22/08/08

Turismo em Buenos Aires



Nunca fui para a Argentina, mas toda a minha família já foi e a opinião é unânime: Buenos Aires é uma cidade muito legal para passear.

Espero conhecê-la um dia.

Quem sabe eu não vá, quando eu resolver fazer um curso de direito, estudar cinco anos, passar na prova da OAB e mandar o meu currículo para o Botafogo...

Como assim?

Amigos, o Zárate precisou voltar à capital argentina para "implorar" pela assinatura dos dirigentes do Unión de Santa Fé. Esta é a "tal pendência" para a estréia do atacante, que está em General Severiano desde o mês passado, mas ainda não foi inscrito no Brasileirão (além de ter ficado fora do grupo na Sul-Americana).

Rodrigo, mas o Zárate é jogador de futebol. Onde entra o advogado nesta história?

Ah tá! Tinha esquecido...

É que o Botafogo enviou também um advogado para Buenos Aires com o mesmo intuito do atleta: Tentar agilizar o processo!

Isso porque o clube já havia enviado uma equipe jurídica à Argentina anteriormente. O objetivo? Exatamente o mesmo. A diferença é que o negócio ainda estava no início.

Talvez se a viagem fosse "melhor aproveitada" da primeira vez, evitaríamos esta lamentável espera, recheada de "novidades" que o Botafogo alega desconhecimento.

E alguém duvida que Buenos Aires deve ser maravilhosa?

As pessoas vão para lá e até parece que esquecem os propósitos das viagens...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Tá com medo, Edmundo?



"- É uma pena que o jogo seja realizado no Maracanã. É uma manobra que nos prejudica, pois acabamos jogando duas vezes fora de casa".

A frase acima foi do Edmundo, respondendo uma pergunta sobre o clássico de domingo, entre Vasco e Botafogo.

Alguém precisa lembrar ao "animal", que o Botafogo jamais se negou a enfrentar o "bacalhau" em São Januário. Pelo contrário: Um acordo feito entre o Bebeto de Freitas e o ex-presidente cruzmaltino (Eurico Miranda), dizia que eles nos visitariam no primeiro turno, e nós faríamos o inverso no segundo.

O problema é todo do Vasco, afinal, logo que assumiu o clube, o Roberto Dinamite deixou claro que os clássicos com o mando de campo deles seriam realizados no Maracanã. Depois que tentou voltar atrás, deu de cara com as regras do campeonato, que exigem - pelo menos - dez dias para eventuais mudanças.

Sigam as regras!

Uma coisa é clara: Eles estão morrendo de medo! Sinal de respeito!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Que a história não se repita



Como eu estive em São Paulo na quinta-feira, fui pego de surpresa com o interesse do Botafogo no zagueiro Emerson, do Cruzeiro. Parece que a negociação está bem encaminhada e deve ser concretizada nos próximos dias.

O jogador (que eu não conheço) não é aproveitado pelo Adilson Batista no time mineiro e segundo informações, o Cruzeiro já estudava a sua dispensa do grupo.

Emerson é um pedido do Ney Franco, que trabalhou muito tempo no futebol mineiro.

Bom, como eu disse, não conheço este Emerson. Também não acredito que seja a nossa maior necessidade, até porque, o campeonato está na reta final e poderíamos terminá-lo para só então programarmos a próxima temporada e reforços.

Torço para que o zagueiro não seja um "peixe" do Ney Franco. Sabemos que isso existe (e muito) no futebol.

Vale lembrar que nos dois últimos clubes que dirigiu, Ney Franco começou muito bem, mas depois foi indicando reforços - no mínimo - discutíveis: O Flamengo sofreu com o "pacotão" do Ipatinga e o Atlético PR com alguns relegados do próprio Flamengo.

Tomara que esta falha tenha sido detectada pelo Ney Franco, que está fazendo um excelente trabalho no GLORIOSO.

Mas ainda não indicou reforços de sua confiança...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

21/08/08

Um palpite 100%



Depois de levantar as 4h da madrugada, pegar o primeiro vôo para São Paulo, passar o dia inteiro em reunião (brigando contra o sono) e encarar outra hora e meia de volta, acabo de chegar em casa. Aliás, nestes momentos eu valorizo ainda mais a famosa frase: "Home sweet home".

