
A primeira cortina de fumaça, o tal Plano A, foi o Luiz Henrique.
Não vingou.
Em seguida, lançaram a segunda cortina. Plano B: Everton Cebolinha.
Não queria ficar no Brasil e depois de várias investidas do Botafogo, simplesmente assinou rapidinho com o Santos.
Então, hora do Plano C: Matheus Gonçalves.
Promessa de um salário casa de R$1 milhão por um rapaz que, convenhamos, nem história no futebol ainda conseguiu construir...
...e, pelo visto, não vai rolar também.
Ainda dá tempo da diretoria botafoguense ativar os Planos X, Y ou Z?
Lembrando que a janela de transferências fecha amanhã, dia 11.
Pelo visto, iremos até o fim com Villalba, Junior Santos, Matheus ou Kauan como opções mesmo.