náutico, no primeiro embate depois daquela lamentável Batalha dos Aflitos, quando perdemos por 3 a 0 e nossos craques e dirigentes foram submetidos a uma humilhação terrível diante de todo o país.

Pois bem, vou falar sério neste espaço, desta vez: Antes daquela verdadeira palhaçada, e mesmo depois, os clubes e as torcidas de Botafogo e Náutico mantém uma saudável relação de amizade e apoio.A qual não devemos deixar que seja destruída em hipótese alguma, muito menos atendendo a interesses escusos da frapress, ansiosa em arranjar um motivo para derrubar o Melhor do Rio.

Tudo que aconteceu de ruim em Recife foi fruto da ação desastrada de policiais tanto ou ainda mais despreparados que os daqui. Os jogadores, dirigentes e torcedores do Timbu nada tem a ver com aquele caos que se instalou. Apelo a vocês, meus amigos leitores e torcedores do Fogão, que deixem um possível revanchismo de lado e recebam bem os alvirrubros pernambucanos, que devem comparecer em bom número ao Engenhão.

E que nós alvinegros que estivermos lá, e certamente estaremos em grande número, graças à nossa espetacular campanha de recuperação neste Brasileirão, cuidemos apenas de fazer uma bela festa, com mais uma vitória do Glorioso.

Divulguem essa mensagem para quantos vocês puderem. Precisamos e devemos dar uma resposta à altura do que aconteceu lá, mas apenas na bola, dentro de campo, sem violência de qualquer espécie.

Um grande abraço, paz para todos e Saudações Alvinegras!"


Eu reforço os pedidos do "Niltão", lembrando que independente do adversário, a nossa única preocupação deve ser a vitória. Afinal, todos nós queremos vestir - como manda a tradição botafoguense - o Manequinho no final do ano, certo?

Nós conseguiremos, com muita humildade, dedicação e cooperação. Já imagino o "menininho mijão" com o glorioso manto em preto e branco na frente do casarão de General Severiano.

Aliás, na foto abaixo ao lado do Manequinho "botafoguense", uma que tirei do "original" em Bruxelas/BEL, em novembro do ano passado.

Eu queria enquadrar a camisa do Botafogo e a pequena estátua, mundialmente conhecida como Maneken Pis.

Putz, foi uma luta (literalmente) fazer com que milhões de turistas japoneses entendessem que deveriam sair da frente por questão de dez segundos. Como eles não entendiam nada, mandei alguns à merda (no bom e velho português), abri os braços e pedi para a minha esposa apertar o "gatilho".

Uma pena que não dava para vestir a camisa, pois o frio era absurdo.

Menos mal que o mês de dezembro no Rio de Janeiro é quente. Assim, a fotografia do título (desta vez, vestindo o uniforme) está agendada.

Até mais tarde, com a vitória e a vaga - provisória - no G2 garantida.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Quando a vaidade é deixada de lado



Que coisa linda!

Depois de trocarem farpas públicas, Bebeto de Freitas e Montenegro se entenderam após uma conversa telefônica.

Abaixo, um trecho retirado do Globoesporte:

"Depois de alguns dias trocando farpas via imprensa e notas oficiais, os dirigentes do Botafogo decidiram levantar a bandeira preta e branca da paz. Uma conversa por telefone entre Bebeto de Freitas e Carlos Augusto Montenegro nesta sexta-feira parece ter colocado nos eixos a política do clube, que andava conturbada desde o anúncio de uma chapa com o nome de João Pedro Figueira como candidato à presidência nas eleições de novembro".

Não entrarei nos méritos de "este" é melhor que "aquele", mas os dois mereciam sonoras vaias e críticas da torcida botafoguense.

É imperdoável que o Bebeto e Montenegro tenham oferecido "armas" para a "imprensa parcial" bombardear o Botafogo. Os torcedores ficaram desesperados (com razão) durante estes dias, afinal, uma crise poderia ser instaurada em General Severiano. Tudo porque um falou besteira e o outro ainda fez questão de responder publicamente...

Eu sou adepto de que os problemas particulares devem ser resolvidos entre quatro paredes.

O problema é quando pessoas querem mostrar forças para a galera e esquecem que o prejudicado será apenas um: O Botafogo! Justamente o único que jamais pode sair ferido de qualquer batalha.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Qual a desculpa da vez?



O atacante Thiago Ribeiro, ex-São Paulo, acertou a sua transferência para o Cruzeiro.

Não me importa se o Botafogo não quis entrar em leilão e/ou qualquer outro motivo. O cara vai pro time mineito e ponto final.

Só espero que os nossos dirigentes tenham aprendido a lição, pois mais uma vez falaram antes da hora. Quantos foram os jogadores "anunciados" pelos cartolas alvinegros e que acabaram "caindo" em clubes adversários no dia seguinte?

O Thiago Ribeiro é apenas mais um nome que se junta ao Carlinhos ("Unimed FC"), Neto (ex-Santos e ex-"Unimed FC"), etc...

Falar demais e agir de menos.

Dos vários problemas e vacilos que acontecem com certa frequência em General Severiano, este é sem dúvida o maior.

Depois? Têm que engolir moscas. E ainda reclamam quando são chamados de amadores...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Praga alvinegra nele



O Sérgio lembrou muito bem (em comentário do post anterior): Depois do episódio nos Aflitos, o Ruy "Cabeção" saiu falando muita bobagem, desmerecendo a figura do Bebeto de Freitas e principalmente do Botafogo.

