07/07/08

Futebol de titular



Para surpresa de muitos (arrisco a dizer, quase todos) torcedores, o grande nome do Botafogo na vitória sobre o Grêmio, foi o Zé Carlos, que atuou na lateral esquerda, já que no meio as suas chances reduziram a praticamente zero depois das contratações de Carlos Alberto e Lucas Silva.

Depois da péssima Taça Rio (e consequente decisão estadual) e de ter perdido o pênalti que nos eliminou na Copa do Brasil, Zé Carlos caiu em desgraça junto à torcida. Eu, inclusive, fui um dos seus maiores críticos.

A partida que ele fez ontem foi digna de elogios. Atuou firme na defesa e inteligente no ataque. E uma coisa me chamou a atenção: Geralmente os lados do campo exigem mais condição física do atleta. Estranhamente, parece que o Zé Carlos sentiu menos de quando ele estava escalado no meio.

Enfim, parabéns ao Zé Carlos, que ouviu calado e seguiu trabalhando para dar a volta por cima.

É claro que ainda não me convenceu por completo. Eu espero ver umas três ou quatro partidas no mesmo nível para que sinta a confiança de volta. De qualquer forma, por apenas esta apresentação de ontem, eu diria que o Zé Carlos ganhou a vaga de titular, barrando o Triguinho.

Se o Triguinho não se recuperar e enfrentar o Vitória, a sua cadeira pode realmente ser ocupada pelo Zé Carlos. Nesta hora, vale tudo para permanecer na equipe, e quem ganha com isso é o Botafogo.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Diz aí, Fábio (04)



Sou Botafogo e não torço contra nunca!!!

Juro que tentei, mas foi só a bola rolar no jogo contra o Grêmio para ver que não dá pra torcer contra o Botafogo.

Tentei porque me dá náuseas de ver o time da minha vida ser comandado por um asno incoerente e que me dá a nítida impressão de que quer se aproveitar do Botafogo.

Em todas as apresentações sob o seu comando, não se viu variação tática. O time jogava um péssimo primeiro tempo e, no segundo, conseguia ser pior. Perder pra Portuguesa, no Engenhão, e empatar com os reservas do nenCCC, foi amargo demais...

E por tudo isso e pelos baques dos últimos meses, que podemos dizer que foi, de certa forma, animador ver a excelente atuação do Botafogo contra o Grêmio, um dia antes de completar um ano daquele jogo que marcou a derrocada do Botafogo no ano passado, contra o Atlético/PR, aqui em Brasília, no dia 07/07/07, quando todos tomamos conhecimento do doping do Dodô.

Naquela semana, que começou com a vitória sobre o nenCCC na inauguração do Engenhão, passou pelo empate contra o Goiás no Serra Dourada e terminou na maravilhosa vitória contra o Atlético/PR, parecíamos viver no mundo da Lua. Ali, era o auge daquele time montado pelo Cuca, que encantou a todos.

Será que essa data poderá marcar um sentido inverso neste ano, com o início de uma grande reação? Não sei. Vejo muitas fragilidades neste Botafogo de hoje e, infelizmente, não é uma boa partida que vai mudar minha concepção.

Minha maior preocupação ainda é somar o máximo de pontos possíveis para não passar sufoco contra rebaixamento.

Sei que é pouco para o Botafogo e talvez seja até inconveniente dizer isso depois de uma boa vitória. Mas não consigo ser otimista demais antes de ser realista.

O que não vou perder nunca é a confiança de torcer para o Botafogo, com o asno ou sem o asno.

Saudações botafoguenses!!!

e-mail: fabio.alvinegro@gmail.com


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

06/07/08

Uma semana em que tudo deu certo



O Botafogo venceu o Grêmio por 2 a 0 e confirmou que os últimos dias podem ter determinado um novo momento para o time.

Depois da saída de alguns jogadores odiados pela torcida (Bruno Costa e Abedi), do anúncio de que Adriano Felicio não está nos planos do Geninho, da derrota do "Unimed FC" pela Libertadores, só faltava a nossa parte dentro de campo. E ela veio neste domingo, com um detalhe que já estava fazendo muita falta para todos: O Botafogo apresentou um bom futebol.

