
Tá bom, esse blog é um espaço unicamente alvinegro, mas eu não consigo deixar de zoar um certo time pequeno, muito pequeno, e que por algum motivo (inexplicável), insiste em dizer que é do mesmo patamar das três grandes forças do Rio de Janeiro: Botafogo, Flamengo e Vasco.
Prometo que será a última brincadeira e a partir do próximo post, voltamos a falar exclusivamente do Botafogo, até porque, é muito melhor.
Só não poderia deixar passar em branco esta homenagem aos "três tenores" do "Unimed FC", afinal, contra Duque de Caxias, Volta Redonda, Macaé e afins, fizeram a festa. Uma pena - para eles - que ao enfrentarem um time grande (e infinitamente maior), os três desafinaram.
De "Pavarotti, Domingo e Carreras" se transformaram (e assim sempre serão contra os times de maior tradição) em: "Latino, Mc Serginho e Reginaldo Rossi".
Obrigado, "Unimed FC"!
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!
6 comentários:
A mujdança foi para melhor. Só não concordo voce dizer de Carreras em Reginaldo Rossi. PÕ! Ele tem uma BREGUÍSSIMA que eu adoro: Mon amour , meu bem ma femme. OBS. Já viu que transito também entre os bregas. Abração. Lorismario ( no mesmo sentido sou goianoxaba).
Hahaha!
Olá Lorismário!
Já vi que vc transita mesmo no lado um pouco breganejo, né? Risos!
Então vamos substituir o Reginaldo Rossi por Falcão? risos!
O que importa é que os três tenores desafinam quando a platéia é seletiva!
Forte abraço e SA!!!
Grande Rodrigo, se estado de graça existisse mesmo, eu diria que essa noite foi assim mesmo que eu me senti, rsrsrs!!!Embora, eu esteja preocupado com a decisão(por causa dos prováveis desfalques), ainda estou festejando e muito!A ponto de, ao som de muito samba-enredo fazer um "panorama" do jogão:
ENTRE O DESESPERO E O ALÍVIO, A ORQUESTRA FAZ A FESTA!
Entre todos os acordes, sobressaiu apenas o do Botafogo. No último suspiro da ópera do Maracanã, o Glorioso deu um belo acorde final e venceu o Fluminense por 2 X 0 num grande jogo de ambas as partes já que o clássico, embora vencido pelo alvinegro, mostrou um equilíbrio entre as duas equipes. Tanto tecnicamente quanto no quesito tensão. O Clássico Vovô desta tarde-noite foi daqueles de encher as arquibancadas.
Pena que eu não estive nelas. Aliás, essa semana pra mim foi complicada. Quase não acompanhei os preparativos para essa ópera do Maracanã, por conta de contratempos de comunicação. Mas nada que não se resolvesse hoje. A expectativa para o clássico era grande da minha parte. Afinal, clássico não tem favorito. E dessa vez o Fogão jogou o favoritismo no colo do Fluminense, que vinha badalado pela goleada no Fla-Flu.
Depois de uma disparada, consegui pegar a ópera no começo do primeiro ato. O Fluminense atacava mais com seus talentos individuais em campo, logo o Botafogo se encontrava recuado. Barítonos, baixos e os dois tenores atormentavam constantemente a voz de Ouro, que calava as outras – um baixinho chamado Castillo. Renato Gaúcho e Cuca tentavam, do lado de fora, afinar suas orquestras.
FH (Fernando Henrique), aquela voz que não podia desafinar, não segurou a onda e deixou que Wellington Paulista desse o seu solo e acabasse com o afino tricolor. Ou em bom futebolês, FH falhou e deixou WP fazer o seu, arrancando aplausos calorosos da torcida/platéia do Fogão. Enquanto isso, pelas ondas do rádio, eu- espectador assíduo das apresentações alvinegras, não podia deixar de pedir bis e gritar bravo.
Mas a ópera estava longe do fim. O que significava que era cedo pra comemorar. Foi então que eu percebi: o alívio estava virando desespero. As vozes em campo tentavam se sobrepor umas às outras e misturar os estilos musicais. Quiseram colocar um pouco de tango na orquestra (o Conca entrou em campo) e entrou o terceiro tenor do trio(Dodô) debaixo de muitas vaias da platéia alvinegra que chegou a colocá-lo nos braços a cada toque de primor em seus gols. Mas notas passadas não fazem uma orquestra.
De volta à ópera, já no seu segundo ato – que pode ser chamado de “A morte das Três Cores”, O Preto E Branco se segurava na defensiva, apenas retrucando cada acorde do outro lado. Muitos pra dizer a verdade. A ponto de a tensão tomar conta da platéia...Quem vencerá o duelo final? Fluminense atacando, Botafogo contra-atacando e se defendendo.
A cada acorde tricolor, a tensão aumentou no meu lado. A cada contra-ataque alvinegro....Tensão lá,lá em cima. E foi assim até os quarenta e quatro minutos, quando eu já pensava que o minueto se encerraria sem grandes emoções e apenas com o gosto do alívio na platéia. Como eu estava errado!
Faltava o elemento surpresa, aquilo que toda ópera não deve deixar de ter: o ACORDE FINAL. Por mais breve que seja,é o que deixa aquele gosto de quero mais nas arquibas. E ele veio na forma do pênalti que o coração da orquestra, Túlio, sofreu e culminou na expulsão do Tiago Silva. Os pés do maestro Lúcio Flávio selaram o fim com o acorde mais delicado e que instaurou o alívio em cada alma botafoguense presente no estádio ou fora dele.
Toda a equipe alvinegra jogou com o coração na ponta da chuteira, no sacrifício (Jorge Henrique, passou boa parte do jogo lesionado, mas deu trabalho ao Júnior César), fazendo besteira às vezes (Triguinho também saiu expulso por transformar a raça em irresponsabilidade e muitas faltas),mas se uniu e proporcionou um grande jogo e melhor ainda, uma vaga na FINAL!!!! E saindo do clássico e indo para o popular: “É hoje o dia da alegria, e a tristeza nem pode pensar em chegar!!Diga, espelho meu, se há na avenida alguém mais feliz que eu???”
Danilo Julião
16 de fevereiro de 2008
E aí, que achou?
Grande abraço e SAs finalistas!!
ah rodrigão, to com meu blog, repaginado:http://alvinegrodoriobfr.blogspot.com/
depois se puder dá uma passada lá vlw?abração
Fala Danilo,
Belo texto e blog adicionado ao Cantinho Botafoguense, cara.
Ah, sobre os desfalques, com a óbvia exceção do Triguinho, vamos torcer pela recuperação do JH e do ZC. Eles são imprescindíveis!
Abs e SA!!!
Excelente a comparação!!! hehehe
Abraços!
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