Se tem uma coisa que eu odeio, é jogador que sai do GLORIOSO cuspindo no prato em que comeu. Para esses, toda a torcida contrária do mundo.

O Ruy é apenas mais um na minha extensa lista.

As palavras de baixo calão estão reservadas para o lateral. Uma pena que daqui de casa ele não ouça. Por isso, peço um auxílio aos amigos botafoguenses do Rio de Janeiro: Por favor, não deixem o ouvido do Ruy sossegado, ok? Nem um segundo sequer...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

A pressão fica com a torcida. Em campo, só futebol



A torcida botafoguense aguarda ansiosamente pelo jogo de amanhã, contra o Náutico.

As cenas lamentáveis do primeiro turno, em Recife, ainda estão vivas nas memórias dos alvinegros, que prometem pressão da arquibancada desde o apito inicial do árbitro.

Nós podemos encarar a partida como "extraordinária" e "revanche". É papel do torcedor, incentivar o seu time, além de xingar, pressionar e hostilizar o adversário. Desde, é claro, sem agressões físicas.

Tenho certeza de que o Náutico sofrerá a maior pressão da história do Engenhão. Os alvinegros querem o troco (principalmente no placar) do primeiro turno, e por mais que o clube pernambucano não tenha sido o culpado da bagunça nos Aflitos, certamente pagará a conta.

Ok! Até aí, beleza. Vamos mostrar para eles que o Botafogo não é o "Unimed FC", ou seja, aquele tratamento dispensado ao GLORIOSO em Recife será devolvido em forma de gols. Muitos gols...

Revanchismo à parte, torço apenas para que os jogadores alvinegros não caiam no clima da torcida.

O sentimento de vingança fica na arquibancada.

No campo, os atletas precisam encarar o Náutico como um adversário normal, cientes de que o Botafogo precisa passar por cima se quiser continuar na briga pelo título nacional.

Reconheço que será complicado para os jogadores. Por mais que tentem se manter distantes, as lembranças do primeiro turno surgirão em determinados momentos da partida.

De qualquer forma, o Ney Franco precisará conversar bastante com o grupo e mostrar a importância da cabeça fria durante os noventa minutos, explicando principalmente as diferenças do Botafogo daquela época para o atual.

Além disso, depois do bate-papo com o elenco, acho que vale a pena uma conversa em particular com o André Luiz...

Eu tento me colocar no lugar do zagueiro botafoguense e digo: Se aquilo tudo tivesse acontecido comigo, eu estaria louco da vida, sabendo que faltam mais de 24 horas para o jogo.

A diferença é que eu posso criar esta "fantasia", afinal, sou torcedor. O André é jogador profissional e precisa de concentração total.

Mas o "cachorro doido" deve estar contando os minutos...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Gilberto Baggio



Quando a fase é boa, o clima entre os jogadores torna-se maravilhoso, inclusive com muitas brincadeiras e provocações. Os botafoguenses estão em lua-de-mel e o resultado pode ser percebido em algumas "tiradas" sensacionais.

Vocês lembram quando o Renato Silva brincou com o André Luis, dizendo que este voltaria à Recife (para o jogo contra o Sport), onde fez muitos amigos na primeira passagem do GLORIOSO pela capital pernambucana?

Pois é, foi tão espontânea que eu morri de rir. Ah, o próprio André caiu na gargalhada, apesar do seu jeito sério e cara de poucos amigos.

Mas acho que o Jorge Henrique superou o Renato Silva...

O "motorzinho", que voltou a apresentar o belo futebol do ano passado, desembarcou com a delegação alvinegra no Rio de Janeiro e logo perguntaram sobre o pênalti que o Gil perdeu na quarta-feira, contra o Atlético MG.

Sem pensar muito, o Jorge Henrique disse que o grupo decidiu em conjunto para que o jogador ganhasse confiança com o possível gol, mas infelizmente o "Baggio" não foi feliz na cobrança...

Aí eu não me contive! Quando eu li a notícia, cheguei a chorar de tanto rir! Parece que o apelido de Baggio já pegou entre os atletas botafoguenses.

Esse é o Jorge Henrique: Liso dentro das quatro linhas e endiabrado fora delas.

É, amigos...quando a fase é boa...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Daqui a pouco eles terão férias



Gostem dele ou não (particularmente sempre o considerei um "cabeça de vento", mas bom jogador), o Carlos Alberto tem uma característica que o acompanha desde o início da carreira: Fala o que pensa, sem se preocupar com política da "boa vizinhança".

A moda da maioria dos técnicos e jogadores de futebol do Brasil é enfatizar o "tal" cansaço desumano decorrente das duas partidas semanais. Muitas vezes o intuito da afirmação é para arranjar desculpas para possíveis fracassos e geralmente a torcida cai nesta "ladainha".

Não estou dizendo que não canse. Não sou louco a tal ponto, amigos. Só repito o que já falei inúmeras vezes neste Cantinho Botafoguense: Os caras são profissionais bem pagos para isso. Nada de poupar um aqui e outro ali.

O Carlos Alberto deu uma declaração que vai de encontro com o que eu penso:

"- Se o atleta se cuidar, dá para jogar. A nossa vida é essa. São muitas partidas, mas quando as equipes não têm mais possibilidade de conquistar nada na temporada, brigam por uma vaga na Copa Sul-Americana. Então, não é legal deixá-la de lado agora".

