Ontem um amigo comentou (em um dos posts anteriores) que deixará de visitar o Cantinho Botafoguense porque ando falando muitos palavrões.
Pedi desculpas, mas não posso deixar de ser eu, né?
Por isso, peço novamente desculpas ao amigo em questão, pois é impossível não mandar esse árbitro de Atlético/PR 3 x 2 Botafogo (Herrera e Lúcio Flávio) para a "casa do caralho" ou "puta que o pariu"!
Impossível!
Repito: Esse Paulo César de Oliveira é um grande fdp e a "casa do caralho" é pouco para ele.
Desculpem, mas independente da partida realizada pelo Botafogo, a arbitragem foi decisiva e nos tirou três pontos.
É claro que o GLORIOSO "colaborou" de alguma forma, mas não foi determinante como o homem do apito. Pelo contrário: Jogamos um excelente primeiro tempo, em que não saímos com 2 a 0 em vatagem por conta de um único descuido do sistema defensivo.
Apesar de eu não concordar com a escalação inicial do Joel, confesso que o Edno não esteve tão mal enquanto o time jogou a primeira parte. O grande erro, para variar, foi a manutenção do inútil Alessandro na direita, além do improviso interminável do pobre Somália na esquerda.
Ah, e antes que me esqueça: O Antônio Carlos é ruim demais, mas se comparado ao Wellington, ele é quase um Baresi.
Enfim, mesmo com os poréns, o Botafogo subiu para o segundo tempo em vantagem...
...até que em uma falta inexistente, o Atlético/PR empatou.
Foi a deixa para a torcida se empolgar e empurrar o time.
Foi a deixa para o bandido do apito aproveitar e expulsar injustamente o Fahel. E olha que eu sou um dos maiores críticos desse perna de pau que veste a camisa 8 do GLORIOSO, hein?
Poucos minutos depois - e para finalizar com um toque de maldade -, o gol da virada paranaense. Um gol chorado, chorado...mas válido!
Pronto! O jogo terminou aí!
Só então o Joel mudou alguma cosia. Mas para variar, mudou mal, já que hoje não era para tirar o Lúcio Flávio de campo. Primeiro, porque ele não estava tão mal, e segundo porque a saída do camisa 10 matou o meio de campo e isolou ainda mais os atacantes.
Em seguida, sai o Somália, que limitação a parte, compensa com correria e disposição.
E depois do treinador dar a sua parcela de "colaboração" para a derrota alvinegra, o fraquíssimo Wellington melhora a situação do Atlético, ao ser expulso.
Não vimos mais nada a partir de então.
O Botafogo já não tinha mais forças e o juiz continuava marcando faltas pró-rubronegro e contra o clube da Estrela Solitária.
Ficou por aí.
Dos últimos nove pontos disputados, um conquistado. Cinco dos oito perdidos podem ser creditados ao Joel, mas os três de hoje são exclusivos do Paulo César de Oliveira.
Só espero que a diretoria se pronuncie e faça exatamente como o Flamengo com o Simon: Malharam tanto o "árbitro da Copa", que "curiosamente" ele deixou de apitar partidas do clube da lagoa.
Só espero isso, afinal, o roubo já foi consumado.
E será difícil dormir nesta véspera de feriado...
...será muito difícil!
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!
Notas: Botafogo 2 x 3 Atlético/PR
1- Jefferson: Sem culpa nos gols do adversário - 5,5
2- Alessandro: A nulidade em forma de homem - 3,0
3- Wellington: Péssimo, fraco e lento. E pensar que a diretoria fez esforço para mantê-lo em 2010 (tudo por causa do gol diante do Palmeiras)... - 3,0
4- Fábio Ferreira: Ganhou a maioria dos lances. Deu um azar danado ao desviar (sem querer) a bola da vitória atleticana - 5,0
5- Leandro Guerreiro: Perdido na maior parte do jogo. Não é nem sombra do LG de 2007 e 2008 - 4,5
6- Somália: Discreto, mas sempre esforçado e polivalente - 5,0
7- Túlio: Saiu contundido com menos de 4 minutos de jogo - Sem nota
8- Fahel: Até quando, meu Deus? Até quando? - 3,5
9- Herrera: Muita briga...e só - 5,0
10- Lúcio Flávio: Alternou bons momentos e uns sumiços. De toda a forma, os principais lances do Botafogo no primeiro tempo passaram pelos seus pés (além de um dos gols) - 5,5
11- Edno: Ao menos se esforçou e buscou espaços pelos lados do campo - 5,0
12- Caio: Entrou com o jogo perdido e pouco produziu - 4,0
13- Marcelo Cordeiro: Ídem ao Caio, mas ao menos conseguiu dois bons cruzamentos para a área adversária - 4,5
14- Sandro Silva: Deu uma certa dinâmica ao meio de campo, apesar de enfeitar diversas bolas que poderiam ser simplificadas - 5,0
Joel Santana: Para variar, mexeu mal na equipe. Isso, aliás, está virando uma constante - 4,5