29/07/08

Bixos que saem dos lixos



Notícia do Lancenet:

"O goleiro Renan, do Botafogo, foi assaltado por membros de uma facção organizada do Flamengo nos arredores do Maracanã, no último domingo, após o clássico contra o Rubro-Negro, que terminou em 0 a 0.

Renan foi cercado, teve seu celular roubado e recebeu um soco na cabeça, mas o goleiro resolveu não prestar queixa na delegacia. O goleiro participou sem problemas do treino desta segunda, em General Severiano
".

Meu comentário: Bixos!

Esta palavra é sinônimo dos "molambos". Não é a toa que os botafoguenses cada vez menos frequentam os estádios em dias de clássico contra o Flamengo.

Fazem mais do que certo.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

O lado direito é do...



Eu confesso que fiquei - positivamente - surpreso com a partida do Alessandro, no domingo passado.

Não é que ele tenha atuado de forma exuberante. Longe disso, até porque, o Alessandro é extremamente limitado. Mas considerando o período de inatividade que ele estava, ter levado vantagem no confronto direto logo com o Juan - um dos melhores laterais esquerdos do Brasil -, precisa ser reconhecido.

Ao que tudo indica, o Ney Franco também gostou do Alessandro e deverá mantê-lo no time titular, amanhã, contra o Goiás. Assim, Thiaguinho retornaria ao banco de reservas.

Como o treinador botafoguense tem surpreendido de vez em quando, é sempre bom estarmos preparados para novidades, ou seja, Thiaguinho começando o jogo.

Apesar dos elogios ao Alessandro, reforço o que falei nos últimos dez dias: Em minha opinião o ex-jogador do Boavista ganhou a vaga e merece ser titular. A imensa maioria dos torcedores também pensa assim.

O voto de minerva caberá ao Ney Franco

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Vamos apoiá-los



Até quando ficaremos lamentando os gols perdidos pelo Botafogo (principalmente da dupla Jorge Henrique e Wellington Paulista)?

Eu sei que dá raiva e eles poderão fazer falta lá no final do campeonato, mas será que ajudaremos colocando carga extra de pressão nos atletas? Ainda mais quando estamos em uma crescente...

Vamos apoiar, amigos. Se tem uma hora boa, ela é agora.

E temos que lembrar que este grupo começa a dar sinais de recuperação e maior comprometimento. E no caso da dupla de ataque titular, são jogadores que até ontem cantávamos os nomes, portanto, continuemos com o incentivo, pois a "imprensa parcial" tenta, mas sabemos que NINGUÉM CALA O NOSSO AMOR.

Para dentro do Goiás!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Quem ficará de castigo?



Putz, o Globoesporte foi mais rápido...

Eu deixaria para comentar sobre o duelo particular (Carlos Alberto x Fernando), amanhã, no dia do jogo contra o Goiás, mas já que o site esportivo fez uma matéria sobre, acho que não terá mais razão deixar para a quarta-feira.

O Botafogo enfrenta o Goiás e o Carlos Alberto certamente sofrerá marcação especial do volante esmeraldino, Fernando. Detalhe: São irmãos (literalmente a cara de um,
"fuça" de outro).

De um lado, o alvinegro. Habilidoso, rápido, rico e conhecido mundialmente. Do outro, o volante do Goiás. Limitado, não tão rico e pouco conhecido nacionalmente.

Carlos Alberto é um dos jogadores que mais sofreram faltas no Brasileirão. Fernando, pelo contrário: Um dos mais faltosos.

Já assisti três partidas do Goiás neste campeonato e em todas o "irmão menos famoso" foi escalado para marcar os principais atletas dos adversários. Se a regra permanecer, Fernando será instruído a grudar no seu irmão. Aí, amigos, o árbitro terá uma situação inusitada para conduzir, pois ouvirá muitos xingamentos e ofensas que não serão ofensivas. Quer dizer, serão sim, mas são irmãos e depois da partida os dois jantarão na casa dos pais. Juntos...

Vai ser interessante. Como será que o Carlos Alberto reagirá com uma entrada mais dura do Fernando? E será que se for preciso o volante entrará de forma violenta do apoiador?