Cada um interpreta como quiser, mas eu entendi o seguinte: "Cansar, cansa, mas para nós, jogadores profissionais, é suportável".

Analisando assim, só me faz ter mais certeza de que devemos partir com força máxima no Brasileirão e Sul-Americana.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Regularizado para o banco de reservas?



Finalmente acabou uma das mais longas novelas da história do Botafogo: O atacante Leandro Zárate está regularizado e pode, enfim, atuar pelo GLORIOSO.

Agora só depende do Ney Franco...

E pelo visto o treinador botafoguense começará com o argentino no banco de reservas.

A chance do Wellington Paulista ficar de fora é bastante considerável. O artilheiro alvinegro na temporada continua sentindo dores musculares e ficará em tratamento intensivo até o dia da partida (sábado). Caso não se recupere, o treinador deu a entender que a dupla formada por Jorge Henrique e Gil será mantida diante do Náutico.

Aí que - no meu entender - mora o erro. Apresento alguns pontos e gostaria das opiniões dos nobres amigos. Consideremos que o WP realmente fique de fora do jogo:

1- Criaram uma baita expectativa sobre o Argentino, que é jogador de área. Justamente o que mais falta ao Botafogo no momento. Além disso, o técnico do Náutico já disse que irá ao RJ com três zagueiros e três volante, ou seja, precisaremos de referência no meio da retranca pernambucana;

2- O Gil ainda não rendeu o que a torcida espera dele. Alguém duvida de que no primeiro erro contra o Náutico, o atleta ouvirá as primeiras - solitárias - vaias? O Ney Franco pode evitar, para o bem do próprio jogador e de forma que o time não sinta a pressão pela falta de gol no início;

3- É claro, não conhecemos o Zárate. Pode ser um "mico". Mas só saberemos quando ele for a campo e tiver oportunidades. Se receber as mesmas do Gil, já me dou por satisfeito;

4- Por fim, todos os dirigentes (e até o Ney Franco) disseram que o cara é o que faltava ao time. Portanto - e como ele está treinando a mais de um mês -, botem o hermano entre os titulares desde o início. Se não der em nada, o Gil aguarda no banco, que por sinal, é o local mais apropriado para o canhoto.

Não é hora para querer ser justo com quem está na reserva há mais tempo. Os interesses do GLORIOSO sempre em primeiro lugar. Além disso, o Zárate só não estava no banco porque (insisto, é o que eu acho) o departamento jurídico foi incompetente ao não se informar sobre tudo (e todos) que envolvia o processo burocrático da papelada entre o ex-clube do argentino, AFA, Botafogo, CBF, etc...

Ô, Ney Franco, coloca o "El Tanque" desde o início!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Atendimento vip



O Thiaguinho teve uma pequena queda de rendimento ou ainda está sofrendo com a mudança de posição?

Particularmente, acredito que um pouco dos dois.

Jogador de futebol tem dessas coisas: Hoje está bem, amanhã pode não estar, e assim segue a carreira entre altos e baixos, que afetam inclusive os craques.

Não existe jogador que atue sempre em alto nível. Portanto, é absolutamente aceitável que o Thiaguinho não esteja repetindo o futebol dos primeiros jogos, logo que foi efetivado na atual posição: Lateral direita.

De qualquer forma, o Thiaguinho não está comprometendo o time. Também não está mal. Pelo contrário. Ele tem feito partidas razoáveis, mas que se comparadas com as primeiras sob o comando do Ney Franco, ficam aquém do que já mostrou anteriormente.

Eu já comentei no início do texto e repito: Isso é fase e passa.

O maior problema é mesmo a adaptação à posição, pois não deve ser fácil você se formar como volante de contenção e de repente precisar - com urgência – virar um lateral. Uma posição que exige características e fundamentos completamente diferentes e precisos.

Até pouco tempo atrás o Thiaguinho era um simples reserva do meio de campo, mas com a primeira contusão do Alessandro, o Botafogo não tinha lateral no elenco e o jeito foi improvisar o ex-jogador do Boavista, que, aliás, saiu melhor do que a encomenda. Não a toa foi eleito o "camisa 2" do primeiro turno do Brasileirão, na ótica de renomados jornalistas esportivos.

Ele tem um excelente tempo de bola e sentido de marcação. Também corre o tempo todo se for preciso. Essas são características dos tempos de volante.

Hoje o Thiaguinho precisa aperfeiçoar os cruzamentos e controlar a afobação, pois lateral não pode prender a bola em demasia e precisa conhecer 100% daquele pedaço limitado do campo, além é claro, da hora certa para atacar e defender.

Não tenho dúvida de que é questão de tempo para o botafoguense assimilar a mudança, que foi brusca e emergencial.

Tanto que mesmo com a volta do Alessandro (lateral nato), se eu fosse o Ney Franco continuaria bancando o Thiaguinho entre os titulares.

E pensando melhor ainda, o jogador tem um mestre específico e à disposição para uma adaptação mais rápida do que imaginamos. E se não me engano, ali mesmo, em General Severiano: O Josimar.

Antes que eu fale besteira, gostaria de confirmar com os sempre atentos amigos deste Cantinho Botafoguense: O Josimar continua fazendo "estágio" na comissão técnica do Botafogo? Juro que eu não sei, afinal, ele começou a trabalhar no GLORIOSO à pedido do Cuca...

