19/08/08

É muito bom incomodar os invejosos



Só para variar um pouco, os invejosos de plantão (aqueles que não aceitam o GLORIOSO vivendo um bom momento) começaram a procurar toda e qualquer informação que possa criar um desconforto no ambiente alvinegro.

Agora eles voltaram a "comentar" sobre os seis jogos que o Wellington Paulista passou em branco.

O atacante do Botafogo não pode jogar bem (como tem feito), ser útil dando os passes decisivos para os companheiros(vide a última partida) e mostrar a raça habitual. Ele precisa fazer gols sempre. Caso contrário, a situação pode ficar insustentável.

Calma, amigos. Não sou eu quem diz isso. É exatamente assim que a "imprensa parcial" gosta de posicionar as coisas no Botafogo, e já esperando uma resposta "apreensiva" do atacante alvinegro, tiveram que engolir o seguinte:

"- Venho jogando bem, ajudando a equipe. Não marquei contra o Sport, mas participei do lance decisivo. O importante é o time continuar vencendo e chegar perto do topo".

Isso mesmo, Wellington. O importante é o Botafogo continuar nesta crescente. Fique tranquilo, pois esta "pressão" é criada pelos adversários e invejosos. Para nós, botafoguenses, saiba que confiamos no seu futebol e estamos (pelo menos eu estou) satisfeitos. É claro, queremos e esperamos sempre mais, porém, notamos que não lhe falta empenho, raça e dedicação. Assim, o gol é questão de tempo, pois o trabalho está sendo bem feito.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

André Luis e ... ?



Diguinho cumpriu suspensão automática na última rodada e já está escalado para a partida de amanhã, contra o Cruzeiro, no Engenhão. Em compensação, o técnico Ney Franco não contará com o Renato Silva, que recebeu o terceiro cartão amarelo diante do Sport e quebrará a sua série de 32 partidas seguidas com a camisa do GLORIOSO.

O substituto do zagueiro ainda não foi escolhido, mas o treinador alvinegro tratou de dizer que sairá da disputa entre o Edson e o Ferrero. Nos bastidores de General Severiano, os palpites indicam a escolha do primeiro.

Não sei como está o psicológico do argentino, nem como os dois zagueiros têm treinado ultimamente. Mesmo assim, vocês sabem que eu considero o Ferrero muito mais jogador do que o Edson. Aliás, muito mais jogador até do que o próprio Renato Silva, que reconheço, está em excelente fase.

Eu adoraria ver a dupla André Luis e Ferrero em campo. Eles atuaram juntos, mas sempre com esquema de três zagueiros, com a presença do Renato. Foi assim contra o mesmo Cruzeiro, no Mineirão, e o Vitória no Barradão.

Com o Triguinho mais livre para apoiar e a "descoberta" do Thiaguinho no lado direito, seria a primeira vez. Mas ao que tudo indica, ainda não será desta vez...

O momento é tão bom e o Ney Franco queimou a minha língua de tal forma, que mesmo se ele optar pelo Edson, não criticarei (como nos tempos do "porquinho") a decisão.

É, amigos! Quando a fase está boa, tudo muda! Principalmente o nosso humor. Apesar de eu ainda preferir o Ferrero no time...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Diz aí, Fábio (10)



Amigos, conforme explicado ontem, segue o texto desta semana do Fábio.

Já adianto e parabenizo o amigão, pois me emocionei com o relato.

Parabéns, Fabião!
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As voltas que o mundo do futebol dá

1º de maio de 2008, quinta-feira que antecede a final do Campeonato Carioca de 2008...

Coração dividido. – Vou ou não vou? Se eu dividir em 3x, termino de pagar em julho. Mas e o casório? Não dá pra mim... Mas não vou pagar hospedagem, hummm, acho que dá...

Ainda na dúvida, exclamo pra mim mesmo: – Mas Fábio, é muito masoquismo. Você sabe que o Botafogo vai perder.

É, amigos, algo, no fundo, me soprava no ouvido que não seríamos campeões. Não era pura e simplesmente um pessimismo típico de um botafoguense, mas um reconhecimento de que a equipe não vinha bem. O resultado dessa história é conhecido por todos...

Agora, estamos no dia 27 de maio, terça-feira, véspera do segundo jogo da semi-final da Copa do Brasil...

As férias foram propositais e tinham o único propósito de acompanhar o Botafogo onde ele estivesse para ser campeão do Brasil.

Recife e Rio de Janeiro eram os próximos "prováveis" lugares para onde eu iria até o final da saga e, para essa maratona toda, não havia a menor po$$ibilidade de ir de avião.

