Em 15 de outubro, o Manoel Renha deu a patética declaração (quase implorando) a respeito do Cesinha, "destaque" de algum "sub-alguma coisa" do Internacional e que nunca chamou a atenção a ponto de ter uma oportunidade no time profissional em Porto Alegre:
"- Não faz o menor sentido não liberar o jogador. Só prejudica o garoto. Quando terminar o contrato, a janela de inscrição no Brasileiro já vai ter fechado. O empresário achava que ia liberar, mas o Inter firmou o pé. A gente não tem essa postura. Se não usamos, liberamos. Por que atrapalhar a vida dos outros?"
De fato, se alguém chega com três mariolas, abrimos as pernas na hora. Essas posturas e profissionalismo apenas atestam a enorme diferença que existe entre um clube grande (Inter) e um que, um dia, também já foi (Botafogo).
Mas enfim...
...em 5 de novembro o GLORIOSO conseguiu acertar a vinda do colosso Cesinha.
Depois de tanto esforço e espera, chega a hora de jogar.
Certo?
Errado.
Contra o Bragantino, o cara ficou 90 minutos no banco assistindo Eber Bessa, Nazário, Pedro Raul e até Davi Araújo e Rhuan entrarem em campo...
... e nada do tal Cesinha?
Ah, e lembram do tal Cascardo?
Praticamente dois meses no clube e nunca entrou em campo. Na segunda-feira, nem no banco ficou. E enquanto isso, Kevin titularíssimo, absoluto na direita.
Mas o problema do Botafogo é a falta de dinheiro, né?
Trouxas!
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!