31/08/08

E agora, jurídico alvinegro? E agora, STJD?



O Antônio lembrou muito bem: Termos aguentado o "showzinho" do Ruy foi tão ruim quanto o empate com sabor de derrota.

O bandido cabeçudo bateu nos jogadores alvinegros durante toda a partida, simulou inúmeras faltas (lembrando que o André só foi expulso no primeiro turno por uma simulação do Ruy) e saiu do campo xingando os dirigentes botafoguenses.

Até aí, por mais que fiquemos nervosos, tudo bem. E no caso do Bebeto, Montenegro e demais colaboradores, se eles se sentiram ofendidos, que comprem a briga contra o lateral do Náutico.

Mas o problema maior foi que o Ruy não aguentou as provocações da torcida alvinegra e antes de descer para o vestiário, fez o famoso gesto indecente para a massa na arquibancada. O mesmo sinal que a PM pernambucana alegou ser ofensivo e que desencadeou toda a confusão no Aflitos e consequente prisão (e suspensão) do André Luis.

Não quero saber se a PM carioca deveria fazer o mesmo (até acho que não), mas pergunto: O departamento jurídico do Botafogo vai esperar uma luz divina para colocar o Ruy no STJD e pegar - no mínimo - a mesma pena do André? Ou seremos bonzinhos como o pessoal dos "direitos humanos"?

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Um gol contra do Ney Franco



O saldo do Ney Franco ainda é altamente positivo, mas não se pode brincar no futebol, que é o único esporte capaz de levar o profissional do fundo do poço ao lugar mais nobre do pódio em pouco tempo. Da mesma forma, o caminho contrário...

De bestial à besta: Foi a tônica que o treinador alvinegro "escolheu" neste sábado de terror para os botafoguenses.

Quando o time ganha, o mérito é de todos. Quando perde, a culpa também é do elenco. Estas são máximas fundamentais do futebol. Aliás, é justo, afinal, o futebol é um esporte coletivo.

Agora, sempre existem as peças que colaboraram mais para os resultados positivos e negativos. Desta vez os torcedores botafoguenses não têm dúvidas do nome da vez: Ney Franco.

Eu quero não acreditar, mas no fundo eu sinto que o técnico quis aparecer mais do que o grupo, inventando na hora mais indevida.

Sim, amigos. O Ney Franco já tinha nos mostrado que é um comandante que gosta do básico e sem invenções (como fazia, por exemplo, o Cuca). Por quê ele cismou em fazê-las ontem, quando a vitória era praticamente certa e o time sairia ovacionado pela galera?

Menos, Ney! Menos...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

30/08/08

Empate? Que nada, foi uma derrota (a segunda seguida)



O Botafogo empatou em 1 a 1 com o Náutico, agora a pouco, no Engenhão e dependendo dos resultados do final da rodada, poderá sair do G4, além de ver os principais adversários se distanciarem.

Aliás, o jogo foi praticamente a repetição do domingo passado, diante do Vasco: Ataque contra defesa, vários gols perdidos, soberba alvinegra ao não querer liquidar a fatura e um gol sofrido de cabeça, no final da partida.

Pensando bem, houve duas diferenças nesta noite:

1- O Náutico ainda teve um atleta expulso, só facilitando o trabalho do GLORIOSO;

2- Se o Ney Franco não teve culpa no clássico, hoje ele foi determinante para o resultado do jogo, afinal, suas duas primeiras mudanças mataram o lado direito do Botafogo.

Não questiono a entrada do Zárate. Pelo contrário, era público que o argentino finalmente jogaria pelo Botafogo. Mas tirar o Túlio, que era um dos melhores jogadores em campo, foi um erro gritante. O Thiaguinho, ídem. Ney Franco que me perdoe, mas a perda destes dois pontos (que nos farão muita falta) deve ser dividida igualmente entre os atletas e treinador.

Já que toquei no nome do Zárate, não serei oportunista e crítico dos maus momentos. A estréia não foi a esperada, mas vários fatores devem ser analisados e eu ainda acho que o Botafogo terá alegrias com o atacante.

