01/09/08

O Guerreiro faz muita falta



O Leandro Guerreiro estava readquirindo a sua melhor forma física e técnica, quando uma nova contusão o pegou de jeito.

Uma pena, pois o destaque alvinegro de 2007 voltava a lembrar o bom e velho Leandro, apagando também a péssima impressão deste início de 2008, quando voltou de forma precipitada e atuando - na maioria das vezes - improvisado como terceiro zagueiro pelo lado esquerdo, onde foi uma lástima.

Diferente do ano passado, o Leandro não tem vaga entre os titulares do atual Botafogo. Isso é um fato. Agora, é o atleta que mais faz falta para o grupo, mesmo no banco de reservas.

Dependendo do jogo, a entrada do Leandro pode alterar o time de várias formas: Da mudança simples entre volantes, como terceiro zagueiro (desde que, centralizado) e até na vaga de um apoiador, adiantando o Diguinho ou Túlio mais para frente.

É sem dúvida nenhuma o nome ideal para qualquer partida, adversário e/ou esquema tático.

Quando eu vejo Zé Carlos (sempre cansado), Lucas Silva (que ainda não mostrou nada), Marcelinho (ele ainda existe) e alguns outros no banco de reservas, penso duas vezes antes de criticar qualquer substituição do Ney Franco, afinal, todos esses são infinitamente piores do que os titulares. O que não é o caso do Leandro...

Mantenho, porém, a minha crítica ao Ney Franco pelo resultado do sábado passado. Na pior das hipóteses, se ele não tinha banco, que não mexesse no time. Principalmente em uma peça fundamental (e que fazia uma boa partida) como o Túlio.

Enfim, o Náutico já passou. Agora teremos um adversário bem mais complicado...

Mas eu ficaria tranquilo se o Leandro Guerreiro estivesse à disposição do Botafogo. Ele é o nosso 12º jogador e único "reserva" (fora o Renan) que mantém o nível técnico, tático e físico do time titular.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Diz aí, Fábio (12)



"O triste empate ainda repercute, e não era pra ser diferente. Não se estranhem se eu me confundir e, por um acaso, chamar aquilo de derrota no decorrer do texto.
Um time que quer brigar para ser campeão, não pode, de forma alguma, perder (ops!) dessa maneira, até mesmo em um clássico, como foi contra o Vasco.

O que me deixou mais indignado foi ver que o time não aprendeu a lição do que aconteceu na semana anterior. Mas me pergunto: - Será que isso tem alguma explicação?

O que tem acontecido com o Botafogo nestes anos 2000 (aliás, desde a tragédia de 1999) é algo que precisa ser refletido.

Vivi uma infância marcada por uma fila que parecia interminável. Mas depois de 89, muita coisa boa aconteceu, enaltecendo nosso orgulho de ser botafoguense.

Só que os últimos anos têm sido revestidos de uma certa dose de tragédia, com derrotas inexplicáveis que culminaram em perdas de títulos que pediam para serem nossos.

Não estou querendo superdimensionar esse resultado contra o Náutico e nem insinuar que isso vai acontecer neste Brasileiro, até porque ainda faltam 15 rodadas para o fim do campeonato e demos sorte, pois ainda estamos no G4.

Mas o fato de você dominar o adversário por completo, perder gols fáceis e levar, tragicamente, um gol no final do jogo é, no mínimo, revoltante e inaceitável.

Não custa lembrar, por exemplo, que empates contra os rebaixados América/RN e Juventude, além de Figueirense tiraram o Botafogo da Libertadores de 2008.

E, não sei quanto a vocês, mas isso tudo me fez remeter a essa reflexão. No texto pós-jogo do Rodrigo, um comentário interessante do amigo que assinou como Gui e, também, a excelente cobertura do Vestiário Alvinegro sobre o jogo contra o Náutico bateram nessa tecla: nós estamos nos apequenando diante de campeonatos que têm a nossa cara.

E a solução para que isso se acabe, sem dúvida, é a conquista de um título de expressão. Ainda é possível nesta temporada? Embora um deles tenha ficado mais distante depois deste final de semana, estamos aí na busca de dois, mas seguimos provando que o maior adversário do Botafogo é ele próprio, infelizmente.

Com 44 pontos, finalmente Ney Franco teria uma semana inteira para trabalhar em paz, na vice liderança do campeonato. Mas, depois das derrotas contra Vasco da Gama e Náutico, ainda que invictos por 10 rodadas, o foco no trabalho vai ter que ser outro.

