24/07/08

Ele faz a diferença (mesmo quando joga mal)



Quando o Carlos Alberto entrou cara a cara com o goleiro atleticano no final da partida, eu falei baixinho: "Agora veremos a diferença de um excelente jogador para um outro que seja muito bom".

Dito e feito! O botafoguense teve calma e categoria para driblar o arqueiro e marcar o terceiro gol do GLORIOSO na noite.

O lance foi parecido com o que o Wellington Paulista teve ontem e o Jorge Henrique, diante do Santos (e eu considero os dois atacantes muito bons). Em ambas as jogadas, os alvinegros temeram os adversários e em vez de partirem para cima, preferiram um chute rasteiro, sem força nem direção.

Esses são os "pequenos detalhes" que separam o joio do trigo.

Obs: Não estou criticando e/ou "fazendo as caveiras" do WP e JH. Apenas tentando mostrar o porque do Botafogo atual ser Carlos Alberto e mais dez.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Pés no chão, apesar da goleada



Vencer era fundamental, mesmo que fosse por apenas um a zero, com gol de mão aos 45 minutos do segundo tempo.

Ainda bem que foi diferente. A goleada de 4 a 0 no Atlético MG serviu para o Botafogo subir na tabela de classificação, bem como resgatar a confiança dos jogadores e - principalmente - dos torcedores alvinegros.

Agora, se analisarmos friamente a partida, o resultado não foi o mais justo. Até acho que o GLORIOSO mereceu a vitória, mas o placar só terminou dilatado porque a equipe mineira já estava com dois atletas a menos. E quem se importa com isso? Se a justiça nos pregou uma peça no domingo passado, pelo menos ela deu o ar da graça (junto com a sorte) nesta noite.

De qualquer forma, os botafoguenses não podem dormir acreditando que a goleada foi um "banho" e que estamos preparadíssimos para o clássico contra o Flamengo.

Como eu disse, não atuamos bem e em vez de muita festa, os jogadores devem ser parabenizados pelo resultado, mas precisam conversar bastante para que o futebol apresentado nesta quarta-feira não se repita, pois o Flamengo é muito melhor do que o Atlético MG. Além de tudo, como disse um sábio: "Clássico é clássico e vice-versa".

A partida não foi boa de ser assistida. Exceto pelos últimos minutos, quando o GLORIOSO estava em vantagem numérica no placar e no número de jogadores em campo. Pelo menos sobraram espaços para um ou outro lance de efeito.

Na primeira etapa, o Botafogo só apareceu em duas jogadas. O gol e uma conclusão ruim do Carlos Alberto, que não fez uma boa partida (como quase todos os jogadores), mas teve lampejos quando foi recuado para o meio de campo no final do jogo.

Voltando ao primeiro tempo, o pênalti convertido com menos de 2 minutos quebrou totalmente a estratégia de jogo do Atlético. Foi ótimo para o GLORIOSO, afinal, um gol no início altera todo um quadro pré-definido. Mais uma prova de que a sorte sorriu para o GLORIOSO.

Depois da bela cobrança do Lúcio Flávio, a outra oportunidade apareceu quando o Carlos Alberto entrou livre na área, porém finalizou muito mal. Apesar do Botafogo sonolento e de um leve domínio territorial dos mineiros, o Castillo também não passou por sufocos, mesmo com a zaga botafoguense batendo cabeça em alguns lances. Aliás, todos os setores estiveram abaixo da média, com raríssimas exceções (destaco o Diguinho e Túlio).

Na volta do intervalo o Ney Franco ousou e tentou mandar o time para frente. Ainda assim estava evidente que a noite não era das melhores. Tudo continuava confuso e até o Carlos Alberto recuado para o meio de campo errava lances que não são muito comuns na sua carreira.

Tudo indicava que seria uma partida com final nervoso e se Deus quisesse, com o magro 1 a 0. Estaria de ótimo tamanho! Acontece que o "cara lá de cima" resolveu presentear os botafoguenses e a expulsão do César Prates permitiu que o alvinegro carioca tivesse menos preocupações defensivas e mais espaços para atacar.