Sei que é difícil, mas nesta hora precisamos esquecer o empate (da forma como foi) e lembrar que desde o seu anúncio, todo mundo disse que o Zárate não é habilidoso. Realmente ele comprovou e o seu primeiro toque na bola foi uma chance de gol. Pena que caiu na perna errada e eu quero acreditar que ele estava frio e nervoso (normal) pela estréia.

Nada de tacar pedras no hermano, pois o grupo todo teve culpa neste empate com sabor de derrota.

O mesmo time que goleou o Atlético MG entrou no campo, diante do Náutico extremamente defensivo e na zona do rebaixamento.

Todos nós comprovamos o que falávamos durante a semana: Os caras irão ao Rio para se defender. E não foi diferente...

O Botafogo jogava do meio de campo para frente, sem ter trabalhos na defesa. Os dois volantes e laterais atacavam praticamente ao mesmo tempo, com o Jorge Henrique aberto na direita e o Gil pela esquerda. A dificuldade era a falta de um homem fixo na área, que permitisse troca de passes. Exatamente como o Wellington Paulista tem costume de fazer...

Carlos Alberto e Lúcio Flávio até que distribuiam bem as jogadas, que eram levantadas na área para os pequenos atacantes alvinegros. Algumas levavam perigo, mas a maioria terminava nos pés e cabeças pernambucanos.

Na primeira vez que o Jorge Henrique foi pro meio, achou o Thiaguinho livre. Cara a cara com o goleiro Eduardo, o lateral botafoguense chutou para fora. Ele perderia uma outra oportunidade minutos depois, para desespero dos 23 mil torcedores que fizeram uma linda festa no Engenhão.

Faltava calma no último toque, pois chegávamos tranquilos na entrada da área do Náutico. Depois de uma cobrança de escanteio, Túlio mostrou porque o Botafogo tem a melhor dupla de volantes do Brasil: Enfiou uma bola maravilhosa para o Lúcio Flávio, que levantou a cabeça e serviu - de primeira - o Carlos Alberto.

Bola na rede! Botafogo - no G2 - 1 a 0.

Ontem eu encontrei com o Toninho aqiu na rua e falei: "Cara, 1 a 0 será goleada".

E se estava de bom tamanho, por pouco não fica melhor. Aliás, melhor não. Muitíssimo melhor! O capitão Lúcio Flávio realizou a jogada mais linda do Brasileirão e por um castigo do destino, não colocou a primeira placa do Engenhão. Uma pena! Acho que nunca senti tanto a perda de um gol. Ainda mais do Lúcio Flávio, que eu vivo pegando no pé pela falta - justamente - de lances desse tipo. Ele só provou que é capaz! Mesmo assim, uma pena!

Era final de primeiro tempo e o Botafogo quase foi castigado pelo relaxamento quando o atacante pernambucano ficou sozinho contra o Castillo. Por sorte o Túlio surgiu do nada e enfiou o pé salvador.

Vocês repararam? O Túlio participou ativamente do gol alvinegro e salvou o empate do Náutico...

Apesar do placar magro, o time estava bem em campo e ninguém acreditaria que o panorama da partida mudasse no segundo tempo. Nem mesmo com a entrada de outro atacante no adversário.

Ney Franco voltou - corretamente - com a mesma formação.

Realmente o desenho do jogo não alterou: Era o Botafogo no ataque e o Náutico na defesa, apesar de tentando sair um pouco mais no ataque. Eles aproveitavam os avanços alvinegros e chegaram a criar duas bolas perigosas que foram afastadas pelo Diguinho e Castillo.

Aí que começou o festival de erros generalizado por parte do Ney Franco...

Quando o Náutico teve um atleta expulso, o técnico botafoguense deveria fazer uma escolha: Aumentar o placar ou administrar os minutos restantes?

Eu acho que daria para atacar e administrar ao mesmo tempo, mas o Ney Franco pecou ao jogar o time todo para frente, acreditando que o adversário estava morto. Ele tirou os dois jogadores que criavam todas as nossas jogadas (junto com o Carlos Alberto e Jorge Henrique) pelo lado direito: Túlio e Thiaguinho estavam bem na defesa e no ataque.

