sexta-feira, 19 de outubro de 2018

"Tatiquês"

















O atacante Erik falou sobre a formação tática do Botafogo e o seu papel como "ex-ponteiro", agora, "marcador de laterais adversários":

"- O professor sempre usa essa formação. Às vezes modifica no meio do jogo, mas no dia a dia a gente treina outras opções para ajudarmos quem joga por dentro, e eles ajudam a gente, que joga por fora".

Meu comentário 1: Juro que não percebo modificação (inteligente) alguma. No máximo, na base do desespero, saída de volante para entrada de atacante. Só que aí, mata por completo o já fraco meio de campo. 

"- Na minha visão como atacante, o futebol modernizou. Como ponta, você praticamente jogava dentro da área ajudando. O número de gols caiu com o tempo, mas espero que o nosso número de gols aumente no fim de semana".

Meu comentário 2: Se é para ter um cara habilidoso jogando longe da área adversária, vamos encher o time de laterais e/ou volantes logo. Ao menos ganhamos na marcação, pois esperar que um cara tenha fôlego para ir e voltar o jogo todo é humanamente impossível. 

Maldito seja esse futebol moderno, recheado de "professores" e "jogadores táticos".  Principalmente em um elenco mequetrefe (para ser generoso) como o do Botafogo.


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

38 comentários:

Anônimo disse...

Ricardo
Como disseram no post anterior, a diretoria assumiu que não faz pressão nenhuma ao elenco.Pois a meta de décimo lugar, segunda a diretoria, e para colocar menos pressão no grupo.Diretoria FDP.
Quanto atacante marcar lateral adversario; bom pra ele - já que jogando longe da área não tem responsabilidade de fazer gol e como marcador também não podem cobrar nada, já que é atacante.
E toma professores.....
Só aqui no Brasil que quanto pior o futebol jogado, maior os salarios dos professores e jogadores.

Anônimo disse...

RODRIGO,concordo,esses "profexores"só querem manter o emprego.
Um antigo treinador gremista,amigo dos meus cunhados,usava um sistema que o levou a ser ídolo,ganhar muitos títulos e ajudou a projetar o clube no cenário nacional.
Ele dizia mais ou menos o seguinte:"uso dois atacantes velozes que tenham um pouco de intimidade com a bola,não precisa serem craques,se forem melhor.Fora de casa,o adversário terá que me atacar,e aí,nos contra ataques rápidos,ganho as partidas.Em casa,correrei poucos riscos,pois os adversários terão que colocar 3 ou 4 na defesa para marcar os meus atacantes,que são PROIBIDOS de voltarem para marcar.Terão que ficar sempre perto da linha do meio de campo.Levei pouco sufoco dos outros times,mesmo adversários muito bons.É claro que havia uma ou outra mudança no desenrolar das partidas".
Bem parecido com os esquemas de hoje,quando o atacante,ao final do primeiro tempo,já está desgastado de marcar e mal cumpre o seu papel.JOTA.

Rodrigo Federman disse...

Ricardo, é um absurdo atrás do outro.

Exatamente, Jota. E convenhamos: Atacantes são, na maioria das vezes, muito mais caros que defensores. Mas se é para atacante caro marcar lateral adversário, por que não gastar menos e colocar logo um time de defensores, né? rs

Abs e SA!!!

Anônimo disse...

JOTA, por acaso era o Ênio Andrade? Vi poucos treinadores fazerem de fato a diferença. O Ênio era um desses raríssimos.
Levi.

Marcio disse...

Disse o Erik:
"...mas no dia a dia a gente treina outras opções para ajudarmos quem joga por dentro, e eles ajudam a gente, que joga por fora"

E eu que pensei que desde que o futebol foi criado, por ser um esporte coletivo, as associações entre os participantes de uma mesma equipe fossem algo natural....
Na verdade, o que praticam não é futebol, é uma derivação, pois o objetivo maior não está em vencer a partida e sim em não perder, ou seja, fazer gol já não é mais o objetivo principal.
Por isso que sou favorável ao "Treino é treino, jogo é jogo" do Grande Mestre Didi e do "Quem se desloca recebe, quem pede tem preferência" do Gentil Cardoso.
Hoje é treino em campo reduzido, intensidade e outras coisas mais; o que vemos dentro de campo a cada rodada é muito abaixo do aceitável, horroroso.
Dizem que não existe mais bobo no futebo, que houve evolução... O futebol brasileiro regrediu, de moderno não tem rigorosamente nada.
Tanto que o Felipão, ele mesmo, o do 1 a 7, assumiu o Palmeiras no lugar do moderno e elogiado Roger e a equipe paulista "melhorou"
SA!!!

