21/05/08

Uma alternativa diante do prejuízo inevitável



Amigos, não sei se todos vocês receberam e repararam, mas ontem, depois da vitória do GLORIOSO, recebi um e-mail do Fogão Shop.

Ao abrir a mensagem eletrônica (ainda aliviado, porém descontente com outra fraca exibição), dou de cara com um texto que pedia para que eu (nós, botafoguenses) não perdesse a super-promoção da camisa oficial do Botafogo por apenas R$59,90.

Por ser um "pouco grandinho" e não "combinar" com o design dos uniformes da Kappa, não tenho as últimas camisas oficiais, afinal, fica ridículo e praticamente não consigo respirar. Ainda prefiro as antigas, mais leves e com caimento "mais justo" aos "não magros".

Mesmo assim fiquei empolgado e já me preparava para comprar o manto alvinegro. O preço em questão compensava a estética. Quando desci um pouco mais a mensagem, atentei às camisas anunciadas: São as promocionais feitas para homenagear o Dodô e o Zé Roberto.

Pô, isso é promoção que se faça? Será que eles acham que algum botafoguense, em sã consciência, pagará por camisas do Dodô e/ou Zé Roberto?

Tenham dó! Eu sei que o prejuízo não deve ter sido dos menores, mas diante da situação (e das formas como ambos saíram do clube), é melhor doar para crianças que não têm condições e que não reparem nos bordados dourados. Ao menos estaríamos conquistando novos corações botafoguenses...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Valeu, Cuca!!!



No início: Uma incógnita;

No decorrer do tempo: Uma constatação;

Atualmente: Uma realidade;

No futuro (breve): A necessidade de um título para premiar - de vez - a sua inquestionável competência.

Este é o Cuca, que completa dois anos no comando do Botafogo!

Quatro dias após assumir o time, o técnico botafoguense venceu o seu primeiro jogo: Sonoros 4 a 0, logo no clássico diante do Vasco, no dia 25 de maio de 2006. Não tinha como começar melhor.

Uma marca histórica para o clube e para o futebol brasileiro. Dificilmente um treinador permanece tanto tempo, mesmo sem ter conquistado um título de expressão. É uma prova de que o trabalho nestes dois anos está sendo reconhecido e existe a convicção de que será premiado em breve, afinal, há alguns anos atrás, sequer disputávamos posições honrosas. Hoje, o GLORIOSO voltou a incomodar tudo e todos!

O Cuca tem defeitos (muitos) e manias. Mas quem não tem? O Cuca merece o nosso apoio e agradecimento. Digo mais: Merece a nossa torcida irrestrita, pois tenho as minhas dúvidas se estaríamos nesta situação atual (brigando por títulos constantemente, mesmo com elenco limitados), caso estivéssemos com outro comandante.

Por isso, nada mais justo do que: OBRIGADO e PARABÉNS, CUCA!!! Que o Botafogo vença a Copa do Brasil e que você continue no GLORIOSO por mais tempo!

Este é o desejo da grande maioria dos botafoguenses (pelo menos, eu acredito que seja).

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

20/05/08

O primeiro passo foi dado...



Uma vitória como manda as tradições do Botafogo, ou seja, com muito sacrifício, sofrimento e emoção. Assim foi a primeira partida da semifinal da Copa do Brasil, realizada agora a pouco no Engenhão, onde o GLORIOSO derrotou o Corinthians, de virada (2 a 1), com um gol aos 43 minutos do segundo tempo.

Apesar de jogar pelo empate na próxima semana, o resultado é bastante perigoso, já que uma vitória simples (1 a 0) classifica o time paulista para a decisão do torneio. E será uma tarefa complicada para os comandados do Cuca, que enfrentarão o adversário com o apoio de mais de 60 mil corinthianos no Morumbi. Mesmo assim, dos males o menor, pois para quem começou perdendo o jogo (atuando muito mal), "encontrar" a vitória foi quase um milagre.

Eu esperava um público maior do que os 30 mil pagantes. Mas eu também esperava um futebol muito melhor do que o apresentado. A torcida sentiu e não perdoou um Botafogo completamente perdido no primeiro tempo, sem oferecer perigo ao Corinthians e levando contrataques perigosos de cinco em cinco minutos. As vaias foram mais do que merecidas...