Sim, foi disparadamente a melhor partida do GLORIOSO sob o comando do Geninho. Algumas peças surpreenderam positivamente nesta partida. Entre elas, destaques para o incansável Jorge Henrique e o seguro Zé Carlos. Não tivemos pontos negativos, mas é a segunda partida que o Diguinho não rende no mesmo nível, além da afobação do Alessandro, Renato Silva e Edson. Mas estes últimos três jogadores são conhecidos da torcida, que não se assusta mais com estes detalhes, afinal, já estamos acostumados.

Logo que soube da ausência do Carlos Alberto, temi por um time defensivo. A escalação no papel até poderia levar à esta idéia, mas hoje eu farei justiça, pois o Geninho soube - ofensivamente - armar o time com bastante movimentação pelos dois lados do campo. Em compensação, mesmo com três volantes, a proteção dos zagueiros não foi eficiente na entrada da nossa área. Muitas vezes apelamos pros chutões e o famoso "salve-se quem puder". Por sorte, hoje era o dia do Botafogo.

Os primeiros quinze minutos foram avassaladores. O Grêmio não conseguia passar da linha divisória, com os alvinegros marcando por pressão no campo adversário.

Depois de algumas insistências, surgiu o primeiro gol botafoguense. Gol do Túlio, que contou com a sorte ao ter o seu chute desviado para dentro da baliza. Pois é, amigos, até a sorte voltou a sorrir para o GLORIOSO. Quanto tempo ficamos distantes da dita cuja, não?

O gol também serviu para coroar o Túlio, que eu, diferentemente de grande parte da torcida, já achava que tinha melhorado bastante, depois de péssimas partidas nos últimos dois meses. Eu insisto que o seu papel é de fundamental importância tática, principalmente para cobrir os avanços desenfreados do Alessandro, que conseguiu me irritar muitas vezes, pois lembrou o Joilson, se achando polivante e sem posição fixa.

O Grêmio praticamente não chegou no gol do Castillo no primeiro tempo. Entretanto, sempre que rondou a meta do uruguaio, não foi por mérito próprio, e sim por algum descuido ou erro de passes dos alvinegros. Aliás, tirando o Renato Silva, que é "expert" neste "fundamento", o Diguinho esteve irreconhecível com vários passes equivocados. Ainda bem que quando chegava perto da área, as bolas era rifadas do jeito que apareciam pelo Leandro, Edson e o Renato.

Se no lado direito o Alessandro insistia em achar que é craque, perdendo várias oportunidades de perigo, na esquerda o Zé Carlos esteve perfeito, até se cansar na metade do segundo tempo. Por falar nisso, por esta partida (e pelas últimas, quando jogou no meio), fica claro que é ali que o Zé se sente mais a vontade. Em minha opinião, um dos melhores do time, marcando até um gol de falta, revivendo o início da temporada.

Não é apenas porque o Botafogo venceu que escrevo - finalmente - um post otimista. Como eu disse no início do texto, muitos jogadores queimaram a minha língua. E se tem algo que não me importo é justamente que queimem mesmo, afinal, o que importa é a vitória do GLORIOSO. Sempre!!!

E o que falar dos três homens mais adiantados?

Logo cedo eu escrevi que seria preciso mais atitude do Lúcio Flávio, pois não contaria com o Carlos Alberto ao seu lado. Tudo bem, o capitão botafoguense teve partidas bem melhores, mas hoje eu o vi chamando jogo, correndo e até brigando pela posse de bola, característica que foge completamente do seu perfil. De qualquer forma, as cansativas bolas paradas continuam enchendo o saco. Até quando perderemos inúmeras chances de escanteio e chuveirinhos no ataque?

Alguém que acompanhe sempre os treinamentos do Botafogo pode confirmar se - pelo menos - lá ele tem bom aproveitamento?

Como perceberam, nem estou comentando sobre o jogo. Sabem por quê? É que a segunda etapa não foi diferente da primeira.

Até que o Grêmio chegou mais ao ataque, mas nada que tenha assustado a ponto de comprometer a importante vitória alvinegra. Em compensação, saíamos rotineiramente nos contragolpes. Uma pena que nenhum foi concluído com sucesso.