Só tenho uma lamentação: Amanhã estarei em São Paulo, e o jogo das 20:30h não passará na TV. Portanto, não terei o prazer de acompanhar esta disputa particular entre os irmãos, nem - principalmente - a vitória (se Deus quiser) do Botafogo.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

28/07/08

Sansão argentino e o bezerro molambento (ou alvinegro?)



Hoje foi dia do primeiro treino com bola do atacante argentino, Leandro Zárate.

Apesar de um simples recreativo, o site Globoesporte noticiou que o índice de acertos nos chutes do Zárate foi muito bom. Além disso, parece que o hermano recebe a bola e já vira a "patada" para o gol adversário, como um autêntico artilheiro deve fazer.

Boa notícia, não? Zárate pediu mais 10 dias para estar em plena forma e finalmente estrear com a camisa do GLORIOSO. Vamos aguardar, mas as primeiras impressões foram positivas. E eu repito o que disse na última semana: Diferentemente da primeira foto que vi do argentino, eu não o achei "gordinho". Para mim o cara é muito (MUITO) forte mesmo! Ótimo! Que ele passe por cima dos zagueiros adversários!

Enquanto o ambiente alvinegro é ameno, os quarteirões sombrios e enfeitiçados da Gávea estão explodindo...

O atacante (?) Obina, vaiado pelos "molambos" (ué, não era o Anjo Negro artilheiro?) no clássico de ontem, foi treinar normalmente nesta segunda-feira. De repente o seu semblante mudou: Do sorriso ao receio em questão de segundos...

Tudo porque Obina foi flagrado chegando no Flamengo, com uma camisa do Botafogo nas mãos.

Bom, é uma prova mais do que concreta de que o rapaz é feio, escroto e perna de pau, mas tem o mínimo de bom senso em distinguir o que é bom e o que é mau. O que faz bem e o que faz mal! Assim que o árbitro apita o final da partida, Obina corre para o chuveiro para tirar as feridas e assaduras daquele horrível pano vermelho e preto.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Amém!!!



Discordo completamente de quem diz que o Botafogo precisa de reforços para a zaga, lateral direita e meio de campo.

Quero dizer, discordo em partes e explico o motivo: Como encontrar bons nomes se nunca estamos "antenados" com as ofertas do mercado? Além disso, não temos recursos e os nossos "parceiros" só nos mandam "malas".

Eu pensei em alguns jogadores disponíveis, mas também não lembrei de nomes minimamente razoáveis. Assim, tive uma idéia e aproveito para lançar uma campanha para a diretoria botafoguense: Vamos contratar o procurador do "Van Deer Ley", pois este sim, honra o lema daquele personagem da Escolinha do Professor Raimundo: "Fazemos qualquer negócio".

Depois de convencer o GLORIOSO de que os gols do "encosto" (com o aval do porquinho) seriam importantíssimos, o procurador em questão acaba de revender (graças a Deus) a sua "MERDAdoria" para o União Leiria, da segunda divisão de Portugal.

Segunda divisão? Pô, convenhamos: Está ótimo para o "Van Deer Ley", que não tem futebol para disputar - sequer - a segundona capixaba.

O Botafogo, enfim, se vê livre de outro "peso"!!!

Se o cara consegue levar um atacante tão horrível para o Atlético MG, Botafogo e até Europa, é porque tem potencial e muita lábia. Vamos lá, diretoria! Contratemos o procurador do "holandês-paraguaio". Para quem fez estes "negócios" relatados, trazer o Messi, Kaká, Nesta e Eto'o para o Botafogo é fichinha!

Desculpem a brincadeira, amigos. É a alegria que está sublime, à ponto de ficar bobo com esta ótima notícia. Desta vez, oficial e confirmada!

Não volte nunca, Vanderlei!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Só falta o Highlander



O trabalho realizado pelo Ney Franco tem sido satisfatório até o momento. Mesmo os mais céticos com a sua contratação (eu, por exemplo), não têm motivos e argumentos para qualificar negativamente o início do Botafogo comandando pelo treinador.

Se a avaliação fosse razoável ou negativa, poderíamos acusar o Ney Franco de tudo (burrice, incompetência, etc...), mas uma coisa ele já mostrou: É corajoso.

