01/04/18

Em desvantagem para o próximo domingo




Terceiro Botafogo e Vasco do ano.

Terceiro resultado de 3 a 2. 

Hoje, novamente para o Vasco (no último minuto), que agora jogará por um empate no próximo domingo para ser campeão carioca.

Para o GLORIOSO, só a vitória interessará. E para conquistá-la, terá que atuar bem diferente do que apresentou neste domingo.

Curioso é que após abrirmos o placar logo no início, parecia que o Botafogo não teria muitos problemas. Dominávamos por completo o clássico. Até que começou a surgir momentos de desatenção e certa "soberba".

Foi aí que em um erro do "Kross do Madureira", o Vasco empatou e no minuto depois, virou o marcador.

O Botafogo sentiu e se perdeu. E mesmo assim, achou o gol do empate, antes da descida para o intervalo.

Na volta, um jogo sem graça, com as duas equipes evidenciando suas limitações técnicas. Mas a impressão que eu tinha, era de que o Vasco sabia mais o que devia fazer em campo. No lado alvinegro, um time cansado, vivendo na base dos chutões e sem conseguir criar nada.

Ainda nos livramos do terceiro gol, quando o Marcinho salvou sobre a linha.

E quando tudo parecia caminhar para o empate, um erro desde o ataque proporcionou o ataque vascaíno. Na cobrança do escanteio, já nos acréscimos, gol do Vasco e um balde de água fria na cabeça da torcida botafoguense.

Não acabou, é claro. Podemos reverter no domingo que vem. Mas não dá para continuar repetindo falhas e jogando sem a mesma seriedade daquela partida contra o Flamengo na semana passada. Caso contrário, não levantaremos a taça!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Botafogo 2 x 3 Vasco

1- Gatito: Sem culpa nos gols. Ainda fez três grandes defesas - 6,0

2- Marcinho: Facilmente driblado no segundo gol. Salvou uma bola incrível na segunda etapa - 4,5

3- Carli: Atuação sem comprometer - 5,5

4- Rabello: Mesmo nível do companheiro de zaga - 5,5

5- Rodrigo Lindoso: O "Kross do Madureira", molenga, incapaz de algo diferente. Comprometeu em dois gols e nada mais fez - 3,0

6- Moisés: Não repetiu as boas atuações - 5,0

7- Luiz Fernando: Escondido, nem fez esforço para aparecer - 4,0

8- Marcelo Baiano: Fraco com a bola nos pés e na marcação - 3,5

9- Brenner: Limitadíssimo fora da área. Lá dentro, ao menos fez o que se espera do atacante - 4,5

10- Valencia: Erra quase todos os últimos toques - 3,5

11- Renatinho: Enquanto teve fôlego, foi o mais participativo do setor - 5,5

12- Rodrigo Pimpão: Entrou e manteve o (péssimo) nível do Valencia - 3,5

13- Marcos Vinicius: Entrou faltando 5 minutos. E ainda entrou cansado e sem qualquer compromisso - 3,5

14- Kieza: Não recebeu uma bola sequer - 4,0

Alberto Valentim: Continua errando na maneira de proteger a zaga com esses volantes fracos. Mexeu mal também. Era melhor ter mantido o Renatinho cansado do que o Luiz Fernando. E nem era para o sonolento MV mais ser relacionado - 4,5

Agora é para valer




E no esdrúxulo regulamento da FFERJ, a decisão do campeonato carioca não terá a participação do campeão da Taça Guanabara (Flamengo) e nem da Taça Rio (ECTD).

Botafogo e Vasco se enfrentarão em dois jogos, após eliminarem os dois rivais nas semifinais.

Bom, como todos os clubes assinaram e concordaram com essa zona, azar de quem "ganhou" quando não era obrigatório.

Agora é final em preto e branco.

Primeiro jogo, logo mais, no Niltão.

Até aqui, uma vitória para cada lado (ambas em 3 a 2). Se continuarem com resultados iguais, no final de semana que vem conheceremos o campeão nas penalidades máximas. 

Tomara que não seja preciso. Para isso, vamos com tudo logo hoje!

Pra cima deles, Fogão!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

31/03/18

Característica do elenco





Palavras do goleiro Jefferson, sobre a forma como o Botafogo enfrentou o Flamengo na última quarta-feira:

"- O grande vencedor é o que aguenta a batida. A gente realmente já está bem cascudo. Botafogo, não digo de ser sofredor, mas já tem essa identidade de aguentar o tranco, de aguentar a batida. Não é a primeira vez que a gente passa por isso. Claro que foi bem desgastante fisicamente e psicologicamente, mas nos dá experiência para os próximos jogos. Para a gente sofrer menos e jogar mais".

