11/10/08

Bastou voltarmos ao páreo...



Carlos Alberto será julgado pelo STJD na próxima quarta-feira e se for punido, pode pegar um gancho de até 13 partidas, ficando fora do restante do campeonato brasileiro.

Tudo por causa de uma "mão na bunda" do zagueiro gremista, Rever.

Pois é...

Enquanto isso, aquele maluco inconsequente do Palmeiras (Kleber) anda dando cotoveladas em "Deus e o mundo" e sempre é absolvido. Enquanto isso, o Dagoberto passa pelo STJD e também é absolvido pela segunda vez. Enquanto isso, o Léo (Grêmio), que é um dos jogadores mais expulsos do Brasileirão, não leva uma suspensão exemplar...

E tudo porque a Rede Globo achou um absurdo e tremendo ato de indisciplina do Carlos Alberto. Tanto é, que o lance foi repetido umas seis ou sete vezes...
...em câmera lents e com direito às ultrajantes lições de moral do "auxiliar de arbitragem" da emissora.

Dois pontos importantíssimos a respeito do assunto:

1- Sem o Carlos Alberto, as chances do Botafogo ficam bem menores. Eu diria...irrisórias;

2- Se for punido pelo STJD, o GLORIOSO deveria questionar publicamente todos os exemplos que eu citei (e fora os outros). Isso porque, apesar de perfeito, seria demais que o Botafogo comprasse "briga" contra a "Rede FlamenGlobo".

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

10/10/08

Agora é no campo



"- Já deu nossa cota de perder pontos. A partir de agora, é vencer em casa sempre e buscar os pontos fora".

As palavras acima foram do Wellington Paulista.

Tudo bem, um discurso bonito e político...
...mas que fique claro na cabeça de cada jogador alvinegro: É exatamente o que a torcida espera do time nestas partidas finais do Brasileirão.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Cadê o Botafogo nos mascotes?



Apesar da boa idéia, iniciativa e divulgação, ainda não fiquei "encantado" com os queridos Biriba e Biruta.

Acho que os mascotes alvinegros poderiam ser mais caracterizados e identificados com o Botafogo. Sem contar a qualidade das "vestimentas", um tanto "toscas".

É...

Cansamos de falar sobre a necessidade de limpeza no elenco botafoguense para a próxima temporada, mas esta faxina precisa passar pelos departamentos também...
...principalmente o marketing e/ou suas empresas terceirizadas.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Ney Franco "Pardal"



Volto a insistir nos critérios (falta deles) do Ney Franco...

Tudo bem! O Botafogo venceu e não é hora de criticar o time. Até porque, seria injusto, depois da boa virada de ontem a noite.

Mas a substituição do Gil foi - no mínimo - curiosa.

O treinador alvinegro passou quase 2 meses insistindo no atacante, elogiando a importância do Gil e bancando a sua escalação(mesmo contrariando a maior parte da torcida, que já não aguenta mais o canhoto).

De repente, o Gil não serve.

Eu concordo: O Gil não merece jogar no Botafogo...
...mas isso eu digo - categoricamente - desde quando foi anunciado como reforço.

Acontece que de primeira opção, o cara simplesmente se transforma em "tapa-buracos".

Não estou triste pelo Gil, mas "encucado" com a falta de critério do Ney Franco.

Ele muda de idéia de uma hora para outra, costuma dar respostas evasivas (e o tal do "cognitivo"?) o tempo inteiro e para finalizar: Prova que só sabe trabalhar com o time titular, pois o banco de reservas é um mero detalhe para o "professor".

Alguém discorda?

Então me expliquem a insistência no Zé Carlos? E o esquecimento do Lucas Silva?

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Zárate: Garra tipicamente argentina



Logo que chegou no Rio de Janeiro, o atacante Leandro Zárate deixou bem claro que a sua principal característica é a força física e o faro de artilheiro. A habilidade? Não é muito a sua "praia", obrigado!

Lançado (completamente fora de forma) precipitadamente pelo técnico Ney Franco, o argentino teve uma atuação desastrosa nos minutos que esteve em campo diante do Náutico.

Choveram críticas ao atleta. Algumas, obviamente, justíssimas. Mas houve aqueles que já pediram pela sua volta à Argentina, etc...

Ontem, conversando com o Fábio, eu falei: "Cara, que boa partida do Bolota, né?".

