O site Lancenet fez uma matéria bem interessante sobre o atual modelo de gestão do Botafogo implantado pelo presidente Maurício Assumpção.
Tem muita coisa legal e que, de fato, é a pura verdade. Principalmente no que diz respeito à profissionalização das área do clube.
Hoje em dia sabemos que existe um setor de marketing, outro jurídico, administrativo, esportes olímpicos, futebol. Todos (ou quase todos) independentes. E todos (ou quase todos) com avanços significativos nos seus trabalhos.
Reconheço que até no futebol houve a tentativa de profissionalização. O problema - em minha opinião -, continua sendo justamente os "profissionais" escolhidos.
Tudo bem que o André Silva não exerce um cargo remunerado e não entra nesta questão, mas e o Anderson Barros?
A implicância não é apenas minha. Aposto que pelo menos 85% da torcida botafoguense não confia e/ou não gosta do trabalho e negociações deste senhor, que segundo o presidente Assumpção, foi escolhido após um processo seletivo (o que preocupa mais ainda, imaginando o nível dos outros candidatos).
Na matéria (clique
aqui), o mandatário alvinegro tentou - mais uma vez - levantar a bola do gerente de futebol junto à torcida do
GLORIOSO:
"- Num primeiro momento, ele não pôde trabalhar dentro do organograma que considerava ideal, mas, em 2010, isso já começou a acontecer. Ele enxugou o quadro de funcionários, fez um organograma diferenciado, especificou as funções de cada um".
E depois que montou o seu "organograma ideal", ele enxugou o quadro de funcionários, mas passamos a negociar vários jogadores/refugos com o Figueirense (ex-clube do Anderson Barros), MFD, empresários amigos, etc...
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!