Como vocês perceberam, passei o dia ausente do Cantinho Botafoguense. Consegui apenas verificar rapidamente os primeiros comentários no último post, sobre a vitória de ontem. Só agora estou fazendo um "upgrade" nas notícias do GLORIOSO.

Prometo que amanhã eu volto no ritmo normal do C.B.

Mas antes de finalizar esta quinta-feira, gostaria de dizer que eu acho que temos um amigo "bruxo" (no bom sentido) por aqui: O Fábio! risos!

Sério, o cara simplesmente adivinhou como seria a nossa vitória.

Antes da partida começar, o Fabião me enviou um torpedo mais ou menos assim: "Rodrigo, não sei porque, mas estou sentindo que a vitória virá de uma falta do Lúcio Flávio".

Na hora eu respondi: "Fabião, Deus te ouça. 1 a 0 hoje (ontem) é goleada, amigo".

Final de jogo: Botafogo 1 a 0, gol do Lúcio Flávio...
...de pênalti. Que não deixa de ser uma falta, né? risos!

Fabião, tomara que você continue com estes "feelings"!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

20/08/08

Rumo ao título? Sim, rumo ao título!



Não tem mais jeito.

A disputa do título brasileiro é uma realidade para o Botafogo. A confirmação veio hoje, após a vitória sobre o Cruzeiro: O 1 a 0 - gol de pênalti do Lúcio Flávio - teve sabor de goleada, tamanha a importância da partida, visto que o time mineiro ainda é vice-líder do campeonato. Agora, dois pontos na frente dos comandados do Ney Franco.

Quarta-feira, Engenhão cheio e os botafoguenses contando os minutos que antecipavam a partida. Há muito tempo não vivíamos estes momentos decisivos com tanta empolgação e intensidade.

Aliás, o Botafogo não sabe o que é perder desde o jogo contra o São Paulo, no Morumbi. Por sinal, a única derrota do Ney Franco pelo GLORIOSO.

Em compensação, o triunfo sobre o Cruzeiro foi o sexto seguido na competição (fora a vitória na Sul-Americana). E mais: Um único gol sofrido durante todo este período no Brasileirão. Os números mostram o porque subimos absurdamente na tabela de classificação.

Para quem imaginava um final de temporada lutando contra rebaixamento, a mudança está para lá de agradável.

E sabendo deste momento incrível do Botafogo, o Adilson Batista armou o Cruzeiro com um único intuito na partida de hoje: Evitar a derrota de todas as formas.

Do outro lado, Ney Franco escalou o Botafogo do jeito que os torcedores estão mais do que acostumados: De forma ofensiva, consistente e principalmente com muita disciplina tática.

Assim os dois times entraram no estádio mais moderno da América Latina.

Empurrado pelo mais de 25 mil presentes, o GLORIOSO tentou empurrar o adversário para o seu campo defensivo, imaginando que uma hora eles não aguentariam a pressão. Não contávamos, porém, com o forte ferrolho cruzeirense, que praticamente impedia qualquer investida alvinegra pelas laterais.

É lógico que os jogadores alvinegros colaboraram um pouco com a defesa mineira. Com exceção do Jorge Henrique, a movimentação botafoguense não estava como de costume. Os apoiadores passaram boa parte da primeira etapa centralizados e esperando as bolas. O problema é que não tinham com quem jogar, pois o "motorzinho" abria espaços, mas o Wellington Paulista não recebia assistência dos homens vindos de trás.

Enquanto isso as laterais eram mal utilizadas e nas raras vezes que as bolas chegavam para o Triguinho e Thiaguinho, os cruzamentos eram pessimamente executados.

Claro que o torcedor sabia das dificuldades e considerava o fato de estarmos enfrentando o vice-líder do campeonato, mas à medida que o tempo passava e o Botafogo não criava, uma certa dose de impaciência era escutada no estádio (pelo menos na TV).

Acredito que os gritos da arquibancada eram mais altos porque o Cruzeiro defendia bem e descobria um espaço para investir nos contrataques.

