15/09/08

Dá uma chance, Ney!



Com a suspensão do André Luis no próximo domingo, diante da Portuguesa, o Ney Franco precisará escolher o companheiro de zaga para o Renato Silva.

A vaga tem três pretendentes: Edson, Emerson e Ferrero, com leva vantagem para o primeiro.

A boa notícia fica por conta do argentino, que parece estar com a cabeça mais tranquila, depois dos problemas particulares com a sua esposa, em Buenos Aires.

Perguntado a respeito do seu momento no GLORIOSO, o Ferrero respondeu:

"- Estou me sentindo bem, sem sentir meu problema no pé, que me afastou dos campos e me fez perder a vaga de titular. Estou bem fisicamente e tecnicamente tenho treinado de maneira convincente. Se o Ney precisar de mim a qualquer hora estarei pronto. Minha cabeça está boa, estou feliz e otimista".

Infelizmente, o suspenso na próxima rodada será o André Luis, que é o único titular indiscutível da zaga alvinegra. Mesmo assim, acho que é a hora ideal para o Ney Franco dar oportunidade para o Ferrero, pois tenho certeza que uma sequência será mais do que suficiente para ele provar a sua superioridade em relação ao Renato.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

O velho e bom Renato Silva



"- Ninguém me avisou que o jogador deles estava atrás de mim e ainda querem reclamar, jogar a culpa em mim?"

As palavras acima foram do Renato Silva - que ontem voltou a ser "aquele Renato Silva" que tanto conhecemos -, justificando o erro no primeiro gol do Internacional.

Em parte ele tem razão: É inadmissível que ninguém grite "ladrão", vendo que o jogador está com a bola nos pés e sem ter para quem tocar. Ainda mais um grupo como o nosso, onde todos os atletas insistem que são como uma família. Até pode ser, mas desta vez deixaram um membro aos "leões"...

Agora, o Renato que me desculpe, mas a maior parcela de culpa no primeiro gol colorado foi dele.

Da mesma forma que é inadmissível a falta de aviso dos companheiros, é imperdoável que o Renato Silva se empolgue (sabendo da sua limitação técnica) e fique com a bola dominada por 10, 15, 20 segundos...

Se não tem para quem jogar, dê um chutão. Assim faz o André Luis quando não sabe o que fazer com a bola nos pés. Ao menos ele não inventa e não se empolga tentando ser o que não é.

E completo: Aonde o Renato Silva estava no segundo gol do Inter? Lembrou o lance que resultou na cobrança de escanteio do empate do Náutico, quando o zagueiro alvinegro resolveu se arriscar no ataque e esqueceu qual é a sua principal tarefa no GLORIOSO.

Como eu já disse neste Cantinho Botafoguense, o Renato melhorou bastante se comparado com o terror do ano passado. Mesmo assim, é complicado um time da grandeza do Botafogo tê-lo como titular indiscutível. Ainda mais quando temos outras boas opções no próprio elenco...

Na melhor das hipóteses, ele deveria brigar pela vaga no time. E não ser a figurinha garantida, independente do treinador, esquema tático e/ou adversário.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

O mesmo enredo com diferentes protagonistas



Acabo de ler uma notícia do Lancenet:

"Ney Franco rasga elogios ao atacante Gil.

- Gil chegou no Botafogo junto comigo. Ele é um jogador que pode nos ajudar. Esbarrou em alguns momentos na equipe adversária, mas jogou no mesmo nível que todos os jogadores em campo - afirmou".


Meu comentário: O nível foi péssimo...

Treinador "tentando defender" atletas, por mais que os números, estatísticas e reprises provem o contrário.

Já vimos este filme algumas vezes. Só mudam os personagens...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

O mundo dá voltas...



Muitos torcedores criticam o excesso de individualismo do Carlos Alberto. Depois da partida de ontem, ficou mais do que provado que o apoiador pode (e deve) ser "fominha", afinal, é um dos raros atletas do elenco que não foge das responsabilidades e vive intensamente cada partida.

Bom, considero perda de tempo falarmos da importância do Carlos Alberto...

