Análise do Franclim Carvalho, após o apito final da vitória (sofrida) de ontem:
"- Obviamente que a cara de quem ganha nunca é igual a de quem perde. Ainda assim, como já aconteceu em outros jogos, ganhamos no final, já perdemos no final. Perdemos o controle do jogo no segundo tempo. Contra a minha vontade, obviamente. Nós criamos muita chance, o adversário também teve chances. Nomeadamente, em sequências de bola parada, que é o momento do jogo, mas teve. Exceto naquela do primeiro tempo, do Miguelito, que o Matheus perde a bola ali na primeira fase e o Léo defende para a trave".
Pelas palavras do treinador (?), uma ligeira sensação de que o Botafogo jogou e criou mais oportunidades, né? Que o Santos apenas teve chances em bola parada, certo? E claro, tinha que tirar o seu corpo fora, pois os jogadores perderam o controle do jogo sem a sua orientação. Ele não queria...
...mas os atletas não souberam (ou quiseram) executar os pedidos.
Vou fingir que acredito e levo a sério. Aí, pergunto: E vendo seus comandados não cumprindo as suas orientações, o que o próprio Franclim fez para mudar?
Tem jeito não. Com esse cara, será aos trancos e barrancos até o final.
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SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

2 comentários:
Como controlar o jogo com um deserto no meio de campo? Como controlar o jogo se o homem que tem a bola não encontra pelo menos duas opções de passes?
Futebol é jogo de associação e como diziam Neném Prancha e Gentil Cardoso, "Quem pede recebe, quem se desloca tem preferência".
Já não tenho muita paciência para aturar essas falas filosofais desses caras.
SA!!!
Marcio, e como o jornalismo esportivo morreu, ninguém questiona! É uma babação coletiva.
Abs e SA!!!
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