
Não que eu morra de amores pelo Gil (pelo contrário), mas eu realmente não entendo alguns critérios e mudanças do Ney Franco...
Logo que chegou ao GLORIOSO, o treinador encheu a bola do atacante, colocando-o para jogar em quase todas as partidas (a maioria saindo do banco de reservas) e como o primeiro reserva para a posição.
Mesmo com o desempenho ruim do Gil, o Ney Franco continuou bancando a sua presença, dizendo que acredita na "
volta do velho Gil".
De repente, de uma hora para outra, o atacante não tem mais oportunidades e sequer entra no decorrer dos jogos. Para piorar, teve ocasião em que o Gil nem foi escalado para o banco de reservas.
O Wellington Paulista não enfrentará o Grêmio amanhã (suspensão). Essa situação já aconteceu no campeonato e o Ney Franco - na época - escalou o Gil e o Jorge Henrique na frente. E deu resultado. Principalmente na bela vitória sobre o Atlético PR, em plena Arena da Baixada.
Contra o tricolor gaúcho, o treinador confirmou a dupla de frente formada pelo "
motorzinho" e o Carlos Alberto. Assim, Leandro Guerreiro entra no meio de campo.
Eu acho que o Carlos Alberto desequilibra em qualquer posição. Desta forma, não critico esta escolha. Acontece que a dúvida do Ney era o Leandro no meio ou o Fábio no ataque (neste caso, o CA voltaria à posição normal). E ele ainda convocou o Zárate para a viagem do GLORIOSO à Porto Alegre.
Enfim, de excelente opção e sempre utilizado, o Gil passou a ser um qualquer para o treinador botafoguense. E se bobear, nem será mais o primeiro reserva imediato do setor ofensivo.
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!