Mesmo com a "mãozinha divina", o jogo dava sono, pois o Botafogo não acertava o último passe e tinha sérios problemas na defesa. Diante deste cenário "sem graça", vale o destaque para as péssimas partidas do Lúcio Flávio e Zé Roberto. Principalmente o segundo. Espero que o Ney Franco tenha percebido que o Carlos Alberto precisa jogar no meio, e aí, os dois (ZC e LF) que briguem para a segunda vaga no setor.

Nesta altura eu já não sabia mais o que fazer: Enquanto a partida entre os alvinegros dava sono, víamos os molambos serem ajudados pela arbitragem (e mesmo assim não venceram) e o empate entre o "bacalhau" e "timinho de terceira". Era troca de canal frenética...

Nem o gol do Triguinho me motivou a ficar 100% no jogo do Botafogo. Só mesmo quando o Atlético teve o segundo atleta expulso que a partida ganhou mais emoção, já que os mineiros abriram mão de atacar, evitando que o Botafogo aumentasse o placar.

Não conseguiram...

Carlos Alberto entrou driblando o goleiro e marcando o terceiro gol botafoguense e no final o Gil deixou a sua marca. Aliás, a primeira com a gloriosa camisa alvinegra. Apesar disso, da mesma forma que o placar final não pode nos enganar, também não devemos achar que o gol efetiva o Gil à titularidade do ataque. Ele não jogou nada durante todo o tempo em campo. Eu ainda prefiro o Jorge Henrique, perdendo gols, mas servindo os companheiros.

Ah, por falar no "motorzinho", o Wellington deve ter ficado com inveja no domingo passado. O gol que ele perdeu no segundo tempo também é imperdoável.

Espero que não achem este texto muito negativo. Não é a minha intenção. Apenas tento demonstrar que valeu (valeu muito!) a vitória (e de goleada é sempre melhor), mas não atuamos bem. Foi a pior apresentação do Botafogo nestes quatro jogos sob o comando do Ney Franco.

Tomara que o limitado futebol tenha se esgotado hoje. Domingo é o Flamengo, e aí, é imprescindível que estejamos concentrados, determinados e na torcida pela volta daquele bom desempenho contra o São Paulo. Teremos o desfalque do Thiaguinho, porém os "molambos" não terão o nosso "carrasco" (Tardelli) e nem o Bruno.

Vantagem? Que nada, meus amigos! Mesmo com a nossa vitória e o empate do Flamengo, eles ainda estão na liderança e estarão com o Maracanã lotado. A vantagem é deles e eu prefiro assim: Com humildade e pés no chão.

Que venha o urubu! O GLORIOSO está no caminho certo!

Obs: Só não posso concordar que um clube como o Botafogo passe imagem de amador. É inadmissível que para satisfazer caprichos de jogadores (Carlos Alberto), os nossos dirigentes aceitem utilizar uniforme antigo junto com novo.

A camisa 19 que o Carlos Alberto vestiu era diferente do resto do time. Algo bem amador...
...mas em se tratando do marketing botafoguense, essas coisas nem surpreendem tanto!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

NOTAS: BOTAFOGO 4 X 0 ATLÉTICO MG

1- Castillo: Nenhuma defesa em noventa minutos de jogo - 6,0

2- Thiaguinho: Esteve bem, porém precisou se policiar na marcação depois de levar um cartão amarelo bobo. Aliás, merecedor de um puxão de orelhas do Ney Franco - 6,5

3- Renato Silva: Já é limitado, mas hoje fez questão de irritar mais do que o normal, errando inúmeros passes, cortes e chutes. Fraco - 5,0

4- André Luis: Bom nas bolas aéreas e sem problemas pelo chão - 6,0

5- Túlio: Muito bem taticamente e não sentiu quando foi improvisado para a ala direita - 6,5

6- Triguinho: Não passou muita segurança na defesa e não se arriscou no ataque. Na única vez, porém, fez o seu golzinho - 6,0

8- Diguinho: O melhor do time, mesmo não repetindo as suas grandes atuações. Ao menos estava em todas as partes do campo - 7,0

