O Botafogo resolveu apostar em jovens para 2011.
Para o meio de campo, por exemplo, já trouxe o desconhecido Fabrício, tentou o Davi Ceará, ex-Vila Nova (que acertou com o América/MG) e continua atrás do Mithyuê, do Grêmio.
E aí eu leio uma notícia (de hoje) curiosa no site português
DN Desporto: Clique
aqui.
Eu juro que não entendo essas coisas em General Severiano...
Lembro que quando o Botafogo anunciou o empréstimo do Elvis, não gostei e critiquei, pois temia que se tratasse apenas de mais um caso de "vitrine", como aliás, tem sido nos últimos tempos. E foi o que aconteceu.
Parece que no torneio dos juniores botafoguenses na Holanda, o rapaz foi o grande destaque. Em seguida, eu escrevi que a minha língua tinha tudo para ser queimada (e eu torcida por isso) e poderíamos, enfim, ter acertado em uma aposta bem feita.
Que nada.
Nunca foi relacionado pelo Joel. Sequer treinou com os profissionais.
Curioso que em se tratando de uma aposta, a diretoria também não se importou em pedir uma oportunidade ao treinador.
Resultado?
O Elvis chamou a atenção de alguns clubes europeus, voltou para o Paraná e agora está para ir - em definitivo - para o Velho Continente.
Por que estou falando desse assunto?
É que ao invés de começarmos do zero investindo em desconhecidos (novamente), não teria sido melhor aproveitar que o Elvis estava em casa?
Sim, afinal, o meio campista parece ter mostrado certas qualidades durante a curta passagem por General Severiano.
Mas não, como era de se prever, o negócio na verdade só tinha um propósito: O Botafogo serviria de "vitrine", o atleta se valorizaria e alguns envolvidos sairiam satisfeitos.
O problema é que agora fica difícil me convencer de que as apostas de 2011 não tem o mesmo "propósito".
É fogo! Até quando o GLORIOSO acerta, ele erra.
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!