Gostaria de comentar sobre o Túlio, que também não tem substituto à altura.

O Leandro Guerreiro é o reserva imediato dos volantes titulares, e ontem foi escalado na vaga do Túlio, suspenso após o terceiro cartão amarelo recebido na semana passada, em Curitiba.

Depois de um excelente 2007, o Guerreiro iniciou este ano convivendo com dores e problemas musculares. Infelizmente não conseguiu uma sequência de jogos. Além disso, com o crescimento absurdo do futebol do Diguinho, o ex-titular não tem vaga no time atual.

Ah, voltando ao Túlio...

Desde as finais do campeonato carioca, uma grande parte da torcida botafoguense passou a perseguir o jogador, que justiça seja feita, realmente não vivia um bom momento técnico.

Cheguei a ler em vários blogs e fóruns alvinegros, pessoas pedindo a dispensa do volante, como se o Túlio fosse qualquer um. Mas o dia que fiquei revoltado foi quando vaiaram o jogador, que havia "dado um puxão de orelha" na torcida, dias antes...

Eu sempre fui um dos que defendi (defendo e defenderei) o Túlio. Eu tinha certeza de que era uma fase e o Túlio calaria a boca dos ingratos que esqueceram de tudo que ele já fez pelo Botafogo.

Dito e feito!!!

Bastaram alguns gols e boas partidas para que as vaias dessem lugar aos aplausos.

Por falar em vaias e sem comparar o Túlio com o Leandro, também fiquei triste ao ver o excesso que foi direcionado ao Guerreiro, quando este foi substituído no jogo de ontem.

É claro: Ele está longe do volante do ano passado e não fez uma boa partida contra o Internacional. Mas as vaias foram exageradas, pois em minha opinião, vários jogadores estiveram pior do que o Leandro.

Mas amigos, o engraçado foi hoje cedo, quando resolvi ler aqueles blos, sites e fóruns botafoguenses, que há pouco tempo desciam "a lenha" no Túlio...

Todo mundo dizendo que o Túlio fez muita falta, que não tem substituto, que é importantíssimo, etc...

O mundo realmente dá voltas e eu não critico o comportamento da torcida, pois vaias e elogios são demonstrações de sentimentos aceitáveis. O que sempre questionei, foi a falta de sensibilidade quando comparavam o Túlio com qualquer outro jogador do Botafogo.

Agora é fácil elogiar, né?

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Diz aí, Fábio (14)



"Até quando esse medo de ser feliz vai nos acompanhar?

É impressionante como o Botafogo consegue cair nas suas próprias armadilhas. Ontem, por exemplo, tudo o que o time faz quando atua fora de casa, e vence, foi feito, só que pelo adversário: marcação adiantada, bom toque de bola e jogar no erro do adversário.

Pior: foi um dia em que o time esteve péssimo taticamente e individualmente. Fizeram falta os desfalques, em especial o Carlos Alberto, mas isso não pode ser desculpa para a nossa derrota. Afinal, sem eles, já tivemos vitórias mais que convincentes.

Peço a permissão aos amigos do Cantinho, mas quero cornetar.

Que saída foi aquela do Castillo no primeiro gol do Inter? E depois de uma falha bisonha do Renato Silva, que voltou a nos dar calafrios...

Nossos laterais não acertam um cruzamento. Hoje, foi assim com Thiaguinho e tem sido sempre com o Triguinho (aliás, bota inho nisso nesse nosso lateral esquerdo). Alessandro e Zé Carlos, que entraram no decorrer da partida, também não acertaram nada.

Não queria falar mal do Leandro Guerreiro, que vinha de lesão. Aliás, uma lesão que chegou em um momento em que ele finalmente parecia voltar a jogar bem. Mas, mesmo não querendo criticá-lo, foi notório que ele fez com que sentíssemos muito mais falta do Túlio.

Lúcio Flávio, depois de seguidas boas atuações, vem voltando a atuar de forma burocrática, se escondendo atrás da marcação e fugindo da bola como se ela queimasse. Ontem, teoricamente com dois atacantes abertos, um em cada ponta, ele não foi capaz de abrir o jogo com eficiência.