Se a resposta for sim, passou da hora do Thiaguinho sentar depois dos treinos e ouvir algumas histórias do "Josi". Só eles marcarem, pois os dois estão começando as respectivas carreiras (dispostos e motivados): Um como jogador e o outro se preparando para virar treinador.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Eu defendo quem merece. Se for botafoguense então...



A intenção deste Cantinho Botafoguense não é falar apenas do futebol alvinegro, mas sobre tudo que envolva o Botafogo de Futebol e Regatas (história, títulos, curiosidades, atletas, fofocas, etc...).

É claro que acabo me concentrando - quase exclusivamente - no futebol profissional. Até porque, o excelente blog do Rui Moura (ao lado, nos favoritos) é o melhor local na internet para quem quer ficar cada vez mais por dentro de tudo sobre o clube da Estrela Solitária. Desde a criação até os dias atuais. Não preciso dizer que é mais do que recomendado, né?

Mas eu abrirei um pequeno espaço "não futebolístico"...

Muitos sites e jornalistas esportivos têm descido as críticas ao super-técnico de vôlei, Bernardinho, que além de vitorioso, é botafoguense declarado. Portanto, mais um orgulho para nós, torcedores.

Como alguém pode criticar o Bernardinho, jogando a culpa da perda do ouro Olímpico no fato da não convocação do Ricardinho?

Invejosos, nojentos e vendidos.

Esquecem que o cara ganhou tudo que disputou com a seleção brasileira de vôlei e segundo todos que o conhecem, trata-se de um exemplo de caráter e profissionalismo.

O brasileiro precisa ter orgulho e bater palmas eternas para o Bernardinho.

Mesmo não sendo fã do esporte, eu acompanho o vôlei masculino (seleção brasileira) só por causa dele. E digo mais: Aproveitando que ele é botafoguense, acho que o futebol alvinegro poderia pensar na hipótese de contar com "serviços esporádicos" do Bernardinho...

Como? Amigos, o cara é um motivador nato. Vitorioso ao extremo. Tem exemplos e mais exemplos de superação dos limites e favoritismo dos adversários. Dizem que as suas palestras são impressionantes e não há uma pessoa que saia do local sem sentir o sangue ardendo!

Bernardinho "bota fogo" nos atletas. Literalmente...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Constatações das bolas paradas



Dois lances curiosos da goleada mostraram algumas virtudes e defeitos do Lúcio Flávio.

Antes de mais nada, eu já elogiei o capitão mas não custa repetir: A partida que ele fez contra o Atlético MG é exatamente o que esperamos dele sempre, pelo simples fato do Lúcio ter competência para isso.

Dito, vamos às curiosidades:

1- O Lúcio Flávio sempre cobra pênaltis no Botafogo. Ontem, o Ney Franco quis agradar o Gil...
...deu no que deu!

2- O Lúcio Flávio sempre cobra escanteios e faltas no Botafogo (aliás, essas são as maiores reclamações que fazemos constantemente). Ontem ele deixou o Carlos Alberto cobrar um tiro de canto...
...deu no que deu!

Simples, meus amigos. Os números comprovam: Pênalti é com o "maestro". Escanteios e bolas alçadas na área com qualquer um, menos com o "camisa 10".

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Galo depenado (mais uma vez)



Eu começaria este texto dizendo que nada pode ser menor do que o "pintinho mineiro", mas por um momento eu esqueci que ainda existe o "Unimed FC". Bom, então para que ninguém fique chateado, deixemos assim: Nada pode ser menor do que o "pintinho mineiro" e o "Unimed FC".

O que foi o jogo de agora a pouco? Botafogo 5 a 2 (com direito a pênalti perdido) no Atlético MG, em pleno Mineirão. 8 a 3 no placar agregado. Mais justo, impossível.

Depois de eliminar o nosso maior freguês de fora do Rio de Janeiro, deixemos a passagem para a Colômbia reservada, afinal, o Botafogo está classificado para a fase internacional da Sul-Americana 2008.

Com a força máxima que tinha disponível (inclusive o Lúcio Flávio, que era dúvida), o Ney Franco deixou claro para os reporteres: "Viemos disputar a partida para vencer, pois valorizamos a Sul-Americana". Ele tinha razão, pois depois dos primeiros dez minutos de jogo, o GLORIOSO simplesmente tomou conta do restante da partida.

Podendo perder por até um gol de diferença, os botafoguenses entraram em campo para administrar o adversário. Não contavam, porém, com o bom início dos mineiros, que partiram com tudo, atrás dos dois gols necessários.

O Mineirão estava vazio e eu só ouvia a torcida do Botafogo pelo áudio da tv. Mesmo assim, os atleticanos presentes incentivaram o time. Nós ficamos um pouco assustados e erramos vários passes bobos, além de não incomodar no ataque, já que o Gil atuava isolado na esquerda e o Jorge Henrique na direita. Os dois homens de meio (Lúcio Flávio e Carlos Alberto) estavam bem marcados e não conseguiam fugir dos caçadores.

Sem problemas! O tempo tratou de colocar as coisas em ordem, afinal, a diferença técnica entre as equipes é gritante. Aos poucos o alvinegro carioca começou a dominar o meio de campo e chegar com mais frequência na frente. E de repente o pouco usual aconteceu: Uma bola rebatida na entrada da área atleticana sobrou para o capitão botafoguense, que num lindo chute de primeira abriu o placar. Gol de quem sabe. E como falamos mais cedo, nós também sabemos disso e só pedimos para o Lúcio Flávio participar ativamente das partidas, pois bola ele tem.

