19/06/17

O novo tipo de atacante




Autor dos gols na vitória sobre a Chapecoense, o Rodrigo Pimpão foi bastante elogiado pelo técnico Jair Ventura:

"- Como corre o Apodi. Que loucura. Eu estava falando agora. Você dá o fundo para ele, ele vem e dá um tapa assim mesmo. Mas o Pimpão é um jogador extremamente tático e joga muito em função do time. Mas ao mesmo tempo, é atacante. Então, quando ele não faz os gols, é cobrado injustamente. Ele joga para equipe e ainda fez o gol. Hoje ele teve uma noite maravilhosa. Parabéns ao Pimpão pelo compromisso tático com a equipe, não tem vaidade e conseguiu marcar bem o Apodi, o que é muito difícil".

Fato 1: O Pimpão fez uma boa partida.

Fato 2: A entrega dele é louvável. E realmente, o Apodi é um peladeiro maluco, mas muito rápido mesmo. E foi anulado várias vezes pelo Pimpão.

Agora, me desculpem, mas se o cara é atacante, quando não marca gols deve ser cobrado sim. E não são críticas injustas. Ou então o Jair e o próprio RP venham em público para anunciar que agora ele não quer ser mais considerado atacante. Que seja lateral, volante ou qualquer outra posição, mas atacante - para mim - ainda precisa ter como função principal: Marcar gols.

Ontem ele fez um. E por isso, mais do que o papel tático, reforço os elogios feitos pelo treinador botafoguense.


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

18/06/17

Letal no contragolpe















Enfim, voltamos a vencer no Brasileirão.

O Botafogo fez 2 a 0 (Roger e Pimpão) na Chapecoense, em plena Arena Condá. 

Excelente para espantar a fase irregular, somar os três pontos e se considerarmos a dificuldade que é enfrentar os catarinenses em Chapecó.

E depois de abrir 2 a 0 na última quarta-feira e permitir o empate do Vitória, dessa vez fomos inteligentes e não deixamos o adversário crescer ou assustar muito. Triunfo justo e construído da maneira que esse Botafogo mais sabe atuar: Na base dos contragolpes.

Foi assim que abrimos o marcador com o Roger.

Aliás, apesar do gol, mais uma vez ficou nítido que precisamos de outro homem de área. Se tivéssemos um atacante razoavelmente bom, poderíamos descer para o intervalo com uma vantagem ainda maior.

Menos mal que hoje não fez falta e conseguimos sacramentar o resultado no segundo tempo, após bobeada da defesa da Chape.

Dois gols de vantagem, foi só atuar fechado, cozinhar a partida e tentar uma ou outra escapulida. Fizemos tudo isso, nos dando ao luxo de ainda desperdiçar pelo menos duas boas bolas que poderiam ter garantido os três pontos com goleada.

Mas tudo bem, hoje, o mais importante era vencer.

Fizemos o dever de casa...
...fora de casa.

Que venha o Vasco!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Botafogo 2 x 0 Chapecoense

1- Gatito: Perfeito em todos os lances, encaixando e não dando rebotes - 7,5

2- Arnaldo: Ainda não consigo ver nada que justifique sua titularidade - 5,5

3- Carli: Boa partida - 6,5

4- Rabello: Seguro e firme - 6,5

5- Rodrigo Lindoso: Simples, sem aparecer e nem comprometer - 6,0

6- Victor Luís: Andou levando umas bolas nas costas, mas depois acertou a marcação - 6,0

7- Rodrigo Pimpão: Tático, atacou e defendeu o tempo todo. E ainda marcou um gol - 6,5

8- Bruno Silva: Outro que correu muito, criou e quase marcou - 7,0

9- Roger: Um gol dado de bandeja. Fora isso, alguns lances patéticos - 4,5

10- João Paulo: Não repetiu as suas últimas boas apresentações - 5,5

11- Matheus Fernandes: Importante na marcação e ainda arriscou subidas - 6,0

12- Montillo: Entrou como falso atacante. Aos poucos vai ganhando ritmo. Criou duas boas jogadas - 6,0

13- Guilherme: Correria pelo lado esquerdo - 6,0

14- Dudu Cearense: Poucos minutos em campo - Sem nota

Jair Ventura: Hoje não complicou. Agora precisa apenas pensar em sair com o Montillo desde o início dos jogos - 6,0

Saudade dos três pontos




O Botafogo está a quatro rodadas sem vencer no Brasileirão.