Fico feliz por ele, pois eu tenho um carinho especial por jogadores argentinos e confesso, torci bastante pelo Zárate. Além disso, também fiquei aliviado, já que critiquei, mas não execrei o pobre rapaz, que se chegou obeso em General Severiano, a culpa deveria ser dividida entre o próprio e o departamento de futebol do Botafogo, que demorou quase três meses para "praticamente nada".

O problema que o fardo foi carregado sozinho pelo Zárate.

Alguns quilos mais magro (ainda visivelmente "fortinho"), o argentino recebeu a segunda oportunidade no final de semana passada contra o Grêmio.

Lutou durante todo o segundo tempo e deixou uma "esperança no ar" para os alvinegros...

Ontem, a luta do hermano foi a mesma, porém, com uma diferença: Atuou os 90 minutos e pelo menos para mim, mostrou um arranque surpreendente para um rapaz do seu tamanho, muita disposição e coragem para pedir todas as bolas quando o GLORIOSO estava no ataque.

Amigos, acho que o Zárate dará caldo.

Torço por isso! Principalmente depois da comemoração do seu primeiro gol: Com raiva, euforia e muitos "quilos" (de tensão) a menos nas costas.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

09/10/08

Vitória com três capítulos especiais



O Botafogo derrotou o Vitória por 3 a 1, chegou aos 46 pontos na tabela de classificação e continua vivo na briga pelo G4 do Brasileirão.

A equipe baiana dominou completamente a partida até os 30 minutos do primeiro tempo. Eu duvido que o botafoguense acreditasse na virada alvinegra, tamanha era a desorganização do time comandado pelo Ney Franco. Até que a expulsão do zagueiro adversário mudou totalmente o panorama do jogo...

Antes da breve análise da partida, explico o título do post.

Pensando bem, acho que nem precisa de explicação, afinal, os três gols do Botafogo tiveram "temperos" diferenciados.

O primeiro, marcado pelo argentino Zárate, enfim, titular da equipe.

Carinhosamente chamado de "Bolota" aqui no Cantinho Botafoguense, o Zárate foi - em minha opinião - o maior destaque do time, impressionando pela velocidade, dedicação e agilidade para quem tem todo o seu "corpanzil".

Gol de quem vive na área. Gol de camisa 9 (apesar de ter atuado com a 7). Gol de centroavante nato. Curiosamente a nossa maior carência atualmente.

O segundo momento da noite foi o lindo gol do Lúcio Flávio, em um toque de raro talento.

Não é novidade (e nunca dissemos o contrário) que o "maestro" sabe jogar bola. O problema é que nem sempre ele está disposto. Ultimamente andava muito sumido e o banco de reservas continua sendo necessário para que o Lúcio volte a render o que dele esperamos.

De qualquer forma, a hora escolhida para "brotar" foi fundamental, pois estava decretada a virada alvinegra.

Por fim, o mais impressionante fato da noite: Escanteio para o Botafogo; Lúcio Flávio cobra e...
...gol de cabeça! André Luis, premiado pelo excelente segundo tempo.

Faz tanto tempo, que eu nem lembro quando havia sido a última vez que o capitão botafoguense cobrou um escanteio/falta que resultou em gol de cabeça do GLORIOSO. Bom, ele veio na hora certa e contra um adversário que briga diretamente por uma das vagas no G4.

Enfim, três lances curiosos que permitiram o reencontro do Botafogo com a Vitória no Brasileirão.

Voltando rapidamente à partida...

Depois que o Vitória abriu o placar (com toda a justiça), pensei: "É, desse jeito, o empate será - outra vez - bem vindo".

O Botafogo era dominado por inteiro, não tinha meio de campo e o ataque batia cabeça, já que o Wellington Paulista não entendeu que ele exerceria a função de segundo atacante. Assim, dividia espaço com o Zárate, que se movimentava mais do que o companheiro.

Tanto é que, com o marcador ainda zerado, o argentino fez uma jogada de ponta e cruzou para a área. O Wellington tentou um gol de efeito e a bola saiu para a linha de fundo.

A rigor, foi tudo que criamos até a expulsão do zagueiro do Vitória. Aí sim, o time aproveitou o descontrole emocional dos baianos e partiu para cima (com o Gil substituindo o Alessandro).