As chances mais claras de gols foram justamente dos mineiros. Todas pelo setor direito alvinegro, explorando as brechas deixadas pelo Thiaguinho. O Renan não precisou fazer defesa milagrosa, mas a bola que passou por ele esbarrou na trave e foi isolada pelo Triguinho, quando já ultrapassava a meta fatal botafoguense.

Era melhor descermos para o intervalo logo. A sorte - mais uma vez - andou conosco nos primeiros 45 minutos.

Sabendo que o Coritiba vencia e nos passava na classificação, Ney Franco preferiu voltar com a mesma equipe. Apenas pediu mais jogadas pelos flancos.

Apesar do pedido do treinador, parece que os jogadores não compreenderam muito bem, pois continuávamos afunilando os toques pelo meio, com o coitado do Wellington Paulista completamente sacrificado por ter que encarar - de costas - três zagueiros.

O Botafogo cozinhava a bola na intermediária cruzeirense sem saber como finalizar ao gol do Fábio e com o passar do tempo (e alguns contrataques perigosos), a impressão que dava, era de que a partida tinha a típica cara de um 0 a 0. Aliás, o resultado pretendido pelo Cruzeiro, que desde o início desceu a lenha nos alvinegros e fazia cera em toda oportunidade que surgia.

Ney Franco sentiu que precisava fazer alguma coisa. Foi aí que ele pôs o Gil em campo, com o objetivo de abrir o time e consequentemente, a defesa adversária.

No primeiro lance com a nova formação, Wellington Paulista deixou (de forma brilhante) o canhoto - que acabara de entrar - na cara do gol...
...bola para fora! Mais um sinal de empate?

Não poderíamos empatar, amigos. Como falei no início, foi uma partida de seis pontos. A vitória seria imprescindível.

Cientes da necessidade do gol, o time se jogou ainda mais para frente, deixando espaços para o Cruzeiro "matar" a partida. Mas vocês lembram daquela "sorte" que comentei? Pois é, ela colaborou, fazendo com que os atacantes de azul não tivessem competência para definir a partida.

De repente o Cruzeiro teve um jogador expulso. Por sinal, justamente (o que não impede a minha crítica ao péssimo árbitro).

Hora de apertar os caras, Botafogo.

Gil se deu ao luxo de desperdiçar outras duas bolas...

"Caramba...não é possível! Faz alguma coisa, Ney Franco! Está acabando a partida...". Eu não sabia mais o que falar, pensa ou gritar.

Mais uma bola para o Wellington Paulista, de costas para os zagueiros.

Pensei: "Coitado, mais uma vez ficará isolado, sozinho e sem ter com quem trocar passe".

Eis que o atacante utiliza o artifício que faltava no seu estoque: Se não deu resultado tentando jogar legal, vamos tentar cavar alguma coisa e ver se o juiz cai na firula. E ele caiu...

Sim! O Wellington caiu (se jogou) na área e o árbitro caiu na dele: Pênalti para o Botafogo.

Lúcio Flávio na cobrança...
...gol do Botafogo! Gol da vitória! Goleada alvinegra! GLORIOSO no G3!

Com o resultado no bolso, restava o apito final.

O Cruzeiro resolveu jogar tarde demais. Mesmo assim, com duas bolas alçadas na nossa área, eles quase acharam um gol salvador e que seria destruidor para o GLORIOSO. Ainda bem que não aconteceu. Ainda bem que a sorte realmente gostou das nossas cores.

Temos mais duas partidas no Rio de Janeiro. Duas vitórias serão necessárias. Respeitamos o Vasco e o Náutico (pensando bem, o Náutico eu não respeito), mas a obrigação do Botafogo é uma só: Vencer os dois adversários.

Muita calma nessa hora! Pés no chão e consciência de que não ganhamos nada.

Euforia é inevitável. Deve ser gozada. O otimismo, ídem. Mas saibamos administrar as horas e formas devidas. Se assim fizermos, não tenho dúvidas: O Botafogo se tornará quase imbatível, seja contra quem for.

Alvinegro, aproveite este momento. Você merece!

