05/08/08

Engasgados



Eu sei que os catarinenses não têm culpa de nada, mas hoje em dia quando se fala em Figueirense, fica difícil não associar o clube à foto abaixo deste texto: O dia em que a vadia tirou a oportunidade de disputarmos a Libertadores de 2008.

Lembro muito bem que eu estava em Roma neste segundo jogo da Copa do Brasil, pois viajamos (família) para agradecer à Sta. Rita de Cássia (na cidade de Cascia, ITA) - de quem o meu pai é devoto - o sucesso na operação do mesmo, realizada alguns dias antes.

Com o fuso horário, recordo que acordei bem cedo e desci para o hall do hotel perguntando por alguma internet. No Brasil, havia passado algumas horinhas pós-eliminação e quando abri o site...
...um mix de tristeza e desilusão. Não tive ânimo pelo resto do dia. E isto porque eu nem quis atentar ao jogo em si. Algo que só fiz quando retornamos para casa e aí, amigos, foi um choque assistir à tamanho roubo!

Ah, e no Brasileirão do ano passado, eles só empataram (em Florianópolis) graças à mais um erro descarado da arbitragem.

Soma-se os dois exemplos, ao fato de nunca termos vencido o Figueirense em Santa Catarina...

Motivação é o que não pode faltar. Pelo menos para nós torcedores, o time sulista está engasgado na gargante. E a vingança alvinegra tarda, mas não falha. O momento do bote é esse!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Lá vêm os japas novamente



Há uns dias atrás, chegou uma proposta do futebol japonês (o clube não foi revelado) pelo Jorge Henrique. Foi prontamente recusada pelo Botafogo, que alegou ser um valor pequeno para valer a pena a negociação do atleta.

Ontem, porém, rumores indicavam - em General Severiano - que os japoneses viriam com outra proposta pelo "motorzinho" alvinegro.

A resposta dos botafoguenses foi algo como: "Vamos analisar. Se for boa para o clube e para o Jorge Henrique, não prejudicaremos o atleta de buscar a sua independência financeira".

Meus comentários:

1- O mais importante: Como eu sempre disse no Cantinho Botafoguense, não consigo imaginar o time do Botafogo sem o Jorge;

2- O mundo realmente está louco. Se alguém (e isso vale para todos os jogadores de futebol dos clubes grandes do Brasil) não consegue fazer a sua independência financeira ganhando - no mínimo - R$50 mil/mês, eu vou começar a pedir esmolas na rua, pois a minha situação está péssima...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

04/08/08

Ainda não sei se acredito ou espero a quinta-feira...



Se houvesse a menor das possibilidades do Ferrero atuar na quinta-feira, eu confesso que ficaria muito contente com a ausência confirmada do Renato Silva. Mas já que é algo impossível, não gostei da notícia.

Não que eu deseje mal para o Renato. Pelo contrário! Apenas - como vocês sabem - acho que ele não tem futebol para ser titular indiscutível do Botafogo. Reconheço, porém, que ele melhorou consideravelmente, não deixando os torcedores com raiva em cada toque na bola. De vez em quando ele dá os habituais sustos, mas é apenas para lembrar que continua o mesmo Renato Silva de sempre.

Diferente da maioria dos zagueiros brasileiros, o Renato tem uma virtude pouco comum: É estabanado e praticamente não é suspenso por cartões. Além disso, é forte e raramente se contunde.

Ou se contundia...

Ontem ele sentiu uma fisgada na coxa e continuou até o final no sacrifício. Infelizmente para o zagueiro, está fora da partida contra o Figueirense, na quinta-feira. Em compensação, o André Luis (que saiu com dores) deve atuar normalmente.

E aí eu voltou ao início do post...

Se o Ferrero tivesse chances de atuar, eu acharia perfeito, pois seria a primeira oportunidade ao lado do André Luis. Ou seja, a minha dupla de zaga preferida, que nunca foi testada. Infelizmente não será possível, e a tendência é o André fazer o lado direito com o Edson entrando na esquerda.