Nem bem comemoramos e o Jorge Henrique rolou um lindo passe para o meio da área. De novo Lúcio Flávio. E novamente, de primeira. Outro golaço. 2 a 0 pro Fogão. O "pintinho" estava abatido e o classificado definido.

O Atlético ainda tentava alguma coisa, mas sempre esbarrava no bom sistema defensivo alvinegro e de uma noite inspirada do Castillo, que não cansava de cobrar atenção dos companheiros. Uma atitude típica de uruguaio e argentino. Daqueles que não aceitam clima de "oba-oba".

Classificação quase garantida, o Ney Franco - sabiamente - resolveu poupar o Diguinho e Thiaguinho na segunda etapa. E de forma surpreendente, os substitutos (Zé Carlos e Alessandro) deixaram o time mais ofensivo, explorando o nervosismo mineiro.

No primeiro lance da etapa complementar, Zé Carlos rolou e outro fato inusitado ocorreu: Jorge Henrique, de bate-pronto, no ângulo! E olha que finalização é o fraco do "motorzinho". Prova de que o dia realmente era do Botafogo.

A partir daí o time se acomodou. O que é natural, diga-se de passagem.

Passes de efeito, fazendo o tempo passar e enervando o adversário. Todos os jogadores esperavam logo pelo apito final para irem embora do Mineirão, afinal, a tarefa estava cumprida. Acontece que os torcedores (presentes no estádio e nas milhares de residências Brasil afora) queria mais jogo, pois a goleada tornava-se inevitável.

Quando o Atlético fez o seu primeiro gol, eu fiquei chateado. Queria outra vitória com a defesa intransponível, mas aí é pedir demais, né? Tanto que no lance seguinte o Gil cruzou e o Carlos Alberto fez o quarto do GLORIOSO. Por sinal, gostei da comemoração do rapaz: Com raiva. Típica de quem queria vencer e fazer gol. Ambição! Essa é a palavra e foi justamente o nosso maior pecado no domingo passado.

Já com o Ferrero em campo (Renato Silva saiu machucado), os mineiros chegaram ao segundo gol. Tudo bem, nesta hora o Botafogo simplesmente se divertia no gramado e a partida parecia uma pelada de final de ano. A festa era carioca em pleno Mineirão!

Quanta descontração! O clima era tão leve que em um pênalti sofrido pelo Jorge Henrique, o Lúcio Flávio (cobrador oficial) deixou o Gil bater e tentar fazer o dele...

Pessoal, eu não gosto do Gil, mas independente disso, a fase dele está horrível, hein? Chutou para a lua! Mas como tudo é festa, deixa passar. Pelo menos ele ficou visivelmente irritado. Pior seria indiferença, o que não houve. O cara está tão azarado que em escanteio cobrado pelo Carlos Alberto, o zagueiro atleticano chega antes e faz gol contra.

Ainda esperei o replay para analisar se o árbitro poderia dar - sem querer - o gol pro Gil. Sem chances...

Hoje passa, pois em noite como esta, não há espaço para críticas mais agudas. Agora, o nosso lado esquerdo está abaixo dos outros setores. Tomara que o Ney Franco tenha percebido e dê um jeito durante o final da semana, já visando o Náutico.

Por falar no Ney, é importante destacar que ele sabe deixar o grupo motivado. A simples entrada do Ferrero no jogo mostra que todos têm oportunidades. O Edson atuou recentemente pelo Brasileirão e o argentino na Sul-Americana. Com essas atitudes o treinador vai ganhando cada vez mais o respeito e admiração dos atletas e torcedores.

Bom, eu não tenho mais palavras, meus amigos.

Ganhar do Atlético está ficando sem graça. Aliás, ganhar não: Humilhar.

O Brasileirão poderia ter 19 Atléticos. Seria bom demais, né? Mas tudo bem, vamos para cima de Atléticos e quem mais pintar na nossa frente. O momento é sensacional e o time parece ter assimilado o golpe do clássico contra o Vasco.

Mesmo com a partida ganha, jogamos de forma inteligente, explorando o desequilíbrio psicológico do "pintinho".

Mas finalmente chegamos na hora que eu tanto esperei...

O Atlético MG é passado! Eu quero o tal do Náutico, pois este sim, está engasgado na minha garganta desde aquele lamentável episódio do primeiro turno do nacional.

Os botafoguenses precisam lotar todos os assentos disponíveis do Engenhão no próximo sábado. Precisam fazer o máximo de pressão no time pernambucano, já que agora a casa é nossa, e nela o Botafogo quem manda. Inclusive no tratamento!!! Portanto, Bebeto, nada de boas vindas para os dirigentes dos caras! Aqui se faz, aqui se paga! Ou seja, nos fizeram de bandidos em Recife? Ok... bem vindos ao Rio de Janeiro.

E além da vitória diante de um adversário intragável, os três pontos podem nos levar ao esperado G2. Assim que chegarmos (e é questão de pouco tempo), miramos o Grêmio e ponto: Rumo ao título.

