15/07/08

Fogão na Europa: Decisão e parceria



O Botafogo enfrenta o Vitória de Guimarães, de Portugal, daqui a pouco, pela disputa do terceiro lugar da OBI Cup, na Suíça.

Se não tivesse perdido para o Young Boys, da Suíca, o GLORIOSO decidiria o torneio contra o mais tradicional dos três clubes europeus que disputaram o torneio: O Wolfsburg, da Alemanha.

Vamos torcer para que terminemos a OBI Cup de forma digna, como manda a tradição do Botafogo, que ontem surpreendeu muita gente ao vencer o amistoso contra o Partizan Belgrado, da Sérvia.

Por falar no Partizan, eu esqueci de comentar ontem, mas aproveito e peço a colaboração dos amigos do Cantinho Botafoguense agora. O Botafogo tem uma parceria com o clube sérvio, desde o ano passado, quando o Rotenberg chegou a viajar para conhecer as instalações do Partizan.

Aí que está, amigos: Em que consiste esta parceria? Alguém sabe se existem pontos específicos, ou trata-se apenas de uma espécie de "acordo de cavalheiros" para eventuais negócios?

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Boa, Ney Franco!



Depois da desastrosa substituição do Zé Carlos pelo Vanderlei no domingo passado (que insisto, em minha opinião contribuiu imensamente para o resultado final da partida), Ney Franco volta à pauta nest blog. Desta vez para elogiar a sua coragem e coerência.

Com a confirmação de que ainda não contará com Alessandro e Carlos Alberto (contundidos), Ney preferiu não mexer na equipe, que a princípio, será a mesma que iniciou o jogo contra o Santos. Ou seja, Thiaguinho atuando na ala direita, com Zé Carlos no meio. Na frente, Jorge Henrique começa como titular, mas tudo leva a crer que dará a vaga para o Gil no decorrer dos noventa minutos.

Tudo bem, esta foi a coerência. Mas cadê a coragem?

Bom, amigos, o Leandro Guerreiro cumpriu suspensão no domingo passado e está liberado para enfrentar o Ipatinga. Diferentemente dos antecessores (Cuca e Geninho), que insistiam com o jogador entre os titulares (independente da posição), Ney Franco deve começar com o volante no banco de reservas.

Ao menos alguém estava acompanhando (de fora) os jogos do Botafogo e percebendo que o Leandro deste ano ainda não é sombra daquele monstro de 2007. E o mais importante: O técnico alvinegro percebeu que o Guerreiro só sabe jogar na sua real posição (sem improvisações), e que no momento ele não está jogando uma bola capaz de barrar a dupla titular formada pelo Túlio e Diguinho.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Um canhoto aniversariante e outro se destacando



Hoje é aniversário do Zé Carlos, que completa 28 anos de idade.

O lateral/meio campista iniciou o ano voando baixo e fazendo ótimas apresentações, quando de repente, depois de uma contusão, voltou fora de forma física e técnica, resultando em partidas lamentáveis que acabaram despertando a ira da torcida botafoguense, que passou a perseguir o jogador.

Para piorar, Zé Carlos foi o responsável pela perda do pênalti que decidiu a sorte do GLORIOSO na Copa do Brasil.

Quando todos imaginavam que seria o fim da linha para o canhoto, ele teve outras chances e alternou boas e regulares partidas, dificultando uma análise fria sobre o seu futebol e/ou importância para o time.

Há quem goste e quem não goste, mas hoje é um dia especial para o alvinegro, para quem o Cantinho Botafoguense deseja muita felicidade e anos de vida.

Por falar em canhotos, segundo o site do Globoesporte, o Eduardo é o destaque do Botafogo até agora na Europa, despertando interesse de alguns clubes do continente.

Meu comentário: Que seja vendido logo, pois ele até pode ser bom jogador, mas provou que ainda é imaturo, inconsequente e irresponsável. E isso para o Botafogo atual é inadmissível, já que não temos muito tempo para ficar lapidando e conversando eternamente com quem não quer escutar.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

14/07/08

Reforços chegando



O atacante Zárate chegou ao Rio de Janeiro para definir os últimos detalhes do seu contrato com o GLORIOSO. Depois, volta para a Argentina para arrumar as malas em definitivo e ficar à disposição do Ney Franco a partir de agosto, quando estará apto para estrear no Brasileirão.

Enquanto o argentino ainda não pode atuar, outro reforço ofensivo foi apresentado nesta segunda, tendo inclusive participado do treinamento com os jogadores que não atuaram ontem, no empate contra o Santos. Gil chegou, treinou e já está relacionado para o jogo de quarta-feira, contra o Ipatinga, no Engenhão.

