06/10/08

Qual será a escolha do NF?



Jorge Henrique é ausência certa para o próximo jogo do Botafogo, contra o Vitória. Em compensação, Ney Franco terá o retorno do Wellington Paulista, que cumpriu suspensão contra o Grêmio.

O treinador alvinegro também deu mostras de que o Carlos Alberto deverá ser recuado para a sua real posição (meio de campo).

Com isso tudo, as opções de ataque para o Ney Franco serão: WP, Gil, Zárate, Alexsandro e/ou Fábio.

Bom, diante de todos os nomes, eu não tenho dúvidas de qual a melhor escolha: Wellington e o hermano.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Por que não te calas?



Peraí...

Uma coisa é conviver com as perseguições da "imprensa parcial", loucas para criar um clima confuso em General Severiano. Outra coisa (bem diferente), é a perda dos limites para que os objetivos destes "profissionais" sejam alcançados.

Nós já estamos vacinados contra notícias mentirosas e exageradas sobre o Botafogo. É uma das formas que os "adversários" encontram para nos prejudicar. Agora, o exagero que está sendo feito a respeito dos salários atrasados e indefinições políticas está beirando o limite do aceitável.

Será que só o Botafogo passa por problemas financeiros? Lógico que não!

Mas a partir de um problema (corriqueiro na maioria dos clubes brasileiros), cria-se vários outros. Por exemplo: Qual a necessidade de colocar na mídia que além do descontentamento dos jogadores com o atraso salarial, o Botafogo pode perder quase todo o elenco para o ano que vem?

O momento é estranho, já que o GLORIOSO continua na briga por uma vaga na Libertadores de 2009 e mais do que vivo na Sul-Americana.

Como a torcida deve se comportar no meio desse "tiroteio direcionado"?

Por mais que saibamos que tudo é "armado", não é mole ficarmos tranquilos quando lemos (entre várias notícias exageradas) o seguinte (retirado do Lancenet):

"O contrato de Jorge Henrique termina somente em dezembro de 2009, mas como tem proposta do Yokohama Marinos (JAP), vai embora. Diguinho e Wellington Paulista, por imposição da parceira Ability, também serão negociados".

Quer dizer que já temos três jogadores a menos em 2009? Como o "jornalista" conseguiu este "furo"? Com quem? E o Botafogo ficará calado?

Existe aquela máxima que diz: "Quem cala, consente".

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Os jogadores só ganham (sempre)



Amigos, devido aos trabalhos com a campanha política de um parente em Brasília, o Fábio não conseguiu terminar o seu texto para a coluna "Diz aí, Fábio". O mesmo deverá entrar no "ar" amanhã, aqui no Cantinho Botafoguense.

Enquanto isso, respondendo aos comentários dos amigos em posts anteriores, o Antônio de Pádua colocou uma questão em "cheque", que eu gostaria de repassar para discutirmos:

Os jogadores do Botafogo estão cobrando - publicamente - explicações sobre os salários atrasados e o não pagamento do prêmio por terem chegado ao G4 em determinado momento do Brasileirão.

Segundo o Triguinho (um dos que mais fala do assunto), quem trabalha merece receber.

Concordo com o lateral. Sem dúvida nenhuma, todo trabalhador deve ser remunerado.

E digo mais: Os atletas não têm culpa se a diretoria botafoguense criou este ridículo prêmio por alcançar o G4. É um pensamento de time pequeno, mas se os cartolas alvinegros prometeram, que paguem.

Agora, aí vem a pergunta do Antônio (que deve ser feita à diretoria): Se os jogadores têm valor a receber pelo período no G4, quanto que eles vão pagar por terem saído do mesmo?

Bela questão, Antônio!

Infelizmente o jogador de futebol brasileiro é muito mimado e raras são as vezes em que são prejudicados.

No Botafogo então...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

05/10/08

Zárate: Apagando a primeira impressão



Acho que os botafoguenses devem considerar o jogo de ontem como o da estréia oficial do Zárate no clube. Não aqueles lamentáveis minutos diante do Náutico...