A Sul-Americana? Esperamos até setembro...
...mas a Colômbia não perde por esperar: O Botafogo está chegando!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

NOTAS: BOTAFOGO 5 X 2 ATLÉTICO MG

1- Castillo: Boas defesas e cobrando os companheiros como se fosse uma final. Isso se chama profissionalismo - 7,0

2- Thiaguinho: O problema maior é quando se empolga, pois abaixa a cabeça e esquece que dois corpos não ocupam o mesmo espaço - 6,5

3- Renato Silva: Ganhou a maioria das bolas no jeitão Renato Silva de jogar - 7,0

4- André Luis: Sem vergonha de dar chutões. Absoluto - 7,5

5- Túlio: Taticamente perfeito. Ainda teve que ajudar o Triguinho pelo lado esquerdo - 7,0

6- Triguinho: Não vive um bom momento. Até chutão para fora ele tem errado - 5,5

7- Gil: Só melhorou quando o jogo tava vencido e disputado de forma descontraída. Ainda deve uma boa partida. Sem contar o bisonho pênalti... - 6,0

8- Diguinho: Primeiro tempo sensacional. Saiu poupado no intervalo - 7,5

9- Jorge Henrique: Ele quem dita o ritmo da partida. Além de correr, brigar e driblar, acertou um chute que não é o seu forte - 7,5

10- Lúcio Flávio: Dois golaços e a bola passando pelos seus pés. Este é o Lúcio que nós sempre cobramos com mais frequência - 8,0

11- Carlos Alberto: Apesar de não ter sido decisivo, foi um dos que mais se entregou durante todo o jogo. Bonito gol de cabeça - 7,0

12- Zé Carlos: Um bom segundo tempo, marcando e atacante pelo lado esquerdo - 7,0

13- Alessandro: Voltou depois de um bom período de inatividade. Basicamente só marcou. E o fez razoavelmente bem - 6,5

14- Ferrero: Não comprometeu, afinal, a fatura já estava liquidada - 6,5

Ney Franco: Boas substituições e visão do jogo. Depois que recuou o Jorge Henrique mais para o meio, tomamos conta da partida. Tem o grupo nas mãos e provou que sabe deixar os atletas sempre ligados e motivados - 8,0

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Não vote nele, Cantagalo



Parece que o Botafogo finalmente acertou as pendências com o ex-goleiro (e atual candidato em Cantagalo) Roger, que desceu a lenha na diretoria alvinegra no início da semana.

Se o clube devia, tinha que pagar. E se pagou, ótimo.

Agora, a forma como o Roger tornou o problema público foi ridícula. É o que já conversamos: Podemos acusar os dirigentes botafoguenses de qualquer coisa, jamais de não se preocuparem com as pessoas (e não os atletas).

Enfim, já que o GLORIOSO acertou as contas, página virada em General Severiano.

E que o Roger seja muito feliz com o peso na consciência por ter sido injusto.

Ah, e torço para que ele não seja eleito, afinal, esta "aparição" do ex-goleiro é suspeita.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Tragicômico



Ingênuo que sou, resolvi dar uma passadinha no site oficial da CBF...

Por enquanto, nenhuma novidade!

Depois do Náutico, qual é mesmo o próximo adversário que o Botafogo receberá no Engenhão, hein?

Ou será que a estréia será fora de casa?

Aliás, ela será mesmo em 2008?

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Lúcio Flávio: Chega de tanta oscilação



Das três dúvidas para a partida de hoje a noite, Ney Franco já deixou claro que o Gil substituirá o Wellington Paulista e se o Thiaguinho não tiver condições, entrará o Alessandro.

Aliás, é bem provável que o ex-titular seja utilizado independente da situação do "novo lateral" alvinegro, pois o técnico também fez questão de dizer que esta é a única posição que ainda não está 100% definida no Botafogo.

Uma certeza é a titularidade absoluta do Lúcio Flávio, capitão e camisa 10 do GLORIOSO.

Concordo.

Por mais que achemos que o Lúcio pode melhorar (e pode mesmo), ficou provado que ele faz falta quando não atua. O meio campista é dono da posição, pelo simples fato de não ter substitutos à altura. Caso houvesse, teria que disputar a preferência, já que o Carlos Alberto é titularíssimo.

O que irrita, é que o capitão alvinegro precisou ser barrado em uma partida para perceber que estava devendo em campo. Depois desse dia, ele fez três boas partidas em sequência, mas aí a condição absoluta parece que acomodou novamente o jogador...

Como o Lúcio Flávio está com incômodo muscular, é provável que o Ney Franco o deixe de fora do jogo contra o Atlético MG. No seu lugar, deve entrar o Zé Carlos, ao lado do Carlos Alberto, Diguinho e Túlio.

Eu torço muito para que o Zé Carlos (se realmente jogar) destrua o "pintinho mineiro". Sim, amigos. Que ele faça gols, corra bastante, anule o lado direito atleticano, etc...

Tudo isso para que o Lúcio Flávio veja pela tv o que esperamos dele, não esporadicamente, mas com constância. Até porque, justiça seja feita, quando o capitão está em um bom dia, o Botafogo ganha absurdamente em qualidade.

Basta acordar! Mas ele precisa querer também!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

"100" pena do Galo, Jorge Henrique!



Jorge Henrique estará de volta ao time do Botafogo nesta noite, contra o Atlético MG. Um reforço e tanto, considerando a ausência do Wellington Paulista e a efetivação do Gil no ataque.

