
O futebol é mesmo um esporte apaixonante, não? Todo dia é diferente daquele que passou. Cada segundo é importantíssimo para que o rumo de um jogador ou de um clube seja alterado ou não. Enfim, felizes daqueles que amam o futebol. Mais felizes ainda, aqueles que tiveram, têm e terão o prazer de nascer botafoguenses.
Repararam que neste ano, nós discutimos quais deveriam ser os zagueiros e volantes titulares? Ou quem deveria ser reserva do Triguinho e/ou mesmo na disputa (no início do ano) entre Alessandro e Túlio Souza? E em que lugar do campo o Carlos Alberto rende mais? No meio ou no ataque? O Lúcio Flávio vai chamar a responsabilidade nos momentos decisivos? E na frente, amigos, o que houve com o rendimento do Jorge Henrique? Será que o Wellington Paulista fará com que esqueçamos do Dodô?
Pois é! Desde que entramos em 2008, várias foram as dúvidas, sugestões, opiniões, elogios e reclamações sobre o Botafogo. Aliás, muitas destas continuam firmes e fortes até hoje, na véspera de entrarmos na metade do ano. Mas o engraçado é que, nenhum setor do campo do Botafogo consegue ser unânime. Sempre há "este" ou "aquele" que nos gera certa desconfiança.
Espera aí, Rodrigo. Todos os setores continuam assim?
É verdade. O nosso gol é um assunto avalizado pela torcida alvinegra. A área botafoguense é o único local onde o botafoguense dorme tranquilo, mesmo que o titular não atue.
Lógico que não foi sempre assim. Até o Castillo mostrar quem era, não o conhecíamos. Da mesma forma, o Renan. Até que ponto um garoto de 19 anos (recentemente completados) suportará um Flamengo, com o Maracanã lotado?
Os dois provaram que, com relação à camisa 1 do GLORIOSO, podemos ficar sossegados, pois estamos muito bem servidos. Alguém ainda discorda? Penso que não!
Tão diferente de 2007, né? Sabíamos (e praticamente não contestávamos) o time titular de cor e salteado. Quero dizer, do número 2 até o 11, já que todos os cinco goleiros não vingaram. Jogamos com dez jogadores quase em todas as partidas do ano e isso foi sentido dolorosamente quando perdemos o Carioca, Copa do Brasil e até a vaga na Libertadores, por - entre outros motivos - falhas individuais dos nossos goleiros. Pior: Em momentos cruciais.
Os gostos, opiniões e palpites nunca serão os mesmos. Sempre haverá determinado atleta ou setor do clube, que abrirá espaço para as conversas entre os botafoguenses.
Mas como é bom começar a escalar (com convicção) um time pelo número 1, né?!
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!