Túlio foi deslocado para a ala direita e mostrou para os laterais de ofício como se cruza uma bola na área. Resultado: Gol do Zárate que saiu comemorando feito um louco (eu confesso que também gritei demais).

Mesmo com a igualdade no placar, o Vitória continuava melhor no primeiro tempo. Nem parecia com um jogador a menos, pois aproveitava o "bate cabeça" generalizado da defesa alvinegra: Renan não falava com o Renato Silva, que não entendia o André Luis, que não dava atenção pro Triguinho, etc...

Era hora da segunda etapa. Era a hora do Botafogo provar para os 6 mil alvinegros no Engenhão (e milhões pelo mundo afora) que o time quer manter a chama acesa no campeonato.

Apesar do Vitória ter recuado de forma absurda, o GLORIOSO não tinha um padrão de jogo definido. O "abafa" era instintivo e geralmente não resultava em perigo ao Viáfara.

De repente (ainda não sei o motivo) o Ney Franco resolve tirar a nulidade chamada Gil e colocar o Zé Carlos (vulgarmente conhecido como Zé Cansado). Neste momento eu soltei mais uma palavra de baixo calão, já que tínhamos um atleta em campo, precisávamos da vitória e por mais que seja horrível, o Gil é atacante, enquanto o Zé, meio campista.

Graças a Deus, a "velha companheira" (sorte) do Ney Franco deu as caras.

Depois de uma leve pressão na área do Vitória, a bola sobrou na entrada da área para o Lúcio Flávio...

Eu gritei: "Chuta! Chuta!", mas o Lúcio esperava a bola cair lentamente, enquanto os marcadores chegavam para o bote...
...tudo calculado: Um lindo gol por cobertura, medido com precisão e calculando a força do vento e todas as suas variáveis.

Era festa! Há quanto tempo o Botafogo não virava uma partida?

Seis minutos depois, escanteio para o alvinegro.

De novo, falei: "Lá vem o Lúcio com aquelas suas bolinhas...".

Cruzamento na cabeça do André Luis e bola no ângulo do gol adversário. Era o terceiro do GLORIOSO, que finalmente confirmava os três pontos.

A torcida parecia não acreditar que a sorte voltou a sorrir para o Botafogo, e os gritos de "olé" foram o auge da noite, que teve três gols, que classifico como "especiais".

É claro que sendo o Botafogo, precisaríamos passar por um susto até o final da partida. Apesar de ter sido um mero torcedor no segundo tempo, o Renan provou o seu valor e salvou um "tiro" do atacante baiano.

Agora sim! Vitória, meus amigos! Três pontos, meus amigos! Ufa, meus amigos!

A situação continua difícil? Bastante. Até porque, os resultados da rodada foram todos desfavoráveis. De qualquer forma, fizemos a nossa parte. E foi importante, pois nem isso andávamos fazendo ultimamente.

Próxima escala: Argentina.

Um empate contra o Estudiantes pode ser considerado bom resultado, mas as voltas do Carlos Alberto e Jorge Henrique permitem que eu fique um pouco mais empolgado, pois os dois (principalmente o meio campista) mostraram a falta que fazem ao time.

Ah, e se der tempo (e a diretoria deixar de incompetência), façamos de tudo para inscrever o Zárate na Sul-Americana. Ele é fundamental e mesmo sem ser um gênio, já apagou a péssima impressão deixada na sua estréia, diante do Náutico.

Eu diria que depois do Grêmio e Vitória, o saldo do Zárate é positivo e a titularidade torna-se obrigatória.

Vamos pra cima dos hermanos, Fogão!

OBS: Em tempo, os amigos me alertaram para a empolgação após a vitória de ontem. Esqueci completamente que antes do Estudiantes, enfrentaremos o Santos no próximo dia 18/10, ainda pelo Brasileirão.

Portanto, peço desculpas pela "falha técnica".