Rodrigo Federman disse...

Valeu, Levi.

Perfeito, Marcio.

Abs e SA!!!

Celso Ricardo disse...

O Botafogo se resume a uma palavra: ROUBALHEIRA.

Rodrigo Federman disse...

Celso, exato.
Abs e SA!!!

Fatos disse...

Não vejo Dudu e Willian, no Palmeiras, e nem Everton e Luan, no Grêmio, voltando pra ajudar os laterais e deixando Deyverson e Jael sozinhos na frente.

Rodrigo Federman disse...

Fatos, isso explica o motivo deles fazerem diferença lá na frente. rs
Abs e SA!!!

Marcio disse...

Só para constar, o Ênio Andrade também foi campeão pelo Internacional, mais especificamente do brasileiro de 1979 e de forma invicta.
SA!!!

Rodrigo Federman disse...

Sim, Marcio.
Abs e SA!!!

Marcio disse...

E o pior é que esses retornam para marcar os laterais e nenhum deles é o Philpp Lahm...
Quantos piimpões seriam colocados para marcar o NILTON SANTOS?
SA!!!

Anônimo disse...

RODRIGO,o MÁRCIO e o LEVI são enciclopédias futebolísticas,sacam tudo,rsrsrs.
Quero ver se eles se lembram do ataque do INTER campeão invicto? Não vale ir para o google,rsrs.As iniciais são:W,D e L.
Já imaginaram,eu no meio de gremistas,ter que driblar a minha mulher para assistir aquele timaço jogar!!!!
Acrescento outro técnico talentoso,que se perdeu por alguns vícios,o ELBA DE PÁDUA LIMA,o TIM.O treinador que colocou o JAIRZINHO na posição correta.
SA,JOTA.

Rodrigo Federman disse...

Marcio, quantos Garrinchas seriam marcadores hoje em dia também?

Hahahah. Quem me dera, Jota.

Abs e SA!!!

Marcio disse...

O Jota resolveu exigir da memória da galera...
Sem pesquisar, fiquei na dúvida se em 79 não era o Mário Sérgio um dos atacantes.
O "W" seria o Waldomiro? Ou seria Valdomiro?
O "L" provavelmente é o Lula, aquele mesmo do episódio do carioca de 71...
O "D" deve ser do Dario.
Todos eles foram campeões brasileiros pelo Internacional, determinar os anos é que complica sem a necessária pesquisa.
SA!!!

Rodrigo Federman disse...

Hahah. Boas questões, Marcio.
Abs e SA!!!

Anônimo disse...

MÁRCIO,outros grandes jogadores em 77,78 e 79 defenderam o INTER.
O VALDOMIRO gostava,não sei o motivo,de colocar o W no nome.Na época,dava um certo charme,rsrs.
MÁRIO SÉRGIO PONTES DE PAIVA,também jogou,além de FLÁVIO,CHICO SPINA,JAIR,etc.
Mas o ataque que os colorados se babavam e realmente era muito bom foi o citado,W(V),D e L.O DADÁ,não era tão bom quanto o FLÁVIO,mas tinha faro de gol.
Para encerrar,eles não precisavam marcar laterais,rsrs.Um abraço.JOTA.

Marcio disse...

Rodrigo, a verdade é que provavelmente o Garrincha e outros não teriam vez, pois esses professores detestam futebol bem jogado.
Agora, uma coisa também precisa ser dita, os jogadores de hoje não têm um pingo de personalidade, pois são incapazes de modificar um posicionamento, uma condição tática , sem uma ordem do técnico.
Muitos dos jogadores de hoje não jogariam nos anos 70, 80; não somente pela técnica, como também na disposição, pois as zagas não costumavam aliviar, fora que se tivessem um capitão como o Gérson, Carlos Alberto Torres e tantos outros, seria esporro a 3/4.
SA!!!

