Com o mesmo espírito da competição sul-americana, os comandados do Jair Ventura entraram em campo - pela Copa do Brasil - para reverter um placar de 0 a 1 diante do Atlético, em Belo Horizonte.
E, com todo mérito, conseguiu. Incríveis 3 a 0 (Carli, Roger e Gilson) e classificação assegurada para a semifinal da CB.
Não só venceu, como convenceu.
Na primeira etapa, total domínio territorial e de presença ofensiva. A vantagem de 2 a 0 acabou saindo barata para os mineiros, pois o GLORIOSO dominou do início ao fim.
Já com o marcador que garantia a passagem de fase, o Botafogo do segundo tempo foi aquele de sempre. Ou seja, um time plantado no seu campo, marcando forte e esperando um descuido do adversário para o contragolpe. Dito e feito. Quase nos acréscimos, o Galo se mandou atrás do gol que lhe garantia a vantagem...
...mas levou o golpe derradeiro.
Resultado empolgante. Festa no campo e na arquibancada.
Em mata-mata já está claro: O Botafogo se mostra copeiro, aliando eficiência, competência e sorte, claro. Agora precisamos achar um meio termo para repetirmos atuações como a dessa noite pelo Brasileirão.
Sábado, contra o São Paulo, que o futebol se repita!
Parabéns, Botafogo!
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!
Botafogo 3 x 0 Atlético/MG
1- Jefferson: Boa partida - 6,0
2- Emerson Santos: Bem no primeiro tempo. No segundo, ficou nervoso - 5,0
3- Carli: Tirando jogadas em velocidade, ganhou todas - 6,0
4- Rabello: Seguro, firme - 6,5
5- Rodrigo Lindoso: Presente, em uma função que aparece menos - 6,0
6- Victor Luís: Forte no ataque e na defesa - 6,5
7- Rodrigo Pimpão: Muita vontade, mas mal demais nos últimos passes - 4,5
8- Bruno Silva: Mais sério do que nos últimos jogos - 6,0
9- Roger: O dono do jogo. Gol, dribles, assistência e excelente papel de pivô - 7,5
10- João Paulo: Foi se encontrando no decorrer do jogo e depois tomou conta do meio - 7,0
11- Matheus Fernandes: Futebol de gente grande - 6,5
12- Guilherme: Entrou para prender bola - 5,5
13- Gilson: Teve estrela nos poucos minutos em campo - 5,5
14- Leandrinho: Poucos minutos em campo - Sem nota
Jair Ventura: Acertou na escalação inicial e no comando do time. Para completar a noite mágica, até a substituição que não concordei (saída do Roger) deu resultado prático e decisivo - 7,0