Depois do triunfo sobre o Bahia no final de maio, foram três empates e uma derrota.

Hoje, outra vez fora de casa, o Botafogo enfrenta a Chapecoense. Time que sempre é complicado jogando dentro da Arena Condá.

Não podemos mais dormir no ponto.

Passou da hora de reagir.

Tem que ser hoje.

Pra cima deles, Fogão!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

17/06/17

Viagem mais curta















Falando agora um pouco sobre a Libertadores, o chefe do departamento de futebol, Antônio Lopes, comentou sobre o confronto contra o Nacional/URU:

"- Eu só gostei porque estava meio temeroso de pegar altitude, na Bolívia, não queria ir para lá. Como é o Nacional, a logística vai ser boa para o Botafogo, tem voo direto, vamos sair direto do Rio de Janeiro para Montevidéu. Isso satisfaz um pouco".

Nessa parte concordo. Será uma viagem relativamente curta. Logo, espero, menos declarações sobre cansaço da viagem, horas em aeroportos, escalas, etc.

Meu receio é que apesar da campanha fraca dos uruguaios na Libertadores, uma coisa não dá para ser negada: A camisa do Nacional - nesse torneio - pesa.

Que o varal botafoguense esteja bem firme.


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

16/06/17

O drama na lateral direita





Post curto e direto...

Arnaldo, lateral direito de ofício ou Emerson Santos (ou até mesmo o Marcelo) improvisado(s)?

Na boa, o cara não agride no ataque e defende pior ainda.

Se é para não ter força ofensiva, prefiro muito mais um dos dois zagueiros citados. Ao menos ajudam a proteger o lado direito com o Carli.

Enquanto o Luis Ricardo não fica disponível, eu voltaria com a formação que estava sendo utilizada...
... antes do "setor de inteligência"  encontrar o possante lateral no Ituano.

Em minha opinião, mais uma vez gastamos mal o pouco dinheiro que temos disponível.

E vocês?


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

15/06/17

O "fator casa"





Análise do técnico Jair Ventura, após o empate de ontem:

"- Nós tivemos um primeiro tempo muito bom, criamos bastantes chances e acabamos conseguindo só dois gols. No segundo, o fator casa. O Vitória jogando aqui é muito forte, vem de uma vitória importante sobre uma equipe superqualificada que é o Atlético-MG. Combinamos tanto de tomar cuidado nos 15 minutos iniciais, é uma máxima no futebol, sabia que existiria a pressão. E acabamos tomando um gol muito cedo, com quatro minutos".

Pronto, explicado: O "fator casa" foi determinante para o empate dos baianos. 

Não foi a péssima troca do Matheus pelo Gilson, ou a incapacidade do treinador botafoguense em não ter percebido a troca de lado do Neilton, que depois do primeiro tempo sem conseguir se criar no lado do Victor Luís, sambou na cara do fraquíssimo Arnaldo. Também não pode ter sido a entrada tardia do Montillo, deixando Roger em campo - sem fazer nada - durante os 90 minutos ou ter mantido o Pimpão preso apenas na esquerda, sem liberdade para se movimentar pelo setor ofensivo. Ou até não ter reparado que o Carli caiu de rendimento com a entrada do Arnaldo, que além de não atacar, marca pessimamente. 

Enfim, ainda bem que foi "apenas o fator casa", né?

Haja saco!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!