Longe de ser um craque. Nem a habilidade é o seu forte (mas isso ele falou quando chegou no Rio de Janeiro). De qualquer forma, os 45 minutos contra o Grêmio mostraram o Zárate um pouco mais magro e pelo menos, com disposição para fazer as jogadas ofensivas.

Reparei em um detalhe que gostei: O argentino levantou os braços pedindo a bola em todas as jogadas ofensivas do Botafogo. Ou seja, não parece ser daqueles sujeitos que se escondem e/ou têm medo de assumir responsabilidades.

Outra observação: Sempre que fez o papel do pivô, os zagueiros sofreram para marca-lo, afinal, o Zárate é muito forte (e ainda um tanto gordinho). Bem diferente do Wellington Paulista (que eu acho importante), que perde em todos os duelos "corpo a corpo".

Por fim, a confirmação de uma qualidade do argentino, que nos foi passada logo que desembarcou no Rio: Com ele não tem tempo ruim. Abriu espaço, ele não faz cerimônia e bate pro gol.

Como "estréia", acho que o Zárate esteve na média. Pode render mais, porém a torcida não deve esperar por um camisa 9 que faça diferença, como por exemplo o Nilmar (Internacional), Kleber Pereira (Santos) ou Alex Mineiro (Palmeiras). Para tanto, basta o Ney Franco usar a cabeça e escalar o hermano contra o Vitória...
...desde o início da partida.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

E ninguém explica...



Flamengo, Grêmio e São Paulo ainda estão na briga pela conquista do título nacional, mas mesmo assim, por suspensões, necessidades e/ou qualquer outro motivo, não abrem mão dos seus jovens talentos (categorias de base). Por isso alguns garotos são colocados em campo sem o menor receio, podendo mostrar serviço para os torcedores.

O nosso rival utiliza constantemente o volante Aírton (19 anos); o Grêmio escalou o tal do Douglas Costa (18 anos recem completados), que inclusive fez o primeiro gol deles contra o GLORIOSO, e o São Paulo tem o Aislan como primeira opção de zaga no banco de reservas, barrando o Juninho, ex-Botafogo.

E não pensem que apenas os clubes da parte de cima da tabela confiam nas suas "crias".

O "Unimed FC" - cada vez mais rebaixado - tem o Mauricio, Tartá, Marinho, Maicon, etc...

Até o Vasco, o mais fraco dos cariocas, utiliza os garotos. Casos do Alex Teixeira, Alan Kardec, Michel,etc...

Enquanto isso, o Botafogo, que não está nem no céu e nem no inferno, prepara os juniores que são considerados "jóias" em Marechal Hermes: Joaquim, Romário, Rodrigo Dantos e Wellington Jr., por exemplo.

Ah, claro, nos preocupamos com a hora certa para não queimarmos os "garotos", que não têm 17 ou 18 anos. Têm sim, quase 20, 21...

Diante desta preocupação excessiva, continuamos na esperança de que os "experientes" Adriano Felicio, Triguinho, Gil e companhia, consigam os bons resultados para o GLORIOSO.

E depois ainda reclamam das dificuldades em formar jogadores em casa!

É lógico, qual clube você acha que um garoto de 14 ou 15 anos procurará, sabendo que Flamengo, "Unimed FC" e Vasco dão oportunidades, enquanto o Botafogo prefere esperar os 30 anos dos "eternos juniores"?

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

O famoso drama: "Família para sustentar"



"- Quem trabalha quer receber. Todos temos família. A diretoria tem de resolver o mais rápido possível".

Palavras do Triguinho, após a derrota de ontem.

Ele tem razão em uma coisa: Quem trabalha não quer - apenas - receber. Tem o direito de receber o salário, que por mais astronômico que seja, o empregador é obrigado a pagar, afinal, aceitou as exigências no ato da negociação.

Agora, essa de temos família é tão irritante, que por alguns instantes eu acho que o jogador perde o seu direito.

