
Roger nunca foi e nem será jogador para comandar o ataque de um Botafogo.
Mas o "setor de inteligência" de General Severiano tinha tanta certeza que sim, que foram buscá-lo na Ponte Preta e nem procuraram outras opções.
Tirando ele, os outros nomes para o comando de ataque do time são: Sassá, Vinicius Tanque e Renan Gorne.
O primeiro é tratado como craque pela diretoria e boa parte da torcida, vive aprontando, prova ser um moleque irresponsável e, agora, com a bomba na mão, ninguém mais sabe o que fazer com ele no clube.
O Tanque, convenhamos, é uma piada de péssimo gosto.
Sobre o jovem Renan Gorne, curiosamente o único que não recebeu oportunidades no time desde o início da temporada.
No domingo, contra o Grêmio, por conta do afastamento do Sassá, acredito que todo mundo esperava o Gorne pelo menos entre os suplentes.
Certo?
Errado.
O técnico Jair Ventura provou que quando fala em "meritocracia", é apenas por ser uma palavra bonita e não pelo seu real significado. Ou então que alguém me convença - com argumentos de verdade - do que fez o treinador ao levar o Joel para Porto Alegre e não relacionar o RG.
Amigos, recentemente, em uma partida com o time quase todo reserva (acho que foi contra o Vasco, na Páscoa), o Jair sequer relacionou o camaronês. Aliás, ele foi visto naquele final de semana distribuindo Ovos da Páscoa nos sinais do Rio de Janeiro. De repente...
...ganha nova chance, para atuar em uma posição que claramente não é a dele, etc.
Meritocracia!
Obs: Parabéns, Nilton Santos!!!
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!