Botafogo e Corinthians são dois times parecidos, inclusive nas limitações. Quem tiver mais disposição sairá vitorioso depois das duas partidas. E pensando assim, eu imaginei que entraríamos com sangue nos olhos, disputando todas as bolas como se fossem as últimas. Com exceção do Túlio na primeira etapa, nenhum outro jogador assumiu a postura que uma semifinal de Copa do Brasil exige.

Defesa fácil de ser batida, meio de campo perdido e o ataque isolado e distante. No meio disso tudo, o único atleta que errava passes, corria, dava carrinho e brigava, era o pobre do Túlio. Parece que só ele estava querendo vencer e reconhecendo a importância do jogo. Uma pena, pois abrimos mão de 45 minutos dos 180 que esta semifinal reserva para botafoguenses e corinthianos.

As coisas ficaram pior quando o Wellington Paulista, que está brigado com o gol, recebeu um presente do zagueiro adversário, caminhou sozinho para a meta do Felipe e...
...conseguiu perder, cara a cara com o goleiro paulista! Incrível! Imperdoável! Mas quando a maré não está boa, não adianta. Se o mesmo lance acontecesse em março por exemplo, tenho certeza de que o artilheiro faria o gol sem problemas. Na ocasião, tudo estava dando certo.

É fase. Vai passar. Aliás, tem que passar!

Alessandro continuava errando tudo, Renato Silva e Leandro Guerreiro não sabiam se posicionar, Eduardo se preocupava com a beleza da sua chuteira , Lúcio Flávio e Zé Carlos brincavam de esconde-esconde e o Jorge Henrique disputava quem errava mais na frente, junto com o Wellington.

Esse era (e foi) o panorama alvinegro em todos o primeiro tempo. Quando acontecia algo diferente, ou era o Túlio brigando contra os adversários de branco, ou o André Luis precisando rifar bolas, "ligando" a defesa ao ataque, alá Rafael Marques nos seus bons tempos.

Para piorar (sim, tinha como piorar), em uma das várias bobeadas do Botafogo, o ataque corinthiano teve espaço e tempo para trocar passes, até que o Carlos Alberto entrasse na cara do Renan e fizesse 1 a 0 para eles. Depois disso, ainda teve uma bola na nossa trave. Era um sinal dos Deuses do Futebol para que acordássemos ou seria tarde demais.

E veio o segundo tempo. O Corinthians recuado e satisfeito com o resultado. O Botafogo ainda desarrumado e com o apoio - a esta hora - a "meia boca" da arquibancada.

O Cuca voltou com o Fábio no lugar do Zé Carlos. Tenho a convicção de que o time não melhorou, mas pelo menos alguém ficou na frente e obrigou o GLORIOSO a sair mais para o ataque. Mesmo que fosse de forma desordenada.

Na base do desespero (e com a impaciência dos torcedores. Deixo claro, justificável) e com os nervos a flor da pele, Jorge Henrique finalmente soube usar as suas incontáveis quedas a favor do Botafogo. Um pênalti maroto que o Lúcio Flávio converteu e empatou a partida. Aliás, o único toque do "maestro", que mais uma vez, abriu mão da responsabilidade de liderar a equipe.

De tanto correr no início, o Túlio cansou. Ainda bem que o André Luis reconheceu o esforço do companheiro e assumiu a raça e espírito de decisão, rasgando todas as jogadas com raiva, como manda o figurino. A torcida reconhecia cada carrinho do zagueiro com aplausos e gritos!

Continuávamos sem assustar o Corinthians, mas pelo menos eles ficaram menos perigosos também. Diferentemente do primeiro tempo, o Renan praticamente não fez defesa nos últimos 45 minutos. A partida ficou neste "banho maria" e eu já não imaginava que algo de novo acontecesse. Estava preparado para a necessidade de fazermos - pelo menos - um gol na próxima quarta-feira.

O técnico botafoguense ainda tentou algo com a entrada do Alexsandro (na vaga do Wellington Paulista), mas - outra vez - não entendi a oportunidade para o Adriano Felicio, que para variar, deu três toques na bola: Dois para os lados e um para trás. Pronto! Cumpriu o seu papel tático de organizar o meio de campo.