Jorge Henrique, se não teve uma atuação brilhante, correu e brigou muito. Agora, os outros dois atacantes foram de causar raiva em qualquer um, principalmente o Wellington Paulista, de quem sou sempre um defensor, mas que fez uma partida doída de se ver.

E para provar como era um dia pra se esquecer, André Luiz, o melhor em campo na minha opinião, levou dois cartões no mesmo jogo, depois de 13 partidas sem levar um sequer.

Lastimável!

Essa derrota de ontem, porém, me deixou menos raivoso do que os pontos perdidos contra o Vasco da Gama e o Náutico. Isso porque, embora irregular, é inegável que o time do Inter tem suas qualidades.

Mas que deve, obrigatoriamente, ser superado por um time que deseja lutar pelo título, um dia após o líder perder em sua própria casa.

Que os amigos me perdoem ter tocado a corneta com força hoje, mas essa derrota me deixou um tanto quanto amargo.

O que mais tenho a falar é desejar que tenham todos uma boa semana e que chegue logo o próximo final de semana!

Saudações (sempre) positivamente botafoguenses!!!"

E-mail do Fábio: fabio.alvinegro@gmail.com


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

14/09/08

Os rivais agradecem ao "filantrópico" Botafogo



Um time que não sabe jogar pressionado por resultado. Acho que esta é a análise mais apropriada para o Botafogo, que conheceu a sua segunda derrota em casa neste Brasileirão.

O 2 a 1 para o Internacional foi mais do que merecido, afinal, os seus jogadores entraram com espírito de luta que faltou ao Botafogo. Aliás, repararam que isso sempre nos falta quando somos apontados como favoritos? O clima de "oba-oba" definitivamente não pode mais ser instaurado em General Severiano, pois os atletas alvinegros (com raras exceções) não sabem conviver desta maneira.

E completo com outra conclusão: O GLORIOSO joga bem melhor fora de casa.

Sempre que visitamos os adversários (no comando do Ney Franco), atuamos de forma inteligente. Já no Engenhão - apesar dos bons números -, quando vencemos é na base da sorte, pois ultimamente o Botafogo não tem feito partidas convincentes na sua casa. Hoje foi apenas mais uma...
...mas para o azar dos alvinegros, perdemos!

Por sinal, não perdemos apenas o jogo. Perdemos a oportunidade de cravar os pés no G3, abrir uma distância considerável para o quinto colocado e diminuir a diferença para o Grêmio. Agora contiunamos à sete pontos dos gaúchos, porém, apenas dois de folga pro sétimo lugar na tabela.

Os três pontos eram fundamentais.

O título estaria extremamente viável se o GLORIOSO entrasse em campo do mesmo jeito que no sábado passado, contra o Coritiba. Agora, a briga está aberta pela Libertadores, mas os alvinegros podem se preparar: As emoções só terminarão na última rodada.

E como pedir para a torcida continuar confiando na equipe? Sempre que o Botafogo precisa apenas do seu resultado, decepciona. Quando a rodada conspira ao nosso favor, resolvemos dar mais oxigênio para os concorrentes. Assim fica difícil...

Difícil também e ver o time sem o Túlio e Carlos Alberto.

Dois jogadores que fazem muita falta. Ficou claro e evidente na derrota para o Internacional, que dominou o primeiro tempo com facilidade, apesar de não "querer definir" com pressa.

O Botafogo era presa fácil para os gaúchos, que têm um meio de campo sensacional e um atacante fora de série. Enquanto os alvinegros ciscavam pra lá e pra cá, o adversário ganhava todos os rebotes e subia com inteligência pelos dois lados, esperando a primeira oportunidade de enfiar a bola para o rápido Nilmar.

A história do jogo poderia ser outra se o Wellington Paulista marcasse um gol no início. Mas a fase do ataque botafoguense é lamentável...

Resultado: Perdemos a melhor chance do primeiro tempo, pois nos outros minutos apenas corremos atrás da bola, tocada com tranquilidade pelo adversário.

As laterais completamente inúteis e pouco utilizadas, o meio de campo perdido, sem combate e criação e um ataque nulo, apesar de três jogadores. Este foi o Botafogo nos primeiros 45 minutos.

