quarta-feira, 1 de julho de 2020

Passamos (jogando muito mal)





O Botafogo conseguiu se classificar para as semifinais da Taça Rio e provavelmente pegará o ECTD no final de semana.

Mas o 0 a 0 desta noite contra a Portuguesa não teve nada, absolutamente nada, de bom a ser destacado. Pelo contrário, houve uma involução absurda do jogo contra a Cabofriense. Ou então, o time de Cabo Frio talvez seja o pior do mundo, pois nesta quarta-feira o GLORIOSO se segurou para arrancar o empate contra um adversário bem fraquinho, mas que assustou até os 50 minutos do segundo tempo.

Sofrível, amigos. Voltamos à rotina de passar raiva com um Botafogo estático, sonolento, sem pernas, etc. Ou seja, mais do mesmo. 

Ok, o campo não é bom, pequeno, o time entrou com várias mudanças feitas em relação à goleada do final de semana passado...
...mas nada justifica morrer e ser amplamente dominado pela Portuguesa.

Pensando bem, esse jogo adiantou para uma coisa sim: Para atestar que precisamos de dois laterais, um zagueiro, um volante de pegada. E para o time titular mesmo. Principalmente levando em consideração que a tendência daqui até o final da temporada, é enfrentarmos adversários bem mais qualificados que Cabofriense e Portuguesa.

Enfim, 90 minutos de pura irritação.

Que no final de semana seja diferente. Bem diferente!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Botafogo 0 x 0 Portuguesa

1- Cavalieri: Não me passou tanta segurança nas saídas de bola e com os pés - 5,0

2- Fernando: Horrível - 3,0

3- Marcelo: O melhor da zaga - 5,5

4- Kanu: Não comprometeu, mas também não parece maduro - 5,0

5- Caio Alexandre: Não foi brilhante, só que não se esconde. É quem tentou dar mais velocidade e- 5,5

6- Guilherme Santos: Faz a gente sentir saudade do fraco Danilo Barcelos - 2,5

7- Luis Henrique: Sem muito espaço para jogadas individuais - 4,5

8- Honda: Ainda um pouco longe da área. Apenas toques mais laterais - 4,5

9- Pedro Raul: Precisou sair muito para tentar buscar a bola. Aí se complica um pouco - 5,0

10- Bruno Nazário: Apagadinho - 4,0

11- Luis Fernando: Erra chute, drible, passe e demora para sair... - 4,0

12- Ênio: Não conseguiu dar mobilidade - 4,0

13- Barrandeguy: Menos pior do que o Fernando - 4,5

14- Cortez: Sem brilho algum - 4,0

15- Alex Santana: Entrou e só ficou trotando em campo - 4,0

Paulo Autuori: Demorou para mexer e nem foi tão feliz nas mudanças - 4,0

8 comentários:

Anônimo disse...

Fato.

Jogo medonho, um acinte ao bom futebol.

Jogadores lentos e desintterressados com uma profusão de passes lateerais improdutivos.

2.32 segundos pra bater uma faalta, um absurdo.

Agora só falta o professor dar as suas explicações com a sua tradicional empolação verbal.



Triste fim de noite.

Patinhas.

Rodrigo Federman disse...

Patinhas, medonho é até elogio para o que vimos! heheheh! Realmente, duas horas mortas, pois tem que ser forte para ter saído tranquilo desse jogo! rs
Abs e SA!!!

Marcos disse...

Enquanto a gente ñ contratar dois laterais, é melhor jogar com 3 zagueiros. Nada pode ser pior do q esses dois laterais.
E o Autuori brincou hoje. Sumiu até com o Peruano.

Rodrigo Federman disse...

Marcos, sim. As laterais são irritantes. E depois os dirigentes canalhas dizem que o clube não tem dinheiro. São os mesmos bandidos que contrataram de uma só tacada: Barrandeguy, Guilherme, Danilo e ainda renovam com Fernando. Sem vergonhas!
Abs e SA!!!

Marcio disse...

Jogo bem ruim do BOTAFOGO.
Alguma coisa ocorre no BOTAFOGO que técnico algum consegue dar velocidade, movimentação e compactação ao Time.
Problemas crônicos nas laterais, ruins na marcação e apoio... Com a ressalva de que o Fernando de 21 anos é da casa e o G. Santos de 32 anos tiveram a capacidade de contratar.
Posso até fazer força para entender esperança no Fernando, já no outro...
No meio campo o Honda bem longe da zona de decisão do jogo, intermediária adversária, Nazário absolutamente fora de jogo e o C. Alexandre tentou e nada conseguiu.
No ataque, L. Henrique pela esquerda. L. Fernando em seu espaço conquistado por usucapião e P. Raul saindo da área para participar e sem sucesso.
Me impressiona também o fato do Autuori não tentar uma modificação de posicionamento que seja, mandar o L. Henrique para direita, adiantar o Honda e recuar um pouco o Nazário... Isso pode confundir a marcação e dar uma vantagem competitiva, mesmo que momentânea, e permitir sair à frente no placar.
No segundo tempo as substituições não trouxeram resultados, pois Cortez precisa ser apresentado ao elenco, A. Santana é jogador apenas de condução de bola e o Ênio estava também perdido. Teve também o Barrandeguy, pouco fez.
Tudo bem que é um retorno com poucos dias de trabalho, mas estamos falando de jogadores profissionais, pelo menos algumas tentativas mais lúcidas de jogo deveriam ser apresentadas.
Para terminar, não custa lembrar que o estatutário 4-3-3 está firme e mais forte do que nunca.
SA!!!

Rodrigo Federman disse...

Marcio, boa análise. E quer saber? Gosto muito da pessoa do Paulo Autuori, mas desde que chegou, o único dos (poucos) jogos bons com ele no comando, fui justamente o que ele não "comandou" diretamente. Ou seja, hoje, tá fraco igual ao time.
Abs e SA!!!

Marcio disse...

Rodrigo, o Autuori sacou o L. Fernando e nem assim mandou o L. Henrique atuar pelo lado direito.
É muita burocracia...
Aí falam que o adversário jogou fechado, que a marcação adversária encaixou; claro que vai encaixar, pois com os jogadores sem movimentação, os marcadores sabem como proceder e não correm risco de serem surpreendidos.
Complicado, muito complicado.
SA!!!

Rodrigo Federman disse...

Pois é, Marcio. Time extremamente engessado.
Abs e SA!!!