9- Wellington Paulista: Sentiu a ausência do Jorge Henrique e a falta de sintonia com o Carlos Alberto. Ainda perdeu um gol incrível. Pelo menos lutou durante todo o jogo - 5,5

10- Lúcio Flávio: Um pênalti bem cobrado e outros dois ou três bons passes. Em compensação errou muitos outros. Só não foi o pior do time porque o Zé Carlos não permitiu - 5,0

11- Zé Carlos: Resolveu poupar o Lúcio Flávio. Foi uma peça nula em campo - 4,5

19- Carlos Alberto: Não rende atuando de costas para o adversário. Quando recuou, melhorou um pouco, apesar de não repetir a partida do domingo passado - 6,0

12- Leandro Guerreiro: Novamente entrou bem e fechou a zaga das poucas investidas atleticanas - 6,0

13- Gil: Apesar do gol, não jogou absolutamente nada. Ainda não convenceu os que depositam esperanças no seu futebol (não me incluo nesta lista) - 5,5

14- Jorge Henrique: Pareceu nervoso para mostrar serviço e se prejudicou em passes bobos. Mesmo assim, serviu o Triguinho no segundo gol alvinegro - 6,0

Ney Franco: Foi corajoso e a sua estrela da sorte brilhou. O único erro foi escalar o Carlos Alberto no ataquel. Depois acertou a posição do meio campista e soube administrar o placar - 6,5

23/07/08

O troco vem no segundo turno



Por mais esdrúxulo que seja imaginarmos um clássico carioca no Maracanã com um time "mandante" e outro "visitante", achei a decisão do Flamengo justa.

No domingo, os alvinegros terão direito a apenas 20% da capacidade do estádio, conforme manda a regra. Tudo porque o GLORIOSO faz questão de realizar os clássicos (como mandante) no Engenhão, como foi o Vasco, na terceira rodada do campeonato brasileiro.

Só faço uma observação: Chega de tratarmos os adversários com todo o carinho e respeito na nossa casa. Tratemos com educação e civilidade, mas nada de companheirismo e politicagem.

Estas são as únicas exigências que - aposto - os botafoguenses exigem da sua diretoria.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Um desperdício



Não entrarei no mérito de quem deve sair do time para a entrada do Carlos Alberto. Esta é uma escolha única e exclusiva do Ney Franco, que recebe um bom dinheiro justamente para isso.

O que não posso deixar de comentar é a possível posição do jogador na partida de hoje a noite.

Carlos Alberto não sabe atuar como segundo atacante, estando a maior parte do tempo de costas para os adversários. Esta posição já foi testada no próprio Botafogo. Não deu o resultado esperado e que o atleta pode oferecer.

Tudo bem, e se ele fizer uma boa partida? Que ótimo para a gente, mas se assim for (e torço por isso), deve-se muito à categoria do Carlos Alberto, que é diferenciado e capaz de decidir jogos em apenas um lance. Agora, chegando de trás, e principalmente, de frente para a zaga oponente, existe uma certeza: O Carlos Alberto rende mais ainda.

De repente o Ney Franco não quer sacar o Lúcio Flávio. Ele tem esse direito, mas então que arrume algum outro "bode espiatório"...
...desde que o Carlos Alberto possa atuar no meio de campo.

Como só saberemos a posição de noite, ficamos na espera.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Com a cabeça no domingo...



O jogo de hoje a noite contra o Atlético MG é muito importante para o Botafogo dar um salto na tabela de classificação e se afastar da temida zona de rebaixamento (a diferença é de apenas um ponto).

Ney Franco terá todos os titulares à disposição. Entretanto, ainda não definiu quem sai para a entrada do Carlos Alberto (Lúcio Flávio ou Jorge Henrique). O mistério será resolvido minutos antes da partida, mas independente do escolhido, o Botafogo precisa sufocar os mineiros do início ao fim, pois depois do Atlético, ainda teremos mais dois jogos seguidos no Rio de Janeiro (Flamengo e Goiás).