De nossa parte, por mais difícil que possa ser, temos que manter o pensamento positivo e seguir acreditando no time, mesmo que os Deuses do Futebol tenham sido tão injustos conosco e com o Lúcio Flávio naquela jogada sensacional que terminou na trave.

Enfim, vida que segue, como diria João Saldanha, e saudações positivamente botafoguenses!!!"

E-mail do Fábio: fabio.alvinegro@gmail.com


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

31/08/08

Vamos botar fogo no sul (novamente)



Pessoal, a rodada ainda não terminou, portanto, não faço idéia da atual posição do Botafogo no campeonato, se saímos do G4, etc...

Isso não importa agora.

Deixamos quatro pontos preciosos para trás e precisamos recuperá-los nas casas dos adversários. A começar pelo próximo: O Coritiba, na capital do Paraná.

Difícil? Muito difícil! Até porque eles ainda entrarão em campo (daqui a pouco diante do Cruzeiro, em Belo Horizonte) e estão na briga direta pela Libertadores. Ou seja, uma final para o GLORIOSO, contra um adversário direto. Será um daqueles jogos de seis pontos.

Não podemos temer. Temos que chegar no Couto Pereira e mostrar que a camisa do Botafogo fala mais alto. Os jogadores alvinegros têm que se impor!

E não custa nada lembrar: A nossa última passagem pelo estádio do Coxa foi vitoriosa. Copa do Brasil do ano passado, quando vencemos por 1 a 0, gol do Luciano Almeida.

Aliás, acho que o rapaz já poderia ganhar uma oportunidade com o Ney Franco.

Concordam?

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Só faltou a assinatura



Todos nós sabemos que futebol e justiça não andam de mãos dadas. Se pensarmos rapidamente, vários e vários jogos serão lembrados. E nem precisamos ir longe, afinal, o "empate-derrota" de ontem é mais um a figurar na imensa lista.

Tudo bem. Se era para terminar empatado, que fosse. Mas os Deuses do Futebol poderiam deixar o placar em 2 a 2, pois aquele lance antológico do Lúcio Flávio merecia um final feliz.

A jogada do capitão botafoguense foi daquelas que raramente vemos no futebol atual. Seria certamente o gol mais bonito do campeonato, ou quem sabe, da temporada brasileira.

E até a conclusão da jogada foi consciente. O Lúcio Flávio levantou a cabeça, calculou certinho o melhor ângulo e bateu na bola...

Os Deuses cismaram que o dia 30 de agosto não era o mais apropriado.

Uma pena para o futebol...

Apesar de não ter resultado em gol, este foi um lance daqueles que não cansamos de rever. Por isso, se você também quer saborear (e lamentar) novamente, é só clicar em: http://www.youtube.com/watch?v=qJelhiJUN4E

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

E agora, jurídico alvinegro? E agora, STJD?



O Antônio lembrou muito bem: Termos aguentado o "showzinho" do Ruy foi tão ruim quanto o empate com sabor de derrota.

O bandido cabeçudo bateu nos jogadores alvinegros durante toda a partida, simulou inúmeras faltas (lembrando que o André só foi expulso no primeiro turno por uma simulação do Ruy) e saiu do campo xingando os dirigentes botafoguenses.

Até aí, por mais que fiquemos nervosos, tudo bem. E no caso do Bebeto, Montenegro e demais colaboradores, se eles se sentiram ofendidos, que comprem a briga contra o lateral do Náutico.

Mas o problema maior foi que o Ruy não aguentou as provocações da torcida alvinegra e antes de descer para o vestiário, fez o famoso gesto indecente para a massa na arquibancada. O mesmo sinal que a PM pernambucana alegou ser ofensivo e que desencadeou toda a confusão no Aflitos e consequente prisão (e suspensão) do André Luis.

Não quero saber se a PM carioca deveria fazer o mesmo (até acho que não), mas pergunto: O departamento jurídico do Botafogo vai esperar uma luz divina para colocar o Ruy no STJD e pegar - no mínimo - a mesma pena do André? Ou seremos bonzinhos como o pessoal dos "direitos humanos"?

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Um gol contra do Ney Franco



O saldo do Ney Franco ainda é altamente positivo, mas não se pode brincar no futebol, que é o único esporte capaz de levar o profissional do fundo do poço ao lugar mais nobre do pódio em pouco tempo. Da mesma forma, o caminho contrário...

