
O jogador de futebol tem direito de fazer o que bem entender na sua vida particular, desde é claro, que assuma as consequências, por se tratar de uma pessoa pública e que será constantemente cobrada pelos torcedores.
Dois jogadores botafoguenses foram comemorar a vitória sobre o Coritiba em uma casa noturna na Barra da Tijuca, e pelo que constam as notícias, se envolveram em confusão com torcedores adversários. Parece que as agressões foram apenas verbais (ainda bem!) e não houve contato físico.
Os dois em questão foram o Diguinho e Carlos Alberto.
Que bom que não aconteceu nada de grave. Reforço o que eu disse no início: Eles têm o direito de fazer o que bem entenderem fora dos campos. Ainda mais, em se tratando de dois dos atletas que melhor estão rendendo e mostrando vibração e garra. São jovens, ricos e têm mais é que curtir a vida mesmo.
Agora vem o outro lado da moeda.
O Botafogo está tão "entregue", sem comando e pessoas que saibam exatamente quais são as suas funções, que seria a hora para alguém chegar aos atletas e pedir para que haja um esforço dobrado, evitando aparições públicas em festas e baladas. Pelo menos enquanto o GLORIOSO estiver neste momento delicado, de transição e recuperação.
Eles não podem ser proibidos, mas devem ser instuídos. Aqueles que pensarem corretamente seguirão as dicas dos profissionais alvinegros. O problema é que não existem estas pessoas em General Severiano.
O problema maior é que alguns devem achar que o momento do Botafogo é muito bom, afinal, até folga os jogadores ganharam nesta segunda-feira.
Acho que deveria ser justamente o contrário: Uma carga de trabalho maior, principalmente no aspecto físico, que todo mundo (inclusive a nova comissão técnica) reparou que está mal.
Realmente falta "alguém" no Botafogo.
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!