E falando nos "molambos", um fato me preocupa: Vários são os titulares pendurados com dois cartões amarelhos (Castillo, Thiaguinho, Renato Silva, Andre Luis, Lucio Flavio, Carlos Alberto e Wellington Paulista). Caso algum deles leve outro nesta noite, estará fora do clássico de domingo. E convenhamos, se existe um adversário que queremos vencer, este é o Flamengo.

Dos nomes mencionados, eu vejo dois importantíssimos e que não podemos pensar em perdê-los no final de semana: Wellington e Carlos Alberto.

Com exceção dos jogadores de zaga, que naturalmente ficam mais expostos aos cartões, o apoiador e o atacante têm uma mania que irrita os árbitros: Reclamar constantemente. Isso pode ser perigoso e um cartão bobo é tudo que não precisamos.

Portanto, Wellington Paulista e Carlos Alberto: Atenção total e sem cabeça quente, por favor. Afinal, hoje é o Atlético, mas já não dá para deixar de pensar no domingo...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

22/07/08

Enquete: Zárate, o parceiro ideal para o W.P



Depois de um jogo onde a má pontaria dos jogadores (principalmente do Jorge Henrique) foi o assunto mais comentado e criticado pela torcida e imprensa esportiva, termina – curiosamente – a enquete desta semana, que sem saber, tratou justamente do setor ofensivo alvinegro.

Wellington Paulista não marcou gol contra o São Paulo, mas ele deixou a sua marca nos últimos três jogos. Jorge Henrique também não foi feliz diante do tricolor paulista (aliás, foi muito infeliz, isso sim), porém havia marcado duas vezes na vitória sobre o Ipatinga.

Se o texto parasse no parágrafo acima, poderíamos pensar que a dupla de ataque botafoguense está “voando” em campo. Bom, eles melhoraram demais, mas o período de “seca” e partidas medíocres também durou alguns “intermináveis” dias. Não custa lembrar que o Wellington Paulista (artilheiro alvinegro na temporada) ficou 14 partidas sem balançar as redes.

Durante este tempo em que os atacantes titulares brigaram com a bola, a torcida perdeu a paciência e a diretoria do clube também. Resultado: Correu atrás de nomes que chegassem em General Severiano para disputar vagas.

Wellingol” e o “motorzinho” sentiram a pressão e encararam os adversários de forma mais séria, sem preocupações com cavadas de faltas e/ou toques de efeito. Assim, de forma inegável, eles melhoraram. Principalmente o camisa 9 do GLORIOSO, que além dos gols, voltou a realizar excelentes partidas, inclusive servindo de “garçom” para os companheiros.

Como os números não mentem, hoje, se existe um titular absoluto do ataque alvinegro, este é o Wellington Paulsita. Considerando este fato, perguntei aos amigos, qual seria o melhor parceiro para o artilheiro (lembrando que o Botafogo apresentou o Gil, que já atuou, e o argentino Zárate, que estréia em agosto).

Dos 55 votos computados, 27 (49%) dos amigos não quiseram nem saber se o Zárate ainda é uma incógnita e/ou um pouco “pesadinho”. Estes confiaram nas informações do Rotemberg (que agilizou a contratação) e nos números do atleta, que foi o artilheiro da segunda divisão do futebol argentino.

Eu confesso que fiquei um pouco traumatizado com o Escalada. Por mais que eu saiba (e sei) que “cada um é cada um”, é difícil esquecer, principalmente se compararmos os portes físicos dos conterrâneos. Espero que a semelhança pare justamente aí.

Em compensação, sou fã do futebol argentino. Sou fã do profissionalismo, raça e comprometimento com que eles encaram os compromissos. Para mim, não existe dúvidas: Neste ponto eles são infinitamente superiores aos brasileiros. É sempre bom ter “sangue hermano” no elenco. Acho que isso agrega muito para o time e cativa a torcida.

Vou torcer para o Zárate ter sucesso no GLORIOSO. Não o conheço, mas quero acreditar no pouco que li e ouvi ao seu respeito. Mas de qualquer forma, não foi a minha escolha na enquete.