Pô, os caras sabem que o Brasil é pobre e que a grande maioria passa fome e se "vira" com um salário mínimo. Como eles têm coragem de alegar necessidade para a família, quando recebem seus 30, 40, 50 mil reais?

Além disso, é um assunto interno e estas "bestas" deveriam pensar duas vezes antes de oferecer munição à "imprensa parcial".

O problema é esse: Jogador do futebol brasileiro precisando "pensar"...

O pepino está com a diretoria botafoguense.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

04/10/08

Derrota com "um a menos"



O Botafogo foi derrotado de virada para o Grêmio (2 a 1) e ficou mais distante da vaga à Libertadores de 2009.

Apesar do equilibrio entre as equipes, o GLORIOSO perdeu por causa de dois destaques:

1- Falta de atenção na marcação;
2- Jogou com um a menos durante toda a partida.

Sim, meus amigos...

Além da injusta expulsão do Jorge Henrique, quando só o zagueiro gremista, Léo, mereceria o "chuveiro", os botafoguenses tiveram um outro adversário em campo, vestindo camisa amarela e calção preto.

O "bandido do apito" foi determinante para o resultado final, por mais que os dois gols do Grêmio tenham sido legais. Mas a quantidade de faltas marcadas contra o alvinegro não têm explicação. Assim como a ausência de vários cartões para o tricolor gaúcho, que é um time incansável na "arte de bater".

Quanto à expulsão do Jorge Henrique, sem mais comentários...

Como foi anunciado antecipadamente, o GLORIOSO entrou em campo com o Carlos Alberto formando dupla de ataque com o "motorzinho", e o Leandro Guerreiro no meio de campo.

Na prática, apesar da vantagem numérica dos atletas, o Botafogo não conseguia dominar o setor. Poucas eram as bolas que passavam com calma pelo meio de campo. E nas vezes em que aconteceram, méritos para o Carlos Alberto, que além de tentar na frente, buscava a "redonda" no grande círculo.

Apesar do mau posicionamento em campo, os botafoguenses administraram a pressão do Grêmio (e seus torcedores) nos primeiros minutos. O problema era o árbitro, que vendo a incapacidade do tricolor em chegar à meta do Castillo, resolveu "colaborar", marcando várias faltas no bico da nossa área.

Ainda bem que o nosso maior problema (bolas aéreas) não ficou evidente no primeiro tempo.

Com o Leandro marcando de forma muito frouxa e o Lúcio Flávio preferindo os toques para o lado, o Botafogo não conseguia aproveitar a velocidade dos dois atacantes. Exceto quando o Alessandro se atrevia a subir, já que o Triguinho definitivamente não é "sombra" daquele lateral dos tempos de São Caetano.

O jogo transcorria normalmente (com as jogadas duvidosas favorecendo os gaúchos), quando em um lance isolado, o Alessandro limpou o zagueiro e bateu cruzado, com a bola saindo pela linha de fundo.

De repente, uma festa na torcida do Grêmio: Gol do Atlético MG, que abria o placar diante do Palmeiras.

Em meio às comemorações, uma cobrança de falta na área do tricolor...
...um ligeiro desvio seguido da defesa em reflexo do goleiro, que espalmou para o meio. Como uma flecha, Renato Silva apareceu e abriu o placar para o Botafogo, calando a torcida adversária.

Eu ainda terminava uma ligação empolgadíssima (berrando pela casa), esquecendo que tudo pode acontecer quando o envolvido é o Botafogo. Dito e feito: Após um bom lance do Morales, o chute do apoiador do Grêmio saiu forte e o Castillo estava inteiro na bola. Pena que desviou nas pernas do André Luis e matou o goleiro alvinegro, que em minha opinião não falhou, apesar do torpedo do Fábio, culpando o uruguaio.

Pronto! Tudo para a gente é difícil. E agora teríamos que aguentar a pressão da torcida de novo...

Por sorte, o Grêmio não jogava bem e o GLORIOSO realizava uma partida razoável. O fim do primeiro tempo seria ideal para corrigirmos algumas falhas, mas a sacanagem que fizeram contra o Jorge Henrique matou uma substituição para a etapa complementar.