A princípio, Gil deve começar no banco de reservas, mas o seu aproveitamento é praticamente certo no decorrer da partida. O canhoto chega para brigar pela posição com o Jorge Henrique.

Bom, todos os amigos deste Cantinho Botafoguense sabem que o Gil não me empolga. De qualquer forma, vocês também sabem que nestes casos, torço (e não faço questão alguma) para que a minha língua seja queimada, pelo bem do Botafogo, sempre! Ainda assim, nesta concorrência pela titularidade, considero o Jorge Henrique muito mais importante. Continuaria titular do meu time.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Um dia histórico



Peço permissão - e já adianto as minhas desculpas para quem não gostar e/ou estiver de saco cheio do que comentarei - aos amigos deste Cantinho Botafoguense, mas hoje é um dia histórico para os alvinegros.

Adriano Felicio marcou o seu primeiro gol com a camisa do GLORIOSO.

Tal façanha merece destaque por aqui, afinal, nenhum torcedor - em sã consciência - esperava por este dia.

A única pena para o Felicio, é que justo quando ele marca, nenhum botafoguense vê. O prazer deste momento mágico ficou para os suíços que acompanharam o amistoso entre Botafogo e Partizan Belgrado, da Sérvia.

Tá pensando o quê? Adriano Felicio é chique, pô! O seu primeiro gol tem que ser no primeiro mundo. Agora sim, a negociação com o Chelsea, que andava emperrada, deve ser finalizada nas próximas horas.

Bom, amigos, vou para a minha pelada sagrada das segundas-feiras. Tomara que hoje também seja o meu dia. Inspiração não faltará. Aliás, inspiração não. Orgulho! Pois se o Adriano Felicio marcou gol, eu - mesmo que em partida não oficial e com os amigos - preciso fazer chover nesta noite. É questão de honra!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Surpresas (no placar e nos autores dos gols)



E não é que quando mais temíamos, o Botafogo vence?

Sim, amigos. A "equipe B" acabou de vencer o Partizan Belgrado por 2 a 1 em amistoso realizado no velho continente.

No post anterior, eu escrevi justamente sobre o temor de uma nova goleada, já que a equipe sérvia é melhor (e mais tradicional) do que o Young Boys, da Suíça. Além disso, o alvinegro europeu jogou com a sua força máxima. Nem assim foram suficientes para nos vencer.

Das duas, uma: O Botafogo jogou muito ou o Partizan é ruim demais.

Enfim, uma boa notícia, afinal, cansamos de discutir esta viagem do GLORIOSO à Europa, em troca de aproximadamente 500 mil reais (segundo a imprensa).

Mantenho a minha opinião, independente do resultado: Não existe dinheiro no mundo que pague a nossa representatividade e reconhecimento na Europa. Os 6 a 0 diante do Young Boys repercutiram muito mal e mesmo com o bolso cheio, o Botafogo não pode ter as glórias conquistadas por Garrincha, Amarildo, Didi, etc... apagadas assim, de forma tão ridícula.

Tudo bem, amigos. Vencemos! Ao menos espero que a primeira impressão desta "tour" seja esquecida e/ou coberta com este bom resultado.

Agora, a hora da "bomba"! Vocês estão sentados? Se não, por favor, mantenham-se serenos e preparados.

Os gols alvinegros foram marcados um em cada tempo.

O primeiro por ninguém mais, ninguém menos do que o capitão cerebral da equipe: Adriano Felício. É verdade, pessoal. Não é pegadinha. Não tem câmera escondida! O apoiador acaba de marcar o seu primeiro gol com a camisa do Botafogo, depois de quase "35 anos" no clube! Milagres acontecem! Acho que hoje o Felício toma um porre. E detalhe: Volta com moral para brigar pela titularidade da "equipe principal", hein?

Depois do empate sérvio (ainda na primeira etapa), Fábio, o atacante que não faz gols, resolveu contrariar a sua "fama" e nem bem o segundo tempo começou, deixou a sua marca.

Amigos, Botafogo 2 a 1 no Partizan. Gols de Felício e Fábio. Querem algo mais?

Eu quero. Aliás, eu torço: Para que algum dirigente gringo (preferencialmente se for um trouxa) tenha se encantado com os dois jogadores e não permita que eles retornem para o Rio de Janeiro.

Aí sim, com 500 mil na conta e sem esta dupla, podemos dizer que a "tour" serviu para alguma coisa.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Botafogo e Juca: O reencontro



O "Botafogo B" entra em campo nesta tarde (horário do Brasil) no segundo jogo da tour européia. Desta vez enfrentará o Partizan Belgrado, da Sérvia.

Depois dos sonoros 6 a 0 diante do Young Boys da Suíça, devemos ficar preparados para um eventual novo tropeço, afinal, o Partizan é muito superior ao Young Boys. Aliás, o "dono" do time sérvio é o ex-botafoguense, Juca, que é ídolo da torcida e diretoria.