Por mais que o ex-zagueiro do CRB tenha entrado bem contra o Atlético PR, ainda assim, desconsiderando o Ferrero, eu prefiro André e Renato.

O máximo que posso desejar é boa sorte para quem enfrentar o Figueirense e uma rápida recuperação para o Renato Silva.

Pelo menos tiramos uma lição desta contusão do zagueiro alvinegro: Os santos são fortes mas não fazem milagres. Para quem pensava que ele tinha "pacto" por nunca sair do time (em qualquer situação), ficou a prova de que o Renato tem reza forte, mas não é invencível! Não é mole não...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Tudo tem a sua hora



Empolgado com a bela vitória e melhora considerável na forma de atuar (e por consequência, na tabela de classificação), o Montenegro declarou que a torcida pode sonhar com o título.

Eu acho justíssimo que o Montenegro e/ou qualquer outro pense desta forma. O Botafogo do Ney Franco é outro completamente diferente daquele projeto de time na era Geninho.

Nesta hora, como bom torcedor, fica difícil não colocar a paixão em primeiro plano. Por mais complicado que seja, acho que devemos fazer este esforço, e explico o motivo: Continuemos quietinhos, pelas beiradas, trabalhando forte e esperando o momento certo do bote nos líderes.

Todo mundo voltou a falar do Botafogo. É um sinal claro de que estamos vivos. Mas mesmo assim, deixemos os holofotes em Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte e Salvador. Na hora devida eles virarão (automaticamente) para o Rio de Janeiro. E aí, amigos, não haverá outro ponto tão iluminado na "cidade maravilhosa", como General Severiano.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Defesa: Rumo ao quinto jogo de invencibilidade



O André Luis saiu sentindo de campo sentindo a coxa e passou a ser dúvida para o jogo de quinta-feira, ainda no sul, contra o Figueirense.

O zagueiro fazia uma boa partida, comprovando o ótimo momento vivido pelo sistema defensivo alvinegro, que não leva gols desde a derrota para o São Paulo (quatro rodadas).

Se considerarmos o entrosamento do André Luis com o Renato Silva, a ausência do zagueiro pode ser sentida. Mas o Edson entrou muito bem diante do Atlético PR e se for escalado e atuar da mesma forma, o Botafogo tem grandes chances de terminar mais uma rodada sem buscar a bola no fundo da rede.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Diz aí, Fábio (08)



Uma coisa que eu odiava fazer no "snoopyempretoebranco" era dar título aos textos. Caramba, eu conseguia fazer o mais difícil, que era escrever sobre algo, mas não conseguia atribuir um título ao que eu escrevia.
Aqui, escrevendo para o Cantinho Botafoguense, eu me escondo atrás do título que o Rodrigo atribuiu à coluna e me abstenho da ingrata tarefa.

Mas me deu curiosidade de que como este texto se chamaria:

"A volta da Justiça"? Acho que não.

"A (falta) de consideração a quem merece"? hummm... péssimo!

Como vêem, não sou bom nisso. Então é melhor ir direto ao assunto: RESPEITEM O TÚLIO!

Lá no "snoopyempretoebranco", eu escrevi um texto certa vez que obteve muita repercussão, pois se tratava de ídolos.

O meu amigo dono do blog já declarou abertamente que o Túlio é um dos seus, mas os reveses que aconteceram no último ano têm me feito recuar de tal afirmação.

Oras, um cidadão beija um escudo na quinta-feira e, na semana seguinte, vai embora? O outro, idolatrado pela torcida, tem a cara-de-pau de ir para um rival, se dizendo insatisfeito com não sei o quê?

É muita sujeira.

Por essas e outras, não tenho muitas razões para acreditar que X ou Y é o ídolo do meu time.