Por falar nisso, a única conclusão decente do segundo tempo veio dos pés do Wellington Paulista, que o goleiro tricolor defendeu milagrosamente. Acho que eu torci para a bola entrar mais do que o próprio Wellington, que foi um leão em campo. Está faltando o gol (e eu sei que atacante vive exclusivamente disso), mas ninguém pode reclamar de máscara ou omissão do artilheiro botafoguense na temporada, afinal, foi o jogador que mais fez e recebeu faltas na partida, correndo do início ao fim.

Se o Wellington Paulista mereceu o meu aplauso depois de uns três ou quatro jogos de vaias, outro que mostrou disposição foi o Jorge Henrique, que voltou a ser aquele atleta sem posição, se movimentando por todos os lados, da defesa até o ataque. Teve duas oportunidades de gols, que coroariam a sua participação.

Uma coisa é certa no atual Botafogo: Como eu disse hoje que quando as coisas estão ruins com o Lúcio Flávio, certamente estariam piores sem ele, estendo à dupla de ataque. Não é que os três sejam excepcionais. É que não têm substitutos no elenco. E se é com eles que devemos contar, com eles contaremos.

Para que tudo não pareça que foi uma maravilha e que amanhã estará uma beleza, deixo uma crítica ao setor defensivo: Se não tiverem mais cobertura, passaremos apertos contra times tecnicamente melhores.

Enfim, como abordamos a semana inteira: As notícias estavam boas demais para os botafoguenses, que esperavam apenas uma coisa para coroar a nova fase, que esperamos, tenha começado hoje: Vitória!

Por falar em Vitória, o time baiano (que está na zona da Libertadores) será o próximo adversário.

Putz, jogar em Salvador é sempre complicado. Não podemos pensar em outro resultado que não seja a vitória. Caso contrário, corre-se o risco de uma ducha fria neste ânimo que precisa ser renovado, dia após dia.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

NOTAS: BOTAFOGO 2 X 0 GRÊMIO

1- Castillo: Um mero espectador - 6,5

2- Alessandro: Precisa baixar a bola e cair na real de que é limitado e ponto - 5,0

3- Renato Silva: Uns dois chutes equivocados e perigosos. Não adianta, pois não é confiável (mesmo nos melhores dias) - 5,5

4- Edson: Também é fraco com a bola nos pés. De qualquer forma, foi um pouco melhor que o companheiro - 6,0

5- Túlio: Um primeiro tempo muito bom, com direito a gol. No segundo, apareceu menos individualmente e se preocupou em fechar as subidas do Alessandro - 6,5

6- Zé Carlos: Se precisava de uma boa partida para recuperar a confiança, dê-se por satisfeito. Bom na marcação e inteligente nas subidas - 7,0

7- Jorge Henrique: Só falta mais sorte nos dribles. Hoje, porém, voltou a correr o tempo inteiro, como nos seus melhores dias de 2007 - 7,0

8- Diguinho: Errou vários passes. Não esteve mal, mas eu o prefiro quando joga de forma mais simples - 6,0

9- Wellington Paulista: Precisava de um gol nesta noite. Jogou para o time, brigando com os zagueiros e até criando para os companheiros. Valeu o espírito de luta - 7,0

10- Lúcio Flávio: Mostrou duas coisas: Que pode jogar muito mais e que é vital para o time atual. Só precisa desistir das bolas paradas. Estas já cansaram - 6,5

11- Leandro Guerreiro: Vinha de uma sequência horrível, mas não brincou em serviço. Esteve muito bem na marcação e rifando a bola para onde estivesse virado - 6,5

12- Thiaguinho: Entrou e o juiz terminou o jogo - Sem nota

Geninho: Armou um time veloz nos contragolpes e sem vergonha de dar chutão se for o caso. Acho apenas que poderia dar mais fôlego (substituir), quando perdemos ritmo no segundo tempo. Na média, para minha surpresa, foi bem - 6,5

Chega de companheirismo barato



O Jorge Henrique declarou ao site oficial do Botafogo, que o time fará de tudo para dar uma vitória ao técnico Geninho, que corre risco de ser despedido, caso o GLORIOSO perca logo mais, para o Grêmio.