Eu concordo em termos. Acho que a maneira de atuar fechado e sem sair de peito aberto nem é por "costume", mas sim por característica do elenco. Definitivamente, não temos time para propor jogo. Do meio para frente, nossas opções são limitadas. E parece que o técnico Alberto Valentim percebeu isso em tempo (e diante do rival mais forte no RJ). 

Agora, vamos torcer para que ele mantenha a estrutura tática.

Se não dá para jogar bonito, que joguemos para vencer...
...mesmo que por 1 a 0 sempre!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

30/03/18

A segurança voltou




Assunto um pouco batido, mas vale a reflexão...

Depois do jogo da quarta-feira, alguém ainda tem dúvida da titularidade absoluta do Carli? Alguém continua aceitando essa balela do maldito futebol moderno de "defesa em linha alta", blá blá blá?

Amigos, se o cara é bom, ele joga.  E o Carli não é um primor, mas sobra ali em General Severiano. Tanto é verdade, que todo o sistema defensivo cresceu de produção com a sua volta? O Rabello pareceu menos estabanado, o Marcinho demonstrou mais concentração...
...sem contar o fato dele "botar banca" nos adversários também.

Tudo isso faz diferença.

Agora, espero que o Alberto Valentim nunca mais tenha essa dúvida na cabeça.

Aliás, o Marcelo que deu lugar ao Carli também não pode sair do time titular. Quer saber? Eu fiquei bem mais tranquilo/seguro quando ele entrou na reta final do jogo atuando mais na frente da zaga, fechando a meia lua. E diante do que o Marcelo Baiano não jogou (desde que chegou ao Botafogo), eu efetivaria o zagueiro ali de primeiro volante.

O que os amigos acham?


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

29/03/18

Um minotauro




Amigos, se tem uma coisa que adoro, é quando queimo a língua.

Por isso, o post de hoje é uma espécie de "retratação".

Gostaria de falar sobre o Moisés.

Primeiramente, deixo claro: Emito opinião sempre, respeitando todo mundo que pensa diferente. Assim continuarei sendo. Por isso, nada melhor do que vir ao mesmo espaço em que critiquei a contratação do ex-lateral (na época, segundo reserva) do Corinthians, para dar o braço a torcer e elogiar o jogador.

Desde a sua estreia com a camisa botafoguense, parece não ter sentido e não só se firmou, como hoje é um dos pilares da equipe. 

Mais do que técnica (e ele até mostrou que tem), o impressionante é a força física e vigor do Moisés. Parece que injetam testosterona de cavalo no cara. É rápido, com passadas largas e se impões no corpo.

O que o Moisés fez ontem pelo lado esquerdo do GLORIOSO foi assombroso. Por ali, ninguém se criou. Tanto que o Neguebinha começou o jogo por lá e com poucos minutos o técnico adversário trocou o "produto da mídia flamenguista" para o outro lado (onde também não fez nada). 

Absurda a partida do camisa 6 alvinegro!

Que não se machuque e nem seja suspenso nunca, afinal, a diferença dele para o reserva imediato é gritante.


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

28/03/18

Finalista!!!




Franco atirador, em fase de altos e baixos, um adversário poderoso, milionário e com a vantagem do empate... lance criado pelo (criticado por mim) Rodrigo Lindoso para o Marcinho (criticado por muitos) e conclusão do - ainda verde - Luiz Fernando...
... e gol!

Botafogo 1 a 0 no Flamengo. Classificação para a final garantida, contrariando as expectativas e prognósticos.

Mais Botafogo do que isso, só dois disso.

Meus amigos, como falamos mais cedo, tem certas horas que o GLORIOSO resolve aprontar e surpreender positivamente. E para deleite dos milhões de alvinegros espalhados pelo mundo, foi hoje, diante do maior rival e queridinho da mídia.

É incrível! 

Até porque, não foi apenas a vitória magra. Foi o triunfo conquistado com inteligência tática e aplicação dentro de campo. Superamos nossa limitação técnica (e superioridade do adversário) com maestria. 

Mesmo no segundo tempo, quando nos fechamos, soubemos fazê-lo. Ou seja, uma partida digna e vitória merecida para os comandados do Alberto Valentim.

Parabéns, Botafogo! Você nos maltrata, mas nós te amamos! 

MUITO!

