Fizemos o mais difícil, que era tirar uma desvantagem de 0 a 2, faltando menos de 35 minutos para o fim de jogo, atuando na casa do adversário.
Por incrível que pareça, depois do empate, os 10 minutos finais tinha um favorito (considerando como os times estavam dispostos - tática e psicologicamente): O Botafogo, que aquela altura tinha tudo para conseguir uma virada histórica e que daria um gás enorme para o torcedor lotar o Engenhão no domingo.
Eis que, com a equipe jogando bem, entra o treinador...
...sacando um atacante e pra variar, colocando um volante.
Explicações? Justificativas?
Ao invés de ficar calado e/ou reconhecer o erro, o Joel Santana ainda tenta enaltecer a sua mudança:
"- Nós estamos com um ataque rápido, de chão. Mesmo assim, conseguimos marcar gols em duas jogadas por cima. Futebol é incrível".
"- A entrada do Túlio Souza foi para dar força ao nosso sistema defensivo".
E não existe uma "alma viva" na diretoria, capaz de reclamar e/ou exigir mais agressividade e coragem ao treinador. Pelo visto, todos pensam igual a ele: Melhor empatar do que perder...
...já vencer, só em último caso.
Ás vezes esquecem que estamos falando do Botafogo de Futebol e Regatas...
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!