Ah, e não poderia ficar pior: Em um lance isolado, Castillo sentiu uma fisgada nas costas e também não voltou do vestiário. Ou seja, duas mudanças feitas.

A surpresa foi a "estréia" do Zárate, após aqueles desastrosos minutos contra o Náutico. Ele entrou no lugar do Leandro Guerreiro, que deve estar torcendo como um louco pelo final do ano, pois profissionalmente, 2008 deve ser esquecido na vida do volante.

O Botafogo demorou para encontrar a nova formação tática no início do segundo tempo. Carlos Alberto demonstrava sinais de cansaço depois da correria que implantou - sozinho - nos primeiros 45 minutos. Em compensação, eu confesso: Mesmo ainda "gordinho", gostei de ver a aplicação e vontade do Zárate.

O argentino dava uns piques e voltava para o meio de campo. E como positivo: O seu bom jogo de pivô. Bem diferente do Wellington, que cai em qualquer encontro com os zagueiros, o Zárate mostrou ser muito forte e na maioria das vezes, o adversário que encontrou o chão. Além dessa característica, ele deu dois chutes ao gol gremista.

Enfim, se for "este" Zárate que o Rotenberg "vendeu" à torcida, acho que vai dar caldo. Desde que já inicie entre os titulares na próxima rodada, pois pelo pouco que fez, merece outra oportunidade.

Embalado pela torcida, o Grêmio chegava mais próximo do gol alvinegro.

E se o nosso "ponto fraco" suportou todas as bolas aéreas no primeiro tempo, após cobrança de escanteio, o zagueiro tricolor subiu sozinho e matou o Renan.

A virada do Grêmio seguida pelo "descontrole" botafoguense, que mesmo com a entrada do Gil, pouco criou. Esta foi a tônica até o final da partida.

O Botafogo ainda tentou uma ou outra bola, mas é impressionante a capacidade do Lúcio Flávio se esconder quando o jogo pede a sua presença de forma constante e decisiva. O camisa 10 alvinegro decididamente merece o banco de reservas urgentemente. Para o bem do próprio jogador...

Não deu mais em nada. Mais uma derrota do GLORIOSO, que há pouco tempo habitava o G3, mas que agora deverá brigar entre "os G5 e G10". Perdemos todas as chances de conquistar um campeonato nivelado por baixo, onde o grupo botafoguense não deve em nada aos demais concorrentes. O problema é que - mais uma vez - o Robin Hood alvinegro "deu as caras" e como neste meio, as palavras "bondade e ingenuidade" não são bem aceitas, ficaremos à espera de 2009.

Concentração total na Sul-Americana.

Por questão de honra e até para ganhar motivação visando os duelos contra o Estudiantes (ARG), o Botafogo precisa vencer o Vitória na próxima rodada. Depois ainda enfrentaremos o Santos, também no Engenhão.

Ah, e não custa lembrar: O Vitória foi aquele time que nos humilhou no primeiro turno e culminou na saída do Geninho (graças a Deus). Mas agora que o ex-treinador está longe, é dever do Botafogo atuar com toda a disposição do mundo para conquistar os três pontos e mostrar que o 5 a 2 foi acidente de trabalho.

Para finalizar, a derrota de hoje estava dentro da "normalidade". Uma pena que deixamos pontos contra equipes medíocres para trás, que nos impossibilitavam de "contar" com este revés.

Pelo menos não jogamos tão mal como nas últimas partidas.

Perder é sempre ruim, mas eu não acreditava mais no Brasileirão. Portanto, quero tirar o pouco que foi positivo diante do Grêmio, para que as correções sejam feitas e focadas na Sul-Americana.