Minha noiva parecia questionar para si mesma se eu seria capaz de fazer aquela aventura toda por ela. E eu parecia querer mostrar pra todos o tamanho da paixão que sinto pelo Botafogo, como se isso fosse mensurável.

No Morumbi, os sentimentos opostos se revezavam: no primeiro gol deles, a certeza de que não daria mais. No nosso empate, agradecimento aos céus. O placar do final do jogo mostrava, claramente, que havia algo de muito errado com o Botafogo, que não conseguia mostrar seu futebol diante de um time literalmente de segunda.

Nos penais, o amigo do blog se abaixa e se recusa a ver o que viria pela frente, inclusive, e principalmente, o tiro frustrante do Zé Carlos.

Pressa pra ir embora. Meia hora depois, já no hotel, meu pai no telefone. Pra ele, falei que daria um tempo. Ele respondeu: – Levanta a cabeça e volta pra casa porque seu coração chegará aqui ainda mais botafoguense!

Ele tinha razão, como sempre.

Mas os dias seguintes, que marcaram as piores férias que já pude tirar, mostrariam pro meu pai herói que meu coração estava muito arranhado.

Foram dias que me fizeram pensar no pior, especialmente depois da confirmação do técnico (?) que comandaria (?) o time a partir dali.

Irritação, desespero, indignação, raiva, tristeza, baixo-estima... Qual era o sentimento que mais tomava conta de nós, botafoguenses, diante de tantas omissões do time do asno?

Aqui no blog, no primeiro texto da coluna, escrevi que temia até mesmo que o Bebeto de Freitas entregasse o Clube na segunda divisão, tal qual encontrou.

E, por incrível que pareça, uma vexatória e humilhante derrota na Bahia, para o Vitória, marcaria uma virada absolutamente inesperada do Botafogo no Campeonato Brasileiro, que começaria, obviamente, com a saída do ... Deixa pra lá!

Curioso é que, naquele dia, um grande amigo vascaíno me ligou depois do quinto gol para dizer que não agüentaria ver o Botafogo apanhar daquele jeito e não falar nada pra mim.

Mas seria Ney Franco o homem da salvação? Para mim, com toda certeza, não e hoje, afirmo categoricamente que preciso rever meus conceitos sobre futebol.

Por ironia do destino, a última rodada do turno terminaria de forma incrível, com uma vitória sensacional do Botafogo em cima de um dos grandes favoritos ao título, com gol aos 34 minutos do segundo tempo.

Terminou? Não. Porque, ainda eufórico, dois minutos depois, alguém levaria o quinto gol, também na Bahia, também do Vitória. Quem? Pensem direitinho...

Não liguei de volta. Perder meu tempo?

Minha concentração, hoje, está apenas no Botafogo. Não quero saber dos outros. A consistência que vem sendo apresentada pelo time do Ney Franco me mostra que não preciso me preocupar com eles.

Além disso, essa consistência me mostra, também, que eu não entendo patavinas nenhuma de futebol.

Hoje, acredito que o nosso querido time, ao contrário do que se imaginava depois da tristeza do Morumbi, pode ir longe...

... Afinal, há coisas que só acontecem com o Botafogo.

Saudações positivamente botafoguenses!!!

E-mail do Fábio: fabio.alvinegro@gmail.com


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

18/08/08

Concordo em gênero, número e grau



Eu reconheço que faço críticas à muitas atitudes da diretoria botafoguense. Algumas, inclusive, exagero nas doses. Agora, não deixo de elogiar e/ou parabenizar se for o caso. O que faço neste exato momento...

O Bebeto já respondeu sobre o interesse do Vasco em realizar o clássico do próximo domingo na sua casa, em São Januário, ao invés do Maracanã, como previamente acordado e marcado.

Como eu escrevi mais cedo, o correto seria exatamente isso: Atuarmos no "território vascaíno", afinal, eles vieram ao Engenhão no primeiro turno. Nenhum problema, desde que não afete o regulamento do Campeonato. Infelizmente o Vasco perdeu tempo e agora já não há mais tempo "legal" para a mudança. O próprio clube cruzmaltino - representado pelo seu presidente, Roberto Dinamite - havia dito e deixado claro que os clássicos com o mando de campo vascaíno seriam realizados no Maracanã.

Não é questão do Botafogo não querer jogar em São Januário. É questão de direito e legitimidade dos artigos do regulamento do Brasileirão. Por isso que eu dizia que o GLORIOSO deveria - se fosse o caso - brigar para atuar no Maracanã.