Com a saída do Túlio (principalmente), o Diguinho sentiu a falta do companheiro de proteção, já que o Botafogo atuava com quase seis na frente, além do Alessandro retornar de um longo período de inatividade.

O time caiu de rendimento. As bolas eram tocadas de lado, esperando o apito do péssimo (para não dizer coisas piores) árbitro. Tudo bem, não recrimino isso, afinal, eu mesmo disse que 1 a 0 seria goleada. Mas acontece que a marcação afroxou (a essa altura o Zé Carlos tinha entrado, para variar, cansado) no meio e depois de uma furada bisonha do André Luis, o atacante pernambucano entrou na área alvinegra, driblou o Castillo e tocou...

...Diguinho apareceu de carrinho, salvando o empate do Náutico! O jogador vibrou muito e o torcedor respirou aliviado, temendo o repeteco do jogo contra o Vasco. Até porque o relógico marcava quase 40 minutos do segundo tempo. Como no domingo passado, só cinco minutinhos separavam o GLORIOSO da posição G2.

Na cobrança de escanteio, gol do Náutico!

Só para lembrar, tivemos inúmeras oportunidades de escanteios, faltas e afins (todas cobradas pelo Lúcio Flávio). Nenhuma ofereceu perigo ao goleiro adversário. Em uma rara bola parada no ataque o Náutico fez o que não fizemos em muitas.

Vocês também lembraram do Vasco? Pois é...

Aí virou desespero! Torcida impaciente, jogadores nervosos e os pernambucanos (capitaneados pelo bandido do Ruy) ganhando o tempo que queriam.

O juiz apitou e o Botafogo perdeu dois pontos preciosos para um time na zona do rebaixamento, jogando em casa e com um jogador a mais. Como classificar o resultado com qualquer outra palavra que não seja "imperdoável"?

Dos nove pontos jogados no Rio, apenas cinco conquistados. Sendo que perdemos quatro diante de dois adversários fracos e que não fizeram nada além de se defender. Aliás, fizeram sim: Fizeram gols e lances isolados, enquanto nós enfeitávamos na frente sem chutar as bolas. Quem não faz, leva! O castigo foi repetido e de novo, repito: Justo!

Agora, para quem saiu do Maracanã dizendo que o time aprenderia com o erro contra o Vasco, como o atleta botafoguense explicará a partida de hoje? E o Ney Franco? O que falar depois de "matar" o setor direito do time, substituindo errado?

O próximo jogo? Só o Coritiba no Couto Pereira. Dificíl e contra um candidato direto à Libertadores.

Sim, amigos. Depois destes dois últimos empates (considero derrotas), eu sinto informar que não acredito mais na conquista do título. A menos que todos os resultados de amanhã nos ajudem. Mas mesmo assim, a parte mais tranquila da tabela passou e agora será bem mais complicado.

Não podemos deixar a imprensa encher nossas cabeças de "merdas" nesta semana. Vamos nos manter distantes, pois demos oportunidades e motivos para eles tentarem derrubar - de vez - o GLORIOSO.

O problema é que a torcida volta (com razão) a desconfiar de até onde este grupo pode chegar.

Claro que ainda estamos invictos e no páreo, mas estes são momentos importantes e que não estamos sabendo tirar proveito. Pela segunda vez seguida deixamos o G2 escapar das nossas mãos. Como é possível que saiamos do G4 amanhã, pode ser que o time entre com mais gana no próximo sábado no Paraná.

É o que esperamos, o Botafogo está entregando outro campeonato de graça para os adversários.