Tomara que não se repita outra goleada, pois é o nome do Botafogo em questão, independente de quantas moedas entrarão ou não na nossa conta.

Ah, e por falar no Juca, tá aí um cara que eu sempre gostei, mas que estranhamente era perseguido por muitos botafoguenses. Se na época em que esteve no GLORIOSO eu considerava o Juca importante, hoje mais ainda: Seria titular do meu meio de campo, ao lado do Túlio, Diguinho e Carlos Alberto.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Diz aí, Fábio (05)



"Eu quero um camisa 10 de verdade

Chega, amigos!

É muita omissão para um atleta só.

Eu poderia falar da boa impressão inicial que tive do Ney Franco no Botafogo, mais, talvez, pelo alívio que é não ver mais o asno comandando o time; ou poderia falar, também, do bom momento que parece ter voltado para o nosso artilheiro (será a razão disso a sombra das contratações?), mas vou ser breve pra falar de um assunto que me incomoda há um bom tempo, desde o ano passado, pra ser mais preciso, quando tínhamos um time que voava em campo.

Aliás, a diferença de 2007, quando o nosso camisa 10 de hoje, 11 na época, aparecia mais pro jogo, do que pra este ano é que havia jogadores que jogavam por ele. E que se pese que a intensa movimentação daquele time, acho eu, favorecia seu estilo de jogo.

Só que, se no ano passado eu já não me dava por satisfeito, neste ano ele já me irritou.

É possível resumir as boas atuações que teve no ano em partidas contra os Cardosos Moreiras, Macaés etc.

E porque tanta moral assim pra um jogador que não faz nada? Não sei. Chego a sentir náuseas quando vejo alguém se referir a ele como um "maestro".

Maestro é um escambal.

A vontade que dá é de rasgar o verbo e dizer que se ele jogasse em algum time onde o profissionalismo imperasse, nem banco seria.

Só que sei lá o que acontece no Botafogo que o cara é intocável e ainda querem renovar o contrato até 2050.

E não me venham com essa de que não tem reservas à altura, por favor!

Meu time já está desmoralizado demais pra eu ter que ouvir isso.

Tudo bem que no empate de ontem, o Lúcio Flávio não tem qualquer culpa pelo ridículo empate, né?

Afinal, ele não viajou com o grupo. Aliás, alguém sabe me dizer a razão de o nosso camisa 10 não ter nem viajado para Santos?

Saudações botafoguenses!!!"

E-mail do Fábio: fabio.alvinegro@gmail.com

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

13/07/08

Empate com sabor de derrota



Inexplicável, porém, justo.

Assim foi o empate entre Botafogo e Santos (2 a 2), na estréia do Ney Franco comandando o GLORIOSO, em plena Vila Belmiro.

Por falar no treinador alvinegro, teve apenas um erro na sua primeira partida: Colocar o bonde “Van Deer Ley” no lugar do Zé Carlos, quando nós já perdíamos o meio de campo e éramos pressionados pela equipe do litoral paulista. O correto seria a entrada do Lucas Silva (na pior das hipóteses), até porque, depois do empate santista, o matador “holandês-paraguaio” conseguiu mostrar que não passa de uma berração na natureza que cismou que é atacante de futebol, ao perder um gol feito.

O empate acabou com sabor de derrota, pois o Botafogo vencia por 2 a 0 até os 34 minutos do segundo tempo.

Ao final do jogo, o Ney Franco justificou o resultado dizendo que a diferença foi a falta de opções no banco, já que ele contava com dois zagueiros (Edson e Ferrero), dois atacantes (Alexsandro e Vanderlei) e apenas um volante, que já tinha entrado (Túlio Souza). Só esqueceu de falar do seu erro crucial, quando deixou o meio campista Lucas Silva sentado e pôs o “bonde” em campo.

Uma pena. Principalmente depois da ótima primeira etapa botafoguense, quando o time estava bem armado e explorando todos os espaços com muita inteligência e tranquilidade. Aliás, nestes 45 minutos iniciais, foi possível observar o trabalho (por mais simples que seja) de um profissional minimamente razoável em comparação ao incompetente do Geninho, que nunca conseguiu dar um padrão para o time.

O ponto falho da equipe alvinegra ficou com a dupla de zaga, que demorou para acordar na partida, com muitas falhas de posicionamento e tempo de bola. Em um lance parecido com o Lúcio (na Copa do Mundo de 2002), Renato Silva deixou o atacante do Santos livre para marcar. Por sorte do Botafogo, a bola preferiu a linha de fundo.

