15/07/08

Um canhoto aniversariante e outro se destacando



Hoje é aniversário do Zé Carlos, que completa 28 anos de idade.

O lateral/meio campista iniciou o ano voando baixo e fazendo ótimas apresentações, quando de repente, depois de uma contusão, voltou fora de forma física e técnica, resultando em partidas lamentáveis que acabaram despertando a ira da torcida botafoguense, que passou a perseguir o jogador.

Para piorar, Zé Carlos foi o responsável pela perda do pênalti que decidiu a sorte do GLORIOSO na Copa do Brasil.

Quando todos imaginavam que seria o fim da linha para o canhoto, ele teve outras chances e alternou boas e regulares partidas, dificultando uma análise fria sobre o seu futebol e/ou importância para o time.

Há quem goste e quem não goste, mas hoje é um dia especial para o alvinegro, para quem o Cantinho Botafoguense deseja muita felicidade e anos de vida.

Por falar em canhotos, segundo o site do Globoesporte, o Eduardo é o destaque do Botafogo até agora na Europa, despertando interesse de alguns clubes do continente.

Meu comentário: Que seja vendido logo, pois ele até pode ser bom jogador, mas provou que ainda é imaturo, inconsequente e irresponsável. E isso para o Botafogo atual é inadmissível, já que não temos muito tempo para ficar lapidando e conversando eternamente com quem não quer escutar.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

14/07/08

Reforços chegando



O atacante Zárate chegou ao Rio de Janeiro para definir os últimos detalhes do seu contrato com o GLORIOSO. Depois, volta para a Argentina para arrumar as malas em definitivo e ficar à disposição do Ney Franco a partir de agosto, quando estará apto para estrear no Brasileirão.

Enquanto o argentino ainda não pode atuar, outro reforço ofensivo foi apresentado nesta segunda, tendo inclusive participado do treinamento com os jogadores que não atuaram ontem, no empate contra o Santos. Gil chegou, treinou e já está relacionado para o jogo de quarta-feira, contra o Ipatinga, no Engenhão.

A princípio, Gil deve começar no banco de reservas, mas o seu aproveitamento é praticamente certo no decorrer da partida. O canhoto chega para brigar pela posição com o Jorge Henrique.

Bom, todos os amigos deste Cantinho Botafoguense sabem que o Gil não me empolga. De qualquer forma, vocês também sabem que nestes casos, torço (e não faço questão alguma) para que a minha língua seja queimada, pelo bem do Botafogo, sempre! Ainda assim, nesta concorrência pela titularidade, considero o Jorge Henrique muito mais importante. Continuaria titular do meu time.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Um dia histórico



Peço permissão - e já adianto as minhas desculpas para quem não gostar e/ou estiver de saco cheio do que comentarei - aos amigos deste Cantinho Botafoguense, mas hoje é um dia histórico para os alvinegros.

Adriano Felicio marcou o seu primeiro gol com a camisa do GLORIOSO.

Tal façanha merece destaque por aqui, afinal, nenhum torcedor - em sã consciência - esperava por este dia.

A única pena para o Felicio, é que justo quando ele marca, nenhum botafoguense vê. O prazer deste momento mágico ficou para os suíços que acompanharam o amistoso entre Botafogo e Partizan Belgrado, da Sérvia.

Tá pensando o quê? Adriano Felicio é chique, pô! O seu primeiro gol tem que ser no primeiro mundo. Agora sim, a negociação com o Chelsea, que andava emperrada, deve ser finalizada nas próximas horas.

Bom, amigos, vou para a minha pelada sagrada das segundas-feiras. Tomara que hoje também seja o meu dia. Inspiração não faltará. Aliás, inspiração não. Orgulho! Pois se o Adriano Felicio marcou gol, eu - mesmo que em partida não oficial e com os amigos - preciso fazer chover nesta noite. É questão de honra!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Surpresas (no placar e nos autores dos gols)



E não é que quando mais temíamos, o Botafogo vence?

Sim, amigos. A "equipe B" acabou de vencer o Partizan Belgrado por 2 a 1 em amistoso realizado no velho continente.

No post anterior, eu escrevi justamente sobre o temor de uma nova goleada, já que a equipe sérvia é melhor (e mais tradicional) do que o Young Boys, da Suíça. Além disso, o alvinegro europeu jogou com a sua força máxima. Nem assim foram suficientes para nos vencer.

Das duas, uma: O Botafogo jogou muito ou o Partizan é ruim demais.

Enfim, uma boa notícia, afinal, cansamos de discutir esta viagem do GLORIOSO à Europa, em troca de aproximadamente 500 mil reais (segundo a imprensa).

