01/09/08

O Guerreiro faz muita falta



O Leandro Guerreiro estava readquirindo a sua melhor forma física e técnica, quando uma nova contusão o pegou de jeito.

Uma pena, pois o destaque alvinegro de 2007 voltava a lembrar o bom e velho Leandro, apagando também a péssima impressão deste início de 2008, quando voltou de forma precipitada e atuando - na maioria das vezes - improvisado como terceiro zagueiro pelo lado esquerdo, onde foi uma lástima.

Diferente do ano passado, o Leandro não tem vaga entre os titulares do atual Botafogo. Isso é um fato. Agora, é o atleta que mais faz falta para o grupo, mesmo no banco de reservas.

Dependendo do jogo, a entrada do Leandro pode alterar o time de várias formas: Da mudança simples entre volantes, como terceiro zagueiro (desde que, centralizado) e até na vaga de um apoiador, adiantando o Diguinho ou Túlio mais para frente.

É sem dúvida nenhuma o nome ideal para qualquer partida, adversário e/ou esquema tático.

Quando eu vejo Zé Carlos (sempre cansado), Lucas Silva (que ainda não mostrou nada), Marcelinho (ele ainda existe) e alguns outros no banco de reservas, penso duas vezes antes de criticar qualquer substituição do Ney Franco, afinal, todos esses são infinitamente piores do que os titulares. O que não é o caso do Leandro...

Mantenho, porém, a minha crítica ao Ney Franco pelo resultado do sábado passado. Na pior das hipóteses, se ele não tinha banco, que não mexesse no time. Principalmente em uma peça fundamental (e que fazia uma boa partida) como o Túlio.

Enfim, o Náutico já passou. Agora teremos um adversário bem mais complicado...

Mas eu ficaria tranquilo se o Leandro Guerreiro estivesse à disposição do Botafogo. Ele é o nosso 12º jogador e único "reserva" (fora o Renan) que mantém o nível técnico, tático e físico do time titular.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Diz aí, Fábio (12)



"O triste empate ainda repercute, e não era pra ser diferente. Não se estranhem se eu me confundir e, por um acaso, chamar aquilo de derrota no decorrer do texto.
Um time que quer brigar para ser campeão, não pode, de forma alguma, perder (ops!) dessa maneira, até mesmo em um clássico, como foi contra o Vasco.

O que me deixou mais indignado foi ver que o time não aprendeu a lição do que aconteceu na semana anterior. Mas me pergunto: - Será que isso tem alguma explicação?

O que tem acontecido com o Botafogo nestes anos 2000 (aliás, desde a tragédia de 1999) é algo que precisa ser refletido.

Vivi uma infância marcada por uma fila que parecia interminável. Mas depois de 89, muita coisa boa aconteceu, enaltecendo nosso orgulho de ser botafoguense.

Só que os últimos anos têm sido revestidos de uma certa dose de tragédia, com derrotas inexplicáveis que culminaram em perdas de títulos que pediam para serem nossos.

Não estou querendo superdimensionar esse resultado contra o Náutico e nem insinuar que isso vai acontecer neste Brasileiro, até porque ainda faltam 15 rodadas para o fim do campeonato e demos sorte, pois ainda estamos no G4.

Mas o fato de você dominar o adversário por completo, perder gols fáceis e levar, tragicamente, um gol no final do jogo é, no mínimo, revoltante e inaceitável.

Não custa lembrar, por exemplo, que empates contra os rebaixados América/RN e Juventude, além de Figueirense tiraram o Botafogo da Libertadores de 2008.

E, não sei quanto a vocês, mas isso tudo me fez remeter a essa reflexão. No texto pós-jogo do Rodrigo, um comentário interessante do amigo que assinou como Gui e, também, a excelente cobertura do Vestiário Alvinegro sobre o jogo contra o Náutico bateram nessa tecla: nós estamos nos apequenando diante de campeonatos que têm a nossa cara.

E a solução para que isso se acabe, sem dúvida, é a conquista de um título de expressão. Ainda é possível nesta temporada? Embora um deles tenha ficado mais distante depois deste final de semana, estamos aí na busca de dois, mas seguimos provando que o maior adversário do Botafogo é ele próprio, infelizmente.

Com 44 pontos, finalmente Ney Franco teria uma semana inteira para trabalhar em paz, na vice liderança do campeonato. Mas, depois das derrotas contra Vasco da Gama e Náutico, ainda que invictos por 10 rodadas, o foco no trabalho vai ter que ser outro.

De nossa parte, por mais difícil que possa ser, temos que manter o pensamento positivo e seguir acreditando no time, mesmo que os Deuses do Futebol tenham sido tão injustos conosco e com o Lúcio Flávio naquela jogada sensacional que terminou na trave.

Enfim, vida que segue, como diria João Saldanha, e saudações positivamente botafoguenses!!!"

