"- Os grupos políticos vão continuar existindo, não tenho a menor dúvida. Mas acho que as eleições de 2020 vão ser menos atrativas, porque sem o futebol e sem temas palpitantes, como a dívida, o debate vai ficar sobre o cloro da piscina, o guarda-sol, então vai ser um pouco diferente. Não vai ser tão apaixonante. Tirando a brincadeira, é importante olhar para o futuro. O clube tem que gerenciar bem esses recursos que vai receber, não pode bobear no sentido de deixar de pagar nada. Tem que trabalhar na quitação das dívidas e no acompanhamento do desempenho da S/A. É preciso estreitar o relacionamento com o investidor para que você possa saber como as coisas estão indo e para que não haja ruídos na relação".
As palavras acima foram do ex-presidente Carlos Eduardo Pereira, ao Lancenet.
Curioso, né? Agora que o futebol será gerido de maneira profissional, independente e sem brechas para negociatas impunes, começam a falar que a candidatura à presidência do Botafogo ficará menos atrativa.
Por que será que, mesmo no caos financeiro e falido, muita gente sempre quis e brigou para presidir o clube? E as dívidas e problemas só aumentaram desde então.
Enfim, sempre foi "bastante atrativo" ser dirigente - no modelo atual e amador - em General Severiano...
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!