Mantenho a minha opinião, independente do resultado: Não existe dinheiro no mundo que pague a nossa representatividade e reconhecimento na Europa. Os 6 a 0 diante do Young Boys repercutiram muito mal e mesmo com o bolso cheio, o Botafogo não pode ter as glórias conquistadas por Garrincha, Amarildo, Didi, etc... apagadas assim, de forma tão ridícula.

Tudo bem, amigos. Vencemos! Ao menos espero que a primeira impressão desta "tour" seja esquecida e/ou coberta com este bom resultado.

Agora, a hora da "bomba"! Vocês estão sentados? Se não, por favor, mantenham-se serenos e preparados.

Os gols alvinegros foram marcados um em cada tempo.

O primeiro por ninguém mais, ninguém menos do que o capitão cerebral da equipe: Adriano Felício. É verdade, pessoal. Não é pegadinha. Não tem câmera escondida! O apoiador acaba de marcar o seu primeiro gol com a camisa do Botafogo, depois de quase "35 anos" no clube! Milagres acontecem! Acho que hoje o Felício toma um porre. E detalhe: Volta com moral para brigar pela titularidade da "equipe principal", hein?

Depois do empate sérvio (ainda na primeira etapa), Fábio, o atacante que não faz gols, resolveu contrariar a sua "fama" e nem bem o segundo tempo começou, deixou a sua marca.

Amigos, Botafogo 2 a 1 no Partizan. Gols de Felício e Fábio. Querem algo mais?

Eu quero. Aliás, eu torço: Para que algum dirigente gringo (preferencialmente se for um trouxa) tenha se encantado com os dois jogadores e não permita que eles retornem para o Rio de Janeiro.

Aí sim, com 500 mil na conta e sem esta dupla, podemos dizer que a "tour" serviu para alguma coisa.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Botafogo e Juca: O reencontro



O "Botafogo B" entra em campo nesta tarde (horário do Brasil) no segundo jogo da tour européia. Desta vez enfrentará o Partizan Belgrado, da Sérvia.

Depois dos sonoros 6 a 0 diante do Young Boys da Suíça, devemos ficar preparados para um eventual novo tropeço, afinal, o Partizan é muito superior ao Young Boys. Aliás, o "dono" do time sérvio é o ex-botafoguense, Juca, que é ídolo da torcida e diretoria.

Tomara que não se repita outra goleada, pois é o nome do Botafogo em questão, independente de quantas moedas entrarão ou não na nossa conta.

Ah, e por falar no Juca, tá aí um cara que eu sempre gostei, mas que estranhamente era perseguido por muitos botafoguenses. Se na época em que esteve no GLORIOSO eu considerava o Juca importante, hoje mais ainda: Seria titular do meu meio de campo, ao lado do Túlio, Diguinho e Carlos Alberto.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Diz aí, Fábio (05)



"Eu quero um camisa 10 de verdade

Chega, amigos!

É muita omissão para um atleta só.

Eu poderia falar da boa impressão inicial que tive do Ney Franco no Botafogo, mais, talvez, pelo alívio que é não ver mais o asno comandando o time; ou poderia falar, também, do bom momento que parece ter voltado para o nosso artilheiro (será a razão disso a sombra das contratações?), mas vou ser breve pra falar de um assunto que me incomoda há um bom tempo, desde o ano passado, pra ser mais preciso, quando tínhamos um time que voava em campo.

Aliás, a diferença de 2007, quando o nosso camisa 10 de hoje, 11 na época, aparecia mais pro jogo, do que pra este ano é que havia jogadores que jogavam por ele. E que se pese que a intensa movimentação daquele time, acho eu, favorecia seu estilo de jogo.

Só que, se no ano passado eu já não me dava por satisfeito, neste ano ele já me irritou.

É possível resumir as boas atuações que teve no ano em partidas contra os Cardosos Moreiras, Macaés etc.

E porque tanta moral assim pra um jogador que não faz nada? Não sei. Chego a sentir náuseas quando vejo alguém se referir a ele como um "maestro".

Maestro é um escambal.

A vontade que dá é de rasgar o verbo e dizer que se ele jogasse em algum time onde o profissionalismo imperasse, nem banco seria.

Só que sei lá o que acontece no Botafogo que o cara é intocável e ainda querem renovar o contrato até 2050.

E não me venham com essa de que não tem reservas à altura, por favor!

Meu time já está desmoralizado demais pra eu ter que ouvir isso.

Tudo bem que no empate de ontem, o Lúcio Flávio não tem qualquer culpa pelo ridículo empate, né?