Por culpa e incompetência do próprio Botafogo!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

NOTAS: BOTAFOGO 1 X 1 NÁUTICO

1- Castillo: Sem culpa no gol. No mais, sem maiores trabalhos - 7,0

2- Thiaguinho: Fazia boa partida quando foi substituído. Perdemos velocidade e ataque - 7,0

3- Renato Silva: Não comprometeu - 6,5

4- André Luis: A única falha permitiu o ataque que resultou o gol de empate. Infelizmente, falha decisiva (contra o Botafogo) - 6,0

5- Túlio: Era um dos melhores em campo, auxiliando o Diguinho e apoiando pelos dois lados. O Ney Franco precisa explicar a sua saída. Pelo menos para mim... - 7,5

6- Triguinho: Hoje atuou ofensivamente, mas é impressionante como erra cruzamentos - 6,5

7- Jorge Henrique: A camisa comemorativa não inspirou o jogador - 6,5

8- Diguinho: Uma pena que o carrinho que nos livrou do empate não tenha sido a bola do jogo. Correu o tempo todo. Sentiu a ausência do Túlio - 7,5

9- Gil: Ainda não foi uma super-partida. De qualquer forma, a melhor desde que chegou no GLORIOSO. Está com azar, pois duas bolas tinham o caminho certo - 7,0

10- Lúcio Flávio: Outra boa partida, se apresentando para as jogadas. Quase marcou o gol mais bonito do campeonato (e do Engenhão) - 7,5

11- Carlos Alberto: Para variar, quem mais briga e chama a responsabilidade do time. Premiado com o gol, porém, sente falta do Wellington Paulista, que geralmente não o deixa tão isolado - 7,5

12- Zé Carlos: Já entrou cansado - 5,5

13- Alessandro: Não era para ter entrado hoje. Apesar disso, não comprometeu - 6,0

14- Zárate: Mostrou que realmente não tem intimidade com a bola. De qualquer forma, senti que tem presença de área (apesar dos quilinhos a mais) e ao menos pede bola, não se escondendo. O gol perdido tem que ser analisado, conforme comentei no texto - 5,5

Ney Franco: Em minha opinião, o culpado maior pelo resultado. Péssimas substituições que pioraram sensivelmente o time - 5,0

Manequinho, pode esperar! A sua hora vai chegar...



Para cima deles, Fogão!

O Botafogo enfrenta o Náutico daqui a seis horas, mas a ansiedade certamente fará com que estas pareçam doze, afinal, o adversário é "especial".

A torcida precisará empurrar o GLORIOSO do início ao fim, sabendo que apesar da péssima campanha dos pernambucanos, será complicado fazermos gols, pois o treinador adversário já disse que virá com um forte esquema defensivo.

O empate para eles é ótimo resultado. Assim como o simples 1 a 0 é mais do que suficiente para os alvinegros.

Todos ao Engenhão!

Aproveitando, copio o post do "Nilton Severiano" no seu blog do Lancenet, ontem a noite:

"Paz para o Náutico! Respostas, só dentro de campo!

Caros Alvinegros,

Neste sábado temos o jogo de volta contra o Náutico, no primeiro embate depois daquela lamentável Batalha dos Aflitos, quando perdemos por 3 a 0 e nossos craques e dirigentes foram submetidos a uma humilhação terrível diante de todo o país.

Pois bem, vou falar sério neste espaço, desta vez: Antes daquela verdadeira palhaçada, e mesmo depois, os clubes e as torcidas de Botafogo e Náutico mantém uma saudável relação de amizade e apoio.A qual não devemos deixar que seja destruída em hipótese alguma, muito menos atendendo a interesses escusos da frapress, ansiosa em arranjar um motivo para derrubar o Melhor do Rio.

Tudo que aconteceu de ruim em Recife foi fruto da ação desastrada de policiais tanto ou ainda mais despreparados que os daqui. Os jogadores, dirigentes e torcedores do Timbu nada tem a ver com aquele caos que se instalou. Apelo a vocês, meus amigos leitores e torcedores do Fogão, que deixem um possível revanchismo de lado e recebam bem os alvirrubros pernambucanos, que devem comparecer em bom número ao Engenhão.

E que nós alvinegros que estivermos lá, e certamente estaremos em grande número, graças à nossa espetacular campanha de recuperação neste Brasileirão, cuidemos apenas de fazer uma bela festa, com mais uma vitória do Glorioso.

Divulguem essa mensagem para quantos vocês puderem. Precisamos e devemos dar uma resposta à altura do que aconteceu lá, mas apenas na bola, dentro de campo, sem violência de qualquer espécie.

