Na última eleição em General Severiano, o Carlos Eduardo Pereira foi o candidato - derrotado - da Chapa Preta e Branca, em oposição ao Mauricio Assumpção, que acabou reeleito.
Para o final de 2014, ele ainda não confirmou, mas tudo indica que deve tentar novamente.
Antes, porém, fez algumas observações sobre a próxima temporada (última da gestão MA) que está por vir e sobre a condução - por parte do Botafogo - do problema envolvendo o Engenhão:
"- A divida do Botafogo é gigantesca e as receitas são pequenas. Transparência não existe. E o pior, a maiorias das receitas já foram antecipadas. O ano de 2014 será complicado demais para o Botafogo".
"- Tem uma confusão de política partidária com interesses do Botafogo. Maurício tem interesse numa participação na política. E atrapalhou, pois certamente não deu a desenvoltura que o clube esperava no caso do Engenhão. Deveríamos ter contratado uma empresa para defender o Botafogo e não um vice de futebol [Chico Fonseca] para acompanhar as obras. Apontar o responsável pela interdição. Se o estádio tem problemas de construção, isso é com a Prefeitura. O Botafogo está sendo prejudicado, quem deve pagar é a Prefeitura. O Botafogo está passivo nessa situação e perdendo receita".
Eu não conheço o Carlos Eduardo (não coloco a mão no fogo por ele ou qualquer outro), mas as duas coisas que ele falou, eu concordo: A falta de transparência em muitas decisões de General Severiano e principalmente sobre a posição do clube nesse imbróglio do Engenhão.
Se seria diferente com ele no comando?
Impossível afirmar que sim ou que não. Mas, ao menos na teoria, pareceu coerente.
O importante a ser frisado é: Que o próximo presidente do Botafogo dê continuidade ao que está sendo bem feito e mude o que está errado.
Simples assim.
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!








