11/11/10

A única chance



















Depois de lamentavelmente dizer que a meta do Botafogo no campeonato sempre foi a classificação para a Libertadores (e o título?), o Edno também comentou sobre os três últimos jogos do campeonato e a possibilidade de garantir a presença na maior competição das Américas:

"- Temos de fazer nosso dever de casa e vencer estas duas partidas. Depois vamos torcer para que possamos chegar na última rodada, diante do Grêmio, em Porto Alegre, já classificados para a Libertadores".

Meu comentário: É bom que cheguemos no dia 05/12 classificados mesmo, pois se o tricolor gaúcho precisar de uma vitória simples, acho que nem o G4 nós beliscamos.

Portanto, além de torcermos para o Botafogo, devemos torcer bastante por tropeços de Grêmio e Atlético/PR.


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Pimenta no "c*" dos outros é refresco























"- Poderíamos ter vencido o jogo. Tivemos chances de ganhar, mas no primeiro tempo fizemos muitas besteiras e pagamos por isso. Besteira é maneira de dizer. Sabíamos o ponto forte deles. Determinei algumas situações, mas erramos e depois tivemos que correr atrás".

Em outras palavras: Eu não tive culpa alguma.

Esse é o Joel Santana!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Os "líderes do fracasso"

















Depois das declarações indignadas do Caio e Renato (no post anterior), vamos às "lamentações" de dois dos "líderes" (?) do grupo: Leandro Guerreiro e Lúcio Flávio:

"- Demos um gol para eles. Em um jogo decisivo como esse, não podemos ter um luxo assim".

"- Demos os gols. Num jogo decisivo como este, não podemos nos dar a esse luxo, errar da forma como erramos".

O curioso é que o primeiro foi quem cometeu esse "luxo", enquanto o segundo se escondeu durante todo o jogo (como rotineiramente faz).

Esses são dois dos cavaleiros do apocalipse, ao lado de Alessandro e Fahel. São "frutas podres" que enquanto não forem definitivamente "jogadas para fora" de General Severiano, o torcedor continuará sendo enrolado.


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Mandaram a real

















A cabeça ainda está explodindo depois de uma péssima noite de sono, mas assim que li as primeiras notícias do dia, gostei do que o Caio e o Renato Cajá falaram, ao deixarem o campo, após o empate contra o Ceará:

"- A gente tenta jogar pelo chão, a gente conversa dentro do vestiário para que as jogadas possam ser no chão, mas em campo a gente só fica na base do chutão. Fica difícil. Os zagueiros são mais altos do que a gente. O Loco Abreu não vai conseguir ganhar todas as bolas. Ai, fica difícil".


"- Parece que o time não quer chegar. Não pode um time que quer uma vaga na Libertadores deixar o Ceará jogar assim, como foi no primeiro tempo".

Pode até ter sido sem querer, mas os dois criticaram o sistema de jogo, esquema tático covarde, treinamentos insuficientes e excesso de jogadores tecnicamente sofríveis ou omissos, mas que nunca saem do time.

Ao menos eu fico mais tranquilo em saber que não estou ficando louco quando critico o Joel e/ou os cavaleiros do apocalipse, dia após dia.


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Péssimo, péssimo e péssimo


















Alguém me ajude a lembrar...

Quando foi a última vez que o Botafogo ganhou uma partida que tenha começado com os quatro cavaleiros do apocalipse escalados (juntos) no time titular?

É sério, eu não lembro.

E certamente não seria hoje...
...como aliás, não foi.

Ceará e Botafogo ficaram no 2 a 2 (Loco Abreu, duas vezes) em uma partida de baixíssimo nível técnico das duas equipes.

O resultado elimina definitivamente qualquer possibilidade de título para o GLORIOSO. E mais: Complica a nossa classificação à Libertadores via G3 e começa a preocupar até mesmo via G4.

Amigos, eu não tenho mais saco para comentar as partidas do Botafogo. Pelo menos desse "amontoado" comandado (?) pelo Joel Santana, que quando não tem a sorte ao seu lado, se transforma em um "mero mortal" (apesar da imprensa e grande parte da própria torcida botafoguense tratá-lo como um gênio).

Não dá mais para comentar qualquer coisa que esteja relacionada à covardia do esquema tático, ou da presença dos "donos do clube" (os quatro cavaleiros do apocalipse), ou das suspeitas escalações e substituições realizadas pelo treinador (?).