No finalzinho do jogo, o Alessandro insistiu com três cruzamentos horrorosos para a área. Quanso se preparava para a quarta tentativa(que também não foi tão bom assim), eu imaginava o novo palavrão que soltaria. De repente, os Deuses do Futebol, que nos alertaram no primeiro tempo, deram uma mãozinha extra e fizeram a bola sobrar para o Jorge Henrique, que decretou a vitória do GLORIOSO.

Nem sei se o resultado foi justo. Até acho que o empate seria mais apropriado, mas como sabemos, futebol e justiça são duas palavras que nem sempre estão juntas.

E assim vamos para São Paulo: Com a vantagem do empate, reconhecendo que será muito difícil e que, se quisermos garantir a classificação sem depender exclusivamente da sorte, precisaremos de muito mais futebol, raça, determinação e aplicação. A vantagem é nossa, mas ela é pequena! Temos que estar cientes!

Apesar das ausências do Túlio e Alessandro (cartões amarelos), eu acho que a volta do Diguinho compensa. O time sente a falta do camisa 8 titular. Sem ele perdemos mobilidade, qualidade no passe, chegada na frente e disposição. Ainda bem que você volta na quarta, Diguinho!

Vamos lá, Fogão! Demos o primeiro passo...
...apesar do sofrimento!

Obs: Nas entrevistas pós-jogo, os jogadores do Corinthians estavam bastante tranquilos com o revés de 2 a 1. Acreditam plenamente que com o apoio da sua torcida, lotando o Morumbi, podem vencer pelo 1 a 0. Bom, acho que a diretoria e comissão técnica botafoguense devem pegar as fitas do pós-jogo da primeira partida da final do Brasileirão de 95 e mostrar pros nossos jogadores. Naquela época, os santistas saíram do Maracanã achando que já eram campeões, mesmo perdendo por 2 a 1. Resultado? Todos nós sabemos, amigos! A situação me pareceu idêntica! Espero que o resultado final também seja.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

NOTAS: BOTAFOGO 2 X 1 CORINTHIANS

1- Renan: Mais uma vez provou que estamos bem servidos quando o Castillo não puder jogar - 7,0

2- Alessandro: Muito mal na marcação e fraco no ataque. Não está repetindo as atuações do início do ano - 5,5

3- Renato Silva: Faz muitas faltas, não tem tempo de bola e nunca é confiável. Assim complica... - 5,5

4- André Luis: Vários chutões para a frente, pois o meio de campo estava ausente. No mais, mostrou muita garra (principalmente na segunda etapa) - 7,0

5- Túlio: Até pode ter errados muitos passes, mas o simples fato de ser o único que entrou com espírito e vontade, compensa tudo. É o botafoguense no campo - 7,0

6- Eduardo: O "chupa-sangue" não aprendeu a lição com a péssima partida do último domingo. Mascarado e irritante - 5,0

7- Jorge Henrique: Ainda longe de ser o "motorzinho" de 2007. Pelo menos fez o gol da vitória, que se fosse no ano passado, certamente perderia - 6,0

8- Leandro Guerreiro: Não comprometeu, mas não repete as boas atuações mesmo na sua posição original. Insisto que hoje não tem vaga entre os titulares - 6,0

9- Wellington Paulista: Apesar de toda a luta, não está vivendo uma boa fase. Tem reclamado em demasia e esquecido de jogar mais bola - 5,5

10- Lúcio Flávio: Inconcebível que o nosso camisa 10 só apareça para bater o pênalti. Mais uma vez se escondeu... - 5,0

11- Zé Carlos: Um festival de passes errados - 5,0

12- Adriano Felicio: Lembram do que eu prometi na minha última avaliação deste rapaz? Pois é! Passo... - 5,0

13- Fábio: A velha briga com a limitação técnica. Pelo menos deu o toque de cabeça para o gol do Jorge Henrique e preencheu espaço no ataque, apesar de tentar cavar faltas em todas as jogadas - 5,5

14- Alexsandro: Fez muita propaganda no Resende, mas até agora não mostrou o "produto anunciado (e vendido ao Botafogo)" - 5,0

Cuca: Começou o jogo sem invenções e fez o possível com o plantel que dispõe em mãos. O único erro foi - novamente - dar oportunidade ao Felicio. Não merecia completar dois anos de Botafogo com uma derrota - 6,5

"Recordar é viver, o Wagner acabou com você..."