Contagem regressiva: Já estamos no G3!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Obs: Amigos, irei bem cedo para São Paulo (a serviço) e não devo acessar a internet até retornar para Vitória, no final do dia. Portanto, o Cantinho Botafoguense ficará sem atualizações durante toda a quinta-feira.
Mas a noite eu volto, ok? Conto - como sempre - com as participações e comentários de todos
!


NOTAS: BOTAFOGO 1 X 0 CRUZEIRO

1- Renan: Quando foi preciso, esteve pronto e preparado - 7,0

2- Thiaguinho: Deixou espaços perigosos para o adversário nas suas costas - 6,0

3- Edson: Boa partida, apesar de perder algumas bolas pelo alto - 6,0

4- André Luis: Hoje não esteve absoluto nas jogadas aéreas - 6,0

5- Túlio: Participou mais defensivamente do que ofensivamente. Boa partida na parte tática - 6,5

6- Triguinho: Tem vontade, eu reconheço. Mas não pode errar tantos cruzamentos - 5,5

7- Jorge Henrique: Mais uma vez, incansável. Mesmo caindo de rendimento no segundo tempo, foi o jogador que mais chamou as bolas - 7,5

8- Diguinho: A sua presença deixa a torcida mais tranquila. Saiu por ter cartão amarelo - 6,5

9- Wellington Paulista: Brigou o tempo todo sem muita assistência dos apoiadores. Ainda serviu de garçom em dois lances, além do pênalti que cavou - 6,5

10- Lúcio Flávio: Me surpreendeu com a boa movimentação. No final mostrou a sua importância ao administrar a posse de bola - 6,5

11- Carlos Alberto: Em minha opinião, a sua pior partida desde que chegou ao Botafogo - 5,0

12- Gil: Vários impedimentos, dois gols perdidos e a conhecida apatia em campo. Repito: Não me surpreendo com o seu fraco desempenho... - 5,5

Ney Franco: A idéia de abrir o time pelas duas pontas foi certíssima. Só acho que no final ele pecou pela falta de malandragem, pois poderia ganhar tempo com outras substituições e esfriar o adversário - 7,0

Rir para relaxar



Faltam menos de três horas para mais um jogo do GLORIOSO.

Apesar da vice-liderança no campeonato, eu não acredito que o Cruzeiro apronte para cima da gente, em pleno Engenhão.

Primeiro, porque o nosso time é - no mínimo - tecnicamente igual. Em segundo, eles terão cinco desfalques, sendo que o meio de campo, que é o setor mais forte dos mineiros, foi o mais afetado e será formado integralmente por reservas.

Não jogam: Ramires (seleção olímpica), Charles e Fabricio (terceiro amarelo) e Wagner (contundido).

A confiança é enorme, mas eu reconheço que a importância desta partida pode fazer com que a carga de dramaticidade (e até dificuldade) seja além da esperada. Portanto, controlemos o nervosismo e vamos para mais uma batalha alvinegra, rumo ao título nacional.

E justamente para quebrar esta ansiedade pré-jogo, eu aproveitarei um comentário anterior do André, sobre a apresentação do "Van Deer Ley" no União Leiria, de Portugal.

Sim, o "artilheiro do Geninho" aterrisou na terra do amigo Rui Moura e já chegou prometendo gols e mais gols. Confiram a resposta do "holandês-paraguaio", retirada do Globoesporte:

"Venho lutando há algum tempo para ter oportunidades efetivas de mostrar meu futebol e acho que conseguirei isso em Portugal. O conceito de profissionalismo dos dirigentes portugueses é diferente em relação ao que acontece em alguns clubes brasileiros. Por isso tenho certeza que serei respeitado e vou ter tranqüilidade para trabalhar. O União Leiria tem uma excelente estrutura e está montando uma equipe capaz de subir para a Primeira Divisão. Meu objetivo é fazer um bom campeonato e ser reconhecido no país".

O meu interesse com este post foi - obviamente - apenas um: Descontrair este Cantinho Botafoguense antes da partida contra o Cruzeiro.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Você escolhe o final...



Ele foi anunciado como reforço para a Sul-Americana...

Não inscrito e regularizado a tempo, ficou para o Brasileirão...

A promessa dizia que a estréia seria com a casa cheia e diante do Cruzeiro...

Ainda não foi regularizado...