Aliás, o que falar de um clube que chega em Fortaleza na segunda-feira para se preparar para um jogo decisivo que vale(ria) até o título nacional, que fica dois dias sendo treinado pelo auxiliar, já que o técnico foi liberado para participar de um programa televisivo na segunda-feira em São Paulo e de uma premiação de revista na terça, no Rio?

Como cobrar dos jogadores, se o próprio comandante chega no almoço de quarta-feira ao hotel?

Me desculpem, mas enquanto o GLORIOSO for refém do amadorismo, empresários, péssimos dirigentes (me refiro ao Anderson Barros e André Silva), treinador medroso, burro e narcisita e de um grupo de atletas que simplesmente manda e desmanda em General Severiano, continuaremos passando muita raiva.

Mas não tem nada perdido...
...a diretoria já trabalha para a renovação contratual (com aumento) do Joel, dos cavaleiros do apocalipse e de mais alguns atletas indicados pelos empresários e/ou que sejam refugos em seus clubes atuais.

Ah, e claro: Quando qualquer um completar cem jogos com a camisa alvinegra, ganhará um "mimo" do Botafogo pelos "serviços prestados"(?)...

Aliás, será que a diretoria vai lançar alguma nova campanha como a "Arrancada Final" para dizer que nós, torcedores, devemos apoiar o time nas três últimas rodadas do campeonato?

Profissionalismo e profissionais competentes e vitoriosos, já!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!


Notas: Botafogo 2 x 2 Ceará

1- Jefferson: Sem culpa nos gols. Ao lado do Loco, foi o único que se salvou - 6,5

2- Alessandro: Cavaleiro do apocalipse (já diz tudo) - 4,0

3- Márcio Rosário: Beque de roça. Não tem bola para jogar no Botafogo - 4,5

4- Danny Morais: Perdeu vários lances para os atacantes do Ceará - 4,5

5- Leandro Guerreiro: Cavaleiro do apocalipse (já diz tudo) - 3,0

6- Fahel: Cavaleiro do apocalipse (já diz tudo) - 3,0

7- Jobson: Individualista, irritadinho e péssimo nas finalizações. Está longe de ser o Jobson que conhecemos - 4,5

8- Túlio: Tem uma característica que eu respeito: Não se esconde. Apesar de tudo, briga durante todo o tempo que está em campo - 5,0

9- Loco Abreu: O único que se mostrava irritado com a péssima partida da equipe. Dois gols (precisa de mais?) - 6,5

10- Lúcio Flávio: Cavaleiro do apocalipse (já diz tudo) - 3,0

11- Edno: Entrou em campo? - 3,5

12- Caio: Ao menos deu mais velocidade e uma opção pelo lado direito, já que o Alessandro é um inútil - 5,0

13- Renato: Poucos minutos e alguns erros. Mesmo assim, o pouco que fez foi infinitamente melhor do que o Lúcio Flávio em 65 minutos em campo - 4,5

14- Bruno Tiago: Entrou apenas para agradar o empresário, que aliás, é o mesmo do treinador - 4,5

Joel Santana: Preguiçoso, covarde, enrolador, narcisista... - 3,0

10/11/10

Para continuar na briga

















Único jogo da quarta-feira, Ceará e Botafogo se enfrentam em Fortaleza.

Para os cearenses, a chance de eliminar qualquer possibilidade matemática de rebaixamento.

Para o Botafogo, mais uma batalha rumo ao G3 ou, na pior das hipóteses, se garantir no G4 e torcer por derrotas dos clubes brasileiros na Sul-Americana.

Mas se não quiser arriscar a sua participação na Libertadores de 2011, o GLORIOSO precisará jogar com muito mais gana e ousadia do que na partida contra o Avaí, no domingo passado.

Espero que tenham aprendido a lição naquele jogo, que praticamente nos tirou da briga pelo título.

O adversário de hoje é mais forte e o estádio estará lotado. Mas precisamos correr atrás do prejuízo, custe o que custar.

Pra cima deles, Fogão!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!! 

Matéria interessante



















O site do Globoesporte publicou (ontem) uma matéria bem interessante, questionando se as homenagens dos clubes aos jogadores que completam cem jogos estão ficando ou não banalizadas.

Vocês lembram o que eu comentei quando o Botafogo homenageou o Fahel? Clique aqui.

Mas voltando à publicação do Globoesporte, interessante que até o site "tirou uma" (de maneira sutil) com a homenagem recebida pelo Fahel.