De bestial à besta: Foi a tônica que o treinador alvinegro "escolheu" neste sábado de terror para os botafoguenses.

Quando o time ganha, o mérito é de todos. Quando perde, a culpa também é do elenco. Estas são máximas fundamentais do futebol. Aliás, é justo, afinal, o futebol é um esporte coletivo.

Agora, sempre existem as peças que colaboraram mais para os resultados positivos e negativos. Desta vez os torcedores botafoguenses não têm dúvidas do nome da vez: Ney Franco.

Eu quero não acreditar, mas no fundo eu sinto que o técnico quis aparecer mais do que o grupo, inventando na hora mais indevida.

Sim, amigos. O Ney Franco já tinha nos mostrado que é um comandante que gosta do básico e sem invenções (como fazia, por exemplo, o Cuca). Por quê ele cismou em fazê-las ontem, quando a vitória era praticamente certa e o time sairia ovacionado pela galera?

Menos, Ney! Menos...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

30/08/08

Empate? Que nada, foi uma derrota (a segunda seguida)



O Botafogo empatou em 1 a 1 com o Náutico, agora a pouco, no Engenhão e dependendo dos resultados do final da rodada, poderá sair do G4, além de ver os principais adversários se distanciarem.

Aliás, o jogo foi praticamente a repetição do domingo passado, diante do Vasco: Ataque contra defesa, vários gols perdidos, soberba alvinegra ao não querer liquidar a fatura e um gol sofrido de cabeça, no final da partida.

Pensando bem, houve duas diferenças nesta noite:

1- O Náutico ainda teve um atleta expulso, só facilitando o trabalho do GLORIOSO;

2- Se o Ney Franco não teve culpa no clássico, hoje ele foi determinante para o resultado do jogo, afinal, suas duas primeiras mudanças mataram o lado direito do Botafogo.

Não questiono a entrada do Zárate. Pelo contrário, era público que o argentino finalmente jogaria pelo Botafogo. Mas tirar o Túlio, que era um dos melhores jogadores em campo, foi um erro gritante. O Thiaguinho, ídem. Ney Franco que me perdoe, mas a perda destes dois pontos (que nos farão muita falta) deve ser dividida igualmente entre os atletas e treinador.

Já que toquei no nome do Zárate, não serei oportunista e crítico dos maus momentos. A estréia não foi a esperada, mas vários fatores devem ser analisados e eu ainda acho que o Botafogo terá alegrias com o atacante.

Sei que é difícil, mas nesta hora precisamos esquecer o empate (da forma como foi) e lembrar que desde o seu anúncio, todo mundo disse que o Zárate não é habilidoso. Realmente ele comprovou e o seu primeiro toque na bola foi uma chance de gol. Pena que caiu na perna errada e eu quero acreditar que ele estava frio e nervoso (normal) pela estréia.

Nada de tacar pedras no hermano, pois o grupo todo teve culpa neste empate com sabor de derrota.

O mesmo time que goleou o Atlético MG entrou no campo, diante do Náutico extremamente defensivo e na zona do rebaixamento.

Todos nós comprovamos o que falávamos durante a semana: Os caras irão ao Rio para se defender. E não foi diferente...

O Botafogo jogava do meio de campo para frente, sem ter trabalhos na defesa. Os dois volantes e laterais atacavam praticamente ao mesmo tempo, com o Jorge Henrique aberto na direita e o Gil pela esquerda. A dificuldade era a falta de um homem fixo na área, que permitisse troca de passes. Exatamente como o Wellington Paulista tem costume de fazer...

Carlos Alberto e Lúcio Flávio até que distribuiam bem as jogadas, que eram levantadas na área para os pequenos atacantes alvinegros. Algumas levavam perigo, mas a maioria terminava nos pés e cabeças pernambucanos.

Na primeira vez que o Jorge Henrique foi pro meio, achou o Thiaguinho livre. Cara a cara com o goleiro Eduardo, o lateral botafoguense chutou para fora. Ele perderia uma outra oportunidade minutos depois, para desespero dos 23 mil torcedores que fizeram uma linda festa no Engenhão.

Faltava calma no último toque, pois chegávamos tranquilos na entrada da área do Náutico. Depois de uma cobrança de escanteio, Túlio mostrou porque o Botafogo tem a melhor dupla de volantes do Brasil: Enfiou uma bola maravilhosa para o Lúcio Flávio, que levantou a cabeça e serviu - de primeira - o Carlos Alberto.

