
Mais uma vez o grande jogador dá o ar da sua graça em jogos importantes. Foi assim com dois botafoguenses, ontem, contra o Flamengo.
O atacante Wellington Paulista, que vinha de duas partidas perdendo gols fáceis, mostrou que foi uma contratação super acertada da diretoria. Correu o campo todo, brigou e fez o seu segundo gol contra a "mulambada". Ainda se deu o luxo de servir o gol da vitória para o "motorzinho", Jorge Henrique, que também voltou a marcar. Aliás, o Jorge Henrique é um jogador de poucos gols, mas ele adora o Flamengo. Foi o seu terceiro em confrontos contra o adversário.
Agora, quem mais uma vez me surpreendeu foi o Castillo. Ele é a prova viva de que faltava fibra, raça e coragem para o nosso time do ano passado. Além de ter defendido um chute a queima roupa (com os pés) no primeiro tempo, o lance em que ele pegou a bola no fundo das redes, caiu sendo agredido por cinco "urubus" sem soltar a redonda, foi daqueles épicos, de um guerreiro nato. Como é este Botafogo de 2008: Um time de guerreiros.
O mais bonito do lance foi ver o Castillo levantando (ainda com a posse da bola) e entregando na mão do juiz, deixando os flamenguistas mais revoltados. E o melhor: O uruguaio não se intimidou e sequer retrucou a violência, mostrando que essas atitudes cafajestes são típicas dos nossos adversários.
Depois dos três gols, foi o momento da partida que eu mais vibrei, gritei e aplaudi! Não é a toa que o Castillo já é ídolo, pois ele sabe agarrar e tem sangue quente.
Ah, e o que dizer dos flamenguistas reclamando da arbitragem? Hahaha! Eu tenho amigos "urubus" que tentaram - de todas as formas - me mostrar lances duvidosos? Sinceramente? Não houve! O juiz foi bem e errou para os dois lados, marcando penalidades inexistentes. Agora, o problema é que eles estavam muito mal acostumados com o favorecimento...
...típico de Flamengo.
E NINGUÉM CALA ESSE CHORORÔ!!!
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!
2 comentários:
Rodrigo, vencer o Flamengo, ontem, nas condições em que estávamos, para acabar de vez com essa escrita fajuta, me deixou maluco. No terceiro gol, o gol da vitória, eu corri feito criança pelo meu degrau de arquibancada. Ali eu tive certeza de que a partida era nossa!
Ganhamos deles em número de público presente (quem mandou jogarem com time misto?), coisa que a Fla-Imprensa nunca vai admitir, motivação (a derrota na decisão da Taça GB e o deboche do Souza) e animação com a garra e a valentia que víamos no gramado.
Ou seja, ganhamos na bola, nas cadeiras e na arquibancada, porque, não se vc aí em Vitória soube, os torcedores, em toda a partida, tiveram de se desdobrar para usar o gogó em dobro na tarefa de motivar o time, porque as baterias e bandeirões alvinegros foram proibidos de entrar no Maracanã pela PM, por culpa de uns vândalos irresponsáveis, que, na decisão da Taça GB, depredaram uma ambulância no corredor de saída do estádio.
Foi uma vitória dos jogadores e da torcida presente, no grito e na raça, sem tirar nem pôr!
Dá-lhe, Fogão!
Fala Chico!
Fiquei sabendo desse absurdo, cara.
Que bom saber que estávamos em maior numero. Na final da TG, mesmo em minoria, fizemos uma festa muito mais bonita. Nesta, tive o prazer de estar presente.
Amigo, vc falou tudo: Ganhamos em todos os quesitos e pontos!
Foi, de fato, a vitória do bem contra o mal, ou como diz o "bebum Santana", dos "anjinhos" contra os "diabinhos". Que assim seja...
Abs e SA!!!
Postar um comentário