14/10/11

A volta do bom futebol


















Em General Severiano, o discurso é um só: O Botafogo terá 10 finais de campeonato a partir de agora.

E a ideia é manter a mesma postura apresentada diante do Corinthians, como falou o volante Marcelo Mattos:

"- Os erros que aconteceram nas partidas contra o São Paulo e Bahia não podem acontecer mais. O jogo contra o Corinthians é o ponto de partida para nos dar confiança daqui para frente".

Meu comentário: Além dos dois jogos citados, eu lembro das derrotas para o Atlético/GO e Coritiba.

Voltando a falar do Marcelo Mattos, nada como uma partida exuberante (contra o Corinthians) para apagar os dois erros grosseiros que cometeu contra o Atlético/GO e Bahia, né? Quando ele e o Renato jogam bem, o time todo funciona.


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

13/10/11

O substituto do Cortez


















O Botafogo não terá o time completo no domingo, contra o Atlético/PR.

O desfalque será justamente em uma das posições mais carentes do elenco: A lateral esquerda.

Carente porque o Márcio Azevedo recebeu várias oportunidades, mas não vingou (sem contar o fato da torcida não ter muita paciência com ele). Além disso, o Everton quebra um galho por ali, mas não é lateral de ofício. O Lucas Zen, que já atuou improvisado no setor, se encontra com a seleção no Pan de Guadalajara. Por fim, o Somália, que não conta com a confiança do treinador.

Diante desse quadro, quem será que o Caio Jr. escalará no lugar do suspenso Cortez?

Eu aposto no Everton.


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Hora do adeus ao Robin Hood


















Palavras do técnico Caio Jr., após a épica vitória (como muito bem definiu o amigo Levi) de ontem:

"- Definitivamente, é para o torcedor lotar o estádio e acreditar nesse grupo vencedor, guerreiro. Precisávamos de uma vitória nesse estilo, após resultados injustos. Resgastamos a esperança do torcedor".

Concordo inteiramente com o comandante botafoguense. 

Os que estavam mais preocupados (eu, por exemplo) voltaram a acreditar. Além disso, o Engenhão precisa ficar abarrotado no domingo. 

Mas eu diria que só uma vitória sobre o Atlético/PR me faria acreditar definitivamente na briga.

Por que só contra o Atlético/PR e não depois do triunfo sobre o líder, em plena São Paulo?

Simples: Porque eu não vejo a hora de nos livrarmos do complexo de Robin Hood.


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Elogios merecidos, mas...




















... o banco é o seu lugar.

Os amigos do CB estão cansados de saber que eu não gosto do futebol do Alessandro.

Mas faço questão de repetir o que escrevi ontem: A partida dele contra o Corinthians foi sensacional.

A seriedade, força e vontade de sempre (que diga-se, jamais questionei), mas com  a surpresa (pelo menos para mim) de um alto índice de passes certos e de não ter deixado muitos espaços pelo seu setor.

Ontem o Alessandro mereceu a nota que recebeu, sem sombra de dúvida.

Agora, isso não muda o que penso da posição no time titular: Ainda acho o Lucas muito mais jogador e dono absoluto da lateral direita.

O que os amigos pensam?

Obs: Escrevo este post porque li (no twitter, principalmente) muita gente dizendo que depois do jogo de ontem, o Alessandro já mereceria ser titular novamente.


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Liderança natural


















No finalzinho do jogo de ontem, uma cena chamou a minha atenção...

Era tiro de meta para o Botafogo e o Loco Abreu estava na meia lua da nossa defesa conversando com o Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Marcelo Mattos.

Pensei que estivessem discutindo, mas ao ver o Renan chutando a bola e o uruguaio não correndo em direção ao campo de ataque, entendi o que realmente estava acontecendo.

Como o Corinthians estava no abafa e ganhando quase todas as bolas pelo alto, o Loco "decidiu" virar mais um zagueiro (até pelo fato de ser excelente pelo alto). 

Após o apito final, o atacante confirmou a "mudança de posicionamento":

"- No futebol, tem de se falar taticamente. Às vezes, dentro do campo, você percebe coisas que o técnico, naquela loucura lá de fora, não vê. Eu achava que deveríamos jogar com duas linhas de quatro faltando cinco minutos e fomos para trás. No fim do jogo, falei para os meus companheiros de que não poderia acontecer um novo empate como aquele com o Botafogo. Recuamos e, se fosse preciso, furaríamos a bola".