Tomara que conquistemos os três pontos, independente do Geninho sair ou não (eu sinceramente torço para que saia), mas pera aí, Jorge Henrique: Vocês tem que vencer para nós, torcedores, que somos os únicos que sofremos ao ver tamanha apatia, falta de vontade e respeito com a gloriosa história do Botafogo.

Não é pelo técnico, massagista, dirigentes e/ou companheiros de time. Repito: A vitória é obrigação de vocês com os 3 milhões de botafoguenses espalhados pelo mundo todo.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Hora de acordar, Lúcio



A probabilidade do Botafogo não contar com o Carlos Alberto nesta tarde é muito grande. Entretanto, o Geninho esperará até o último minuto para saber se poderá escalar o apoiador, que é peça fundamental no elenco.

Se o Carlos Alberto não atuar, Lúcio Flávio será o único atleta com características de criação de jogadas e lançamentos para o ataque. Ou seja, dos seus pés serão esperados os lances capitais do GLORIOSO.

O problema é que o camisa 10 alvinegro não está rendendo o que dele esperamos. Nos últimos jogos, quando mais precisamos do Lúcio Flávio, perdíamos um tempo precioso para procurá-lo no gramado, já que o capitão botafoguense não chamava a responsabilidade para os seus pés.

O Lúcio Flávio não é um gênio, mas no Botafogo atual, infelizmente (ou felizmente, dependendo do ponto de vista de cada um) existe uma verdade: Se o time está mal com o Lúcio, certamente ficará pior sem ele, afinal, não temos outro atleta no elenco que tenha capacidade de parar a bola, levantar a cabeça e pensar antes de correr.

Por isso, amigos, precisamos aceitar a situação e torcer.

Torcer é tudo o que podemos fazer e tomara que o Lúcio Flávio esteja em um bom dia e que possa justificar o apelido que tem em General Severiano: "Maestro".

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

05/07/08

Paixão pelo departamento médico



Se mais cedo eu escrevi sobre o ótimo condicionamento físico do Renato Silva, que nunca se machuca, o mesmo não pode ser dito sobre o Triguinho, que mais uma vez ficará de fora do time.

Meu Deus do céu, o que acontece com este rapaz, que joga duas partidas e logo sente incômodos e dores musculares?

Desde que se contundiu na final da Taça Rio, Triguinho não consegue uma sequência de partidas. Amanhã será substituído pelo Zé Carlos, que ganha nova oportunidade após se recuperar de - mais uma - contusão.

Benzedeira para o Triguinho.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Escalada x Fábio x Vanderlei: Escolha um



Amigos, estive pensando uma coisa e gostaria de saber as opiniões de vocês:

Se o Escalada tivesse chegado fisicamente bem, seria dispensado apenas pelo fraco futebol apresentado nas suas míseras três partidas com a camisa do Botafogo?

Eu estou de pleno acordo que um jogador de futebol profissional não pode voltar das férias naquele "estado lamentável". Além disso, o Escalada demorou muito para recuperar a forma física e nas raras oportunidades, desapontou todos que depositavam esperança na sua fama de artilheiro.

Noves fora o enorme peso da barriga, será que ele não poderia ficar mais um tempinho antes de sair? Não que eu sinta saudades do Escalada, mas vejam só:

* Escalada - 3 jogos e nenhum gol
* Vanderlei - 4 jogos e um gol (no amistoso contra o Tupi)
* Fábio - 36 jogos e três gols (incluindo um contra o Stabaek/NOR, pela Copa Peregrino)

Por quê o tratamento foi diferenciado? Vejam os números do Fábio. São assustadores para um atacante. E o Vanderlei? Se a diretoria já disse que não gostou do reforço, porque não fazem igual o argentino?

Será que não cobramos demais do hermano e "respeitamos" em demasia os outros atacantes - tão ou mais - limitados do nosso elenco.

Suponhamos que o Escalada estivesse aos trancos e barrancos até hoje no Botafogo. Será que ele estaria pior que o Fábio ainda? E o Vanderlei? Teria vindo mesmo assim?