Se por um lado, a infinidade de ídolos que o Botafogo criou em toda sua história pode ser vista como uma razão para que a torcida se sinta carente, por outro, eu penso que essa é justamente uma das razões que me confortam, a ponto de ter a certeza de que, no futebol profissional de hoje, não há mais clubes que alcancem o status que o Botafogo tem nesse quesito na sua centenária história...

A não ser que considerem um Renato Augusto, por exemplo, um ídolo de alguém...

E onde quero chegar com essa história toda,considerando que falei do Túlio lá em cima?

Não só afirmar que ele é meu ídolo, mas dizer em alto e bom tom que alguém que molha a camisa de suor como ele não pode ser desrespeitado por uma fase ruim.

Não consigo acreditar até hoje que ele chegou a ser vaiado no Engenhão. Aquilo foi um desafogo totalmente descabido da torcida do Botafogo, que, é verdade, andava muito angustiada.

Tudo bem que lhe falta um ingrediente fundamental para que um atleta seja eternizado na galeria de um clube como o Botafogo: título.

Mas acredito que ele não vai terminar sua carreira sem esse triunfo.

Porque ele é do tipo de jogador que faz uma torcida merecer soltar o grito de campeão.

Saudações positivamente botafoguenses!!!

E-mail do Fábio: fabio.alvinegro@gmail.com

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

03/08/08

Futebol bonito...e com vitória



Final de semana perfeito! Não? Bom, pelo menos para mim foi, pois como explicar:

1- Primeira vitória do GLORIOSO fora de casa, jogando com autoridade do início ao fim, mesmo desfalcado de cinco titulares;

2- Derrota do "cavalo paraguaio molambento", que agora está três pontinhos na nossa frente;

3- Derrota do "Unimed FC" com críticas ao nojento do Renato Gaúcho e sonoras vaias para o Dodô;

4- Derrota do "bacalhau estragado", com direito a dois gols (na estréia) do André Lima. Não que torcer pelos "bambis" seja bom. Não é, mas eu torço sim, pelo André Lima;

5- Por último, um Jorge Henrique nos seus melhores momentos, lembrando o ano passado.

Desta forma não há como negar: Final de semana perfeito!

O Botafogo não tomou conhecimento do Atlético PR (ou seria "Patético PR"?) e sapecou outra goleada no rubro-negro em plena Arena da Baixada. Tudo bem que, diferentemente de 2006, não foram cinco gols, mas o 3 a 0 não deixou dúvidas de que o GLORIOSO está definitivamente na briga por um segundo turno com ótimas perspectivas.

Durante a semana, o Ney Franco traçou a meta para estar três últimas partidas do primeiro turno: No mínimo sete pontos, jogando duas partidas fora de casa (Atlético PR e Figueirense) e uma no Engenhão (Palmeiras).

O primeiro passo foi dado com segurança e em terras inimigas. Agora teremos o confronto direto contra os catarinenses, que só estão um ponto atrás da gente na tabela de classificação. Se o Botafogo voltar de Florianópolis com outra boa vitória, a festa no próximo final de semana será linda no estádio mais moderno da América Latina.

Ney Franco armou um time forte na marcação, explorando a velocidade da dupla de ataque, formada por Gil e Jorge Henrique. Nas assistências, Lúcio Flávio chegava pelo meio junto com o Diguinho e/ou Túlio. E pelos lados, Thiaguinho e Zé Carlos. Quando se defendia, era um ferrolho muito bem montado e com saídas rápidas e bastante movimentação.

E pela primeira vez sob o comando do Ney, o Botafogo conseguiu unir o útil ao agradável: Jogou bem e venceu.

O alvinegro foi melhor em campo contra o Santos, São Paulo e Flamengo, mas em nenhum dos três casos saiu de campo vitorioso. Foram dois empates e uma derrota. Em compensação, quando atuou de forma mais discreta, venceu: Atlético PR e Goiás. Agora, este domingo reservou os três pontos e um futebol de primeiro nível.