E a coragem em questão não é em tornar o time mais ofensivo do que o seu antecessor (que prefiro não mencionar mais o nome). É a coragem de barrar quem não estiver jogando o que pode e deve. Ou seja, o banco de reservas é um local comum e apropriado para todos que não justificarem - em campo - a titularidade.

O simples fato de ter colocado três dos "medalhões" botafoguenses, mostra que o Ney Franco não liga (ou não está ligando) para nomes, cargos e salários.

Leandro Guerreiro agora é figura constante no banco. Ao seu lado já teve o Jorge Henrique, e ontem, o Lúcio Flávio. Todos, homens de confiança e "intocáveis" do Cuca e do Geninho (putz, falei o nome da praga...).

Por falar em "intocável"...

Só falta o Ney Franco arranjar um lugarzinho ao seu lado para outro jogador. Este, um "mistério".

De qualquer forma, já é um progresso. Mas grande parte da torcida espera ansiosamente pelo "último dos moicanos" no banco de reservas. Aí sim, o sentimento de justiça será definitivo.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Diz aí, Fábio (07)



"Que o time está se apresentando bem com Ney Franco, isso é fato. Mas precisamos, o quanto antes, transformar isso em vitórias.
Não é possível perdermos tantos gols em jogos decisivos, como aconteceu contra Santos, São Paulo e ontem, contra os mulambos.

Com os sete pontos que já perdemos nesses jogos, estaríamos entre os quatro primeiros. Ok, é mesmo difícil manter uma seqüência de vitórias assim. Mas que o time jogou melhor do que o adversário em todas essas partidas, isso é mais um fato.

A coragem do Ney Franco de botar o Lúcio Flávio no banco, assim como já fez com Guerreiro e Jorge Henrique, mostra que ele tem compromisso com a vitória e me dá ainda mais expectativas de uma boa campanha neste campeonato brasileiro e, também, na sulamericana. Aliás, neste último, por favor, uma boa campanha significa ser campeão, pois não quero chegar lá no final e perder outra vez.

Bom, voltando ao Ney, impressionante o conhecimento que ele tem demonstrado sobre o nosso elenco. É verdade que algumas alterações que ele fez deixaram nosso meio-campo desguarnecido e exposto. Mas, em geral, ele tem se saído muito bem.

Infelizmente, não é ele quem perde os gols dentro da área e na cara com o goleiro.

Para o fim do primeiro turno, faltam quatro jogos. Jogaremos contra Goiás, em casa, o Atlético Paranaense (ou o famoso cincão, lembram?) e o Figueirense, fora, e o Palmeiras, em casa.

De 12, precisamos de dez pontos. Estou querendo muito? Acho que não. Só assim, penso eu, que conseguiremos estar próximo do pelotão da frente ao fim da primeira metade do campeonato, como sempre quis o Ney Franco desde que assumiu o time.

Se isso acontecer, só nos falta esperar que o mercado externo continue se esquecendo do Botafogo, pois, com esse elenco, chegaremos longe.

Concordam?

Saudações positivamente botafoguenses!!!"


E-mail do Fábio: fabio.alvinegro@gmail.com

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

27/07/08

Hoje a bola não entraria nem com prorrogação...



Assim que o relógio anunciou as 18h, fiz o meu breve ritual e ajeitei o sofá para mais uma partida do Botafogo. Além de enfrentar o Flamengo (que é sempre uma motivação extra), eu estava louco para saber qual o time que o Ney Franco mandaria à campo de início.

De repente, um mix de surpresa e - certa - felicidade: Finalmente alguém teve a coragem de barrar o Lúcio Flávio, que atravessa um momento ruim. Nesta hora liguei para o Fábio e dei a minha cara à tapa: "Fabião, agora o Ney Franco me calou. Gostei dessa. O cara tem coragem".

Do outro lado da linha, o amigo alvinegro da capital federal respondeu (como se também não estivesse acreditando): "Rodrigo, a ficha ainda não caiu".

A imensa maioria dos botafoguenses já pedia pela presença do Lúcio Flávio no banco. Quem sabe assim o jogador não refletia sobre os detalhes que precisa melhorar. E lá fomos para o jogo, com Alessandro na direita, Carlos Alberto fazendo dupla com Zé Carlos no meio e Wellington Paulista com o Jorge Henrique lá na frente. Em tese, a equipe preferida dos alvinegros...

