Não importa o local, mas uma equipe que almeja título ou Libertadores é obrigada a vencer o lanterna (e virtual rebaixado) Náutico nesse Brasileirão.
E foi o que o Botafogo fez na noite desta quarta-feira: 3 a 1 (Rafael Marques, Seedorf e Gegê), de virada.
Não foi uma partida brilhante do GLORIOSO, mas era o que menos importava. Precisávamos apenas espantar a sequência de derrotas e voltar a pontuar.
Com os resultados da rodada, o Botafogo volta ao terceiro lugar. Aliás, acho que essa foi a melhor rodada em termos de resultados para o Botafogo no campeonato. Os times da frente perderam (ou empataram, caso do Atlético/PR) e os que estão logo abaixo também levaram "chumbo".
Bom, tirando os essenciais três pontos, ressalto outro fator que mereceu destaque: A "volta" do Seedorf.
Quando o holandês está bem, o time melhora.
É fato.
E hoje o camisa 10 marcou golaço, deu assistências, chamou a responsabilidade e ditou o ritmo.
Mas claro, felicidade a parte, não nos enganemos: Enfrentamos o lanterna. Ou seja, a vitória era sim, obrigação.
Agora é manter a pegada e vencer o Flamengo no domingo.
Reta final de temporada tem que ser assim, no limite.
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!
Botafogo 3 x 1 Náutico
1- Renan: Falhou no gol, mas depois não comprometeu - 5,5
2- Edilson: Uma partida segura - 6,0
3- Dória: Começou exagerando nos chutões. Depois passou a jogar mais por baixo - 5,5
4- Bolívar: Seguro na zaga - 6,0
5- Marcelo Mattos: Bem na marcação - 6,0
6- Júlio César: Se apresentou bastante, mas exagerou nos cruzamentos, quase sempre errados - 6,0
7- Octávio: Não apareceu para o jogo - 4,5
8- Renato: Diferente dos últimos jogos, se apresentou para as jogadas - 6,5
9- Elias: Apesar da limitação técnica, compensou com garra (até sair machucado) - 5,5
10- Seedorf: Um golaço e domínio completo do campo e adversário - 7,0
11- Rafael Marques: Apesar do gol, errou quase tudo - 5,0
12- Gegê: Deu mais presença no setor esquerdo e também deixou a sua marca - 5,5
13- Hyuri: Conseguiu ser pior do que o Octávio - 4,0
14- Henrique: Até se esforçou, mas é fraquinho - 4,5
Luiz Alberto: A grata surpresa. Além de mexer logo no início do segundo tempo, passou o jogo todo gritando, instruindo e alertando os jogadores. Bem diferente (em minha opinião, melhor) do que o Oswaldo Oliveira - 6,5





