
Se o futebol contra a Portuguesa foi ruim igual ao apresentado na reta final da temporada passada, ao menos tivemos uma diferença do Botafogo que terminou 2017 para o que começou 2018: O esquema tático.
Visivelmente mais aberto e tentando ser ofensivo, gostei da tentativa do técnico Felipe Conceição em tirar o gesso do ano passado.
Não estou dizendo que o esquema tático da última terça seja melhor ou pior do que o do time de 2017, mas lembro que cansamos de falar que seria importante treinarmos/testarmos novas variações e peças. Isso é fundamental em um futebol dinâmico e que apresenta várias situações dentro de uma mesma partida.
Pessoalmente, gosto quando o time tenta impor jogo. Lógico que sei que dependendo da qualidade do elenco, nem sempre é possível. Mas dá para testar. E foi o que o FC fez contra a Portuguesa. Do meio para frente, tirando a fragilidade técnica de Pimpão e Brenner, até houve movimentação e tentativas diferentes do que estávamos acostumados.
O problema ficou do meio para trás...
Um time sem Rodrigo Lindoso? Ótimo, eu aprovo. Mas apenas com o Matheus Fernandes (que não foi bem) de protetor da zaga é arriscado. Principalmente com os fracos laterais que temos e a dupla de zaga lenta.
O que fazer?
Não sei, mas eu começaria a pensar (e treinar) uma formação no 352, com o Marcelo na vaga do Arnaldo. E com três zagueiros e os reforços que chegaram, de repente um deles entrar na ala esquerda no lugar do Gilson. Teoricamente, ganharíamos velocidade e mais proteção lá atrás, além de manter o meio de campo e ataque constantemente povoados.
Lógico, depende muito das características dos atletas disponíveis. Mas em uma análise daqui de fora, acho que dá para montar, hein?
O que os amigos acham?
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!