Confiram o trecho, que claramente coloca dois opostos (o craque e o "bagre") como exemplos: 

"...de Neymar a Fahel, todos foram devidamente homenageados".

Só que a parte mais "curiosa" foi dita pelo diretor de marketing do Botafogo, Marcelo Guimarães, explicando como o clube administra essas marcas e ocasiões:

"- É uma formar de reverenciar jogadores que conseguem permanecer no clube, mesmo com um mercado tão nervoso. É importante valorizar. São jogadores que passam identificação. É um contraponto ao mercado tão volátil, onde os atletas estão sempre de passagem. É uma forma de premiar o próprio jogador. Esse é um reconhecimento da diretoria com seu funcionário, com placas de metais ou camisas com a numeração especial. Agora estamos fazendo pôsters inspirados no cinema, com foto representativa das características do atleta. É um mimo que ele vai colocar na parede de casa com carinho e orgulho".

"- Depende muito do jogador. Tem outros adicionais. Não basta fazer cem jogos para ter a identificação com o torcedor. A longevidade não assegura a rentabilidade comercial".

Resumindo: Em General Severiano as coisas são baseadas em coleguismos ou amizades. O profissionalismo vem depois, afinal, como o Marcelo falou: "É um mimo para os jogadores".

Foi-se o tempo em que o Botafogo era mais importante para o atleta do que o contrário.

Além disso, gostaria de saber também o seguinte: Se as homenagens em General Severiano não são apenas por causa dos cem jogos, o Marcelo Guimarães poderia explicar quais foram os outros adicionais que levaram os dirigentes à acreditarem que o Fahel tem identificação com o torcedor ou que assegura rentabilidade comercial?

As homenagens estão banalizadas, sim senhor.

Obs: Gostei da posição da diretoria do Atlético/GO que "homenageou" o Elias apenas com uma lembrança no site oficial: "não é a política do clube".


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Pau neles

















O suposto problema com o Jobson em Florianópolis deu o que falar, hein?

Apesar da imprensa noticiar uma coisa, o Botafogo se posicionou oficialmente contra a informação que foi passada para todo o país.

O vice de futebol alvinegro, André Silva, colocou ponto final ao "bafafá":

"- Não puniremos o Jobson, pois nada aconteceu efetivamente para puni-lo. É mentira essa história de que mostrou a genitália. Se for necessário tomaremos as medidas cabíveis contra a pessoa que o acusou".

Eu confesso que ainda acho isso tudo muito estranho, mas se realmente é mentira, eu não pensaria duas vezes para tomar as medidas cabíveis, como disse o próprio André Silva.

Se realmente nada aconteceu, acho que é OBRIGAÇÃO do clube exigir que provem o que foi noticiado. E se os acusadores não provarem, que paguem pelas mentiras e invenções.

Não foi apenas o Jobson que esteve na "boca do povo". Foi a instituição Botafogo. 

E se alguém "brinca" com o GLORIOSO, deve pagar por isso.


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

09/11/10

Volta olímpica no Engenhão? Só o Fogão


















A chance do Botafogo conquistar o campeonato brasileiro é remotíssima. Só mesmo um milagre trará a taça para General Severiano.

Em compensação, o título pode ficar pelo segundo ano seguido no Rio de Janeiro. Depois do Flamengo em 2009, o Unimed FC é o único que depende apenas dos seus resultados para ser campeão.

Na última rodada o GLORIOSO enfrenta o Grêmio em Porto Alegre, enquanto o tricolor carioca decide contra o Guarani no Rio.

Até aí, normal. Acontece que com o fechamento do Maracanã, o Unimed FC pode dar a volta olímpica em pleno Engenhão, a casa do Botafogo.

Se nós chegarmos à última rodada sem a menor possibilidade de conquista, não escondo que torcerei pelo Cruzeiro.

E se o Unimed FC entrar como franco favorito, eu não pensaria duas vezes no seguinte: Como não faço a menor questão de manter bom relacionamento com "inimigo", proibiria a utilização do Engenhão.

Qual motivo seria alegado?

Simples: Eu não quero emprestar, alugar ou vender o meu estádio hoje (no caso, dia 05/12). É meu e faço o que bem quiser.

É claro que existe uma data limite (antecipada) para que tudo seja decidido. Por isso, eu esperaria até o último minuto para dar a "surpresa" aos tricoletes.

Sem essa de "co-irmandade" pelo bem do futebol carioca.

Eu sou Botafogo.


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!