O time jogava muito mal e a afobação começou a ser notada quando os atletas não sabiam o que fazer para furar o bloqueio colorado. Em nenhum momento vimos as ultrapassagens pelas laterais, pois a esquerda com o Gil e Triguinho, considero nula. Na direita, a falta do Túlio. No meio, a ausência do Lúcio Flávio unia ao perdido Diguinho e o Leandro Guerreiro precisando correr, sem saber exatamente para qual lado. O resumo da ópera é um só: O Botafogo não tem meio de campo (e consequentemente ataque) sem o Carlos Alberto.

O único que atuava sério e mostrando vontade era o André Luis. Já o seu companheiro de zaga...

Pois é! Depois de várias - boas - partidas, o Renato Silva resolveu lembrar a torcida de que ele continua sendo o velho Renato Silva: Fraco, disconexo e perdido.

De repente, com a bola dominada, o zagueiro resolveu acreditar que a sua boa fase era eterna. Ao ficar com a bola dominada por mais tempo do que o permitido, não teve um só sinal de alerta dos companheiros e perdeu a "redonda". Em dois passes o Internacional encontrou o Nilmar...

Quando vi o lance, dei como perdido, afinal, a bola estava praticamente fora do campo. Mas aí entrou o Nilmar: Habilidoso e veloz, chegou antes do Castillo e tocou perfeito para o Alex estufar a rede botafoguense.

A justiça começava a ser feita, enquanto os quase 30 mil alvinegros iniciavam as primeiras vaias no estádio. Seria melhor o final do primeiro tempo. E logo!!!

Na volta do intervalo, nenhuma mudança. Comecei a me irritar neste momento, pois não aguento mais a inoperância e falta de compromisso do Gil. Esse rapaz já devia ter ficado no túnel. Para a entrada de quem? Amigos, qualquer um! Qualquer um! Até o Renan no ataque! Pelo amor de Deus!!!

O desempenho dos primeiros minutos da segunda etapa era o mesmo: Um Botafogo perdido e envolvido pelo adversário.

Em mais uma jogada isolada (aonde estava - de novo - o Renato Silva?), D'Alessandro recebeu na entrada da área, deixou o Leandro no chão e colocou na saída do Castillo. Pronto! 2 a 0 pro Inter, com o Botafogo dando adeus ao título e fazendo os rivais respirarem por mais uma rodada.

Eu confesso que não entendi a imensa vaia para o Leandro. Aliás, não vi o Guerreiro tão mal na partida. Quero dizer: A maioria esteve mal, mas o volante certamente foi "menos pior" que, por exemplo, o Lúcio Flávio, Renato Silva, Triguinho, Gil e Wellington Paulista.

Completamente desarrumado, o Botafogo partiu para um "abafa maluco", deixando espaços para os contrataques do Inter.

Depois de milhões de cruzamentos ridículos, um único correto e o gol da esperança, marcado pelo melhor jogador do time: André Luis.

Aí o Ney Franco resolveu fazer das suas e mostrar - pela segunda vez - que sente quando atua sob pressão: Tirar o Thiaguinho da partida foi um erro idêntico ao cometido contra o Náutico, quando sacou o Túlio.

Quando o Alessandro entrou no lugar do Guerreiro e o Thiaguinho passou para o meio, era o único que corria, apesar de afobado. De qualquer forma, como a equipe não atuava bem, melhor ter um jogador que corra do que "moscas mortas" em campo. E o Thiaguinho (ao lado do Diguinho e Jorge Henrique) era um dos poucos que se entregaram no segundo tempo.

Como recompensa: A substituição, para a entrada do "sempre cansado" Zé Carlos.

Torcida impaciente, time perdido e derrota anunciada.

O Botafogo só trocava passes, mas não arriscava de fora da área. Isso sem contar os cruzamentos errados. Aiás, eu nunca vi laterais tão ruins neste fundamento. Nenhum deles consegue colocar uma bola perigosa na área adversária. Ah, se esquecer - é claro - das cobranças de faltas e escanteios do nosso capitão...