Partindo para cima desde o apito inicial, os jogadores botafoguenses forçavam os erros dos adversários e a impaciência dos torcedores. Com isso, tocava a bola até o momento certo de sair na cara do goleiro atleticano.

Com menos de 10 minutos, Jorge Henrique fez uma bela jogada e deixou o Gil na frente do gol. Infelizmente, a finalização foi equivocada e não posso negar que pensei: "Não é possível que deixaremos de ganhar de novo por causa destes erros". Enquanto isso, o time chegava com facilidade até a entrada da área, mas ficou evidente a falta que fez um centroavante de ofício para concluir as jogadas criadas.

Não passou muito tempo e o gol finalmente chegou. Lúcio Flávio tocou para Jorge Henrique, que sofreu o pênalti, muito bem convertido pelo "maestro".

Uma breve pausa...

O time todo merece elogios pela partida. Todos foram dedicados e esforçados, mas teve um destaque especial: Jorge Henrique.

O "motorzinho" foi o melhor atleta em campo. Como diriam os comentaristas: O nome da partida. Suas arrancadas infernais pelos dois lados, bons passes, um gol que não costuma fazer (com calma e frieza). Mas as minhas palmas são especialmente para a raça do Jorge Henrique, que deu carrinho, levou porrada, encarou os adversários e provou a torcida com inteligência, deixando os atleticanos loucos.

Depois das críticas (algumas, justas) pelos últimos jogos, acho que o Jorge merecia este parágrafo, mesmo eu não compartilhando com a revolta dos torcedores nas partidas contra o São Paulo e Flamengo, conforme conversamos neste espaço durante as semanas...

E o Fogão virava o primeiro tempo em vantagem. Agora a pergunta era outra: "Será que recuaremos?"

A postura do Botafogo na segunda etapa não alterou. Continuamos explorando os vacilos do Atlético, esperando a hora do "bote final". Da mesma forma, não continuamos não levando sustos na defesa, que esteve soberana frente aos atacantes adversários.

O tempo passava e eu já queria ouvir logo o apito do juiz, até que em um lançamento preciso do Lúcio Flávio, o Jorge Henrique driblou o goleiro e colocou a cereja em cima do seu bolo particular. Ele precisava deste gol para coroar a sua brilhante partida.

Vitória consolidada? Tudo indicava que sim, afinal, jogávamos melhor e não éramos pressionados. O problema, é que 2 a 0 nunca deve ser considerado um resultado definitivo. Seria preciso o golpe de misericórdia alvinegro. E ele veio...
...depois de uma arrancada do Túlio, que fez uma jogada de atacante. Inclusive se posicionando na pequena área quando a bola sobrou na frente do gol atleticano.

Aliás, neste lance o Botafogo chegou com o Túlio e Diguinho na frente. Prova de que o time tem volantes diferenciados, que não são apenas marcadores.

A primeira vitória alvinegra fora de casa estava, enfim, confirmada. O mais legal foi que, mesmo com o resultado definido, o empenho dos jogadores não diminuiu nada. Pelo contrário, o time continuava correndo, dando carrinhos e abusando da velocidade nos ataques.

Enfim, chegamos ao sul para conquistar seis pontos na semana. Já garantimos os três primeiros e vamos embalados para Florianópolis. Em minha opinião, a partida contra o Atlético seria a mais difícil. Infelizmente quebrei a cara, pois duvido que o Figueirense jogue tão mal como os paranaenses. De qualquer forma, o ânimo está ainda mais renovado e teremos os reforços de vários jogadores importantes que não enfrentaram os atleticanos.

O meu calendário está marcado: Quinta-feira é outra data chave para o GLORIOSO. Se atuarmos como hoje, a felicidade na sexta é garantida. Tenho certeza absoluta!

Amigos, eu preciso novamente dar a minha mão à palmatória: Cada vez mais o Ney Franco cala a minha boca, pois o time está muito bem armado, entrosado e empenhado. E o mais importante: Houve a famosa empatia.