Bola na rede! Botafogo - no G2 - 1 a 0.

Ontem eu encontrei com o Toninho aqiu na rua e falei: "Cara, 1 a 0 será goleada".

E se estava de bom tamanho, por pouco não fica melhor. Aliás, melhor não. Muitíssimo melhor! O capitão Lúcio Flávio realizou a jogada mais linda do Brasileirão e por um castigo do destino, não colocou a primeira placa do Engenhão. Uma pena! Acho que nunca senti tanto a perda de um gol. Ainda mais do Lúcio Flávio, que eu vivo pegando no pé pela falta - justamente - de lances desse tipo. Ele só provou que é capaz! Mesmo assim, uma pena!

Era final de primeiro tempo e o Botafogo quase foi castigado pelo relaxamento quando o atacante pernambucano ficou sozinho contra o Castillo. Por sorte o Túlio surgiu do nada e enfiou o pé salvador.

Vocês repararam? O Túlio participou ativamente do gol alvinegro e salvou o empate do Náutico...

Apesar do placar magro, o time estava bem em campo e ninguém acreditaria que o panorama da partida mudasse no segundo tempo. Nem mesmo com a entrada de outro atacante no adversário.

Ney Franco voltou - corretamente - com a mesma formação.

Realmente o desenho do jogo não alterou: Era o Botafogo no ataque e o Náutico na defesa, apesar de tentando sair um pouco mais no ataque. Eles aproveitavam os avanços alvinegros e chegaram a criar duas bolas perigosas que foram afastadas pelo Diguinho e Castillo.

Aí que começou o festival de erros generalizado por parte do Ney Franco...

Quando o Náutico teve um atleta expulso, o técnico botafoguense deveria fazer uma escolha: Aumentar o placar ou administrar os minutos restantes?

Eu acho que daria para atacar e administrar ao mesmo tempo, mas o Ney Franco pecou ao jogar o time todo para frente, acreditando que o adversário estava morto. Ele tirou os dois jogadores que criavam todas as nossas jogadas (junto com o Carlos Alberto e Jorge Henrique) pelo lado direito: Túlio e Thiaguinho estavam bem na defesa e no ataque.

Com a saída do Túlio (principalmente), o Diguinho sentiu a falta do companheiro de proteção, já que o Botafogo atuava com quase seis na frente, além do Alessandro retornar de um longo período de inatividade.

O time caiu de rendimento. As bolas eram tocadas de lado, esperando o apito do péssimo (para não dizer coisas piores) árbitro. Tudo bem, não recrimino isso, afinal, eu mesmo disse que 1 a 0 seria goleada. Mas acontece que a marcação afroxou (a essa altura o Zé Carlos tinha entrado, para variar, cansado) no meio e depois de uma furada bisonha do André Luis, o atacante pernambucano entrou na área alvinegra, driblou o Castillo e tocou...

...Diguinho apareceu de carrinho, salvando o empate do Náutico! O jogador vibrou muito e o torcedor respirou aliviado, temendo o repeteco do jogo contra o Vasco. Até porque o relógico marcava quase 40 minutos do segundo tempo. Como no domingo passado, só cinco minutinhos separavam o GLORIOSO da posição G2.

Na cobrança de escanteio, gol do Náutico!

Só para lembrar, tivemos inúmeras oportunidades de escanteios, faltas e afins (todas cobradas pelo Lúcio Flávio). Nenhuma ofereceu perigo ao goleiro adversário. Em uma rara bola parada no ataque o Náutico fez o que não fizemos em muitas.

Vocês também lembraram do Vasco? Pois é...

Aí virou desespero! Torcida impaciente, jogadores nervosos e os pernambucanos (capitaneados pelo bandido do Ruy) ganhando o tempo que queriam.

O juiz apitou e o Botafogo perdeu dois pontos preciosos para um time na zona do rebaixamento, jogando em casa e com um jogador a mais. Como classificar o resultado com qualquer outra palavra que não seja "imperdoável"?

Dos nove pontos jogados no Rio, apenas cinco conquistados. Sendo que perdemos quatro diante de dois adversários fracos e que não fizeram nada além de se defender. Aliás, fizeram sim: Fizeram gols e lances isolados, enquanto nós enfeitávamos na frente sem chutar as bolas. Quem não faz, leva! O castigo foi repetido e de novo, repito: Justo!

