
Notícia do
Lancenet:
"
Contratação de Vanderlei não agrada dirigentes.
Insatisfeitos com reforço, Botafogo tenta dois atacantes.
- O fato de a gente trazer dois jogadores já responde se estamos satisfeitos ou não. Mas cada técnico gosta mais de um menos de outro atleta. Já estamos acostumados - revelou o colaborador de futebol, Ricardo Rotenberg".
Peraí, estão acostumados? Porra, Rotenberg. Então mudemos esta postura, meu caro. Não podemos mais perder dinheiro (sem nos importarmos) que poderia ser bem investido. Esta postura de comodidade é extremamente irritante, infeliz e imperdoável.
Haverá quem diga que a partir do momento que o Botafogo contratou o treinador, o mesmo deve ter autonomia e liberdade para trabalhar. Caso não aconteça, a culpa é do clube, que não acertou na escolha.
Concordo em partes...
Nem vou entrar no mérito do atual técnico alvinegro. Todos já sabem do que eu penso do Geninho. Em minha opinião, os dirigentes alvinegros erraram desde o dia que cogitaram o nome do "
jurássico comandante".
Agora eu explico o "
concordo em partes": Se contratamos o Geninho e ele disse que trabalharia para fazer o melhor para o clube, ótimo. Se ele gostaria de decidir os reforços e dispensas, beleza. Está no seu direito. Nesta parte eu concordo com o treinador.
Discordo, porém, do "
de acordo" do clube. No ato da assinatura contratual precisa deixar bem claro que "
tudo tem limites". Seja com o Geninho, Cuca, Felipão, José Mourinho, etc...
No mundo atual, canibal ao extremo, infelizmente até a liberdade tem limites. É um fato. Lamentável, porém inegável.
Imaginemos um ambiente empresarial...
Um gerente tem toda autonomia e liberdade para definir o que os funcionários da sua área devem ou não fazer. Ele tem meta e responsabilidades. Certamente trabalhará para alcançá-las.
Façamos de conta que ele não gosta de um de seus funcionários e quer mandá-lo embora. Ele pode? Hierarquicamente, sim. Mas e se o diretor gosta do referido empregado e não permite que ele saia da empresa? Ele sairá? Certamente que não. A hierarquia também pesa nesta hora.
Não julgo quem conhece mais o funcionário ou quem está certo na decisão (diretor ou gerente). O fato em questão é justamente lembrar que "
existem limites".
É claro que neste caso o gerente ficaria aborrecido e exigiria uma posição. Oras, simples: Ou aceita ou sai da empresa, meu amigo - diz o diretor.
Depois acertam as contas que forem precisas e necessárias. Pode não ser o correto, mas sabemos que na maioria das vezes é assim que acontece.
Por quê todo este "
lenga-lenga"?
Pô, até uma capivara sabia que o "
Van Deer Ley" era reserva do Geninho, no Atlético MG. A mesma capivara também sabia que o atacante não tem futebol para atuar no Botafogo.
E por quê reconhecemos o péssimo negócio passivamente? Alguém é louco para queimar dinheiro? Parece que algumas pessoas no Botafogo são...
...e ainda dizem que estão acostumados! Essa foi - desculpem o termo - foda!
Mas aí não estaríamos sendo corretos com o Geninho e quebrando um contrato/acordo pré-aceito por ambas as partes? Foda-se o Geninho ou QUALQUER outro. O Botafogo é maior do que todos juntos e não pode ser a "
casa da mãe Joana".
Agora vamos atrás de mais dois atacantes para aumentar a folha de pagamento e a quantidade de profissionais que tirarão dinheiro do GLORIOSO, dormindo e comendo, mas sem utilização, responsabilidades e metas.
Tá uma zona! Definitivamente encheu o saco!
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!