Um grande abraço, paz para todos e Saudações Alvinegras!"


Eu reforço os pedidos do "Niltão", lembrando que independente do adversário, a nossa única preocupação deve ser a vitória. Afinal, todos nós queremos vestir - como manda a tradição botafoguense - o Manequinho no final do ano, certo?

Nós conseguiremos, com muita humildade, dedicação e cooperação. Já imagino o "menininho mijão" com o glorioso manto em preto e branco na frente do casarão de General Severiano.

Aliás, na foto abaixo ao lado do Manequinho "botafoguense", uma que tirei do "original" em Bruxelas/BEL, em novembro do ano passado.

Eu queria enquadrar a camisa do Botafogo e a pequena estátua, mundialmente conhecida como Maneken Pis.

Putz, foi uma luta (literalmente) fazer com que milhões de turistas japoneses entendessem que deveriam sair da frente por questão de dez segundos. Como eles não entendiam nada, mandei alguns à merda (no bom e velho português), abri os braços e pedi para a minha esposa apertar o "gatilho".

Uma pena que não dava para vestir a camisa, pois o frio era absurdo.

Menos mal que o mês de dezembro no Rio de Janeiro é quente. Assim, a fotografia do título (desta vez, vestindo o uniforme) está agendada.

Até mais tarde, com a vitória e a vaga - provisória - no G2 garantida.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Quando a vaidade é deixada de lado



Que coisa linda!

Depois de trocarem farpas públicas, Bebeto de Freitas e Montenegro se entenderam após uma conversa telefônica.

Abaixo, um trecho retirado do Globoesporte:

"Depois de alguns dias trocando farpas via imprensa e notas oficiais, os dirigentes do Botafogo decidiram levantar a bandeira preta e branca da paz. Uma conversa por telefone entre Bebeto de Freitas e Carlos Augusto Montenegro nesta sexta-feira parece ter colocado nos eixos a política do clube, que andava conturbada desde o anúncio de uma chapa com o nome de João Pedro Figueira como candidato à presidência nas eleições de novembro".

Não entrarei nos méritos de "este" é melhor que "aquele", mas os dois mereciam sonoras vaias e críticas da torcida botafoguense.

É imperdoável que o Bebeto e Montenegro tenham oferecido "armas" para a "imprensa parcial" bombardear o Botafogo. Os torcedores ficaram desesperados (com razão) durante estes dias, afinal, uma crise poderia ser instaurada em General Severiano. Tudo porque um falou besteira e o outro ainda fez questão de responder publicamente...

Eu sou adepto de que os problemas particulares devem ser resolvidos entre quatro paredes.

O problema é quando pessoas querem mostrar forças para a galera e esquecem que o prejudicado será apenas um: O Botafogo! Justamente o único que jamais pode sair ferido de qualquer batalha.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

29/08/08

Qual a desculpa da vez?



O atacante Thiago Ribeiro, ex-São Paulo, acertou a sua transferência para o Cruzeiro.

Não me importa se o Botafogo não quis entrar em leilão e/ou qualquer outro motivo. O cara vai pro time mineito e ponto final.

Só espero que os nossos dirigentes tenham aprendido a lição, pois mais uma vez falaram antes da hora. Quantos foram os jogadores "anunciados" pelos cartolas alvinegros e que acabaram "caindo" em clubes adversários no dia seguinte?

O Thiago Ribeiro é apenas mais um nome que se junta ao Carlinhos ("Unimed FC"), Neto (ex-Santos e ex-"Unimed FC"), etc...

Falar demais e agir de menos.

Dos vários problemas e vacilos que acontecem com certa frequência em General Severiano, este é sem dúvida o maior.

Depois? Têm que engolir moscas. E ainda reclamam quando são chamados de amadores...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Praga alvinegra nele



O Sérgio lembrou muito bem (em comentário do post anterior): Depois do episódio nos Aflitos, o Ruy "Cabeção" saiu falando muita bobagem, desmerecendo a figura do Bebeto de Freitas e principalmente do Botafogo.

Se tem uma coisa que eu odeio, é jogador que sai do GLORIOSO cuspindo no prato em que comeu. Para esses, toda a torcida contrária do mundo.