Por ser a primeira partida com esta formação, pode ser que o grupo tenha sentido a diferença. O fato é que a ausência do Lúcio foi sentida.

Tudo bem, o Túlio foi perfeito no intervalo da partida: "Está faltando um desempenho individual melhor de todos nós". Realmente nenhum atleta rendeu o que pode na primeira etapa. Ainda assim, tornei a ligar para o Fábio e mais uma vez dei a minha cara à tapa: "Fabião, a equipe está uma merda. O Zé tá pior que a merda e sinceramente? O Lúcio faz sim, falta no time".

Exagero? Paixão à flor da pele? Claro. Os dois! Entretanto o segundo tempo mostrou que muita coisa mudou: Vários jogadores renderam (individualmente) melhor e a entrada do Lúcio Flávio fez diferença. Não foi algo gritante e "de outro mundo", mas eu - que o critiquei bastante (com justiça) - reconheço que a sua participação foi importante para as jogadas ofensivas do GLORIOSO.

Só não fico completamente envergonhado, porque eu lembro que comentei algo como: O Carlos Alberto é titular do meio de campo e alguém deve sair. Lúcio Flávio ou Zé Carlos. Eu daria uma última oportunidade ao primeiro. Lembram?

Enfim, Diguinho, Túlio, Carlos e Lúcio. Este deve ser o nosso setor do meio de campo. Agora, sem que o camisa 10 seja "maestro", "capitão", "peça chave", etc... Digo mais: Eu daria a camisa número 11 para o Lúcio Flávio. Acho que esta pode ser a "mudança tática" perfeita...

Voltando ao jogo, que sorte os "molambos" dão contra a gente, né?

O primeiro tempo alvinegro foi horrível. Com exceção de um chute do Diguinho, não fizemos nada mais. Nenhuma jogada trabalhada, triangulação e vários erros de passes e posicionamento. Para piorar, a equipe parece que não entrou em campo com o espírito que uma partida contra o Flamengo exige. Diante de tantos "horríveis", destaque para o Zé Carlos, que além de errar tudo, não conseguia dar dois passos sem botar a língua para fora da boca.

Bom, não reclamo integralmente, pois esqueci de atentar que só não descemos perdendo para o vestiário porque o Renato Silva salvou o gol certo do Obina, depois de uma tremenda furada do próprio alvinegro. Aliás, todos sabem que eu nunca assimilei o Renato titular do Botafogo, mas a minha cisma só piora quando o alvinegro consegue perder TODAS as jogadas para o Obina em uma só partida. Não foi para um atacante. Foi para o Obina. É crítico demais, até para rir...

Com o Lúcio na vaga do cansado Zé Carlos, o GLORIOSO partiu para cima do Flamengo nos últimos 45 minutos.

As chances ainda não eram as mais claras, porém o domínio territorial estava evidente. Tão evidente como as oportunidades que daríamos para os contrataques dos "molambos". Era um risco que precisava ser assumido, já que os três pontos eram vitais para recuperação das duas equipes no campeonato.

Ney Franco tornou o time ainda mais ofensivo quando sacou o Túlio e colocou o Gil em campo. Em compensação a defesa alvinegra ficava desguarnecida ao extremo, contando com a incapacidade e incompetência dos péssimos atacantes rubro-negros.

A esta altura os principais jogadores do Botafogo rendiam um pouco do que esperamos deles. Carlos Alberto tinha bons lampejos, junto com o Lúcio Flávio. Até a dupla Jorge e Wellington (que fizeram um péssimo primeiro tempo) cresceu no jogo. Tanto que em um lance sensacional, o paulista deixou o "motorzinho" na cara do gol. Ele driblou o goleiro e bateu...
...o zagueiro adversário salvou a derrota quando a bola já dizia "oi" para a rede.
No mesmo lance, Carlos Alberto cruzou e novamente o Jorge Henrique apareceu cabeceando à queima roupa para uma defesa milagrosa do Diego.

Assim que o lance foi totalmente salvo, lamentei: "É, hoje não vai. A torcida agora é para não sermos castigados como no domingo passado".

Putz, e eu cheguei a pensar que o filme se repetiria, quando o Flamengo teve três oportunidades de ouro ao explorar nosso time todo no ataque. Pelo visto a "pelota" estava de mal com as duas equipes.

