Perder faz parte, mas perder da maneira que o Botafogo perdeu hoje a noite não pode.
Definitivamente, é imperdoável.
O GLORIOSO conseguiu jogar três pontos garantidos no lixo, perdeu a liderança do campeonato e - para mim - mostrou que falta muita coisa para ser considerado postulante às primeiras colocações na tabela.
Conseguimos perder para um Cruzeiro (2 a 3 - gol contra e Herrera) fraco, que também não realizou uma boa partida e mesmo assim virou o placar de 2 a 0 para 3 a 2...
...e em menos de 10 minutos.
Como? Por que?
Por falta de vontade, de aplicação e de bom futebol alvinegro.
E isso porque na primeira etapa os mineiros não chegaram no gol botafoguense. Mesmo assim, os comandados do Oswaldo Oliveira "acharam" um gol e também não fizeram mais nada.
Na volta do intervalo, o Celso Roth simplesmente deu um nó tático no treinador do Botafogo, que aceitou de maneira passiva até os 30 minutos...
...quando a vaca acabava de ir para o brejo.
Daí em diante, nada mais foi feito, criado, alterado. Ou seja, uma derrota imperdoável e vergonhosa.
Faltou tudo. Principalmente postura.
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!
Notas: Botafogo 2 x 3 Cruzeiro
1- Milton Raphael: Acho que poderia ter defendido o segundo gol cruzeirense. No todo, não comprometeu - 5,5
2- Lucas: Razoável. Faltou acertar o último passe - 5,5
3- Brinner: O primeiro toque foi um chutão. De resto, não comprometeu - 5,5
4- Fábio Ferreira: Um pouco mais seguro que o companheiro de zaga - 6,0
5- Jadson: Levou a melhor na maioria das jogadas contra o Montillo. Ainda se apresentou no ataque - 6,0
6- Márcio Azevedo: Seguro na defesa e presente no ataque - 6,5
7- Maicosuel: Nulo. Um a menos durante 90 minutos em campo - 4,0
8- Renato: Outra partida discreta demais para quem é chamado de "8 de ouro" - 5,0
9- Herrera: Isolado, brigou sozinho contra a defesa e ainda marcou um gol - 6,0
10- Andrezinho: Voltando de contusão, sentiu o ritmo - 4,5
11- Vitor Jr.: Ciscou muitos lances, mas foi o mais perigoso do time - 6,5
12- Elkeson: Não acrescentou nada - 5,0
Oswaldo Oliveira: Aceitou passivamente o crescimento do adversário e não fez nada para mudar o panorama e atitude dos jogadores - 4,5