Assim que o árbitro apitar o início da partida, o "motorzinho" terá chegado à marca de 100 jogos com a camisa do GLORIOSO. Atualmente e para os padrões do futebol brasileiro, um número que merece ser comemorado.

O Jorge chegou no início de 2007 sem tantos holofotes e a princípio, para ser reserva do Luiz Mário, que era mais badalado. Não passou muito tempo e logo o Cuca percebeu que a utilidade do baixinho era maior do que ele imaginava, afinal, poderia contar com o atleta na posição que fosse. Rapidamente o Jorge Henrique virou titular e peça fundamental no esquema do Botafogo. E mais: Caiu na graça da torcida alvinegra.

Tudo indica que não contaremos com o polivalente jogador no ano que vem. As suas boas atuações despertaram os clubes do exterior e se já foi um sacrifício segurarmos o Jorge agora, pior será em dezembro, quando os euros, dólares ou libras certamente falarão mais alto.

Portanto, amigos, hora de aproveitarmos o máximo possível do que o Jorge Henrique pode oferecer ao Botafogo. E nesta data especial para o atacante, o Atlético que pague o pato.

Como a numeração dos uniformes é fixa na Sul-Americana, o "motorzinho" deverá usar a "camisa 100" no sábado, diante do Náutico.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Enquete: Titulares nas duas competições



Amigos, vocês lembram do que eu falei no final do comentário sobre o resultado da enquete passada?

Pois é, naquela altura havíamos chegado ao G4, mas eu disse que adoraria falar sobre o resultado da pesquisa desta semana do posto G2. Não deu! Por causa de dois minutos não alcançamos a meta em questão. Aquele gol do Vasco ainda não desceu totalmente redondo...

Tudo bem, nada de desespero ou maiores lamentações, afinal, continuamos no grupo de cima e apenas dois pontos nos separam do G2. Além disso, se olharmos de forma mais otimista, reduzimos a vantagem para o líder. Hoje o Grêmio tem 7 pontos de frente, quando na semana passada tinha 10.

Vamos para cima deles.

Sábado enfrentaremos o Náutico no Engenhão. Temos tudo para conseguir uma nova vitória. De repente o GLORIOSO amanhece a segunda-feira que vem no "tal G2". É possível!

Mas antes teremos o jogo da volta pela Sul-Americana.

A vantagem (3 a 1) construída na primeira partida permite que o Botafogo atue com mais calma diante do Atlético MG, no Mineirão. Agora, apesar dos recentes sucessos contra os mineiros, não será fácil. Até porque, nunca é fácil ganhar do Atlético em Minas Gerais.

Sim, amigos. Jogamos no domingo, voltamos à campo amanhã e depois estaremos novamente em ação. Essa será a rotina do Botafogo. Pelo menos enquanto formos passando de fases na competição sul americana. E convenhamos, pode ser cansativo e tal, mas a nossa torcida será para que o time jogue o máximo de vezes possível, pois é sinal de que estaremos em bom momento.

E foi justamente esse "corre-corre" o assunto da enquete que encerrou nesta terça-feira. Em questão, como o Botafogo deveria administrar as duas competições no segundo semestre? Força máxima? Times mistos? Reservas? O resultado, agora...

Foram 48 votos computados no total, e a imensa maioria (39 – 81%) disse que o Ney Franco deve partir com o que tiver de melhor em todos os jogos. Seja no Brasileirão ou na Sul-Americana. Eu penso da mesma forma!

Sei que é cansativo e também sei que não entendo "bulufas" de preparação física. Mas vou falar como torcedor e leigo: Não acredito que jogar duas vezes por semana seja algo desumano. Ainda mais se considerarmos que estamos falando de atletas profissionais, que recebem bem e vivem (com toda assistência possível) "do" e "para" o futebol. Diante disso, se eu fosse o treinador, iria com o time titular sempre que possível. E já incluo o jogo de amanhã, contra o Galo.

Dos 9 votos restantes, 7 (14%) acreditam que a fantástica recuperação no Brasileirão permite com que sonhemos com o título nacional. Assim, força total por aqui e reservas na Sul-Americana.

Eu ainda acho difícil, mas não nego que a esperança na taça do campeonato brasileiro aumentou. Entretanto, a Sul-Americana dá respaldo continental e um bom dinheiro para o nosso falido cofrinho. Sem contar que esta competição é disputada em "mata-mata" e tiro curto. Ou seja, se jogarmos para valer e usarmos o fator campo, as chances são grandes. Principalmente porque hoje eu sinto uma atitude bem diferente daquela derrotada em Buenos Aires.

Duas opções receberam 1 voto (2%) cada: "time misto nas duas competições" e "titulares na Sul-Americana e reservas no Brasileirão".

Destas, até entendo a segunda. Pelo menos a pessoa que votou tem uma competição em mente e como preferencial. Agora, respeito, mas não concordo com quem acha que devemos utilizar time misto nos dois torneios. Isso é abdicar (ou facilitar) da força máxima em uma frente e praticamente um sinal de que não acredita na conquista de nenhuma. A não ser que ela ache que o Botafogo tem um elenco tão acima da média que nossos times mistos seriam fortes o suficiente para as duas consagrações. Com todo respeito, mas é delírio!

Resumindo a enquete, os torcedores (maioria) querem que o time titular seja escalado sempre. Talvez (e neste caso, falo por mim) pelo fato de acreditarem que temos um elenco – que não é maravilhoso – suficientemente bom para brigar de igual para igual com qualquer adversário. Seja no campeonato nacional ou no continental.

