Após o empate contra o Inter, o Franclim Carvalho foi questionado sobre a dificuldade em administrar a expectativa e ansiedade do elenco em meio ao caos administrativo e de gestão no clube.
E o treinador botafoguense respondeu:
"– Não atrapalha nada, até porque o John é um dos nossos. Nós somos um grupo muito forte. Os jogadores, eu já disse isto, quem chega, se sente bem recebido e integrado no grupo. E desse grupo faz parte o Léo Coelho, faz parte o Alessandro Brito, faz parte o Deive Bandeira, faz parte o John. Nós somos um grupo muito forte. Nós sabemos que essas notícias têm circulado. Obviamente nós temos internet e seguimos as notícias, não há como esconder. Mas eu disse-vos desde o primeiro dia que o nosso foco era trabalhar e eu acho que a equipe tem mostrado isso".
É o famoso esconder a sujeira para debaixo do tapete ou o tapar o sol com a peneira.
Até porque, convenhamos: O FC não tem bagagem no mundo do futebol para garantir tranquilidade aos seus comandados, por mais acéfalos e indiferentes que sejam ao que acontece no mundo fora de suas bolhas de "parças, empresários e marias-chuteira".
Pior ainda, quando ele fala que acompanham pela internet. Ou seja, acabam lendo e "interpretando" por conta própria. Considerando a (pouca) capacidade de compreensão e entendimento, imagina o que não devem pensar de verdade? Ou você acredita que ficam tranquilos quando esses dirigentes citados pedem as palavras para trazer "conforto" e decisões estratégicas?
Não tem como, amigos. É claro que o time todo sofre dentro de campo. É claro que conversam entre si e buscam saídas o quanto antes. E, por fim, é claro que Textor, Brito, Coelho e outros não passam credibilidade alguma!
Fato! É somar 45 pontos o quanto antes puder. E para 2026, estará de "ótimo tamanho".