Quando eu era mais novo (bota "mais novo" nisso) e ainda morava no Rio de Janeiro, costumava ir todos os domingos ao Maracanã com o meu avô, que sempre tinha duas cadeiras "reservadas".

Apesar de muito novo, porém já botafoguense, e do avô vascaíno, não perdíamos nenhuma partida, independente dos times.

Daquela época, eu tenho dois jogos bastante vivos na minha memória (inclusive em detalhes): Recordo de um Flamengo 0 x 2 São Paulo, com um show do Muller e principalmente de um Botafogo 1 x 0 Corinthians.

Não me perguntem os motivos destas partidas estarem até hoje na minha lembrança. Talvez fossem as Revistas do Maracanã (ainda tenho todas guardadas), que toda a semana ficavam a disposição dos torcedores que chegassem mais cedo ao estádio (sempre chegávamos cedo para acompanhar as partidas dos juniores). Era uma beleza para as crianças, pois tinham jogos, piadas, desenhos...

Sobre o referido jogo dos "molambos", não lembro o ano preciso. Aliás, ainda me pergunto o que aquela partida significou para mim, a ponto de recordar até dos gols. Ah... eu era um garoto (literalmente), mas ver o Flamengo perder já me alegrava. Era isso...

Bom, como daqui a pouco estaremos em campo contra os paulistas, lembrei daquele que, acredito, tenha sido o único Botafogo e Corinthians que assisti ao vivo.

1987, Copa União - aquela, vencida pelo SPORT - , Revista do Maracanã com um desenho/charge sobre o novo reforço do GLORIOSO, Eder Aleixo, um saquinho de pipoca e um gol de "golpe de karatê", feito pelo zagueiro Wagner Bacharel, que morreu dois anos depois, após um choque na cabeça, quando defendia o Paraná.

Esta "voadora" do Wagner é nítida na minha lembrança!

O que tem a ver com o jogo de logo mais? Pois é, também não sei. Simplesmente lembrei deste Botafogo e Corinthians (que nem decisivo era) que presenciei, quando tinha 8 anos de idade.

Naquele distante 1987, eu já tinha assistido alguns jogos do Botafogo (inclusive, clássicos), mas a primeira lembrança que tenho ao vivo do nosso amado clube, é uma vitória sobre o Corinthians.

Por motivos óbvios, não estarei no Engenhão nesta noite. Mas torço para que o GLORIOSO consiga uma bela vitória e que muitos garotos que lá estarão, também fiquem com algumas imagens desta partida guardadas para sempre nas suas memórias.

Vamos, Fogão!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

O sacrifício do artilheiro merece recompensa



Eu torço muito para que o Wellington Paulista reencontre o caminho do gol, logo mais, contra o Corinthians.

Além do pequeno jejum das comemorações, o artilheiro merece a redenção nesta noite, porque ainda briga pela liderança entre os maiores marcadores da competição.

Mas esta não é a razão principal da minha torcida...

Quero que o "Wellingol" desencante porque nas últimas partidas ele tem sido obrigado a mudar totalmente o seu tipo de jogo. Sempre foi brigador, é verdade, mas estranhamente foi abandonado na frente e sem assistências que cansamos de ver no início da temporada. Ele ainda tenta voltar e buscar a bola. Mesmo assim, não encontra com quem tabelar e/ou mesmo lançar entre os zagueiros adversários.

O time do Botafogo teve uma queda de rendimento. Isso é notório e acredito que todos pensem assim. De qualquer forma, o Wellington Paulista é um dos poucos que tem se sacrificado exaustivamente para que as coisas melhores. Para tanto, ele precisa - urgentemente - da ajuda de alguns jogadores que estão deixando a desejar a algum tempo.

Pode ser hoje? Não, amigos...
...SERÁ HOJE!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Enquete: Túlio e Diguinho são os cães de guarda



Um massacre! Assim pode ser considerada a enquete da última semana, finalizada ontem com 73 votos computados. Em questão, os amigos deste Cantinho Botafoguense escolheram os seus dois volantes titulares para o Botafogo.

