Palavras do presidente Mauricio Assumpção, sobre o fim de ano do Botafogo:
"- Como torcedor, eu estou triste e muito decepcionado. Mas tenho de agir como presidente. Com calma e de forma analítica. E isso a minha diretoria vai fazer. Vamos tratar primeiro da questão do treinador. A partir daí, nós faremos uma análise completa do ano e depois partiremos para o que seja necessário fazer. Incluindo contratações".
Vamos por partes:
1- Quando começará essa "avaliação analítica"?
2- Se a sua diretoria de futebol fará essa "avaliação analítica", quer dizer que os dois responsáveis pelo departamento são os únicos que não correm riscos?
3- Agir como presidente não significa priorizar as competências profissionais em detrimento às amizades e relações pessoais? Se sim, como justificar as permanências dos senhores André Silva e Anderson Barros?
Não adianta reforçar e dispensar jogadores, se o futebol do Botafogo continuar sendo comandado pelos dois citados acima.
Como presidente, o Mauricio Assumpção já deveria ter "identificado" isso. Se não o fez, das duas, uma: Ou ele só é "presidente" na nomenclatura do cargo (e não na prática) ou existem "interesses maiores" que o fazem fechar os olhos para os problemas crônicos no departamento de futebol profissional do clube.
Obs: E não é perseguição barata da minha parte. Em todos os sites, blogs e fóruns esportivos que leio (e não apenas os botafoguenses), a rejeição e críticas aos trabalhos de Anderson Barros e André Silva chegam facilmente aos 95%.
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!