A segundo promessa diz que a aguardada estréia não passará do próximo domingo, no clássico contra o Vasco...

Será?

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

A importância de um sorriso



Não sei como está a situação da esposa do Ferrero, mas os relatos das pessoas que têm frequentado os últimos treinos do Botafogo dizem que o argentino parece muito mais alegre.

Como já conversamos por aqui, não deve ser moleza você cumprir as suas atividades profissionais estando longe da sua parceira (ou qualquer familiar). Pior ainda quando a distância não é entre bairros, cidades e/ou estados, mas países.

Tomara que a "Sra. Ferrero" esteja bem, pois recentemente o argentino chegou a pedir liberação para voltar ao seu país para ficar próximo da esposa. O empréstimo só não foi firmado porque o Tigre queria o Ferrero de graça. Obviamente o Botafogo não aceitou, afinal de contas, houve um investimento na sua contratação e a diretoria alvinegra deixou bem claro que conta com os serviços do hermano.

Eu pensei que a permanência no Brasil - junto com a falta de oportunidades entre os titulares - seria desgastante para o Ferrero. Pelo visto, não foi bem assim e alguma coisa boa aconteceu...

O argentino tem treinado com firmeza e seriedade, participado das brincadeiras com os companheiros e sorrindo a beça. Um sinal de que a sua cabeça está leve e tranquila para brigar pelo seu espaço no Botafogo e administrar a distância da família.

Ontem, depois da vitória argentina sobre o Brasil, o Ferrero chegou no treinamento com o uniforme dos hermanos. A inteção? Provocar (brincar) o grupo!

Não canso de repetir: O Ferrero é um bom zagueiro e que - em minha opinião - tem vaga no time. Mesmo com a excelente fase da dupla André Luis e Renato Silva, acredito que o hermano é mais jogador. Para tanto, ele precisa provar em campo...

O primeiro passo é estar bem consigo mesmo. Parece que o Ferrero está chegando neste ponto. Aí, amigos, será com a bola nos pés e em condições de igualdade para uma disputa sadia com os outros zagueiros.

Quando chegar nesta etapa, tenho certeza, o argentino provará que uma vaga é sua. Desde que, é claro, o treinador seja justo.

O que parece ser uma das grandes virtudes do Ney Franco.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Paixão maior que a razão



O Botafogo precisa vencer as suas partidas e torcer contra os times que se encotram acima na tabela de classificação (Grêmio, Cruzeiro e Palmeiras) se quiser brigar pelo título nacional.

A primeira tarefa caberá ao próprio alvinegro, já que esta noite encara o Cruzeiro, no Engenhão. É o famoso jogo de seis pontos e a vitória poderá levar o GLORIOSO ao terceiro posto, caso o Palmeiras perca para o Internacional em Porto Alegre. Convenhamos, dois resultados bem possíveis.

O líder gaúcho jogará amanhã contra o Flamengo, no Maracanã.

Torcer contra o Grêmio? Claro! Precisamos, mas não amanhã, pois eu me recuso a ter que assistir uma vitória dos molambos. Por isso, torcerei pelo empate. Se ganharmos do Cruzeiro e houver empate na quinta-feira, pelo menos tiramos dois pontos da vantagem gremista, ao invés dos três (no caso de vítória rubro-negra).

Eu sei que devemos nos preocupar exclusivamente com o Botafogo, mas não é fácil depender dos maiores rivais.

Questionado a respeito da situação botafoguenses, o Túlio não pensou duas vezes e respondeu exatamente da mesma forma:

"- Não dá para torcer para os outros, ainda mais para um arqui-rival. Temos que vencer o Cruzeiro e tentar diminuir essa vantagem. Uma hora o Grêmio e o Cruzeiro vão tropeçar".

O próprio Túlio sabe que está "indo contra o objetivo", mas é um caso isolado, onde o coração alvinegro fala mais alto. E mais uma vez o volante provou que é um de nós quando entra em campo com a camisa botafoguense.

Quando veste a camisa de número 5, o Túlio representa - em campo - um pouco de cada um dos 3 milhões de torcedores do GLORIOSO espalhados pelo mundo. Quando está fora dos gramados, ele se junta na torcida pró-Botafogo e contra os rivais.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!