
Praticamente sem dormir - e ainda parabenizando todos os envolvidos na classificação para a fase de grupos -, gostaria, agora, de falar um pouco sobre o jogo de ontem...
Fiquei muito preocupado com duas coisas: As poucas opções para rodagem do elenco (mantendo o mesmo nível) e as constantes mudanças que o técnico Jair Ventura costuma fazer nos jogos. Principalmente quando ele, ao invés de reconhecer que errou, ainda prefere ver algo que a imensa maioria da torcida não viu.
Depois do primeiro tempo inteligente e sem passar sustos, o treinador resolver fazer uma troca que matou o time, chamou o Olimpia e, se não fosse o Gatito, poderia ter decretado a nossa eliminação. Mas o Jair não concordou:
"- O Matheus fez um grande jogo. Foi muito bem no clássico contra o Flamengo e vem conquistando seu espaço. Tirei o Matheus no intervalo porque ele estava mal? Não. Eu tive dificuldades com as duas linhas de quatro. Inverti o Bruno com o João Paulo. Coloquei o Gilson que tem uma saída rápida pelo corredor e o pé esquerdo. Um jogador leve. Os volantes estavam tendo dificuldades, até pelo volume de jogo do Olimpia. Conseguimos corrigir um pouco, mas não foi o ideal".
Não, JV! Não corrigiu nada. Não melhorou nada. Você precisa entender que o Gilson é fraquíssimo e não é o Diogo Barbosa. Ou seja, as substituições em 2017 não podem ser taticamente iguais as de 2016. Os jogadores são outros. Os adversários, também.
Deu (demos) sorte. É o que importa. Mas temos um elenco limitado e não podemos "abrir a porta" para o azar entrar quando bem entender.
Em minha opinião, ontem nem deveria ter mexido no intervalo. E se fosse obrigado, poderia ter tirado o Camilo e adiantado o João Paulo. Tirado o Camilo, recuado o Pimpão e colocado o Roger. Enfim, tudo...
...menos utilizar o Gilson em Libertadores (sacando um cara que estava tomando conta do meio de campo).
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!