Para variar um pouquinho, agradeço novamente a participação dos amigos, já convidando todo mundo à nova pesquisa, no ar pelos próximos sete dias.

Como o assunto desta terça-feira foi a "suposta" chapa da situação (que foi desmentida por uns e confirmada por outros...) que concorrerá nas eleições do Botafogo em novembro, pergunto: Qual(is) área(s) deve(m) receber uma atenção especial do próximo presidente do Botafogo?

Obs: Obviamente, todas as opções são importantes e merecem cuidados, mas qual delas é a mais crítica ou vital neste momento?

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Eu não aguento mais!!!



Depois de anunciar a contratação do ex-zagueiro do Cruzeiro, Emerson (continuo achando que não era preciso), o Botafogo confirmou - agora a pouco - uma nova aquisição. Trata-se do Rodrigo Sá, volante, ex-Paulista de Jundiaí.

Também não conheço o atleta, que chega ao Rio com o contrato até o final do ano e a princípio, só para compor elenco. Segundo os dirigentes alvinegros, o jogador foi contratado porque o Botafogo conta apenas com Diguinho e Túlio, além do Leandro (machucado). Sem esquecer o fato do Thiaguinho ter "virado" lateral direito.

Duas observações que não posso deixar de fazer:

1) Se o Rodrigo Sá vem apenas para fazer número e com contrato até dezembro, por que (meu Deus do céu!!!) não damos mais oportunidades para os meninos da base botafoguense? Jougle, Wellington Jr., etc...?

2) Também discordo de que não temos muitas peças para o setor. Além dos três (Diguinho, Túlio e Leandro), o Thiaguinho é volante de origem (neste caso o Alessandro entra no time), assim como o Túlio Souza. Isso, sem esquecer do Eduardo, que já foi testado - e elogiado por pessoas de dentro do Botafogo - na posição. Estou falando de seis nomes (fora os juniores). Precisávamos do Rodrigo Sá?

Nada contra o rapaz, mas cada vez que eu vejo o Botafogo aumentando a sua despesa mensal sem o mínimo de planejamento, dá uma raiva absurda.

Não quero fazer comparações (até porque, repito, não conheço o Rodrigo), mas será que os nossos dirigentes esqueceram do Robston, que chegou em General Severiano pelos mesmos motivos e sem análise? E o Vanderlei? Quanto dinheiro o Botafogo jogou no lixo com estes dois em tão pouco tempo?

Realmente o amadorismo reina em General Severiano. Chego a questionar se é só amadorismo ou já entra a burrice no meio. De repente, o "interesse"...

E eu tenho explicação para o "interesse" (entre aspas). Abaixo, a cópia de um parágrafo que retirei do Globoesporte:

"Rodrigo Sá foi oferecido ao Botafogo e aceito por diretoria e comissão técnica. O jogador tem vínculo com o Villa Rio, clube que é ligado à Ability, empresa que recentemente tem sido parceira do Botafogo na contratação de jogadores".

Tá explicado...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Ele merece uma camisa comemorativa



No primeiro lance do clássico - do domingo passado - em que o Túlio foi focado pelas câmeras de tv, fiquei assustado: Uma imensa "bola roxa" ao redor do olho.

Perguntei ao meu irmão se ele havia reparado alguma dividida de bola que eu tenha perdido ou algo parecido. Ele não soube responder, e só agora - atrasado - fiquei sabendo do real motivo.

O Túlio teve um choque no treino de sábado, mas o hematoma só apareceu no domingo pela manhã. Justo no dia do jogo contra o Vasco. O Pior não foi só o "roxo", pois o próprio jogador disse que a sua visão ficou comprometida durante a partida, mas que ele não poderia deixar de ajudar o Botafogo, tamanha era a importância do clássico.

Assim que o juiz apitou o final do jogo, o olho do botafoguense lacrimejava de tão inchado, enquanto ele dava entrevista para uma emissora de tv.

No futebol brasileiro de hoje em dia, os jogadores chegam nos clubes e já se acham donos dos territórios. Não criam laços com as cores, histórias e torcedores. Qualquer unha encravada e/ou caspa no couro cabeludo é motivo para não entrar em campo, alegando desculpas esfarrapadas. O mais absurdo é que geralmente são avalizados pelos departamentos médicos, que tratam uma simples dor de cabeça como se fosse algo muito grave.

Oras, jogador de time grande recebe muito bem, e nestes casos, toma-se uma aspirina e vai pra "guerra", amizade...

E aí eu volto ao Túlio...

Ele não teve uma dorzinha de cabeça e/ou unha encravada. Teve um olho inchado pulsando e lacrimejando, além da visão afetada. Mesmo assim, pediu para enfrentar o Vasco!

Ah, isto tudo porque o Túlio é reconhecidamente um jogador identificado com o Botafogo, ou seja, poderia usar este vínculo como álibi para não atuar.

Pelo contrário: Demonstrando profissionalismo e acima de tudo, respeito pelo Botafogo, fez questão de ajudar o time no que fosse possível.

Há como não aplaudir um atleta que diz - e prova - ser botafoguense de coração?

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Bem feito



O "Unimed FC" também não aguentou o estrelismo do Dodô e acabou de rescindir o contrato do mercenário.

BEM FEITO!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!