
O Estevam Soares só tem três jogos (dois empates e uma derrota) no comando do Botafogo, mas já percebeu duas coisas: A grandeza do clube e a mão de obra de baixíssima qualidade que ele tem para trabalhar.
Não me refiro apenas aos jogadores, pois os superiores (principalmente o coordenador e vice de futebol) do treinador também são de uma incompetência sem limites.
Esta é a situação do Estevam em General Severiano, trabalhando em um dos maiores clubes do mundo, mas que infelizmente se encontra nas mãos de profissionais (?) que jamais poderiam vestir o manto alvinegro (uniformes e paletós).
De qualquer forma, eu fiquei tão satisfeito com a troca de treinador, que ainda aposto em mudanças radicais no Botafogo, dentro e fora de campo. Para isso, o Estevam Soares ainda precisa conhecer mais o dia a dia botafoguense. Portanto, deixemos o homem trabalhar...
Por falar em trabalho, o do técnico botafoguense é um dos mais difíceis da atualidade, afinal, como montar uma equipe forte e competitiva com tantos jogadores e dirigentes ruins?
A resposta desta pergunta foi respondida por 84 amigos do C.B na enquete encerrada hoje a noite.
Das três opções, duas brigaram "voto a voto" até o último segundo da pesquisa.
De 84 votos computados, 38 (45%) disseram que nada é mais difícil do que ser "obrigado" a trabalhar com Emersons e Fahels da vida!
Putz, eu concordo!
Não deve existir sentimento igual ao de você olhar o grupo e dar de cara com perebas como os dois citados (e vários outros que se encontram no Botafogo). Emerson, Fahel, Léo Silva...
...todos deixados na "herança maldita" do Ney Franco, que abriu mão do Ferrero e André Luis para que os seus "pupilos" fossem trazidos para General Severiano.
Agora é contigo, Estevam! Como diria o Faustão: "Se vira nos 30"!
Apesar de concordar com os 38 amigos que escolheram a opção acima, eu votei na "segunda colocada", que recebeu 37 (44%) cliques: Trabalhar diretamente com dirigentes amadores e incompetentes.
Uma coisa é você ainda tentar o milagre com subordinados (jogadores), mas outra – bem diferente – é você não ter o que fazer quando os seus superiores são incompetentes e/ou burros por natureza.
Por questão de hierarquia, a pessoa (neste caso, o Estevam Soares) é "obrigada" a permanecer em silêncio e aguentar algumas situações ridículas...
...a não ser que "peçam o boné" e larguem o emprego.
Aliás, eu acho que se fosse treinador de futebol, não conseguiria trabalhar dois dias no GLORIOSO. Não enquanto o futebol fosse (como é) comandado pela "dupla de peso", André Silva e Anderson Barros.
Entretanto, a bagunça é tanta em General Severiano, que existem também "incompetências" que vão além da diretoria e jogadores...
O que dizer do departamento médico do clube, que na maioria das vezes faz diagnósticos insuficientes e/ou errados, não consegue recuperar atletas em tempo hábil, etc...?
Por conta disso, 9 (10%) botafoguenses disseram que o Estevam Soares ainda passará muita dor de cabeça dependendo do departamento médico no clube.
É, amigos...no fundo, no fundo, tá todo mundo com razão! As três opções se completam e mostram claramente a "batata" que o novo treinador "segurou".
Só nos resta desejar toda a sorte do mundo ao Estevam Soares, que independente dos atletas, dirigentes e comissão técnica que tem por perto, pode sim, ser a esperança por dias melhores no Botafogo de Futebol e Regatas.
Eu acredito!
Ainda sobre o técnico botafoguense, a nova enquete do C.B com a seguinte pergunta: "Você já vê alguma diferença/evolução do Botafogo atual para aquele treinado pelo Ney Franco"?
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!