O Vasco teve oportunidade de escolher igual aos outros clubes. Não sofreu pressão externa e fez a sua opção, mas agora, arque com as consequências dos seus atos. Se no Maracanã o clássico será mais equilibrado do que em São Januário (também pesso assim), azar o deles. Perderam tempo e como diz uma máxima popular: "Comeram mosca".

Eu tinha as minhas dúvidas se o Bebeto continuaria firme na decisão do Botafogo e/ou cederia aos suplícios vascaínos. Para minha felicidade, o presidente alvinegro tratou de dar um ponto final à qualquer esperança do adversário (mas lembremos, estamos falando de futebol brasileiro e CBF, portanto, não existem palavras e muito menos coerência...):

"- O Vasco tem todo o direito de mandar a partida em seu estádio, mas esse direito acaba quando vai de encontro ao regulamento da competição. Pelo que sei, não há mais prazo para que essa mudança seja feita".

Preciso dizer algo a mais?

Sim, preciso: É isso aí, Bebeto!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Botafogo e Zárate: 2008 ou 2009?



Marcelinho Paraíba, D'alessandro, Cuevas...

Estes são alguns exemplos de jogadores que o Flamengo, Internacional e Santos (respectivamente) trouxeram recentemente do exterior e já estrearam no campeonato Brasileiro.

Enquando isso, em General Severiano, o Globoesporte informa:

"Clube tenta inscrever Zárate a tempo de enfrentar o Cruzeiro".

Parece que o maior problema no "caso Zárate" é a não assinatura dos dirigentes do Unión de Santa Fé.

Não importa! O hermano já tem mais de 30 dias no Botafogo e até agora não conseguimos assinaturas? Neste tempo os advogados alvinegros estiveram na Argentina, mas pelo visto, para nada...

Essa é a "diferença" do Botafogo para os outros clubes brasileiros: Se passam 20 ou 30 dias e a outra parte ainda não cumpriu com o acordado, os dirigentes vão à briga e metem a "boca no trombone". Por aqui, não. Continuamos aguardando a boa vontade de terceiros e o "trim trim" do sinal de fax. Aquele que foi prometido, mas ainda não enviado...

Enquanto isso, se for o caso, adiamos a estréia do Zárate. Afinal, o Brasileirão está no começo e temos toda a temporada pe frente, né?

Obs:No momento eu dou três toques na madeira, mas já pensaram se o argentino for uma furada, tipo o Escalada? Fico imaginando (e deixo claro, torcendo contra) a cara do Rotenberg, procurando justificativas e desculpas...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Eles estão com medo da gente



Logo que assumiu a presidência do Vasco, o Roberto Dinamite deixou bem claro: Os clássicos que o Vasco tiver mando de campo não serão disputados em São Januário. O Maracanã está aí para isso.

Cientes de que são tecnicamente inferiores, os jogadores vascaínos pediram que o presidente repensasse a questão, pois as dimensões de São Januário são menores do que as do "Maior do Mundo" e teoricamente, equilibram as forças. No caso do Vasco, até favorece, pois os atletas conhecem os "atalhos" do campo.

Diante do pedido, o Vasco enviará um comunicado à CBF, que deve decidir até o final desta segunda-feira, aonde o GLORIOSO enfrentará o "bacalhau". O mais provável é que seja mesmo em São Januário.

Já adianto: Acho justo, afinal, eles tiveram o prazer de conhecer o estádio mais moderno da América Latina no primeiro turno.

Agora, se eu fosse o Bebeto, consideraria que no Brasil, nem sempre o que está escrito e combinado funciona. Sim, amigos. Somos o país da impunidade, do jeitinho. E assim, eu faria de tudo para alegar e deixar bem explícito o momento do Botafogo no campeonato e as expectativas de um excelente público. Até porque, o próprio Vasco venceu bem o Internacional e reacendeu os torcedores "apagados".

É correto e bonito? Confesso, não é. Mas eu sinceramente não me importo se o Dinamite ficará zangado. Não quero ser amigo do Vasco. Pelo contrário, quero fazer exatamente como o Eurico sempre fez: Brigar até a última instância para que o seu clube fosse favorecido. Eu quero o Botafogo bem e o resto que exploda.

Repito: Se a justiça fosse seguida, teríamos que encará-los em São Januário. Mas o Botafogo está tão bem, que limitar o número de alvinegros seria prejudicial (financeiramente falando) até para o Vasco, mandante da partida. Aí entra a questão do bom senso das partes envolvidas.

Vamos aguardar a decisão da CBF.

Temos time para vencer em São Januário. E temos time para golear no Maracanã.

Não é otimismo barato. É confiança plena.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!