O Ruy é apenas mais um na minha extensa lista.

As palavras de baixo calão estão reservadas para o lateral. Uma pena que daqui de casa ele não ouça. Por isso, peço um auxílio aos amigos botafoguenses do Rio de Janeiro: Por favor, não deixem o ouvido do Ruy sossegado, ok? Nem um segundo sequer...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

A pressão fica com a torcida. Em campo, só futebol



A torcida botafoguense aguarda ansiosamente pelo jogo de amanhã, contra o Náutico.

As cenas lamentáveis do primeiro turno, em Recife, ainda estão vivas nas memórias dos alvinegros, que prometem pressão da arquibancada desde o apito inicial do árbitro.

Nós podemos encarar a partida como "extraordinária" e "revanche". É papel do torcedor, incentivar o seu time, além de xingar, pressionar e hostilizar o adversário. Desde, é claro, sem agressões físicas.

Tenho certeza de que o Náutico sofrerá a maior pressão da história do Engenhão. Os alvinegros querem o troco (principalmente no placar) do primeiro turno, e por mais que o clube pernambucano não tenha sido o culpado da bagunça nos Aflitos, certamente pagará a conta.

Ok! Até aí, beleza. Vamos mostrar para eles que o Botafogo não é o "Unimed FC", ou seja, aquele tratamento dispensado ao GLORIOSO em Recife será devolvido em forma de gols. Muitos gols...

Revanchismo à parte, torço apenas para que os jogadores alvinegros não caiam no clima da torcida.

O sentimento de vingança fica na arquibancada.

No campo, os atletas precisam encarar o Náutico como um adversário normal, cientes de que o Botafogo precisa passar por cima se quiser continuar na briga pelo título nacional.

Reconheço que será complicado para os jogadores. Por mais que tentem se manter distantes, as lembranças do primeiro turno surgirão em determinados momentos da partida.

De qualquer forma, o Ney Franco precisará conversar bastante com o grupo e mostrar a importância da cabeça fria durante os noventa minutos, explicando principalmente as diferenças do Botafogo daquela época para o atual.

Além disso, depois do bate-papo com o elenco, acho que vale a pena uma conversa em particular com o André Luiz...

Eu tento me colocar no lugar do zagueiro botafoguense e digo: Se aquilo tudo tivesse acontecido comigo, eu estaria louco da vida, sabendo que faltam mais de 24 horas para o jogo.

A diferença é que eu posso criar esta "fantasia", afinal, sou torcedor. O André é jogador profissional e precisa de concentração total.

Mas o "cachorro doido" deve estar contando os minutos...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Gilberto Baggio



Quando a fase é boa, o clima entre os jogadores torna-se maravilhoso, inclusive com muitas brincadeiras e provocações. Os botafoguenses estão em lua-de-mel e o resultado pode ser percebido em algumas "tiradas" sensacionais.

Vocês lembram quando o Renato Silva brincou com o André Luis, dizendo que este voltaria à Recife (para o jogo contra o Sport), onde fez muitos amigos na primeira passagem do GLORIOSO pela capital pernambucana?

Pois é, foi tão espontânea que eu morri de rir. Ah, o próprio André caiu na gargalhada, apesar do seu jeito sério e cara de poucos amigos.

Mas acho que o Jorge Henrique superou o Renato Silva...

O "motorzinho", que voltou a apresentar o belo futebol do ano passado, desembarcou com a delegação alvinegra no Rio de Janeiro e logo perguntaram sobre o pênalti que o Gil perdeu na quarta-feira, contra o Atlético MG.

Sem pensar muito, o Jorge Henrique disse que o grupo decidiu em conjunto para que o jogador ganhasse confiança com o possível gol, mas infelizmente o "Baggio" não foi feliz na cobrança...

Aí eu não me contive! Quando eu li a notícia, cheguei a chorar de tanto rir! Parece que o apelido de Baggio já pegou entre os atletas botafoguenses.

Esse é o Jorge Henrique: Liso dentro das quatro linhas e endiabrado fora delas.

É, amigos...quando a fase é boa...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!