Faltando dez minutos para o fim, Ney Franco resolveu tirar o "perigoso", "endiabrado" e "participativo" Gil.

As vaias direcionadas à esta "ameba" foram poucas. Este rapaz não merece mais oportunidades no time titular. E digo mais: Eu critiquei a forma física do Zárate, mas prefiro o argentino daquele jeito do que o Gil. Falo com absoluta tranquilidade, pois quem visita este C.B, sabe o que digo do atacante, desde que foi anunciado pela diretoria botafoguense.

Apesar dos poucos minutos em campo, o Alexsandro ao menos fingiu correr, além de um chute perigoso, que tinha endereço certo se não fosse um pé do zagueiro rival.

Um último abafa e dois gols perdidos de forma bisonha. Era a derrota comprovada!

É engraçado como algumas coisas mudam tão rápido, né? Há uma semana, os jogadores se abraçavam com sangue nos olhos após a épica vitória em Curitiba. Hoje, um festival de desculpas esfarrapadas e uma só certeza para o torcedor alvinegro: A falta de mais profissionais como os dois que estiveram ausentes.

Carlos Alberto e Túlio são diferentes.

Um é o torcedor em campo. O outro é o profissional, que quer justificar o seu salário e investimento, apesar da cabeça "maluca".

Pelo menos fogem dos padrões burocratas da imensa maioria que está em General Severiano.

E nesta derrota, só livro a cara do André Luis (em toda a partida) e do segundo tempo do Thiaguinho, Diguinho e Jorge Henrique.

O próximo adversário do GLORIOSO será a Portuguesa, que é a lanterninha do campeonato.

Eu ficaria preocupado, pois historicamente sempre entregamos o ouro quando o bandido é mais inofensivo. Porém, o fato de atuarmos fora de casa me deixa tranquilo, pois está provado (pelo menos para mim) que o Botafogo só sabe jogar na casa adversária.

E isso inclui o Ney Franco, que mostra sérios problemas nas substituições diante da torcida alvinegra.

Insisto: O Botafogo é um time que não sabe atuar sob pressão. Assim, infelizmente a realidade é dura e crua, mas ficamos à milhas de distância de times "copeiros", que tiram a diferença justamente nestes momentos. O Palmeiras e São Paulo não me deixam mentir...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

NOTAS: BOTAFOGO 1 X 2 INTERNACIONAL

1- Castillo: No primeiro momento, achei que tinha falhado na saída do primeiro gol. Revendo o lance, desfaço a minha impressão - 6,0

2- Thiaguinho: Apesar de afobado, era um dos poucos que corriam no segundo tempo. Sacado injustamente... - 6,5

3- Renato Silva: O velho Renato Silva voltou - 5,0

4- André Luis: O melhor botafoguense em campo. Ganhou todos os lances que disputou e ainda faz o gol alvinegro - 7,0

5- Leandro Guerreiro: Partida discreta. Não entendi as exageradas vaias que recebeu - 6,0

6- Triguinho: Tá brabo! Errando atrás e na frente. Precisa de uma sombra urgente - 5,5

7- Jorge Henrique: Buscou o jogo no segundo tempo, pois sentiu que precisava correr por todos os outros atacantes. Acertou o único cruzamento do time - 6,5

8- Diguinho: Melhorou quando foi recuado na segunda etapa. Sentiu falta do Túlio - 6,5

9- Wellington Paulista: Irritante ao tentar cavar falta toda hora. Jogou isolado, apesar do esquema com três atacantes - 5,0

10- Lúcio Flávio: Apático, apagado e inútil durante os noventa minutos - 4,5

11- Gil: Muito pior do que o Lúcio Flávio... - 4,0

12- Alessandro: O maior erro é tentar cruzar toda hora. Isto porque, não sabe cruzar - 6,0

13- Zé Carlos: Não acrescentou nada - 6,0

14- Alexsandro: Ao menos corre. Coisa que o Gil se recusa - 6,0

Ney Franco: Substituiu mal o Thiaguinho, demorou absurdos para sacar o inoperante Gil e não soube motivar o time - 5,0