Na próxima semana, Botafogo e Jobson se reunirão para decidirem o que será feito nos próximos seis meses, enquanto o atacante estiver impedido de jogar futebol profissionalmente.
O gerente de futebol alvinegro, Anderson Barros, já disse que o clube até aceita ajudar o atleta, mas que exigirá comprometimento em troca.
Entre algumas das exigências do GLORIOSO, um tratamento psicológico ao Jobson.
Só que o empresário do atacante deu o recado em nome do seu "produto":
"- O Botafogo fazer exigências que estão dentro do contrato, como cumprir horários e não perder a concentração, é justo. Agora, qualquer outra exigência de âmbito pessoal só o jogador pode decidir se quer ou não. É ele quem sabe o que está precisando, o que é melhor para ele".
Há quem diga que o Jobson declarou que não aceita tratamento.
Amigos, é por essas e outras que não acredito mais nesse rapaz. E por isso que na semana passada eu escrevi que o Botafogo deve vendê-lo na primeira oportunidade que tiver.
Ao menos fiquei despreocupado após ler - no Vestiário Alvinegro - que cláusulas contratuais garantem que o Botafogo não precisa pagar os salários do atacante enquanto ele estiver suspenso.
Chega de boa vontade com esse rapaz.
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!