Agora vamos curtir e acompanhar de camarote o jogo de amanhã para descobrirmos o nosso adversário na decisão do campeonato carioca de 2018!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Botafogo 1 x 0 Flamengo

1- Jefferson: Começou um pouco inseguro, mas quando precisamos dele, esteve presente - 5,5

2- Marcinho: Jogou sério e mesmo com a força do lado esquerdo flamenguista, o saldo foi positivo - 5,5

3- Carli: Transmite calma e segurança para todo o setor. O maior erro foi ter sido barrado esse tempo todo - 7,0

4- Rabello: A simples presença do argentino ao seu lado fez com que crescesse também - 6,5

5- Rodrigo Lindoso: Partida ok, mas com o detalhe do excelente passe que resultou no gol - 6,5

6- Moisés: Monstruoso! Anulou por completo o tal do Paquetá e o Neguebinha. É um cavalo de forte - 7,5

7- Renatinho: Sem muito brilho individual, mas importantíssimo taticamente - 6,0

8- Marcelo Baiano: A nota desafinada. É mole na marcação e fraquíssimo com a bola nos pés - 4,0

9- Brenner: Luta não falta. O problema é a (falta de) habilidade - 5,0

10- Valencia: Continua errando muito nos últimos passes e conclusões - 5,0

11- Luiz Fernando: Melhor partida pelo Botafogo. Jogou sério e com raça - 6,5

12- Marcelo: Entrou para fechar o miolo. E fez bem - 5,5

13- Rodrigo Pimpão: Deu um fôlego na reta final - 5,0

14- Pachu: Não ajudou em nada. Nem prender a bola - 4,5

Alberto Valentim: Acertou na volta do Carli. Hoje soube arrumar o time e montou a tática correta, mesmo com um time inicial que até surpreendeu muita gente - 6,5

Tudo ou nada




Depois de dois turnos em que colecionamos partidas ruins e pouco sucesso em clássicos, chegou a hora do momento decisivo do campeonato carioca de 2018.

Semifinal em jogo único.

Novamente, um clássico pela frente.

Flamengo, para quem perdemos duas vezes no atual torneio.

E eles com a vantagem do empate para chegarem na final.

Resumindo: Precisamos vencer um rival que tem nos dado muita dor de cabeça nos últimos tempos. 

Difícil, muito difícil.

Vou torcer, mas confesso não estar esperançoso.

Tomara que o Botafogo apareça naqueles dias que surpreende Deus e o mundo.

Pra cima deles, Fogão!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

27/03/18

O treinador foi pior




No clássico do último domingo, o Marcinho fez a sua pior partida com a camisa do Botafogo.

Fraco (como é de costume) na parte defensiva e surpreendentemente mal no ataque, que é o se forte. Errou todos os passes, dribles e cruzamentos. E desde o primeiro minuto da etapa inicial. Mas só foi substituído quase na metade do segundo tempo.

Sobre a partida do lateral, o técnico Alberto Valentim relativizou:

"- Marcinho estava indo bem, só voltou mal para o segundo tempo. O torcedor de todos os clubes vaia quando um jogador não volta bem. É normal que vaie. Márcio já demonstrou muita personalidade".

Errou novamente, AV! O torcedor já tinha perdido a paciência antes mesmo do apito final do primeiro tempo. 

Diferente de alguns colegas, não estou condenando o Marcinho à fogueira. Até porque, vamos lembrar de quem entrou para substituí-lo ontem? Pois é, e se não é o Luis Ricardo, a outra opção é o possante (e acéfalo) Arnaldo. Ou seja, ainda acho que dos três, se trabalhado com calma, o Marcinho é o melhor lateral direito que temos no elenco. Agora, isso não impede de ser substituído quando está mal. E aí cabe ao treinador criar situações...

Contra o ECTD, por exemplo, não era para ter entrado o mascarado e ex-jogador em atividade Luis Ricardo. Deveria ter colocado o Marcelo na direita e o Carli em campo, ao lado do Rabello. Ou mesmo ter mudado o esquema tático do time, com os três defensores na última linha. 

Enfim, o técnico de futebol de clube grande é muito bem pago para pensar além do bê-a-bá, né?

E para finalizar (ainda sobre o Marcinho), faço questão de lembrar: Os outros nomes são Arnaldo e Luis Ricardo...


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

26/03/18

E não ficam incomodados...




Palavras do técnico Alberto Valentim, após a derrota na final da Taça Rio e sobre a semifinal do campeonato carioca na próxima quarta-feira:

"- Chegando agora como técnico do Rio, entendo que o título tem toda uma cultura no Rio. Mas o título só nos daria o empate para semifinal. Faz com que não tenhamos o empate como resultado positivo".

Caramba, foi preciso ele chegar no futebol do RJ para perceber o quão importante (em todos os sentidos) é levantar um troféu?  Além disso, o título da Taça Rio só nos daria a vantagem do empate em jogo único, né? Ou seja, praticamente inexistente. O que é um empate de vantagem para quem tem encontrado bastante facilidade para vencer clássicos, não é verdade? 

E antes que me entendam mal, isso foi ironia! O famoso rir para não chorar. Neste caso, de raiva.


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!