O meu voto foi somado com outros 13 (25%), que ainda confiam no Jorge Henrique.
Tirando o problema (sério, crônico, inexplicável e inadmissível) das finalizações, o baixinho voltou a atuar como nos melhores momentos do ano passado, esquecendo o irritante “cai-cai”, que estava virando rotina nas suas partidas.

Além disso, não vejo no elenco alvinegro um outro atleta que possa desempenhar tantas funções como o Jorge Henrique.

Ele pode ser ala (direita e esquerda), apoiador e/ou atacante. Convenhamos, se ele estiver em um bom dia, é capaz de cumprir qualquer uma das atribuições com desenvoltura. Destaco também que o atleta – apesar de franzino – não é de fugir dos zagueiros adversários. Muitas vezes ele esquenta a cabeça e leva cartões bobos, mas o simples fato de ele não ser como "Sávios" da vida, me deixam tranquilo.

Na pior das hipóteses, se o Zárate chegar e fizer gols atrás de gols, eu arrumaria uma vaga para o Jorge no meio de campo (sua posição original), pois insisto: É o tipo de jogador que poucos clubes no Brasil têm à disposição.

O terceiro mais votado foi o recém chegado, Gil (10 votos, 18%), que depois de um início de carreira promissor no Corinthians, não repetiu o futebol nos outros clubes que defendeu: Cruzeiro, Internacional, Nástic (ESP).

Mesmo na sua melhor fase, nunca fui fã do Gil. Diferentemente de quem o via como driblador e incisivo, o canhoto não conseguia passar uma outra imagem (para mim), que não fosse de uma “enceradeira”. Ou seja, roda, roda, roda...mas não produz.

É claro, não sou cego e reconheço que ele é habilidoso e sim, melhor que muitos “cabeças de bagre” que estão espalhados pelo futebol brasileiro. Mas eu não consigo o enxergar como uma contratação de impacto e/ou capaz de permitir que tenhamos dias melhores no nosso ataque. Apesar da festa que o Rotemberg fez no anúncio do jogador, eu – sem exagero algum – digo que não me soou nada diferente da, por exemplo, chegada do Zé Carlos. Um bom jogador, mas que eu não vou esperar muita coisa...

Por enquanto o Gil teve duas oportunidades (nas segundas etapas), mas ainda parece um pouco sem ritmo de jogo.

Tomara (mas tomara mesmo) que eu queime várias vezes a minha língua. Que seja com o Gil, Zárate, Jorge Henrique ou qualquer outro atleta. Só quero que o Botafogo ganhe com tudo isso.

Por fim, com apenas 4 (7%) escolhas, alguns amigos do Cantinho Botafoguense disseram que o Wellington Paulista poderia fazer parceria com qualquer um dos três atacantes que foram relacionados nesta enquete. Ou gostam dos três, ou de nenhum. E aí, seja o que Deus quiser...

Não sei como o Ney Franco armará o Botafogo quando tiver todas as peças à disposição. Torço apenas para que ele tenha muita calma na análise de quem está em melhor forma no momento. Seja ele o Jorge Henrique, Gil, Zárate, Alexsandro ou até o próprio Wellington.

E se houve coincidência no assunto (ataque) da enquete que encerrou, desta vez eu abordarei um tema que está em plena ebulição no GLORIOSO: A sucessão presidencial do clube.

Enquanto não sabemos se o Manoel Renha será candidato da oposição, também ouvimos rumores de uma possível candidatura do Rotemberg, para continuar com o sistema de gestão atual do Bebeto de Freitas. Fora os outros nomes que são ventilados pelos cantos de General Severiano.

O fato é que o Bebeto deixará o Botafogo no final do ano, depois de dois mandatos e vários serviços prestados ao clube.

Muitas foram as conquistas desta gestão Bebeto de Freitas. Alguns foram os equívocos e problemas da mesma administração. Como tudo na vida, nada é perfeito!

E assim, eu pergunto aos queridos amigos: Considerando todos os prós e contras, qual a nota que você dá para a gestão Bebeto de Freitas, que terminará no final de 2008?

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!