Afinal, ele não viajou com o grupo. Aliás, alguém sabe me dizer a razão de o nosso camisa 10 não ter nem viajado para Santos?

Saudações botafoguenses!!!"

E-mail do Fábio: fabio.alvinegro@gmail.com

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

13/07/08

Empate com sabor de derrota



Inexplicável, porém, justo.

Assim foi o empate entre Botafogo e Santos (2 a 2), na estréia do Ney Franco comandando o GLORIOSO, em plena Vila Belmiro.

Por falar no treinador alvinegro, teve apenas um erro na sua primeira partida: Colocar o bonde “Van Deer Ley” no lugar do Zé Carlos, quando nós já perdíamos o meio de campo e éramos pressionados pela equipe do litoral paulista. O correto seria a entrada do Lucas Silva (na pior das hipóteses), até porque, depois do empate santista, o matador “holandês-paraguaio” conseguiu mostrar que não passa de uma berração na natureza que cismou que é atacante de futebol, ao perder um gol feito.

O empate acabou com sabor de derrota, pois o Botafogo vencia por 2 a 0 até os 34 minutos do segundo tempo.

Ao final do jogo, o Ney Franco justificou o resultado dizendo que a diferença foi a falta de opções no banco, já que ele contava com dois zagueiros (Edson e Ferrero), dois atacantes (Alexsandro e Vanderlei) e apenas um volante, que já tinha entrado (Túlio Souza). Só esqueceu de falar do seu erro crucial, quando deixou o meio campista Lucas Silva sentado e pôs o “bonde” em campo.

Uma pena. Principalmente depois da ótima primeira etapa botafoguense, quando o time estava bem armado e explorando todos os espaços com muita inteligência e tranquilidade. Aliás, nestes 45 minutos iniciais, foi possível observar o trabalho (por mais simples que seja) de um profissional minimamente razoável em comparação ao incompetente do Geninho, que nunca conseguiu dar um padrão para o time.

O ponto falho da equipe alvinegra ficou com a dupla de zaga, que demorou para acordar na partida, com muitas falhas de posicionamento e tempo de bola. Em um lance parecido com o Lúcio (na Copa do Mundo de 2002), Renato Silva deixou o atacante do Santos livre para marcar. Por sorte do Botafogo, a bola preferiu a linha de fundo.

Também notei a sorte voltando pro nosso lado. Mesmo com o golpe final (empate), escapamos de vários lances que poderiam ter nos complicado. Será que foi a prova de que o Ney Franco é sortudo e que o Cuca é mesmo azarado? Não sei, mas não seria exagero “brincar” sobre isso...

Voltando à partida, quando o Botafogo era melhor (mas pecando nos últimos toques), Zé Carlos mostrou que o time pode (e deve) revezar nas cobranças de faltas. Resultado: Um belo gol. A partir de então, seria o momento ideal para aproveitarmos e matarmos o jogo. Pena que o Jorge Henrique e Lúcio Flávio não colaboraram.

De positivo no primeiro tempo, a garra e o golaço do Wellington Paulista, que marcou pelo segundo jogo seguido, após longo jejum, encerrado na última quarta-feira.

Quando os times voltaram para a segunda etapa, o Botafogo ainda estava bem posicionado e suportando as investidas santistas, que na base do sufoco tentava sem muito sucesso (e sorte). Infelizmente, continuávamos perdendo muitos gols. Estes fizeram toda a diferença no final.

O pior estava por vir, quando o jogo estava bem administrado. O primeiro dos dois golpes fatais: Wellington Paulista sentiu uma pancada e teve que sair de campo. Foi determinante, pois o artilheiro alvinegro era o melhor jogador em campo, infernizando a zaga adversária, marcando e ajudando o meio de campo. Em seguida, o erro capital do Ney Franco (que já mencionei no início do texto). Aí, nos desencontramos por completo e da confiança na primeira vitória fora de casa, passamos a contar desesperadamente os minutos, esperando o apito final.

E ficou por isso! 2 a 2 que não ajudou o Santos e também não foi nada bom para o Botafogo, que agora enfrentará o Ipatinga, no Rio de Janeiro precisando apenas de um resultado: Vitória, de qualquer forma.

Como eu disse, apesar de justo e até certo ponto “imaginável”, os últimos quinze muntos foram tão impiedosos, que o empate teve mesmo, sabor de derrota.