E-mail do Fábio: fabio.alvinegro@gmail.com


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

31/08/08

Vamos botar fogo no sul (novamente)



Pessoal, a rodada ainda não terminou, portanto, não faço idéia da atual posição do Botafogo no campeonato, se saímos do G4, etc...

Isso não importa agora.

Deixamos quatro pontos preciosos para trás e precisamos recuperá-los nas casas dos adversários. A começar pelo próximo: O Coritiba, na capital do Paraná.

Difícil? Muito difícil! Até porque eles ainda entrarão em campo (daqui a pouco diante do Cruzeiro, em Belo Horizonte) e estão na briga direta pela Libertadores. Ou seja, uma final para o GLORIOSO, contra um adversário direto. Será um daqueles jogos de seis pontos.

Não podemos temer. Temos que chegar no Couto Pereira e mostrar que a camisa do Botafogo fala mais alto. Os jogadores alvinegros têm que se impor!

E não custa nada lembrar: A nossa última passagem pelo estádio do Coxa foi vitoriosa. Copa do Brasil do ano passado, quando vencemos por 1 a 0, gol do Luciano Almeida.

Aliás, acho que o rapaz já poderia ganhar uma oportunidade com o Ney Franco.

Concordam?

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Só faltou a assinatura



Todos nós sabemos que futebol e justiça não andam de mãos dadas. Se pensarmos rapidamente, vários e vários jogos serão lembrados. E nem precisamos ir longe, afinal, o "empate-derrota" de ontem é mais um a figurar na imensa lista.

Tudo bem. Se era para terminar empatado, que fosse. Mas os Deuses do Futebol poderiam deixar o placar em 2 a 2, pois aquele lance antológico do Lúcio Flávio merecia um final feliz.

A jogada do capitão botafoguense foi daquelas que raramente vemos no futebol atual. Seria certamente o gol mais bonito do campeonato, ou quem sabe, da temporada brasileira.

E até a conclusão da jogada foi consciente. O Lúcio Flávio levantou a cabeça, calculou certinho o melhor ângulo e bateu na bola...

Os Deuses cismaram que o dia 30 de agosto não era o mais apropriado.

Uma pena para o futebol...

Apesar de não ter resultado em gol, este foi um lance daqueles que não cansamos de rever. Por isso, se você também quer saborear (e lamentar) novamente, é só clicar em: http://www.youtube.com/watch?v=qJelhiJUN4E

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

E agora, jurídico alvinegro? E agora, STJD?



O Antônio lembrou muito bem: Termos aguentado o "showzinho" do Ruy foi tão ruim quanto o empate com sabor de derrota.

O bandido cabeçudo bateu nos jogadores alvinegros durante toda a partida, simulou inúmeras faltas (lembrando que o André só foi expulso no primeiro turno por uma simulação do Ruy) e saiu do campo xingando os dirigentes botafoguenses.

Até aí, por mais que fiquemos nervosos, tudo bem. E no caso do Bebeto, Montenegro e demais colaboradores, se eles se sentiram ofendidos, que comprem a briga contra o lateral do Náutico.

Mas o problema maior foi que o Ruy não aguentou as provocações da torcida alvinegra e antes de descer para o vestiário, fez o famoso gesto indecente para a massa na arquibancada. O mesmo sinal que a PM pernambucana alegou ser ofensivo e que desencadeou toda a confusão no Aflitos e consequente prisão (e suspensão) do André Luis.

Não quero saber se a PM carioca deveria fazer o mesmo (até acho que não), mas pergunto: O departamento jurídico do Botafogo vai esperar uma luz divina para colocar o Ruy no STJD e pegar - no mínimo - a mesma pena do André? Ou seremos bonzinhos como o pessoal dos "direitos humanos"?

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Um gol contra do Ney Franco



O saldo do Ney Franco ainda é altamente positivo, mas não se pode brincar no futebol, que é o único esporte capaz de levar o profissional do fundo do poço ao lugar mais nobre do pódio em pouco tempo. Da mesma forma, o caminho contrário...

De bestial à besta: Foi a tônica que o treinador alvinegro "escolheu" neste sábado de terror para os botafoguenses.

Quando o time ganha, o mérito é de todos. Quando perde, a culpa também é do elenco. Estas são máximas fundamentais do futebol. Aliás, é justo, afinal, o futebol é um esporte coletivo.

Agora, sempre existem as peças que colaboraram mais para os resultados positivos e negativos. Desta vez os torcedores botafoguenses não têm dúvidas do nome da vez: Ney Franco.

Eu quero não acreditar, mas no fundo eu sinto que o técnico quis aparecer mais do que o grupo, inventando na hora mais indevida.

Sim, amigos. O Ney Franco já tinha nos mostrado que é um comandante que gosta do básico e sem invenções (como fazia, por exemplo, o Cuca). Por quê ele cismou em fazê-las ontem, quando a vitória era praticamente certa e o time sairia ovacionado pela galera?

Menos, Ney! Menos...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!