Além do massacre, foi a prova de que estes quatro/cinco meses significaram muito para dois jogadores em especial. Enquanto o Leandro Guerreiro pagou caro pela ausência dos gramados, devido a um problema no púbis, o Diguinho entrou na vaga do ex-titular e rapidamente se transformou no melhor jogador do Botafogo nesta temporada. Atualmente, o ex-reserva é quase uma unanimidade para os adeptos alvinegros.

Dos 73 votos, 62 (84%) elegeram a dupla formada por Túlio e Diguinho, como a mais indicada para as camisas 5 e 8 do GLORIOSO, respectivamente. Aliás, esta também foi a minha escolha.

Mesmo com a queda de rendimento do Túlio, a torcida ainda o considera demais, principalmente pela dedicação, história e carinho pelo Botafogo. Lógico que não é apenas por isso. Todos sabemos que o Túlio pode (e vai) render mais. Sem contar a sua liderança e moral com os jogadores, diretoria e comissão técnica. Ao seu lado, Diguinho. Este nem precisa ser comentado, pois como eu disse no primeiro parágrafo, é disparado o destaque da equipe em 2008.

E o Diguinho está mesmo com moral...

A segunda dupla mais votada também tem a sua presença. Desta vez, ao lado do Guerreiro. Eles receberam 7 votos (9%) no total.

Vejo por um lado positivo, apesar do número pequeno de escolhas. É uma prova de que a torcida ainda acredita que o Leandro pode voltar a ser o grande volante do time, como em 2007, onde certamente foi o atleta mais regular do Botafogo. As suas poucas partidas neste ano foram muito ruins. Ele ainda está sem ritmo de jogo, tempo de bola, preparo físico e técnico. De qualquer forma, provou ser útil, desde que se recupere logo, afinal, deve ser chato ouvir vaias (como ultimamente) dos torcedores que o idolatravam no final da temporada passada.

Para a minha surpresa, o ex-Boavista, Thiaguinho, precisou de apenas dois jogos com a camisa do GLORIOSO para convencer 3 pessoas (4%) de que a dupla titular deve ser ele e mais um (Diguinho, Túlio ou Guerreiro).

Eu também gostei do pouco que vi do Thiaguinho. Entre os quatro volantes do elenco (desconsiderando o Túlio Souza), ele é o que tem menos intimidade com a bola nos pés. Em compensação, percebemos que o Thiaguinho sabe que tem uma oportunidade única de atuar por um clube grande e para isso, precisa correr e se entregar mais do que o normal. Isso ele faz com maestria. É veloz e incansável, com um diferencial: Marca muito, sem cometer tantas faltas.

Segundo os 3 votos, é Thiaguinho e mais um...

Por último, com apenas 1 (1%) escolha, os dois volantes que tiveram as maiores quedas de rendimento: Túlio e Leandro Guerreiro. Aliás, a dupla titular do Botafogo em 2007, e que convenhamos, foi muito bem.

Como já foi dito, problemas físicos e técnicos prejudicaram o Leandro e o Túlio. Mesmo com o único voto, temos ciência de que ainda é uma dupla de altíssimo nível para os padrões do futebol brasileiro. Só nos dá tranquilidade, porque assim sabemos que, pelo menos neste posição, o Botafogo está muito bem servido!

Enfim, acho que valeu para comprovar que o Diguinho é o queridinho (com méritos e justiça) da torcida alvinegra. Creio que o Cuca também não deve ter dúvidas em relação ao assunto.

Por falar no Cuca, que ultimamente tem sido muito criticado (inclusive por mim, que como vocês sabem, sou seu fã) entre os botafoguenses, ele completará dois anos em General Severiano nesta quarta-feira. Merece um presente! É um recorde do Botafogo e uma marca a ser considerada no Brasil. Mais do que isso: O Cuca merece um título e vamos conquistar esta Copa do Brasil.

Apesar das críticas, o Cuca é (disparado)o melhor técnico que tivemos desde que o Bebeto de Feitas assumiu o GLORIOSO. Isso é fato e me desculpem, mas não acredito que alguém pense o contrário (apesar de eu respeitar quem o faça).

Assim, lanço a nova enquete desta semana: Se o Cuca é o melhor técnico da gestão Bebeto, quem foi o pior treinador do Botafogo na mesma administração?

Obs: Desconsiderei os quatro jogos sob o comando do Mário Sérgio.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!