"- Eles tinham vários jogadores na área e fazendo muitos cruzamentos. Era melhor aproveitar na defesa a minha boa condição na bola área. Gostei muito da garra e jogamos futebol quando atuamos no 11 contra 11. Com um a menos, nos defendemos muito bem".

Sensacional! Esse é o espírito! E gostem ou não, como escreveu o jornalista Rica Perrone em seu twitter (ontem, durante o jogo), existem "dois Botafogos": Com e sem o Loco. E não dá para compará-los, pois a diferença é enorme.

Eu concordo plenamente.


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Na inteligência e na raça



















Ah, Botafogo...
...você ainda me mata do coração!

Mas vou lhe dizer: Eu te amo demais!

E o Botafogo foi mais Botafogo do que nunca na noite desta quarta-feira. 

Depois de desperdiçar pontos preciosos em casa nas últimas partidas, o GLORIOSO simplesmente venceu o líder do campeonato em pleno Pacaembú.

Foi mais uma daquelas surpresas que o clube da Estrela Solitária é mestre em aprontar.

Resultado: 2 a 0 (Loco Abreu e Maicosuel) com inteira justiça, apesar do segundo tempo ter sido dominado durante os 45 minutos.

E por que "na inteligência e na raça", Rodrigo?

Amigos, porque foi o que vimos hoje a noite. Um time que soube se impor sem desespero e sem levar sufoco durante toda a primeira etapa. Um time que foi firme na zaga e bastante veloz nos contragolpes. Um time que sabia tocar a bola, se movimentar por todos os lados e irritar o adversário.

Com toda essa supremacia tática, o resultado do primeiro tempo não poderia ser diferente: 2 a 0. E isso porque fomos garfados com menos de 5 minutos, quando mais uma vez a arbitragem nos prejudicou ao anular um gol legal. Isto é, vitória por 2 a 0 no placar, mas o resultado moral foi 3 a 0.

E na segunda etapa a inteligência tática continuou firme e forte, mas foi a hora da vontade/raça prevalecer. Principalmente após a expulsão do Cortez, aos 15 minutos da etapa complementar. Aí foi ataque contra defesa. 11 contra 10...
...e com defesas milagrosas do Renan e todos os jogadores se desdobrando na marcação, a bola não entrou nem "pedindo a Deus".

Melhor para a gente.

Uma vitória de time que disputa título? 

Putz, eu disse - após o empate contra o Bahia - que não acreditava mais, pois a postura nas últimas rodadas havia sido ridícula. Mas hoje o Botafogo voltou a ser o Botafogo que tanto pedimos e queremos.

Assim, é claro que a esperança e otimismo aumentam. Só que ainda preferirei aguardar o jogo do próximo domingo, quando receberemos o Atlético/PR, que briga contra o rebaixamento. Esse é o tipo de partida que geralmente nos complicamos. Se vencermos e espantarmos esse "complexo", mudarei de opinião. Até lá, prefiro continuar com um pé atrás, até porque deu sorte (risos).

Mas pé atrás a parte, PARABÉNS, Botafogo. Hoje você nos encheu de orgulho (mais do que nunca)!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Notas: Botafogo 2 x 0 Corinthians

1- Renan: Pegou tudo - 8,5

2- Alessandro: Um guerreiro na marcação - 7,0

3- Antônio Carlos: Foi na base da superação - 6,5

4- Fábio Ferreira: No mesmo nível do companheiro de zaga - 6,5

5- Marcelo Mattos: Um leão no combate aos adversários e ainda fez duas "defesas" incríveis - 7,5

6- Cortez: Importantíssimo no primeiro tempo, atacante com bastante agressividade - 6,5

7- Maicosuel: Enquanto teve fôlego, foi a válvula de escape. Ajudou na marcação e se apresentou como principal articulador das jogadas ofensivas - 7,0

8- Renato: Mesmo sem tanto destaque individual, foi um monstro na parte tática - 6,5

9- Loco Abreu: Chegou às 15h de Assunção, entrou em campo, marcou gol e ainda terminou a partida atuando de zagueiro - 6,5

10- Felipe Menezes: Até cumpriu bem o seu papel, mas em determinados momentos me pareceu desligado - 6,0

11- Elkeson: Exagerou no individualismo - 5,5

12- Herrera: Só entrou para brigar. E pelo menos brigou - 5,5

13- Gustavo: Rebateu o que veio em sua direção - 6,0

14- Bruno Tiago: A mesma situação do Herrera - 5,5

Caio Jr.: Surpreendeu na escalação inicial (e deu certo) e ainda fez boas mexidas. Hoje - sem inventar - foi bem - 7,0