Agora passou! Não podemos ficar lamentando durante a semana. Até porque, precisamos reconhecer que já houve uma pequena mudança de atitude e padrão tático do time. Entretanto, continuo achando que o Ney Franco não era o nome mais apropriado para o momento do Botafogo. De qualquer forma, os seus primeiros noventa minutos foram infinitamente melhores do que o seu antecessor em todas as oportunidades que teve.

Enfim, temos time para melhorar a nossa situação. Tomara que a confiança esteja voltando aos jogadores, pois só eles poderão motivar os torcedores à comparecerem ao Engenhão nos próximos jogos.

Pois é, amigos...
...é aguardar e ver no que vai dar.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

NOTAS: BOTAFOGO 2 X 2 SANTOS

1- Castillo: Bem por baixo, confuso por cima - 6,0

2- Thiaguinho: Não foi mal, mas não é lateral de ofício. Compensa a limitação técnica com muita vontade - 6,0

3- Renato Silva: O de sempre. Lances bisonhos misturados com pés salvadores. É sempre uma preocupação - 6,0

4- André Luis: Me parece ainda sem ritmo de jogo. Comprometeu em alguns lances simples - 5,5

5- Túlio: Um dos melhores do time. Raça e vigor físico. Eu já o testaria na direita, mesmo com a volta do Alessandro - 7,0

6- Triguinho: Bom primeiro tempo, porém se complicou na defesa no segundo. Também deixou de atacar nos últimos 45 minutos - 5,5

7- Jorge Henrique: O velho problema de não saber concluir. Perdeu um gol feito e que garantiria a vitória botafoguense. Em compensação, está menos "cai-cai" e mais efetivo no ataque - 6,5

8- Diguinho: Voltou a fazer uma boa partida, após três rodadas abaixo da crítica. Pecou - apenas - um pouco na proteção ao miolo da zaga - 7,0

9- Wellington Paulista: O melhor do time. Segundo gol seguido, com muita raça, movimentação e lances de efeito - 7,5

10- Lúcio Flávio: De novo, faltou aparecer mais. Quando mais precisávamos do Lúcio administrando a bola, ele simplesmente não era encontrado - 5,5

11- Zé Carlos: Um bom primeiro tempo, atacando na boa e aparecendo de surpresa. Cansou na segunda etapa, quando foi substituído - 6,5

12- Túlio Souza: Entrou e não fez nada de mais, nem de menos - 6,0

13- Alexsandro: Não teve nenhuma boa oportunidade, mas pelo menos procurou as jogadas de frente - 6,0

14- Vanderlei: Esta meleca é horrível e já deveria estar (de graça) no Brasiliense - 4,5

Ney Franco: Teria uma bela estréia, se não fosse pelo grave erro que cometeu ao substituir o Zé Carlos pelo matador "holandês-paraguaio" - 6,5

Capitão vergonha



Já falamos da vergonhosa derrota por 6 a 0 para o Young Boys, pela OBI Cup, na Suíça, mas uma foto do site oficial do Botafogo fez com que eu voltasse aqui rapidinho, para um breve comentário:

Caros amigos, vocês repararam quem está com a faixa de capitão do GLORIOSO?

Além do vexame da participação (até o momento) alvinegra em solos europeus, o nosso "mais experiente, cerebral e dinâmico atleta" recebeu o privilégio de trocar flâmulas com os gringos.

Tem alguém realmente querendo queimar a nossa bela imagem ao redor do mundo. Só pode ser isso...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Um novo início



Hoje tem estréia no Botafogo: Ney Franco será o terceiro treinador a comandar o GLORIOSO neste início de campeonato Brasileiro.

Logo de cara, um velho conhecido dos botafoguenses e do próprio Ney: Cuca.

Jogo dos desesperados. Uma derrota será catastrófica para qualquer um dos alvinegros (paulistas e cariocas).

Se o Cuca barrou o melhor atacante deles (Kleber Pereira), em má fase, Ney Franco não contará com Alessandro, Leandro Guerreiro e Carlos Alberto.

A primeira mudança do novo técnico botafoguense será a volta do habitual 4-4-2. Para tanto, Ferrero foi barrado e dará lugar ao André Silva. Na direita, uma surpresa: Ao invés de Túlio Souza, o seu xará. Túlio atuará improvisado no setor, dando a entender que Thiaguinho começará no meio, ao lado do Diguinho.

Esta improvisação não é uma invenção. É uma necessidade, pois sem o Alessandro, o Botafogo não tem nenhum lateral de ofício, já que o Índio ficará um bom tempo fora dos gramados.

Assim, Ney Franco preferiu não continuar com os três zagueiros, que fracassaram contra o Vitória.

Vamos torcer! Boa sorte, Fogão!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!