Agora, para quem saiu do Maracanã dizendo que o time aprenderia com o erro contra o Vasco, como o atleta botafoguense explicará a partida de hoje? E o Ney Franco? O que falar depois de "matar" o setor direito do time, substituindo errado?

O próximo jogo? Só o Coritiba no Couto Pereira. Dificíl e contra um candidato direto à Libertadores.

Sim, amigos. Depois destes dois últimos empates (considero derrotas), eu sinto informar que não acredito mais na conquista do título. A menos que todos os resultados de amanhã nos ajudem. Mas mesmo assim, a parte mais tranquila da tabela passou e agora será bem mais complicado.

Não podemos deixar a imprensa encher nossas cabeças de "merdas" nesta semana. Vamos nos manter distantes, pois demos oportunidades e motivos para eles tentarem derrubar - de vez - o GLORIOSO.

O problema é que a torcida volta (com razão) a desconfiar de até onde este grupo pode chegar.

Claro que ainda estamos invictos e no páreo, mas estes são momentos importantes e que não estamos sabendo tirar proveito. Pela segunda vez seguida deixamos o G2 escapar das nossas mãos. Como é possível que saiamos do G4 amanhã, pode ser que o time entre com mais gana no próximo sábado no Paraná.

É o que esperamos, o Botafogo está entregando outro campeonato de graça para os adversários.

Por culpa e incompetência do próprio Botafogo!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

NOTAS: BOTAFOGO 1 X 1 NÁUTICO

1- Castillo: Sem culpa no gol. No mais, sem maiores trabalhos - 7,0

2- Thiaguinho: Fazia boa partida quando foi substituído. Perdemos velocidade e ataque - 7,0

3- Renato Silva: Não comprometeu - 6,5

4- André Luis: A única falha permitiu o ataque que resultou o gol de empate. Infelizmente, falha decisiva (contra o Botafogo) - 6,0

5- Túlio: Era um dos melhores em campo, auxiliando o Diguinho e apoiando pelos dois lados. O Ney Franco precisa explicar a sua saída. Pelo menos para mim... - 7,5

6- Triguinho: Hoje atuou ofensivamente, mas é impressionante como erra cruzamentos - 6,5

7- Jorge Henrique: A camisa comemorativa não inspirou o jogador - 6,5

8- Diguinho: Uma pena que o carrinho que nos livrou do empate não tenha sido a bola do jogo. Correu o tempo todo. Sentiu a ausência do Túlio - 7,5

9- Gil: Ainda não foi uma super-partida. De qualquer forma, a melhor desde que chegou no GLORIOSO. Está com azar, pois duas bolas tinham o caminho certo - 7,0

10- Lúcio Flávio: Outra boa partida, se apresentando para as jogadas. Quase marcou o gol mais bonito do campeonato (e do Engenhão) - 7,5

11- Carlos Alberto: Para variar, quem mais briga e chama a responsabilidade do time. Premiado com o gol, porém, sente falta do Wellington Paulista, que geralmente não o deixa tão isolado - 7,5

12- Zé Carlos: Já entrou cansado - 5,5

13- Alessandro: Não era para ter entrado hoje. Apesar disso, não comprometeu - 6,0

14- Zárate: Mostrou que realmente não tem intimidade com a bola. De qualquer forma, senti que tem presença de área (apesar dos quilinhos a mais) e ao menos pede bola, não se escondendo. O gol perdido tem que ser analisado, conforme comentei no texto - 5,5

Ney Franco: Em minha opinião, o culpado maior pelo resultado. Péssimas substituições que pioraram sensivelmente o time - 5,0

Manequinho, pode esperar! A sua hora vai chegar...



Para cima deles, Fogão!

O Botafogo enfrenta o Náutico daqui a seis horas, mas a ansiedade certamente fará com que estas pareçam doze, afinal, o adversário é "especial".

A torcida precisará empurrar o GLORIOSO do início ao fim, sabendo que apesar da péssima campanha dos pernambucanos, será complicado fazermos gols, pois o treinador adversário já disse que virá com um forte esquema defensivo.

O empate para eles é ótimo resultado. Assim como o simples 1 a 0 é mais do que suficiente para os alvinegros.

Todos ao Engenhão!

Aproveitando, copio o post do "Nilton Severiano" no seu blog do Lancenet, ontem a noite:

"Paz para o Náutico! Respostas, só dentro de campo!