Marcio disse...

E o Zé Ricardo tem dúvidas para a escalação.
Se o Jean não piuder jogar, o escalado será o Marcelo; já para o lugar do Carli, ele não sabe se escala o Marcelo ou o Yago.

Quer dizer que para jogar improvisado não há dúvidas, para jogar na sua função de origem ele precisa pensar.
Isso me parece uma situação meio absurda, pois se o Marcelo quebra um galho fora de sua posição, deve ter a preferência por atuar na original assim que a oportunidade surgir.

https://globoesporte.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/ze-ricardo-esconde-o-time-no-botafogo-e-ve-jogo-crucial-contra-bahia-uma-verdadeira-decisao.ghtml

SA!!!

Anônimo disse...

Waldomiro, Dario e Lula. Não fui ao Google. Mas me lembro muito bem. O Mário Sérgio jogava sim, em 1979.
O time invicto do Inter era Manga (acho. já velho e ainda um goleiraço!), Cláudio, Figueroa (zagueiro chileno, um craque), Marinho Perez e Vacaria; Caçapava, Falcão, Carpegiani; Waldomiro, Dario e Lula (jogou no desprezível ECTD).
Por ora, é o que nos resta: trazer à luz as reminiscências do tempo em que o futebol era um show de verdade. Não dá pra falar muito no ex-Botafogo.
Levi.

Anônimo disse...

W, D e L são de 76. Em 75 era Waldomiro, Claudiomiro e não sei se o Lula.
A final de 75 foi um épico, entre o Inter e o Cruzeiro (um timaço!).
Levi.

Marcio disse...

E o Renatinho está contundido, de novo, mais uma vez...
SA!!!

Anônimo disse...

Em 75, um a zero Inter, gol do Figueroa.
Em 76, um a zero, gol do Dario contra o Coríntians. Foi o ano da famosa semi-final do Coríntians contra o ECTD, no Maracanã, nos pênaltis. o ECTD tinha também um timaço, com Rivelino, Dirceu, Caju e outros tantos.
Não me lembro do Botafogo naqueles anos. Acho que tínhamos o Ademir Vicente, que, segundo consta, não deixava o Zico jogar. Se tivesse chegado às finais, eu me lembraria.
Levi

Rodrigo Federman disse...

Jota, por mais atacantes que não precisam marcar atacantes. Heheheh

Marcio, essa do Marcelo é apenas mais uma contradição entre tantas que vemos por aí nesses "professores" e "atletas táticos" do Futebol moderno.

Levi, eu não vi esses caras, mas já sinto muito inveja de quem teve o prazer.

Abs e SA!!!

Eduardo Samico disse...

Puxando pela memória acho que em 79 o Carpegiani já estava no Rio. Não era o Batista o 3o jogador desse meio-de-campo?
Que timaços que tivemos por aqui. Quem viu, viu. Dificilmente se repetirá. Nenhum bom jogador, sendo jovem e promissor, fica por aqui.
Sobre essas bobajadas ditas por jogadores e treineiros, desculpe-me Rodrigo, eu passo.
Ao Márcio, em seu comentário na postagem de ontem, quando falei em estarmos criticando alguns nomes que estão no atual elenco pensei exatamente no poderoso Brenner.
Abs

Marcio disse...

Levi, o goleiro não era o paraguaio Benitez?
Nesse time do Internacional que fez história, tem aquele que reputo como um dos maiores que ví jogar, Paulo Roberto Falcão.
E já que estamos na lembrança de grandes jogadores, uma pena o Reinaldo, Atlético Mineiro, ter sofrido tanto com as contusões, era também espetacular. E não marcava o zagueiro adversário.

Em 79 teve o jogo da invencibilidade, onde o BOTAFOGO venceu o Flamengo com gol do Renato Sá, o mesmo que havia quebrado a invencibilidade do BOTAFOGO, quando atuava pelo Grêmio.
O Borrachinha fechou o gol nesse jogo frente ao Flamengo.

Rodrigo, nada justifica, caso o Jean vá para o jogo, o Zé Ricardo optar pelo Yago na zaga.

SA!!!

Abel Santos disse...