Também notei a sorte voltando pro nosso lado. Mesmo com o golpe final (empate), escapamos de vários lances que poderiam ter nos complicado. Será que foi a prova de que o Ney Franco é sortudo e que o Cuca é mesmo azarado? Não sei, mas não seria exagero “brincar” sobre isso...

Voltando à partida, quando o Botafogo era melhor (mas pecando nos últimos toques), Zé Carlos mostrou que o time pode (e deve) revezar nas cobranças de faltas. Resultado: Um belo gol. A partir de então, seria o momento ideal para aproveitarmos e matarmos o jogo. Pena que o Jorge Henrique e Lúcio Flávio não colaboraram.

De positivo no primeiro tempo, a garra e o golaço do Wellington Paulista, que marcou pelo segundo jogo seguido, após longo jejum, encerrado na última quarta-feira.

Quando os times voltaram para a segunda etapa, o Botafogo ainda estava bem posicionado e suportando as investidas santistas, que na base do sufoco tentava sem muito sucesso (e sorte). Infelizmente, continuávamos perdendo muitos gols. Estes fizeram toda a diferença no final.

O pior estava por vir, quando o jogo estava bem administrado. O primeiro dos dois golpes fatais: Wellington Paulista sentiu uma pancada e teve que sair de campo. Foi determinante, pois o artilheiro alvinegro era o melhor jogador em campo, infernizando a zaga adversária, marcando e ajudando o meio de campo. Em seguida, o erro capital do Ney Franco (que já mencionei no início do texto). Aí, nos desencontramos por completo e da confiança na primeira vitória fora de casa, passamos a contar desesperadamente os minutos, esperando o apito final.

E ficou por isso! 2 a 2 que não ajudou o Santos e também não foi nada bom para o Botafogo, que agora enfrentará o Ipatinga, no Rio de Janeiro precisando apenas de um resultado: Vitória, de qualquer forma.

Como eu disse, apesar de justo e até certo ponto “imaginável”, os últimos quinze muntos foram tão impiedosos, que o empate teve mesmo, sabor de derrota.

Agora passou! Não podemos ficar lamentando durante a semana. Até porque, precisamos reconhecer que já houve uma pequena mudança de atitude e padrão tático do time. Entretanto, continuo achando que o Ney Franco não era o nome mais apropriado para o momento do Botafogo. De qualquer forma, os seus primeiros noventa minutos foram infinitamente melhores do que o seu antecessor em todas as oportunidades que teve.

Enfim, temos time para melhorar a nossa situação. Tomara que a confiança esteja voltando aos jogadores, pois só eles poderão motivar os torcedores à comparecerem ao Engenhão nos próximos jogos.

Pois é, amigos...
...é aguardar e ver no que vai dar.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

NOTAS: BOTAFOGO 2 X 2 SANTOS

1- Castillo: Bem por baixo, confuso por cima - 6,0

2- Thiaguinho: Não foi mal, mas não é lateral de ofício. Compensa a limitação técnica com muita vontade - 6,0

3- Renato Silva: O de sempre. Lances bisonhos misturados com pés salvadores. É sempre uma preocupação - 6,0

4- André Luis: Me parece ainda sem ritmo de jogo. Comprometeu em alguns lances simples - 5,5

5- Túlio: Um dos melhores do time. Raça e vigor físico. Eu já o testaria na direita, mesmo com a volta do Alessandro - 7,0

6- Triguinho: Bom primeiro tempo, porém se complicou na defesa no segundo. Também deixou de atacar nos últimos 45 minutos - 5,5

7- Jorge Henrique: O velho problema de não saber concluir. Perdeu um gol feito e que garantiria a vitória botafoguense. Em compensação, está menos "cai-cai" e mais efetivo no ataque - 6,5

8- Diguinho: Voltou a fazer uma boa partida, após três rodadas abaixo da crítica. Pecou - apenas - um pouco na proteção ao miolo da zaga - 7,0

9- Wellington Paulista: O melhor do time. Segundo gol seguido, com muita raça, movimentação e lances de efeito - 7,5

10- Lúcio Flávio: De novo, faltou aparecer mais. Quando mais precisávamos do Lúcio administrando a bola, ele simplesmente não era encontrado - 5,5

11- Zé Carlos: Um bom primeiro tempo, atacando na boa e aparecendo de surpresa. Cansou na segunda etapa, quando foi substituído - 6,5

12- Túlio Souza: Entrou e não fez nada de mais, nem de menos - 6,0

13- Alexsandro: Não teve nenhuma boa oportunidade, mas pelo menos procurou as jogadas de frente - 6,0

14- Vanderlei: Esta meleca é horrível e já deveria estar (de graça) no Brasiliense - 4,5

Ney Franco: Teria uma bela estréia, se não fosse pelo grave erro que cometeu ao substituir o Zé Carlos pelo matador "holandês-paraguaio" - 6,5