14/02/11

"Presidente" multifuncional


















Quando o Alessandro passa a ser o "coringa" do time com liberdade para jogar em todas as partes do campo, é sinal de que alguma coisa está errada.

Aliás, é sinal de que as coisas estão péssimas.

Depender da técnica, desenvoltura ou habilidade do Alessandro é muito pouco para um clube como o Botafogo.

E ontem ele atuou como volante, apoiador e acreditem, até de segundo atacante. Em compensação, foram raras as vezes em que o vi aonde deveria estar: Na lateral/ala direita, fazendo jogadas de linha de fundo.

Mas para quê, né?

A presença/importância do Alessandro entre os titulares vai além disso, afinal, ninguém sabe bater no braço, fazer cara feia e simular raça como ele.

Depois, é só correr para os aplausos dos eufóricos torcedores...
...que por um momento esquecem o que o lateral realmente deveria estar fazendo em campo (e até hoje - 4 anos - poucas vezes conseguiu).


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Treinador (?) e jornaleiro

















"- O time foi bem. Fez o que podia fazer. Conseguimos um mau resultado e, agora, vamos pagar por isso. Agora, tenho que ganhar dois clássicos para ser campeão. Perdemos a chance de enfrentar uma equipe de menor estrutura na semifinal".

Ué, se na opinião do Joel Santana o time foi bem e fez o que podia fazer, por que lamentar o fato de termos deixado o caminho mais fácil (Boavista) para o Unimed FC?

Não foi a própria Lenda que no último dia 5 de fevereiro, disse que preferia enfrentar o Flamengo porque venderia muitos jornais?

"- Clássico sempre é bom, prefiro pegar um clássico. Vai vender jornal, às vezes pinta um novo patrocinador, o nosso marketing está ativo, vai vender mais ingressos. Para quem trabalha em time grande, qualquer jogo é decisivo. Não vejo por que não seria a hora de pegar um clássico. Gosto de jogos assim".


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

13/02/11

A escolha do caminho mais difícil















Tudo no Botafogo é sofrido...
...inclusive abrir mão de um caminho que, na teoria, seria muito mais fácil para chegar à decisão da Taça Guanabara.

Deixemos a paixão e rivalidade de lado, ok? O que é melhor: Enfrentar o Flamengo ou o Boavista em uma das semifinais?

É claro que estamos falando na teoria, mas inegavelmente seria mais interessante deixar Flamengo e Unimed FC se matarem em uma das chaves e enfrentarmos um adversário pequeno, sem torcida e sem expressão (Boavista) na outra.

Mas não. Após o empate contra o Macaé nesta tarde (1 a 1 - Renato Cajá), o GLORIOSO permitiu que o eterno clube de terceira divisão siga pelo caminho mais "tranquilo". Agora enfrentaremos o rubronegro no próximo domingo.

Sim, amigos. Nós permitimos, pois até a rodada começar, éramos os líderes do grupo e dependíamos apenas do nosso resultado: Vencer o fraco Macaé, já eliminado e sem maiores pretensões.

E o que vimos?

Bem, tirando o já habitual - e covarde - esquema recheado de zagueiros, volantes e um lateral que simplesmente não joga na lateral, não vimos nada durante 45 minutos.

Minto. 

Tivemos três boas bolas do Alex, que foi o único jogador inspirado durante toda a primeira etapa. O resto apenas estava em campo na presença física, pois parecia que seus espíritos estavam na praia ou em redes debaixo de coqueiros.

Além do ligado Alex, só o Bruno Tiago corria. Mas naquelas, né? Um monte de pique desnecessário, embolado e improdutivo. Em outras palavras: Desgaste de energia.

Por mais que o Macaé também não fizesse nada, bastou uma jogada mais aguda, que pronto... nosso sistema defensivo entregou o ouro e um toque fraquinho na bola matou completamente o Jefferson (sem culpa) na jogada.

Vaias justas e merecidas na descida para o vestiário.

E o que acontece quando o Botafogo não joga nada durante 45 minutos (e isso é quase sempre)?

Simples: A Lenda faz o que a torcida tanto pede...
...tira um zagueiro e adianta a equipe.

Mas só tem um problema: Já jogamos 45 minutos no lixo. E contra o Macaé.

O GLORIOSO melhorou, mas aí evidenciou (além das sentidas ausências do Loco e Marcelo Mattos) outra coisa que tanto falamos aqui: A equipe é pessimamente treinada e quando se vê no desespero, o Joel não sabe o que faz, lançando o time de maneira desordenada.

Menos mal que com 5 minutos do segundo tempo o Renato Cajá acertou uma linda cobrança de falta e animou a torcida.

Parou por aí.

E começou a ficar feio quando o tempo passava, a torcida ficava nervosa e o Macaé assustava nos contragolpes. 

Até então ainda estávamos no melhor caminho, já que o Unimed FC também não vencia o Madureira. Só que por volta dos 35 minutos, recebemos a notícia do gol tricolor que nos colocaria (como, de fato, colocou) frente a frente com o Flamengo.

Aí sim, acabou.

O desespero tomou conta de vez e nada mais foi visto.

Enfim, uma partida lamentável, como aliás, tem sido uma constante. Principalmente contra equipes pequenas.

Mas então pensemos pelo outro lado: Nos clássicos o Botafogo parece jogar melhor. E teremos as voltas do Loco e do Marcelo, né?

