
O Ney Franco ás vezes gosta de se fazer de "professor". Putz, eu tenho uma antipatia com essas manias dos técnicos de futebol, que acham que entendem tudo de preparação física, psicologia, estatística, química orgânica, física nuclear, etc...etc...etc...
Eu sei, amigos. Estou um tanto rabugento mesmo. Confesso. Mas é que ao invés do treinador botafoguense ser simples e direto para explicar o "caso Zárate", ele simplesmente prefere colocar técnicas, métodos, metas, disciplinas e critérios nas respostas....
Sabem quando você não está num dia agradável para ler as "teorias dos professores"? Pois é. Assim estou nesta quinta-feira.
Em declaração ao Globoesporte, o Ney Franco falou que existe um planejamento (mais um?) para a utilização do Zárate só no jogo contra a Portuguesa, em São Paulo:
"- Fizemos um plano de trabalho para ele ser utilizado contra a Portuguesa. Ele não irá enfrentar o Coritiba e o Internacional, e o tempo é suficiente para que o atleta melhore fisicamente. Ele irá trabalhar com nosso departamento de fisiologia e precisa se entregar neste período. Na semana anterior ao jogo com a Portuguesa, iremos ver se ele será utilizado ou não. Vai depender da evolução dele".
Repararam nas palavras do NF? Ele garantiu que o tempo é suficiente. Portanto, eu aguardo ansiosamente por este jogo contra os paulistas. Quero ver o desempenho do argentino depois deste "plano de trabalho" criado pelo "professor" e sua equipe.
Tomara que dê certo. Já disse inúmeras vezes que eu ainda acredito no hermano. Agora só resta esperar, né?
Mas é isso, Ney: Claro que depende do esforço do Zárate, mas se você garantiu que o tempo é suficiente e tem uma enorme equipe à disposição, a responsabilidade maior é da comissão técnica. A bola está nas suas mãos...
Por fim, aproveitando o mesmo site (Globoesporte) e o Ney Franco, não poderia deixar de fazer outro repúdio à "imprensa parcial", que colocou a recente não utilização do Ferrero no treinamento, relacionando ao passado do técnico do Botafogo com estrangeiros, na época que ele ainda dirigia o Império do Mal.
Tiveram a audácia de dizer que o Ferrero criticou o Ney Franco. Bom, se isso aconteceu, não lembro. Recordo que o argentino uma vez veio à público para falar do Geninho.
Amigos, reconheço que é radicalismo, mas acho que o Botafogo poderia fazer - um período - que nem o Vasco recentemente: Proibir entrada da imprensa nos seus treinamentos, coletivas e entrevistas particulares com os atletas.
Por favor, nos esqueçam.
Agora vou tomar a minha maracujina, pois o calor está "fritando" a paciência...
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!