Um peixinho frito no outro final de semana e depois sim, "pra cima dos hermanos"!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

NOTAS: BOTAFOGO 3 X 1 VITÓRIA

1- Renan: Não foi falha, mas acho que o Renan poderia ter saído mais decidido no gol do Vitória. No resto, esteve bem quando foi exigido - 6,5

2- Alessandro: Horrível até sair com dores na coxa - 4,5

3- Renato Silva: Será que o Biruta é o mascote alvinegro ou o zagueiro? 5,5

4- André Luis: Segundo tempo perfeito e coroado com gol - 7,0

5- Túlio: Arrumou o time quando passou para a ala direita - 6,5

6- Triguinho: Ruim na marcação. Péssimo no apoio - 4,0

7- Zárate: Gol, movimentação, vontade e dedicação. A torcida aprovou - 7,0

8- Diguinho: Depois que o Túlio passou para a ala, ficou sobrecarregado no meio de campo, o que resultou em vários passes errados. De qualquer forma, é o pulmão da equipe - 7,0

9- Wellington Paulista: Sentiu a mudança de posição e apesar da luta, não esteve bem - 5,0

10- Lúcio Flávio: Estava mal até o momento do seu gol. Ainda cobrou um escanteio correto (milagre). Precisa ser mais regular - 6,0

11- Leandro Guerreiro: Cresceu na segunda etapa, mas continua longe do Leandro de 2007 - 6,0

12- Gil: Pouco tempo em campo. Suficiente para encerar o lado esquerdo - 5,0

13- Zé Carlos: Se não comprometeu, também não fez nada que tenha acrescentado - 5,0

14- Luciano Almeida: Menos de cinco minutos... - Sem nota

Ney Franco: Intriga o fato de só utilizar as mesmas peças. Nunca pensa em mesclar jogadores e esquemas. É previsível e conta exclusivamente com a sorte - 5,5

09 de julho de 2008: Tristeza e alívio



Os otimistas sempre dizem que tudo tem o seu lado bom, por pior que seja e/ou esteja.

Eu nunca fui partidário de tal afirmação. Reconheço que não sou muito otimista, mas mesmo assim, passo longe do pessimismo.

De repente - refletindo sobre a campanha do Botafogo neste Brasileirão -, cheguei a uma conclusão: Os otimistas estão certos.

Tudo bem que perder uma partida é ruim. Se for de goleada, pior ainda. E se além disso, a goleada for para um time inexpressivo como, por exemplo, o Vitória/BA, é o fundo do poço...

O grande vexame botafoguense neste campeonato foi aquela goleada de 5 a 2 no primeiro turno.

Mas calma aí, amigos...
...vamos pensar pelo lado positivo da coisa (se é que existe): Aquele jogo foi determinante para a saída do Geninho.

Se o antigo treinador(?) continuasse, hoje poderíamos ter menos de 43 pontos na tabela de classificação.

De qualquer forma - e graças a Deus, sem o Geninho -, vamos devolver a goleada nesta noite.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Seria simples...se fosse em outro time



Palavras do Lúcio Flávio, explicando sobre a entrada do Zárate no ataque botafoguense:

"- Muda a característica, Zárate trabalha mais de pivô. Ganhamos em força, em bola aérea. O apoio dos laterais será fundamental para podermos aproveitar essas características dele".

Teoricamente, ganhamos em fundamentos (pivô e jogadas aéreas) que são fracos no nosso time. Mas a teoria passa muito longe da prática e desta forma eu atento para dois pontos mencionados pelo Lúcio:

1- "Ganhamos em bola aérea" => Só precisamos combinar com os zagueiros e goleiros adversários, pois estas jogadas do Botafogo são - quase sempre - inofensivas;

2- "O apoio dos laterais será fundamental para podermos aproveitar essas características dele" => Só falta o Alessandro e o Triguinho aprenderem a levantar bolas na área.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Sem revanche



Perguntados a respeito de um possível clima de vingança contra os 5 a 2 levados no primeiro turno diante do Vitória (adversário de hoje a noite), os jogadores do Botafogo afirmaram que entrarão em campo sem esta preocupação.

Eu diria que sim, o sentimento (não o clima) deveria ser de revanche, ou seja, o adversário deveria estar entalado na garganta. Mas depois deste mesmo "oba-oba" que foi o jogo contra o Náutico (e o consequente resultado inesperado), é melhor que os atletas alvinegros nem lembrem da goleada sofrida para os baianos.

Até porque, a vitória é essencial para voltarmos ao pelotão de cima na tabela.

O Vitória está na nossa frente e esta quinta-feira reservou uma partida de seis pontos. E mesmo sem duas peças vitais (Carlos Alberto e Jorge Henrique), temos time para vencer.

Aliás, venceremos!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!