Enquanto isso, os botafoguenses davam o luxo de - mais uma vez - não definir um clássico, tamanha era a facilidade que estava. Fácil? Bom, quero dizer...
...só faltou o último toque. E justamente este ponto que não corrigimos na volta do intervalo, quando melhoramos em todos os quesitos lamentados no primeiro tempo. Esquecemos da "tal da finalização".

Diego de novo. Trava e chutes bisonhos cara a cara com o gol flamenguista. Estava decretado o terceiro empate do Botafogo nos clássicos deste Brasileirão. O segundo por 0 a 0 e a perda de uma posição na tabela.

Nada de pavor. O time cresceu e mostrou que realmente estamos no caminho certo e hoje eu tenho absoluta certeza: Teremos um segundo turno que nos dará alegrias ao término do Brasileirão. Para tanto, um pouco mais de atenção lá atrás e calma na frente. Ajeitando isso, temos time para brigar com qualquer outro na competição.

Quarta-feira estaremos no Engenhão para pegar o Goiás. Se o empate contra o Flamengo até que não pode ser considerado "absurdo", o mesmo não pode ser dito do "Esmeraldino". Ou seja, daqui a três dias só um resultado importa e nos mantém nesta crescente: A vitória!

O time melhorou, o técnico está fazendo um bom trabalho e agora a torcida precisa fazer mais a sua parte: Encher e apoiar o grupo, quando este pisar no gramado do estádio mais moderno da América Latina.

Até lá, uma boa conversa do Ney Franco com os jogadores e a pergunta que não se calará: O Lúcio joga bem quando entra no segundo tempo ou deve começar desde o início?

A minha resposta? A segunda opção. Desde que ele não seja "o camisa 10" do time. Esta está representada - de alguma forma - por outro número (o 19). Se o Lúcio Flávio quiser e aceitar o papel de um autêntico "8", será de grande valia.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

NOTAS: BOTAFOGO 0 X 0 FLAMENGO

1- Castillo: Não comprometeu quando exigido - 6,5

2- Alessandro: Para quem voltou de uma contusão, me surpreendeu. Boa partida - 6,5

3- Renato Silva: Perder tudo para o Obina é o cúmulo. Chega! Basta! - 5,0

4- André Luis: Ganhou a maioria pelo seu setor. Sério e sem brincadeiras - 6,5

5- Túlio: Boa partida, ajudando principalmente na parte tática da equipe - 6,5

6- Triguinho: Depois de um primeiro tempo sofrível, melhorou um pouco no segundo. Ainda assim, não esteve bem - 5,5

7- Jorge Henrique: Só viu a cor da bola nos últimos 45 minutos, e quando conclui certo, o zagueiro em um lance e o goleiro no outro, evitam o seu gol - 6,0

8- Diguinho: Alternou bons momentos e outros um pouco dispersivo. De qualquer forma, foi um dos mais participativos - 6,5

9- Wellington Paulista: Igual o companheiro de ataque. Quase marcou um golaço, além de deixar o Jorge na cara do Diego, com um lindo passe - 6,0

10- Zé Carlos: "A 10" pesa em alguns jogadores. Não tinha pernas para andar, passar, correr e chutar - 4,5

11- Carlos Alberto: Mesmo com a equipe ruim do primeiro tempo, era o único que tentava um lance diferente. Deixou o Cristian tonto em toda a partida, mas cansou justamente no melhor momento do GLORIOSO em campo - 6,5

12- Leandro Guerreiro: Pouco tempo para fechar o meio de campo. Ainda arriscou dois chutes a gol, que esbarraram nos adversários - 6,0

13- Gil: De novo, o velho "cisca-cisca". Eu tenho implicância com ele, mas o Gil só me provará o contrário quando mostrar efetividade... Pelo menos não foi tão mal como na quarta passada - 6,0

14- Lúcio Flávio: Ainda não rendeu o que sabemos que ele pode, mas seria injustiça dizer que o time não melhorou com a sua entrada. Melhorou sim - 6,5

Ney Franco: Mostrou coragem e domínio do grupo ao escalar e trocar o time. Tentou a vitória de todas as formas, mas hoje não foi o dia. De qualquer forma, o Botafogo é outro sob o seu comando - 7,0