Com muito cuidado e medindo as palavras para não falar besteira, o Juninho comentou sobre os seus dois últimos gols que coincidentemente garantiram as duas últimas vitórias do Botafogo (Náutico e Internacional), após muitas vaias e a "famosa faixa amarela" criada pelo Danilo e exposta pelo próprio, mais o Gil e outros amigos:
"– Fiquei chateado com o cartaz, só isso. Não estou imune às vaias, não critico quem me vaiou. Só fico chateado com aquela meia dúzia que colocou o cartaz, aquela meia dúzia que foi ao estádio naquele dia e antes de entrarmos em campo, já estavam vaiando. Não quero calar a boca de ninguém. Não tenho de provar nada para ninguém. As coisas estão acontecendo para o Botafogo".
Eu pensei em dar o meu "pitaco" sobre tudo isso que aconteceu desde o jogo contra o Náutico (considero que a faixa foi extremamente importante), mas prefiro colar um trecho do excelente texto (mais do que recomendado) escrito pelo Marcelo, no Fogo Eterno:
"...mas também, como torcedor, fico intrigado para entender o porquê de se precisar chegar a extremos como as faixas criticando Lúcio Flávio e Juninho para que os jogadores mostrem que tenham brios (os dois estavam muito mais ligados na partida, e demonstraram acentuada disposição) e comprometimento ao longo de toda uma partida – ou eles não lembram que tomamos um gol do Coritiba nos últimos minutos por conta de uma bola mal dividida pelo mesmo Juninho?
Alguém duvida que a torcida do Botafogo preferiria levar ao estádio faixas enaltecendo seus jogadores do que criticando-os?
Que preferiria aplaudir durante 90 minutos do que vaiar?...".
Perfeito é pouco! O Marcelo falou tudo e nem sobrou espaço para eu colocar uma "vírgula a mais". E olha que essa é apenas uma parte do texto, hein!?
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!