Vamos com tudo para cima do Figueirense, Fogão!!!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

NOTAS: BOTAFOGO 3 X 0 ATLÉTICO PR

1- Renan: Perfeito nas duas bolas em que foi acionado - 7,0

2- Thiaguinho: Só falta controlar a afobação, pois a sua partida foi muito boa - 7,0

3- Renato Silva: As furadinhas de sempre, mas hoje foi perfeito nas antecipações aos atacantes do Atlético - 7,0

4- André Luis: Estava seguro até sair machucado no segundo tempo - 6,5

5- Túlio: Uma partida mais tática do que individual. Ainda assim, provou que a fase é sensacional. Três gols nos últimos dois jogos - 7,0

6- Zé Carlos: Alguns momentos que chegou atrasado, mas nada que tenha comprometido. Na média final, saldo positivo - 6,5

7- Jorge Henrique: O craque da partida. Veloz, guerreiro, aplicado e para coroar, oportunista - 9,0

8- Diguinho: Atuou um pouco mais adiantado do que o normal e não sentiu a diferença - 7,0

9- Gil: Pecou em três finalizações. Ao menos procurou se movimentar, criando opcões para o ataque - 6,5

10- Lúcio Flávio: A bola passou pelos seus pés nas horas mais importantes. A partir de então, dois toques precisos, deixando os companheiros na cara do gol - 6,5

11- Leandro Guerreiro: Lembrou o velho e bom Leandro de 2007 - 7,5

12- Edson: Ganhou todas as bolas divididas - 7,0

13- Lucas Silva: Poucos minutos, insuficientes para uma melhor análise - Sem nota

14- Luciano Almeida: Mesma situação do Lucas Silva. Sua entrada foi para ganhar ritmo de jogo - Sem nota

Ney Franco: Perfeito desde a armação do time, passando pela escalação e finalizando nas boas substituições - 8,0

Diversão garantida



Da mesma forma que dá prazer acompanhar o Vila Nova na segunda divisão, por causa do Túlio Maravilha, também dá gosto assistir os jogos do "Unimed FC".

Pelo menos eu tenho me divertido a beça.

Por quê será?

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

A palavra chave é: Superação



É hoje!

Se o Botafogo quiser continuar subindo na tabela do campeonato, precisará - mais do que nunca - vencer o Atlético PR, em plena Arena da Baixada, aonde o adversário sempre é forte.

A necessidade da vitória só aumentou depois do início da rodada de ontem. O GLORIOSO perdeu duas posições, para o Internacional e Figueirense, que venceram o "Unimed FC" e Náutico respectivamente. Detalhe: Ambos, fora de casa. Ou seja, o time do Ney Franco precisa debutar nas partidas fora do Rio de Janeiro para continuar na briga.

Apesar dos vários desfalques, não é impossível. Precisaremos de paciência, inteligência e vontade. Muita vontade! Luta, entrega, suor! Se igualarmos nestes aspectos, tenho certeza que triunfaremos na capital paranaense.

Eu acredito!

Aproveitando o post, mas mudando um pouco de assunto, fiquei muito feliz com a ligação que o Paulo Marcelo (Arquiba Botafogo - link ao lado nos favoritos) me fez ontem, contando que visitou o Nilton Santos e viu a minha carta colada na parede do quarto do maior ídolo botafoguense de todos os tempos!

Segundo o Paulo, o estado do Nilton Santos não é dos melhores, mas ele ainda mostra alguns sinais de lucidez, principalmente quando o assunto é o GLORIOSO.

E depois desta prova de amor da "Enciclopédia", eu fiquei mais confiante para esta noitinha.

Mesmo sem "entender" o que se passa atualmente, o melhor lateral de todos os tempos terá um final de domingo agradável, acompanhando os gols do seu - do nosso - Botafogo, pois como diz o Paulo: O Botafogo somos nós!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!