"Esperar que um cara tenha fôlego para ir e voltar o jogo todo é humanamente impossível"...
E se fosse humanamente possível, no Botafogo não seria...
E se chegasse assim no Botafogo.. rapidamente não conseguiria nem correr o segundo tempo...

Rodrigo Federman disse...

Quanta diferença, né, Eduardo. Rs

Marcio, mas vindo do ZR (ou desses novos "professores"), não ficarei surpreso se isso acontecer.

Verdade, Abel.

Abs e SA!!!

LEVI PEREIRA disse...

Eduardo, o Carpeggiani já estava no Rio sim, em 79 (pena que no time errado...). Mas ele estava no Inter em 75/76. Marcio, o Benítez foi depois do Manga e jogou no Palmeiras também. O Manga ainda jogou no Grêmio, depois de ter sido campeão no Inter. Lembro-me bem da final de 75. Eu tinha 13 pra Catorze anos. Vi pela TV, claro. Houve uma falta cobrada pelo Nelinho. A bola fez uma curva impossível! Seria gol, não fosse uma das mais espetaculares defesas que vi um goleiro realizar. Naquela tarde, o Manga estava possuído! Aquele time do Inter foi um dos top five que vi jogando. O Batisya, se não me engano, era reserva do Caçapava, mas logo se firmou como titular. Também jogou no Grêmio. Hoje, Lindoso, Kieza e Dudu Cearense... é pra chorar de raiva!

Abel Santos disse...

O Botafogo está antecipando parte da receita até de 2021... tudo isto para pagar despesas de 2018, ou seja, os salários das baganhas que contrataram. A destruição do clube segue em ritmo acelerado.
Antecipam receitas futuras para pagar dívidas de investimentos errados e fracassados do presente, em razão da má gestão. Isto tem uma consequência óbvia: Falência.

Rodrigo Federman disse...

Levi, esse trio Lindoso, Kieza e Dudu é para dar arrepio.

Possa crer, Abel.

Abs e SA!!!

Celso Ricardo disse...

Manga jogou no Operário,de Mato Grosso,também. Foi 3° ou 4° colocado do brasileiro pelo Clube matogrossense.

Rodrigo Federman disse...

Valeu, Celso.
Abs e SA!!!

Eduardo Samico disse...

Levi, também vi essa final. Tinha 15 anos. E lembro desse lance do Nelinho e de como o inacreditável Manga, a quem eu adorava ainda por conta do time de 67, fechou o gol. Acho que vou procurar nos youtubes da vida esse jogo, ou os lances mais marcantes.

Para os mais jovens sentirem o nível a que estávamos acostumados, considerava Batista e Caçapava cabeças de área voluntariosos, apenas isso. Tinha me acostumado com Clodoaldo, Nei Conceição, Zé Carlos (Cruzeiro, Guarani e que gtambém jogou no Botafogo e ainda desfilando uma categoria impressionante), o maravilhoso Falcão, o citado Carpeggiani. Não achava o Valdomiro grande coisa, culpa de ter visto desde muito cedo o nosso Rogério, o bailarino, Zequinha, Jairzinho caindo pelos lados do campo.

Atualmente Valdomiro, Batista, Caçapava seriam monstros se jogassem por aqui.

Bom, deixa eu voltar à realidade, que é composta pelos lembrados Lindoso (aquele pênalti que ele cometeu nem em pelada de repartição seria admitido, descompromisso total), Kieza, L. Ricardo, Moisés, Gilson. Melhor parar. Temos um belo fim de semana pela frente.

Abs.

Rodrigo Federman disse...

Hahaha. Eduardo, o Lindoso não escolheria camisa nessa época não? Rs
Abs e SA!!!

Marcio disse...

Levi, eu não fui muito claro quando me referi ao Benitez. O meu pensamento foi em relação ao goleiro do título de 79, o qual o Jota fez referência em seu comentário.
Acho, que era o paraguaio...

lembro que o Perivaldo carregava o estigma de não saber fazer cruzamentos; os de hoje simplesmente não erram por que mal tentam essa jogada. O Peri da Pituba seria titular incontestável, até porque chegou à seleção brasileira em uma época que esta ainda contava com o respeito do torcedor brasileiro e internacional, fora o fato de existirem muito bons laterais.

SA!!!

Rodrigo Federman disse...

Valeu, Marcio.
Abs e SA!!!