Caros Alvinegros,

Neste sábado temos o jogo de volta contra o Náutico, no primeiro embate depois daquela lamentável Batalha dos Aflitos, quando perdemos por 3 a 0 e nossos craques e dirigentes foram submetidos a uma humilhação terrível diante de todo o país.

Pois bem, vou falar sério neste espaço, desta vez: Antes daquela verdadeira palhaçada, e mesmo depois, os clubes e as torcidas de Botafogo e Náutico mantém uma saudável relação de amizade e apoio.A qual não devemos deixar que seja destruída em hipótese alguma, muito menos atendendo a interesses escusos da frapress, ansiosa em arranjar um motivo para derrubar o Melhor do Rio.

Tudo que aconteceu de ruim em Recife foi fruto da ação desastrada de policiais tanto ou ainda mais despreparados que os daqui. Os jogadores, dirigentes e torcedores do Timbu nada tem a ver com aquele caos que se instalou. Apelo a vocês, meus amigos leitores e torcedores do Fogão, que deixem um possível revanchismo de lado e recebam bem os alvirrubros pernambucanos, que devem comparecer em bom número ao Engenhão.

E que nós alvinegros que estivermos lá, e certamente estaremos em grande número, graças à nossa espetacular campanha de recuperação neste Brasileirão, cuidemos apenas de fazer uma bela festa, com mais uma vitória do Glorioso.

Divulguem essa mensagem para quantos vocês puderem. Precisamos e devemos dar uma resposta à altura do que aconteceu lá, mas apenas na bola, dentro de campo, sem violência de qualquer espécie.

Um grande abraço, paz para todos e Saudações Alvinegras!"


Eu reforço os pedidos do "Niltão", lembrando que independente do adversário, a nossa única preocupação deve ser a vitória. Afinal, todos nós queremos vestir - como manda a tradição botafoguense - o Manequinho no final do ano, certo?

Nós conseguiremos, com muita humildade, dedicação e cooperação. Já imagino o "menininho mijão" com o glorioso manto em preto e branco na frente do casarão de General Severiano.

Aliás, na foto abaixo ao lado do Manequinho "botafoguense", uma que tirei do "original" em Bruxelas/BEL, em novembro do ano passado.

Eu queria enquadrar a camisa do Botafogo e a pequena estátua, mundialmente conhecida como Maneken Pis.

Putz, foi uma luta (literalmente) fazer com que milhões de turistas japoneses entendessem que deveriam sair da frente por questão de dez segundos. Como eles não entendiam nada, mandei alguns à merda (no bom e velho português), abri os braços e pedi para a minha esposa apertar o "gatilho".

Uma pena que não dava para vestir a camisa, pois o frio era absurdo.

Menos mal que o mês de dezembro no Rio de Janeiro é quente. Assim, a fotografia do título (desta vez, vestindo o uniforme) está agendada.

Até mais tarde, com a vitória e a vaga - provisória - no G2 garantida.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Quando a vaidade é deixada de lado



Que coisa linda!

Depois de trocarem farpas públicas, Bebeto de Freitas e Montenegro se entenderam após uma conversa telefônica.

Abaixo, um trecho retirado do Globoesporte:

"Depois de alguns dias trocando farpas via imprensa e notas oficiais, os dirigentes do Botafogo decidiram levantar a bandeira preta e branca da paz. Uma conversa por telefone entre Bebeto de Freitas e Carlos Augusto Montenegro nesta sexta-feira parece ter colocado nos eixos a política do clube, que andava conturbada desde o anúncio de uma chapa com o nome de João Pedro Figueira como candidato à presidência nas eleições de novembro".

Não entrarei nos méritos de "este" é melhor que "aquele", mas os dois mereciam sonoras vaias e críticas da torcida botafoguense.

É imperdoável que o Bebeto e Montenegro tenham oferecido "armas" para a "imprensa parcial" bombardear o Botafogo. Os torcedores ficaram desesperados (com razão) durante estes dias, afinal, uma crise poderia ser instaurada em General Severiano. Tudo porque um falou besteira e o outro ainda fez questão de responder publicamente...

Eu sou adepto de que os problemas particulares devem ser resolvidos entre quatro paredes.

O problema é quando pessoas querem mostrar forças para a galera e esquecem que o prejudicado será apenas um: O Botafogo! Justamente o único que jamais pode sair ferido de qualquer batalha.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!