É para se pensar...

O certo é que nenhum deles merece(ia) vestir a camisa do GLORIOSO.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Sim, eu elogio o Renato Silva (quando ele merece)



Nunca fui, não sou e jamais serei fã do futebol do Renato Silva.

Aliás, não retiro uma só vírgula das inúmeras críticas que fiz ao zagueiro, que em minha opinão não tem futebol para ser titular indiscutível do Botafogo. Mesmo diante de concorrentes que também não são sumidades na posição...

De qualquer forma, eu tento ser o mais justo possível neste Cantinho Botafoguense. Mesmo àqueles que constantemente estão na minha "lista negra", merecem os elogios, quando fizerem por onde. E este post não deixa de ser positivo para o "intocável" Renato Silva.

Eu canso de brincar, dizendo que ele sequer fica gripado e nunca está ausente do time. Claro, é uma brincadeira com um fundinho de verdade, mas o fato é que amanhã o zagueiro completará vinte jogos em sequência pelo Botafogo.

É muito difícil um defensor atingir esta marca sem ser suspenso por cartões (amarelos e/ou vermelho) ao ter que marcar atacantes velozes e mais habilidosos. É dez vezes mais complicado no caso do próprio Renato Silva, que é atrapalhado por natureza. Mas ele conseguiu! E isso merece sim, um parabéns!

Reforço ainda que o jogador pouco se machuca. Prova de que o seu biotipo e condicionamento físico estão em perfeita harmonia.

Bom, espero ter sido justo com o Renato, que mesmo assim, insisto: Jamais seria o titular se eu fosse o treinador do GLORIOSO.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Os "afilhados" do leitão



Ao ler o Vestiário Alvinegro nesta manhã, fiquei preocupado com uma observação do Baresi: Segundo o jornalista, a preparação dos goleiros (feitas pelo novo treinador da função) é bem diferente das anteriores. Aliás, o nível de exigência aos atletas foi considerado fraco.

Seguem alguns pontos importantes do VA:

- "A vida dos goleiros do Botafogo com a chegada de Vanderlei Filho, preparador de Geninho, virou um prazer em relação aos profissionais anteriores. Se com Evelton Isoppo a vida era dura, agora, é doce e permite bons papos ao pé das traves. Marcos Leandro, Luiz Guilherme, Renan e o titular Juan Castillo devem se cuidar. Afinal, podem ficar em maus lençóis numa partida com alto grau de exigência. Vanderlei Filho pouco pega na massa. E quando o treinamento é coletivo não trabalha os reservas. Prefere ficar batendo aquele papinho amigo. Só falta o aperitivo".

- "Vanderlei Filho parece adepto da lei do menor esforço. O aquecimento dá a impressão ser pela conta de cada um ("Palha" os praticava em conjunto). Depois os goleiros trocam chutes entre sí. Alguns fundamentos entram em seguida de forma rápida. E depois os titulares seguem para os exercícios com os jogadores de linha. Assim, não será surpresa se logo Juan Castillo ou Renan estiverem em má forma".

Bom, tomara que o Vanderlei saiba realmente o que está fazendo e/ou tenha uma metodologia de treinamento completamente diferente, mas que dê resultados. Eu não o conheço, porém não nego: Fiquei surpreso com os relatos do Baresi, afinal, já tive oportunidades de acompanhar os goleiros treinando com o Acácio e o Palha. Nestas, todos saíam exaustos.

Que nós estejamos fazendo uma "tempestade em copo d`água". Mas não custa nada lembrar: Vanderlei Filho é um profissional de confiança e parte da comissão técnica do leitão. Assim, se a sua competência for do mesmo nível do adiposo, é mais do que motivo para um alerta geral em General Severiano.

Obs: Quando meu irmão contou sobre a contratação do Zárate, pensei que fosse um meio-campista que eu tinha assistido uma duas ou três vezes. Não é. É um bonde com fama de matador, mas que segundo a própria imprensa argentina, não tem muita habilidade nem técnica.

Ah, foi ajuda dos nossos "super-parceiros investidores", tá? Obrigado, "amigões"!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!