Ok, mas mesmo nos clássicos, uma hora a sorte vai deixar a Lenda na mão, e aí, amigos...ferrou! F

Por enquanto, já que a "merda foi feita", que venham os molambos!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!


NOTAS: Botafogo 1 x 1 Macaé

1- Jefferson: Sem culpa no gol (e sem outras defesas na partida também) - 6,0

2- Alessandro: Alguém sabe me dizer qual é a posição dele em campo? - 5,0

3- Antônio Carlos: O melhor da zaga. Tanto atrás, como na frente - 5,5

4- Márcio Rosário: Dentro das suas limitações (que são poucas para um Botafogo) - 5,0

5- João Filipe: Esperei 7 rodadas e não consegui sentir firmeza. Fraco - 4,5

6- Márcio Azevedo: A pior partida com a camisa do Botafogo - 4,5

7- Bruno Tiago: Destaque apenas pelo pulmão - 6,5

8- Arévalo Ríos: Totalmente perdido no primeiro tempo. De bom, só duas arrancadas como elemento surpresa. Precisa de melhor condicionamento físico e tempo de adaptação - 4,5

9- Alex: Ótimo primeiro tempo e apagado no segundo - 6,0

10- Renato Cajá: Apesar do gol, viveu de lampejos. Mas dos seus pés saíram as melhores jogadas - 5,5

11- Herrera: Horrível. Não fez nada - 4,0

12- Everton: Não acrescentou em nada - 4,5

13- Lucas: Poucos minutos, mas no mesmo caso do Everton - 4,5

14- Caio: Perdeu algumas bolas, mas foi o único a tentar jogadas mais incisivas - 5,5

Joel Santana: O de sempre: Medroso, burro, perdido e sem saber o que fazer - 4,0

Para fechar na liderança


















Uma vitória para garantir o primeiro lugar no grupo B da Taça Guanabara.

O adversário é o Macaé, que além de fraco, vem cheio de problemas de suspensões e contusões.

A fatura ainda não está liquidada, mas ninguém considera outro resultado que não seja o triunfo botafoguense.

Vamos fazer a nossa parte, passar pelo Macaé, e nos preparar para a semifinal.

Pra cima deles, Fogão!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Um fenômeno chamado Jefferson

















"- Vim aqui porque o Jefferson hoje, junto ao Loco Abreu, são meus ídolos. A praia eu posso ir todo dia, mas pegar autógrafo do Jefferson não é sempre. Vim com dinheiro para comprar a camisa dele e pegar um autógrafo".

Palavras de um torcedor que enfrentou o sol escaldante e abriu mão da praia em pleno sábado no Rio de Janeiro para prestigiar o evento Paredão Alvinegro realizado em General Severiano.

Por essas e outras que na semana passada eu cheguei a levantar a hipótese do Jefferson um dia ser considerado o melhor goleiro da história do GLORIOSO.

Não é qualquer arqueiro que consegue tal "façanha".

E tudo isso sem piruetas, marketing e apoio da mídia, hein?


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

12/02/11

Em "defesa" do Fahel


















Pela segunda rodada seguida, o volante Fahel sequer será relacionado para o banco de reservas na partida de amanhã, contra o Macaé.

A "nova fase" do jogador em General Severiano começou após o jogo contra o Bangu, em que - para variar - jogou mal e cometeu um pênalti absurdo (para não dizer burro) no atacante adversário.

Por sorte o Jefferson defendeu a cobrança, mas nem isso amenizou a ira da torcida.

Questionado a respeito (já que o Fahel sempre foi um dos seus atletas preferidos), o Joel Santana falou:

"- Não é o momento para colocar ele no banco. Tem de esfriar para depois voltar normalmente. A gente tem que ser simples e honesto um com o outro. O Fahel tem um momento psicológico delicado e não está com a cabeça para aquilo que a gente deseja. Então, como vou colocá-lo num jogo desse? Com a gente precisando ou não do resultado, você acha que ele vai entrar psicologicamente bem? Eu acho que não. Por isso, prefiro me prejudicar, pois eu o queria no banco".

Bom, eu estou tranquilo para falar do Fahel, afinal, fui contrário antes mesmo de ser oficialmente contratado pelo Botafogo (lembro que entrei em desespero quando o clube anunciou interesse no seu futebol (?), após indicação do Ney Franco). Agora, o que o Joel faz/fez com o rapaz é uma baita sacanagem (minha opinião).

Explico: A situação do Fahel junto à torcida é a mesma há muito tempo, ou seja, é "odiado"...
...e não é de hoje. 

Mesmo assim, contrariando os milhares de adeptos, o treinador insistiu com o volante durante todo o ano passado e o início de 2011.

Pergunto: Qual a diferença do momento atual do Fahel para a véspera do jogo contra o Bangu? Será que o Natalino esqueceu que no primeiro toque na bola do jogador na temporada, o cara foi vaiado em pleno Engenhão?

A Lenda que me desculpe, mas se queria poupar o Fahel, deveria ter feito bem antes. De birra ou burrice, ele só antecipou o "fim do ciclo" do atleta por General Severiano e aumentou a revolta do torcedor. O que, diga-se de passagem, eu acho ótimo.

Só não concordo com desculpa esfarrapada e jogar o Fahel às feras, tirando o "seu da reta".


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!