Assim o botafoguense vai levando a vida...
...depois da esperança, a realidade.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

BOTAFOGO 1 X 2 GRÊMIO

1- Castillo: Não achei que falhou no gol. Atuava bem até sair contundido - 6,5

2- Alessandro: É melhor marcador do que o Thiaguinho. Só precisa corrigir os cruzamentos, sempre errados - 6,0

3- Renato Silva: Atuou bem, dentro das suas limitações - 6,5

4- André Luis: Teve muito trabalho com o gigante Morales. Mesmo assim, ganhou a maioria - 6,5

5- Túlio: Melhorou em relação aos últimos jogos, porém pode render muito mais - 6,0

6- Triguinho: Comete muitas faltas e quando apoia, erra todos os centros - 5,5

7- Jorge Henrique: Tentava se movimentar na frente, mas sentia a falta do homem de área. Expulso de forma injusta e covarde - 6,0

8- Diguinho: Um dos melhores do time. Lutou durante todo o jogo, marcando e apoiando - 7,0

9- Carlos Alberto: O único que chama toda as bolas e não tem medo de cara feira. Cansou no segundo tempo. Justificável, tamanha a sua entrega na primeira etapa - 7,0

10- Lúcio Flávio: Um banco urgente, pois este que tem atuado não é o Lúcio Flávio que conhecemos - 4,5

11- Leandro Guerreiro: Outro que está longe dos seus melhores momentos - 5,0

12- Renan: Quando exigido, foi perfeito. Não tinha como defender o segundo gol gremista - 7,0

13- Gil: Enceradeira. Apenas isso... - 5,0

14- Zárate: Gostei. Mostrou vontade e tem um bom jogo de pivô, utilizando a sua força física. É daqueles que chuta da onde estiver. Só depende do Ney Franco... - 6,0

Ney Franco: Hoje não teve culpa. Tentou atacar e buscou o resultado. Infelizmente a sua "amiga sorte" o deixou na mão - 6,0

Sujeira em vermelho e preto



Raríssimas vezes abri um espaço no Cantinho Botafoguense para falar de outro time. Se for rival então, menos ainda.

Mas um texto me chamou a atenção e acho que vale a pena abrir esta exceção.

Ele foi retirado do blog do Roberto: http://oblogdoroberto.zip.net/

Diz assim:

"NEM CAIPORA, NEM BICHO-PAPÃO

O que é o Flamengo, meus senhores?

Respondam.

O que é o Flamengo, meus senhores?

O Flamengo não é um time de futebol.

Foi time até Zico, Adílio e Andrade.

Mas mesmo ali não era time.

O Flamengo é uma paixão patrocinada por uma emissora de televisão.

Flamengo que virou paixão quando abriu suas portas ao futuro na década de 30.

Flamengo, casa grande e senzala.

Flamengo que nos anos 70 vivia a sua bancarrota.

Falido.

Até que Roberto Marinho virou pra Márcio Braga e disse: Fiat Lux!

O resto é história. Começando por um garoto que estava lá desde 1970/1.

Pequeno, mirrado. Genial Messi dos anos 70.

Lapidado nos aparelhos de musculação.

Pois é meus senhores.

O Flamengo é uma paixão vitaminada por uma multinacional.

Globo-Times.

Mas não é nenhuma caipora ou mula-sem-cabeça.

Por mais que a imprensa insista em mistificar..."


Meu comentário: Perfeito!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Aquele que faz a diferença



O sábado decisivo começou!

Se quiser continuar vivo no campeonato brasileiro, o Botafogo precisará vencer o Grêmio nesta tarde, em pleno Estádio Olímpico. Qualquer outro resultado não será satisfatório.

Wellington Paulista é o único desfalque alvinegro.

Carlos Alberto será adiantado e substituirá o artilheiro botafoguense na temporada, abrindo um espaço para o Leandro Guerreiro no meio de campo.

Todos nós sabemos que o Carlos Alberto rende mais quando atua no setor de criação, mas a sua individualidade permite que possa surpreender os zagueiros gaúchos, mesmo jogando no ataque.

Enfim, não importa!

Seja no meio ou no ataque, uma coisa é certa: Bola para o Carlos Alberto, pois "ali" está o nosso diferencial.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!